| Mês | Preço |
|---|---|
| Mar/26 | R$ 17.658,00 |
| Fev/26 | R$ 17.751,00 |
| Jan/26 | R$ 17.733,00 |
| Dez/25 | R$ 17.698,00 |
| Nov/25 | R$ 17.792,00 |
| Out/25 | R$ 17.886,00 |
| Set/25 | R$ 17.891,00 |
| Ago/25 | R$ 17.715,00 |
| Jul/25 | R$ 17.541,00 |
| Jun/25 | R$ 17.368,00 |
| Mai/25 | R$ 17.460,00 |
| Abr/25 | R$ 17.466,00 |
Guia detalhado para entender a Tabela FIPE da Suzuki DR 800 S 1995 e seu impacto no seguro
A Tabela FIPE é uma referência recorrente no mercado de seguros e negociações de veículos no Brasil. Quando falamos da Suzuki DR 800 S, ano de 1995, esse recurso se torna especialmente relevante para quem busca proteção adequada sem pagar mais do que o necessário. Este texto apresenta, de forma educativa, como interpretar a Tabela FIPE para motos de modelo clássico, com olhar específico para a DR 800 S 1995, incluindo a ficha técnica do modelo, o papel da marca Suzuki no contexto atual e orientações sobre como o preenchimento correto dessas informações pode influenciar o valor segurado e o prêmio do seguro. Vale lembrar que os valores da FIPE, por definição, são dados de referência e podem variar conforme o estado de conservação, a quilometragem e o mercado, e não devem ser confundidos com o preço de venda de um exemplar específico. Aqui, o objetivo é oferecer uma base clara para que o leitor compreenda o funcionamento da tabela e utilize esse conhecimento na hora de cotar ou contratar uma apólice com a GT Seguros.
O que é a Tabela FIPE e por que ela importa para motos antigas
A Tabela FIPE, gerida pela Fundação Instituto de Pesquisas Econômicas, reúne valores médios de mercado de veículos usados no Brasil. Para motocicletas, o objetivo principal é oferecer uma referência de reposição ou de valor de mercado, que serve como base para diversas operações: seguros, financiamentos, avaliações em processos de alienação e cobranças de impostos. No caso de motos mais antigas, como a Suzuki DR 800 S 1995, a leitura da FIPE exige atenção especial, porque o mercado de modelos nessa faixa etária tende a ter variações maiores entre unidades devido a raridade, condição de conservação, histórico de uso e disponibilidade de peças originais.

Quando as seguradoras utilizam a FIPE, elas não estão apenas pegando um número; estão buscando uma estimativa do valor que o veículo representa naquela condição típica de mercado. Esse valor de referência serve para determinar o montante a ser indenizado em caso de sinistro ou, em termos de contratação, o valor segurado correspondente à proteção do veículo. Por isso, entender como a FIPE é construída—e quais são seus limites e particularidades para motos antigas—facilita a tomada de decisão: você pode ajustar a cobertura para refletir mais fielmente o valor real do exemplar que possui ou pretende adquirir, evitando surpresas no momento de acionar o seguro.
Para quem está pesquisando o custo de uma apólice, é comum que a FIPE sirva como ponto de partida para a definição do “valor segurado” de casco. O prêmio é calculado sobre esse valor, levando em conta fatores adicionais como localização, uso (diário, fim de semana, track days), perfil do condutor, histórico de sinistros e coberturas escolhidas. No entanto, é fundamental entender que a FIPE não representa o preço exato de venda de uma DR 800 S 1995 específica. Ela simula um patamar de referência de mercado, que ajuda a alinhar expectativas entre o proprietário, o corretor e a seguradora. Por isso, ao solicitar cotação com a GT Seguros, traga um entendimento claro de como a FIPE encurta ou expande o espaço entre o valor percebido pela propriedade e a proteção contratada.
Ficha técnica resumida: Suzuki DR 800 S (1995)
- Motor e uso: motor 4 tempos, 1 cilindro, de deslocamento próximo a 800 cm³; alimentado por carburador típico da época; projeto voltado ao uso misto entre off-road e asfalto, com foco em robustez e torque acessível para trilhas e deslocamentos diários.
- Transmissão e condução: câmbio de 5 velocidades, acionamento por corrente, configuração pensada para equilibrar desempenho em trilhas e estabilidade em estrada.
- Sistema de suspensão e chassis: suspensão dianteira do tipo garfo telescópico, suspensão traseira com monoamortecedor (configuração comum em motos de aventura de pequena a média tonelagem da época); geometria e altura de assento projetadas para terreno variado, incluindo terra e piso asfaltado.
- Dados básicos de operação e peso: peso em ordem de marcha aproximado na faixa moderada para o segmento; capacidade de tanque de combustível em torno de 12 a 14 litros; dimensões e ergonomia voltadas para conforto de condução em trechos mais longos, com assento de altura compatível com pilotos de estatura média.
Observação importante: as especificações acima são apresentadas de forma resumida e com foco em dar uma ideia clara do conjunto técnico da DR 800 S de 1995. Em unidades específicas ou de mercados diferentes, alguns detalhes podem variar ligeiramente, o que é comum em motocicletas de produção global com adaptações regionais. Para fins de seguro, o que importa é ter uma visão coesa do conjunto: motor, transmissão, suspensão, freios, peso e capacidade de combustível, que impactam no desempenho, na experiência de condução e, consequentemente, no valor de reposição informado pela FIPE para a sua avaliação de risco.
A marca Suzuki: legado e relevância no universo das motos
A Suzuki é uma das fabricantes que consolidou uma reputação de durabilidade, inovação tecnológica e versatilidade ao longo de décadas. Fundada no Japão, a empresa expandiu sua atuação para além de automobilismo, consolidando-se como referência no segmento de motocicletas, com linhas que vão do urbano ao off-road e aoスポーツ. No Brasil, a Suzuki tem tradição de reconhecimento entre motociclistas por combinar confiabilidade e desempenho, características que moldam a percepção de valor de modelos clássicos, como a DR 800 S, hoje vista com interesse por entusiastas de trilhas, colecionadores e usuários que buscam uma motocicleta robusta para uso esportivo ou recreativo.
A DR 800 S integra uma linhagem de modelos que valoriza o conceito de “dual sport”—versatilidade para uso no fora de estrada, mantendo a performance suficiente para trajetos em asfalto. Essa herança de marca costuma influenciar, de forma indireta, a avaliação de mercado e a percepção de valor junto a potenciais compradores. Um veículo com pedigree de marca bem estabelecido, com histórico de rede de assistência técnica e disponibilidade de peças, costuma oferecer mais tranquilidade ao segurado, o que, por consequência, pode impactar positivamente na confiança da seguradora ao estabelecer condições de cobertura. Em termos práticos, reconhecer a marca como parte de um ecossistema confiável ajuda a entender por que certas DR 800 S são consideradas mais atraentes para seguros quando comparadas a modelos de menor reconhecimento ou com menos apoio de rede de peças na região.
Como a FIPE influencia o seguro da Suzuki DR 800 S 1995
Ao contratar um seguro para a DR 800 S 1995, o corretor avalia o valor segurado com base no que a FIPE recomenda como referência de mercado. Esse valor de referência funciona como o patamar mínimo ou base para definir a indenização em caso de sinistro total, bem como para custear reparos relevantes quando apenas uma parte do veículo é danificada. Em motos clássicas, o valor segurado nem sempre corresponde ao preço pago na compra; ele tende a refletir a média de mercado para aquele modelo, ano e condição, ajustada pela avaliação de conservação. Por isso, compreender o mecanismo da FIPE ajuda o titular a evitar subestimar ou superestimar o valor segurado, o que pode impactar o valor do prêmio e a eventual indenização.
Além disso, a FIPE não leva, por si só, em conta todas as particularidades de cada exemplar. Um exemplar bem conservado com histórico de manutenção regular, redução de whisky de peças originais, ou presença de itens originais e raros, pode ter valor diferente do indicado pela média de mercado. Nesse sentido, a negociação com a seguradora — incluindo a GT Seguros — pode considerar ajustes específicos com base na documentação de manutenção, notas fiscais de peças originais, histórico de sinistros e valor de substituição de peças de reposição. Em resumo, a FIPE fornece o referencial, mas a avaliação final do seguro depende também da qualidade de conservação do veículo, do histórico de uso e das coberturas contratadas.
Como ler e interpretar a Tabela FIPE para motos clássicas na prática
Para quem tem uma Suzuki DR 800 S 1995, interpretar a FIPE envolve alguns passos simples, que ajudam a alinhar expectativas e facilitar a tomada de decisão ao cotar ou renovar o seguro. Primeiro, localize o modelo, o ano e a versão na base FIPE. Em seguida, avalie o estado de conservação da sua moto: quanto mais próximo do original e com a manutenção em dia, maior tende a ser o valor de referência aceito pela FIPE. A história de uso também pesa: motos bem cuidadas, com histórico de revisões e com peças originais disponíveis costumam ter um valor de referência mais estável do que exemplares com modificações extensas ou com histórico irregular de manutenção.
Outro ponto-chave é a documentação de apoio. Notas fiscais de peças, comprovantes de manutenção, livros de serviço e registros de peças originais ajudam na comprovação de conservação do veículo. Quando você entra em contato com a GT Seguros para uma cotação, ter esse acervo facilita a comunicação sobre o valor segurado desejado e as coberturas adequadas. Por fim, lembre-se de que a FIPE é um ponto de referência mensal; ajuste a cobertura conforme a evolução do valor de mercado ao longo do tempo, especialmente em modelos clássicos que costumam ter volatilidade maior.”
O uso estratégico da FIPE, aliado a um histórico de manutenção sólido e a uma compreensão clara das peças originais, pode facilitar a obtenção de condições mais adequadas no seguro. Em contratos com corretoras como a GT Seguros, esse alinhamento entre a FIPE e a realidade do exemplar ajuda a construir uma apólice que realmente protege o patrimônio sem exigir prêmios indevidos.
Dicas finais para conduzir a leitura da Tabela FIPE e planejar o seguro
– Mantenha a documentação organizada: guarde notas fiscais de manutenção, recibos de aquisição de peças originais e registros de inspeção. Documentos ajudam a justificar o estado de conservação ao segurador.
– Avalie o uso da moto:
