| Mês | Preço |
|---|---|
| Mar/26 | R$ 108.507,00 |
| Fev/26 | R$ 111.863,00 |
| Jan/26 | R$ 106.537,00 |
| Dez/25 | R$ 109.105,00 |
| Nov/25 | R$ 109.269,00 |
| Out/25 | R$ 109.532,00 |
| Set/25 | R$ 109.884,00 |
| Ago/25 | R$ 110.116,00 |
| Jul/25 | R$ 111.813,00 |
| Jun/25 | R$ 109.461,00 |
| Mai/25 | R$ 105.760,00 |
| Abr/25 | R$ 108.472,00 |
Guia completo sobre a Tabela FIPE para o Iveco Eurocargo Attack 170-E22 2p diesel 2012 e a leitura da ficha técnica
A Tabela FIPE é uma referência consagrada para entender o valor de veículos usados no Brasil, incluindo caminhões de médio porte como o Iveco Eurocargo Attack 170-E22. Este artigo não exibe preços; os dados de valor da Tabela FIPE aparecem automaticamente no topo do post para manter o conteúdo focado em informações técnicas, de uso e de seguro. Nosso objetivo é explicar como interpretar a Tabela FIPE neste tipo de veículo, apresentar a ficha técnica do modelo 170-E22 com cabine de dois lugares (2p), e discutir como esses aspectos impactam a avaliação de risco e a contratação de seguros. A ideia é oferecer um conteúdo educativo, útil para quem administra frotas, trabalha com corretagem ou planeja entender melhor a proteção de ativos pesados.
Visão geral sobre a Tabela FIPE e o impacto para caminhões de médio porte
Para quem atua no ramo de seguros, a FIPE (Fundação Instituto de Pesquisas Econômicas) funciona como uma referência de mercado que reflete, de forma média, a desvalorização de veículos usados. Ao contrário de carros de passeio, caminhões e utilitários pesados costumam apresentar particularidades de depreciação, fusos de variação por configuração (cabine, eixo, motor), e padrões de uso que influenciam o prêmio de seguro. Com o Eurocargo Attack 170-E22, o conjunto de fatores que a FIPE considera inclui não só o ano e o estado de conservação, mas também a configuração básica do veículo: motor diesel, tipo de cabine, número de lugares, eixo dianteiro e traseiro, e o tamanho da carga útil. A leitura correta da FIPE, portanto, envolve cruzar o código da versão com a descrição da configuração, a fim de obter uma referência mais precisa para avaliações de seguro, compra e venda, e financiamento. Em termos práticos, isso significa que duas unidades com o mesmo ano podem ter valores de tabela diferentes se apresentarem, por exemplo, variações na motorização, no eixo ou na cabine. Esse panorama é especialmente relevante para usuários de frota que desejam comparar opções de seguro com base no perfil real de cada veículo.

Ao interpretar a Tabela FIPE, vale ficar atento a alguns aspectos comuns para caminhões como o 170-E22: a coluna de referência costuma indicar o estado de conservação, a quilometragem típica do parque, e o conjunto de itens que acompanha a configuração original. Em veículos pesados, pequenas mudanças — como a adoção de equipamento de proteção adicional, dispositivos de segurança ativos, ou alterações na configuração de cabine — podem alterar o valor de referência, impactando o cálculo do prêmio. Assim, faça a leitura com o cuidado de considerar se a unidade está dentro do padrão de uso da frota, se recebeu retrofit de eficiência energética ou se houve alterações de itens de segurança que possam influenciar o risco segurável.
Ficha técnica essencial do Iveco Eurocargo Attack 170-E22 2p (diesel) 2012
Abaixo está a ficha técnica resumida e prática para o modelo em questão. Lembre-se de que diversas configurações podem influenciar números específicos. Em minha apresentação, priorizei informações-chave que costumam influenciar o seguro e o entendimento de uso diário.
- Motor: Diesel, 6 cilindros em linha, turboalimentado com interclimação (intercooler), potência nominal em torno de 220 cv (aprox. 162 kW).
Observação: a potência e o torque variam conforme a configuração do motor Cursor utilizado pela linha Eurocargo. Para a versão 170-E22, a faixa comumente citada envolve potências próximas de 220 cv, com torque significativo para desempenho de carga. Em termos práticos, isso ajuda a entender o comportamento do veículo em trechos de subida, bem como o regime de torque necessário para manter o desempenho de frete em rodagens com peso carregado.
- Transmissão: Manual, 6 velocidades, com disponibilidade de opções de relação para facilitar a condução com peso de carga e terreno variados.
Essa configuração de transmissão é comum em caminhões médios com cabine de dois lugares, oferecendo equilíbrio entre robustez, custo de manutenção e resposta de marchas para operações de frete em áreas urbanas e rodoviárias. A escolha entre câmbio manual tradicional e alternativas automatizadas pode influenciar o custo de seguro, pois impacta fatores como consumo, desgaste de embreagem e teores de custo de reparo.
- Tração e chassis: Configuração 4×2 (dois eixos com motor propulsionando o eixo traseiro); estrutura de chassis optimizada para suporte de peso e distribuição de carga.
O conjunto 4×2 é típico para caminhões de médio porte usados em distribuição regional e em operações de entrega com carrega de até aproximadamente 9 a 10 toneladas de payload, dependendo da configuração específica. O design 4×2 oferece boa manobrabilidade em ambientes urbanos com capacidade de carregar volumes consideráveis em trajetos rodoviários.
- Dimensões e capacidade: PBT (Peso Bruto Total) próximo de 17.000 kg; payload variável conforme carroceria/aoção de eixo, com tanque de combustível adequado para longas jornadas.
A ficha técnica acima traz os blocos centrais para avaliação de risco e para o dimensionamento de coberturas em seguros. Outros itens de interesse podem incluir a capacidade de tanque (em torno de 150 a 160 litros, dependendo da configuração de tanque), suspensão dianteira (geralmente baseada em eixos com molas) e freios com sistemas modernos de ABS/EBD quando disponíveis na configuração original. Lembre-se de que pequenas variações de configuração podem alterar esses números, por isso, na prática, verifique sempre o documento do veículo específico da unidade que será segurada.
Sobre a marca Iveco e o histórico do Eurocargo
A Iveco é uma fabricante italiana de veículos comerciais com presença global, reconhecida pela robustez de seus caminhões e pela rede de assistência técnica ampla. A marca faz parte do grupo CNH Industrial e, ao longo de décadas, consolidou-se como fornecedora de soluções de transporte para frotas de diferentes portes, desde operações urbanas de entrega até serviços de logística intermunicipal. A reputação da Iveco se sustenta pela engenharia voltada à durabilidade, pela facilidade de reparo e pela disponibilidade de peças, bem como por linhas que enfatizam eficiência energética e consumo responsável — aspectos que ganham relevância na gestão de frota e no cálculo de seguros.
No que se refere ao Eurocargo, a família é considerada versátil para operações de médias e pesadas, com opções de cabines variadas para atender diferentes necessidades de motorista e de espaço de carga. Modelos como o 170-E22 costumam se tornar escolhas populares entre operadores de logística regional, porque combinam peso bruto adequado, boa capacidade de carga e desempenho estável em ambientes rodoviários, sem abrir mão do conforto de uma cabine de two-seater para equipes de trabalho que circulam com frequência entre armazéns e centros de distribuição. A marca também investe em redes de serviço e treinamento de profissionais, o que facilita a vida das empresas que precisam de manutenção regular e suporte técnico próximo às zonas de operação da frota.
Como a Tabela FIPE classifica veículos pesados como o 170-E22 e o que isso significa para o seguro
Para caminhões de médio porte, a Tabela FIPE leva em conta, entre outros fatores, o ano de fabricação, o estado do veículo, a configuração de motor e câmbio, bem como o tipo de cabine, que influencia diretamente a percepção de risco pelas seguradoras. O 170-E22 com cabine 2p representa, na prática, uma configuração de uso voltada para operação de frota com motorista e ajudante, o que pode impactar o perfil de sinistralidade em comparação a unidades com cabine de 3 ou 4 lugares ou com cabine com maior conforto. Além disso, itens extras que possam acompanhar a unidade — como dispositivos de proteção de motor, controle de telemetria, alarmes anti-subtração e freios com tecnologia adicional — costumam refletir em variações de prêmio dentro da mesma faixa FIPE, desde que esses itens estejam corretamente descritos no certificado e no registro do veículo.
É comum que seguradoras proponham diferenciais de tarifas com base em: o uso efetivo (frota própria, fretamento, aluguel de veículos), o padrão de manutenção (canais autorizados, periodicidade de revisões), e a presença de dispositivos de proteção e monitoramento. O histórico de sinistros da frota, a área de operação (urbana, rodoviária ou mista), bem como o regime de circulação (horários de pico, rotas com maior risco) também costumam influenciar o prêmio. Dessa forma, a leitura da FIPE, associada à ficha técnica, é um ponto de partida importante para a avaliação de risco, mas o preço final da apólice depende de uma análise mais ampla do perfil do veículo e do uso que será feito dele.
Fatores a considerar ao planejar o seguro para o Iveco Eurocargo Attack 170-E22 2p
Quando se está pensando em proteção para um caminhão de médio porte, alguns pilares ajudam a estruturar uma cobertura adequada sem deixar de lado o equilíbrio entre custo e proteção. Abaixo estão pontos-chave que costumam influenciar a decisão de seguro para o modelo em questão, sem entrar em números específicos de prêmio, que variam conforme a seguradora, o perfil do condutor e a área de operação:
O uso pretendido da frota: se a operação é de entrega urbana, distribuição entre centros de logística ou fretamento entre cidades, cada cenário tem padrões de risco diferentes. Um contrato de seguro pode ser mais específico para o uso pretendido, com coberturas ajustadas a cada tipo de atuação. A proteção adicional para carga e itens de segurança pode reduzir prêmios quando o veículo é submetido a riscos específicos, como roubo ou dano acidental.
O local de operação: áreas com maior incidência de sinistros, condições de tráfego, clima e vias podem influenciar o custo da apólice. Cidades com maior densidade de vias urbanas costumam exigir coberturas distintas de estradas, com foco em proteção de motorista, equipamentos de bordo e carga.
A configuração de segurança e tecnologia: a presença de sistemas de segurança, monitoramento telemático, alarmes, travas de roda, sensores de colisão e itens de proteção podem impactar positivamente o custo do seguro, pois reduzem o risco percebido pela seguradora. Itens de proteção para a carroceria, como reforços de porta e proteções de cabine, também costumam ser considerados positivamente.
Histórico de sinistros e manutenção: manter um histórico regular de revisões em canais autorizados, com registros de manutenção e reparos, é um fator que tende a favorecer a obtenção de condições mais estáveis de seguro
