| Mês | Preço |
|---|---|
| Mar/26 | R$ 1.325,00 |
| Fev/26 | R$ 1.328,00 |
| Jan/26 | R$ 1.305,00 |
| Dez/25 | R$ 1.312,00 |
| Nov/25 | R$ 1.319,00 |
| Out/25 | R$ 1.323,00 |
| Set/25 | R$ 1.330,00 |
| Ago/25 | R$ 1.337,00 |
| Jul/25 | R$ 1.340,00 |
| Jun/25 | R$ 1.347,00 |
| Mai/25 | R$ 1.354,00 |
| Abr/25 | R$ 1.359,00 |
Como interpretar a Tabela FIPE para a Yamaha BW S 50, ano 1995 e as implicações para seguros
A Tabela FIPE (Fundação Instituto de Pesquisas Econômicas) é um referencial amplamente utilizado no Brasil para indicar o valor médio de venda de veículos usados, incluindo motos e ciclomotores. Embora muitas pessoas pensem apenas no preço de compra, a FIPE cumpre também um papel essencial no universo de seguros, especialmente quando se trata de definir cobertura, indenização e reposição do bem em caso de sinistro. No caso específico da Yamaha BW S 50, ano de 1995, o acervo da FIPE oferece uma referência histórica que ajuda tanto o segurado quanto a seguradora a compreender as baselines de desvalorização, manutenção necessária e adequação de coberturas ao longo do tempo. Este artigo apresenta, de forma educativa, como interpretar a tabela para esse modelo clássico, o que observar na ficha técnica e como essa referência pode influenciar a cotação de seguro.
Antes de mergulhar nos detalhes, é importante esclarecer que o valor FIPE não é o preço de venda vigente no mercado atual, tampouco uma garantia de compra. Trata-se de uma média estatística, coletada a partir de transações de reposição e de venda entre pessoas físicas e lojas. O valor FIPE serve como fio condutor para estimativas de seguro, para fins de perda total, indenizações e até para bancos na avaliação de garantias. Em modelos de anta, como a BW S 50 de 1995, essa referência ajuda a comparar propostas de seguro com valores consistentes, evitando tanto subvalorização quanto supervalorização do bem. Com velocidade de atualização mensal, a FIPE acompanha as mudanças de mercado, ainda que esse modelo em especial tenha um peso histórico e, por isso, possa apresentar um patamar estável ao longo de diferentes anos.

Ficha técnica da Yamaha BW S 50 1995
A Yamaha BW S 50 é um modelo compacto, dedicado ao uso urbano com um foco em praticidade e economia. Lançada na década de 1990, a BW S 50 ganhou notoriedade pela combinação entre leveza, facilidade de pilotagem e um conjunto mecânico simples, adequado para deslocamentos diários. A seguir, apresentam-se os elementos que costumam compor a ficha técnica desse ano específico, com observações que ajudam a entender como esse conjunto influencia o seguro e a avaliação pela FIPE:
– Marca: Yamaha. A japonesa é reconhecida mundialmente pela confiabilidade de seus motores e pela rede de assistência, o que confere ao proprietário tranquilidade adicional em termos de manutenção e disponibilidade de peças. A relação entre marca e desempenho costuma contribuir para um histórico de sinistros relativamente estável quando comparada a modelos menos conhecidos.
– Modelo: BW S 50. Trata-se de uma scooter de pequena cilindrada, pensada para cidade, com desenho que privilegia a usabilidade diária. O apelo de modelos da linha BW pode incluir itens como iluminação, painel simples, e um conjunto de componentes mecânicos de manutenção relativamente simples, o que facilita revisões e reparos ao longo dos anos.
– Ano: 1995. A idade do veículo é um fator-chave para o seguro, pois determina, entre outros aspectos, o histórico de manutenção, a disponibilidade de peças originais e a probabilidade de desgaste. Modelos com mais de 20 anos costumam exigir avaliações específicas de valor de referência, já que a desvalorização segue curvas diferentes das motos contemporâneas, especialmente devido à raridade de unidades bem conservadas hoje em dia.
– Categoria: Scooters urbanas. Esse tipo de veículo costuma ter características de custo-benefício interessante, com consumo relativamente baixo, rodas pequenas, motor de baixa cilindrada e transmissão automática. Essas características influenciam tanto a performance de condução quanto o custo de seguro e as opções de coberturas disponíveis.
– Cilindrada: 49 cm³ aproximadamente. A BW S 50 pertence ao grupo de 50 cc, o que, em muitos mercados, é classificado como micro-móvel. Em termos de seguro, cilindrada menor tende a associar-se a prêmios mais acessíveis e a exigências de cadastro menos rigorosas para determinadas coberturas, ainda que o histórico de sinistros mantenha um papel relevante na precificação.
– Tipo de motor: 2 tempos, arrefecimento a ar. Motores de dois tempos costumam oferecer maior torque em rotações mais baixas, o que pode favorecer a condução em ambiente urbano, porém exigem atenção especial a manutenção de mistura de combustível, lubrificação e sistema de exaustão para manter o desempenho e a durabilidade. Do ponto de vista de seguro, a robustez de componentes costuma reduzir custos de reparo quando bem conservados, o que reflete na avaliação de risco pela seguradora.
– Transmissão: automática CVT. Em scooters, a transmissão continuamente variável simplifica a pilotagem, pois não há trocas manuais de marcha. A CVT influencia o custo de reparo e de reposição em caso de dano, e pode, em alguns casos, impactar a idade do veículo e a forma como o valor FIPE é utilizado pela seguradora para reposição em caso de sinistro total.
– Peso e dimensões: valores típicos situam-se entre o espírito leve para manobras urbanas e dimensões compactas que favorecem estacionamento. O peso influencia não apenas a dirigibilidade e o consumo, mas também determinados cenários de seguro, especialmente quando se pensa em danos a terceiros, guarnições públicas e transporte de passageiros.
– Capacidade do tanque e autonomia: para uma BW S 50 antiga, a capacidade do tanque tende a ficar na faixa de alguns litros, o que determina autonomia cotidiana. Em termos de seguro, autonomia modesta é comum em scooters urbanas dessa época, o que pode gerar menos exposição a eventos de roubo relacionados a longas viagens, mas não elimina a necessidade de proteção adequada contra furto e colisões em áreas urbanas.
É importante lembrar que a ficha técnica acima descreve o que costuma compor o modelo Yamaha BW S 50 1995. Pequenas variações podem ocorrer conforme o mercado, a versão específica exportada e as condições de uso. Em qualquer caso, a compreensão dos principais itens — motor, transmissão, peso, capacidade de tanque — oferece aos segurados uma base sólida para discutir com a corretora as coberturas ideais, bem como para entender como a FIPE observa esse modelo dentro do conjunto de valores disponíveis para a reposição ou indenização.
Fatores que influenciam o valor referencial da FIPE para a BW S 50 1995
A aplicação da Tabela FIPE a uma Yamaha BW S 50 de 1995 não se resume a um único número fixo. O valor de referência é moldado por uma combinação de fatores que refletem o mercado de reposição de veículos usados, bem como as particularidades do modelo. A seguir, alguns elementos relevantes para quem consulta a FIPE com o objetivo de contratar ou revisar um seguro:
– Estado de conservação: unidades bem conservadas, com manutenção em dia e histórico de serviços podem receber uma referência FIPE mais favorável do que exemplares com desgaste significativo. No seguro, isso pode se traduzir em cobertura mais adequada para itens como peças originais, repor-se o veículo com qualidade semelhante e manter o valor de mercado mais estável ao longo dos anos.
– Originalidade de peças: peças originais, fabricante e itens de substituição compatíveis ajudam a manter a valorização do modelo. A ausência de modificações que alterem o padrão de fábrica é um ponto que costuma favorecer a avaliação pela FIPE e, consequentemente, pode influenciar o prêmio do seguro, especialmente em apólices com cláusulas de valor de reposição.
– Disponibilidade de mercado: para modelos mais antigos, a disponibilidade de peças e de unidades no mercado de usados pode influenciar o valor de referência. Quando as peças são escassas, a reposição fica mais onerosa, o que tende a impactar o seguro sob a ótica de custos de recuperação em caso de sinistro.
– Histórico de sinistros: um histórico limpo, com poucos ou nenhum registro de sinistros, tende a favorecer a avaliação do risco para seguradoras. Um passado com mais sinistros pode elevar o prêmio ou reduzir eventuais opções de cobertura, dependendo da política da seguradora e da gravidade dos eventos registrados.
– Perfil de uso: uso predominantemente urbano, com trajetos curtos e frequentes paradas, pode influenciar a avaliação do veículo pela FIPE. Por outro lado, se a BW S 50 foi deslocada com frequência em vias rápidas ou exposta a condições adversas, o desgaste pode ser maior, refletindo-se na referência de reposição ou de valor de indenização em seguro.
– Local de circulação: regiões com maior incidência de roubo ou vandalismo podem impactar o prêmio de seguro. A FIPE não é apenas um número estático; o cenário de risco local é considerado pelas seguradoras na hora de fechar uma apólice, mesmo para modelos clássicos como a BW S 50 de 1995.
Para entender como esses fatores se traduzem em números na FIPE, vale acompanhar as atualizações mensais da base de dados. Ao consultar o valor de referência, é essencial cruzar a informação com o estado do veículo, o histórico de manutenção e as condições de uso previstas. Essa abordagem evita surpresas na hora de acionar o seguro ou de optar pela reposição em uma eventual indenização.
Como a Tabela FIPE influencia a cotação de seguro da Yamaha BW S 50 1995
A relação entre FIPE e seguro envolve, principalmente, a definição do valor de referência que servirá de lastro para a indenização em caso de perda total ou para o cálculo de cobertura de danos. Mesmo sem mencionar números específicos, podemos estruturar a relação entre FIPE e cotação de seguro em pontos práticos:
1) Definição do valor segurável: a FIPE funciona como base de referência para o valor de reposição ou de indenização. Ao contratar o seguro, o corretor pode sugerir uma apólice com cobertura baseada nesse valor, reduzindo o risco de subvalorização ou supervalorização no momento de um sinistro. No caso de uma BW S 50 1995, cuja disponibilidade de peças pode variar, a FIPE ajuda a balizar a quantia de reposição necessária para manter o padrão do veículo.
2) Escolha de coberturas: com uma referência estável, o segurado pode optar por coberturas que protejam contra roubo, furto qualificado, colisão, incêndio e danos a terceiros. Para modelos de idade elevada, costuma haver maior ênfase em proteção contra roubo e em cláusulas que assegurem reposição com peças originais ou equivalentes de fábrica, evitando adaptações que comprometam o valor de mercado.
3) Avaliação de depreciação: a desvalorização de veículos antigos não segue a mesma linha de veículos novos. A FIPE ajuda a mapear esse declínio ao longo do tempo, o que impacta o prêmio e as condições de pagamento. Em alguns casos, o seguro pode oferecer uma avaliação escalonada, com reajustes periódicos que acompanham a evolução do valor FIPE, de modo a manter a cobertura condizente com o estado real do veículo.
4) Requisitos de sinistros: para pedidos de indenização, a seguradora pode exigir comprovação de valor com base na FIPE ou em avaliação técnica. Em modelos clássicos como a BW S 50 1995, é comum que haja auditorias ou avaliações adicionais para garantir que a reposição reflita o padrão original do veículo, incluindo itens de fábrica e características de fábrica, para evitar substituição por modelos incompatíveis com a linha original.
5) Compatibilidade com a frota de seguros: algumas apólices oferecem opções de reposição de veículo com características equivalentes (ou seja, o mesmo modelo ou similar), respeitando o valor referência FIPE. Ter um entendimento claro da relação entre FIPE e as opções de reposição ajuda o segurado a escolher a melhor alternativa, especialmente quando o objetivo é manter a consistência com o veículo e minimizar variações no custo do seguro ao longo do tempo.
É relevante que o proprietário da BW S 50 1995 busque um corretor que conheça bem as particularidades de veículos de baixa cilindrada e de idade avançada. A experiência do profissional facilita a interpretação da FIPE no contexto da seguradora, bem como a escolha de coberturas que sejam proporcionais ao risco real, sem subestimar a proteção necessária ou expor o veículo a coberturas inadequadas.
Dicas práticas para quem tem uma Yamaha BW S 50 1995 e busca seguro com base na FIPE
Se você possui uma BW S 50 1995 ou pretende adquirir e pretende entender melhor como a FIPE influencia o seguro, algumas orientações práticas podem facilitar o processo:
– Documentação completa: mantenha em dia o CPF, RG, certificado de registro do veículo, documento de compra e histórico de manutenção. Corretores costumam solicitar comprovantes de manutenções para atestar a condição da motocicleta e a preservação de itens originais, o que pode favorecer a avaliação de risco pela seguradora.
– Avaliação de condições: registre aspectos que impactam o valor FIPE, como estado da pintura, sinais de corrosão, quilometragem, itens originais de fábrica e alternativas de melhoria ou restauração. Uma BW S 50 bem conservada geralmente recebe uma avaliação de risco menor e pode obter prêmios mais acessíveis.
– Coberturas proporcionais: para modelos com idade avançada, é comum que as coberturas de roubo e furto recebam maior relevância. Além disso, considerar uma proteção contra incêndio, danos a terceiros e acessórios pode ampliar a segurança sem, necessariamente, elevar de forma expressiva o custo total da apólice.
– Valor de reposição vs. indenização parcial: entenda a diferença entre reposição com peças originais e indenização baseada apenas no valor FIPE. A escolha entre reposição integral ou indenização parcial pode impactar a percepção de custo-benefício da apólice, principalmente para modelos clássicos, onde peças originais podem ter disponibilidade variável.
– Revisões periódicas: a cada renovação, avalie se o valor segurável continua condizente com o FIPE atualizado. Em veículos de 1995, pequenas mudanças de condições de mercado podem exigir ajustes simples no contrato para manter a proteção adequada sem pagar demais pelo seguro.
Estrutura recomendada de cobertura para a Yamaha BW S 50 1995
Ao planejar o seguro, alguns componentes comuns costumam compor uma estrutura equilibrada para modelos desse gênero e faixa etária. Abaixo, apresento uma visão geral que pode servir como guia ao conversar com a corretora de seguros, sempre lembrando que as opções variam conforme a seguradora e o perfil do veículo:
– Cobertura compreensiva (compreende colisões, incêndio e roubo/furto). Oferece proteção ampla, útil para quem utiliza a BW S 50 em trajetos diários e quer minimizar surpresas financeiras em caso de eventos adversos.
– Cobertura de terceiros (responsabilidade civil). Essencial para quem quer proteção legal em casos de danos causados a pessoas ou a propriedades de terceiros durante a circulação.
– Proteção contra danos a acessórios originais e itens de fábrica. Em modelos clássicos, manter a cobertura desses itens pode ser importante para preservar o valor histórico do veículo e evitar custos adicionais de reposição de peças originais.
– Proteção para assistência 24 horas e guincho em caso de pane. A disponibilidade de suporte rápido pode fazer diferença em deslocamentos urbanas, principalmente para veículos mais antigos que podem exigir manutenção eventual fora de casa.
Para completar o pacote, converse com a sua corretora sobre a possibilidade de incluir benefícios adicionais, como franquias proporcionais, carro reserva em caso de colisão, e opções de reajuste anual que acompanhem o valor FIPE. Todo esse conjunto ajuda a manter a BW S 50 protegida sem pagar além do necessário, especialmente quando a disputa envolve modelos com idade avançada e disponibilidade de peças variáveis.
Quando estiver pronto para avaliar propostas de seguro, lembre-se de que a Tabela FIPE é uma das referências centrais para alinhar expectativas de reposição e indenização. A combinação entre o valor FIPE, o estado do veículo e as coberturas escolhidas determinará o orçamento final da apólice, bem como a tranquilidade de quem dirige uma BW S 50 1995 em um cenário urbano dinâmico.
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