| Mês | Preço |
|---|---|
| Fev/26 | R$ 264.999,00 |
| Jan/26 | R$ 265.584,00 |
| Dez/25 | R$ 266.090,00 |
| Nov/25 | R$ 266.490,00 |
| Out/25 | R$ 267.132,00 |
| Set/25 | R$ 267.990,00 |
| Ago/25 | R$ 268.554,00 |
| Jul/25 | R$ 268.985,00 |
| Jun/25 | R$ 269.255,00 |
| Mai/25 | R$ 269.795,00 |
| Abr/25 | R$ 270.039,00 |
| Mar/25 | R$ 270.445,00 |
Entenda a Tabela FIPE aplicável ao IVECO Stralis Hi-Way 800-S48TZ 6×4 (diesel, Euro 5) de 2015
Ficha técnica da Stralis Hi-Way 800-S48TZ
A Stralis Hi-Way representa a linha pesada da IVECO voltada para operações que exigem desempenho contínuo e confiabilidade em longas distâncias. Para a configuração 800-S48TZ 6×4 de 2015, a ficha técnica reúne os elementos essenciais que costumam influenciar tanto o custo de aquisição quanto o seguro e a manutenibilidade do veículo.
- Potência: 800 cv (configuração de alto desempenho para cargas expressivas em rodovias e trechos com desníveis acentuados).
- Motor: diesel Euro 5 (E5), com tecnologia Cursor 13 em muitos conjuntos da linha Stralis Hi-Way, voltado para eficiência energética e emissão controlada.
- Transmissão: câmbio automático automatizado Hi-Tronix, com múltiplas velocidades para otimizar torque e consumo em diferentes cenários de carga e topografia.
- Tração e cabine: 6×4 com cabine de longo curso (Hi-Way), projetada para conforto em jornadas de grande distância, incluindo opções de acomodação no interior para operações que exigem permanência prolongada.
Sobre a marca IVECO
A IVECO é reconhecida mundialmente por seus caminhões pesados, ônibus e veículos comerciais leves. Fundada na Itália, a marca consolidou-se como referência em engenharia e inovação para transporte de cargas em diversas condições, desde estradas asfaltadas até terrenos de difícil acesso. A linha Stralis, que inclui a versão Hi-Way, representa o compromisso da IVECO com desempenho, robustez e eficiência em consumo, características valorizadas por frotistas que operam com rotas de longa distância e exigências de confiabilidade.)

Historicamente, a IVECO investiu em tecnologia de diagnóstico a bordo, soluções para redução de emissões e gestão de frotas. A linha Stralis, em particular, é conhecida pela integração entre motor, sistema de transmissão e cabine voltados a reduzir o tempo de indisponibilidade do veículo, o que impacta diretamente na taxa de disponibilidade de uma frota. Além disso, a marca tem histórico de oferecer opções de configuração que atendem a diferentes perfis de operação, desde transporte de carga geral até aplicações com alto peso bruto total (PBT) e condições de terreno desafiadoras.
Para quem utiliza caminhões de grande porte, entender a filosofia de design da marca pode ajudar na hora de planejar manutenções preventivas, selecionar acessórios e, claro, avaliar o custo total de propriedade ao longo dos anos. A Stralis Hi-Way, com foco no conforto da cabine, na estabilidade de marcha e na capacidade de enfrentar longas jornadas, é uma opção comum entre operadores que valorizam desempenho em subida, resposta em passagem de marchas e tranquilidade no retorno de investimento em frotas grandes.
Como a Tabela FIPE reflete o valor de mercado de veículos pesados
A Tabela FIPE (Fundação Instituto de Pesquisas Econômicas) funciona como um referencial de mercado amplamente utilizado para estimar o valor de veículos usados no Brasil. No caso de caminhões pesados como o Iveco Stralis Hi-Way 800-S48TZ 6×4, a tabela serve como guia para diversas aplicações no dia a dia de seguradoras, concessionárias, lojas e transportadoras. Ela não é um preço de venda único, nem substitui avaliações independentes feitas por profissionais, mas oferece uma linha de base comum para negociações, indenizações e cálculos de cobertura de seguros.
Existem alguns aspectos importantes a entender sobre a FIPE e os veículos pesados em especial:
- Atualização mensal: a FIPE revisa os valores periodicamente para refletir as condições reais de oferta e demanda no mercado, bem como variações de disponibilidade e idade do veículo. Em operações de seguro, essa atualização periódica ajuda a manter a referência de indenização compatível com a realidade do mercado.
- Especificidade do modelo: a leitura correta envolve selecionar o modelo exato, a versão (como a 800-S48TZ) e o tipo de carroceria. Pequenas variações de configuração podem influenciar o valor de referência, ainda que respeitando a faixa da linha Stralis.
- Condições do veículo: estado de conservação, quilometragem, histórico de sinistros, modificações não originais e intervenções mecânicas afetam o valor registrado pela FIPE. Reconhecer esses fatores ajuda a ajustar de forma mais precisa a cobertura de seguro, especialmente nas cláusulas de reposição ou indenização.
- Uso na avaliação de risco: para seguradoras, a FIPE funciona como um parâmetro objetivo que reduz a subjetividade na avaliação de risco. Contudo, a cotação final também considera aspectos de uso (frota, rota, tempo de operação diário), histórico de sinistros e políticas internas da seguradora.
O que observar ao consultar a FIPE para a Stralis Hi-Way 800-S48TZ
Ao pesquisar a FIPE para esse modelo específico, vale ter em mente algumas práticas que ajudam a evitar surpresas durante a negociação com seguradoras ou com revendedores. Primeiro, confirme a correspondente versão da tabela, certificando-se de que o código da configuração (800-S48TZ, 6×4, Euro 5) está refletido na consulta. Segundo, mantenha o registro de dados do veículo do dia da avaliação, como informações de motorização, número de chassi e itens originais de fábrica, pois isso facilita a verificação de consistência entre a linha FIPE e o veículo efetivamente disponível no mercado. Terceiro, compare valores entre diferentes fontes complementares, como tabelas de referência regionais ou de operadoras, para ter uma noção mais ampla do patamar de mercado. Por fim, compreenda que a FIPE não dita um valor fixo, mas sim uma referência estável que sustenta negociações de compra, venda e seguros ao longo do tempo.
Impacto da FIPE na decisão de seguro e na gestão de riscos
Para quem atua na gestão de frotas, a FIPE serve como ancoragem para o cálculo de prêmios de seguro, especialmente nos itens de cobertura de valor de mercado (casco) e de equipamentos. Quando o valor de reposição é definido com base na FIPE, a seguradora ajusta a indenização de acordo com a referência do mercado, o que ajuda a evitar subnotas ou superestimativas em situações de sinistro. Além disso, entender a variação mensal da FIPE pode apoiar decisões administrativas, como a programação de renovações de contrato, renegociação de franquias ou reposicionamento de risco para diferentes rotas.
Para o operador de frota, compreender a relação entre FIPE, idade do veículo, barateamento de peças de reposição e disponibilidade de serviços de assistência pode facilitar a escolha entre coberturas, como casco total, valor de referência ou reposição por peça. A Stralis Hi-Way, por ser uma configuração de alto desempenho, frequentemente demanda atenção extra em termos de manutenção, o que, por sua vez, impacta o custo total de propriedade e, indiretamente, a percepção de risco pelos seguros especializados em caminhões pesados.
Considerações sobre seguro para caminhões pesados 6×4 com motor Euro 5
A contratação de seguro para um caminhão pesado como o Stralis Hi-Way envolve avaliar diferentes aspectos de proteção que vão além do valor de mercado. Abaixo estão itens comumente considerados em propostas de seguro para esse tipo de veículo, que ajudam a equilibrar cobertura, custo e risco operacional:
- Proteção casco total estilizada para veículos de alto desempenho, com cobertura de danos a terceiros, colisão, capotamento e danos causados por eventos naturais, conforme a apólice contratada.
- Indenização por acidente com itens de reposição originais e disponibilidade de peças, considerando a relação entre o valor de mercado (FIPE) e a necessidade de reposição rápida para manter a operação da frota.
- Franquias proporcionais ao grau de exposição ao risco, incluindo opções de franquia reduzida para operações com maior frequência de sinistros ou maior custo de reparo.
- Proteção para acessórios e equipamentos adicionais instalados (sensores, sistemas de telemetria, caçambas, reboques e adereços), com avaliação de risco específica para cada componente.
Além disso, a escolha de coberturas deve considerar o perfil de uso: rotas interestaduais, áreas com pavimento variado, transporte de cargas sensíveis ou perigosas, e a estandardização de procedimentos de prevenção de acidentes. Caminhões desse porte também exigem atenção à gestão de garantias, assistência 24h e cobertura de domesticidade de sinistros em território nacional, quando pertinente ao contrato. A combinação dessas variáveis ajuda a construir uma proteção mais alinhada às necessidades da operação, sem comprometer a disponibilidade da frota.
Para quem busca uma abordagem prática em seguros, vale conversar com uma corretora experiente que possa cruzar dados de uso, histórico de sinistros, idade do veículo, condições da frota e a referência FIPE para oferecer propostas com valor adequado à operação. A ideia é ter uma solução que garanta proteção sem engessar o custo mensal.
Se quiser conhecer opções de proteção de forma orientada e personalizada, considere solicitar uma cotação com a GT Seguros.
