| Mês | Preço |
|---|---|
| Fev/26 | R$ 7.901,00 |
| Jan/26 | R$ 7.822,00 |
| Dez/25 | R$ 7.862,00 |
| Nov/25 | R$ 7.902,00 |
| Out/25 | R$ 7.942,00 |
| Set/25 | R$ 7.727,00 |
| Ago/25 | R$ 7.466,00 |
| Jul/25 | R$ 7.426,00 |
| Jun/25 | R$ 7.379,00 |
| Mai/25 | R$ 7.250,00 |
| Abr/25 | R$ 7.005,00 |
| Mar/25 | R$ 7.041,00 |
Guia prático da Tabela FIPE para a Honda Biz 125 ES/ES Flex 2006 e suas implicações no seguro
A Tabela FIPE é um referencial amplamente utilizado no Brasil para valorar veículos usados, incluindo motocicletas como a Honda Biz 125 ES e a versão ES Flex de 2006. Embora o preço final da venda de um veículo dependa de muitos fatores, a FIPE oferece um valor médio de mercado que costuma servir de base para indenizações de seguradoras, para negócios de compra e venda entre pessoas, além de orientar cálculos de seguro e de depreciação. Neste artigo, vamos explorar como a Tabela FIPE se aplica à Biz 125 ES/ES Flex 2006, entender a ficha técnica do modelo dessa geração e destacar aspectos relevantes para quem atua no universo de seguros, desde o corretor até o proprietário do veículo.
O que é a Tabela FIPE e por que ela importa para seguro e avaliação de veículos usados
A FIPE (Fundação Instituto de Pesquisas Econômicas) elaborou uma tabela mensal que consolida preços médios de mercado de veículos usados no país. Ela agrega dados de transações reais, como compras e comissões de intermediação, e reflete como o valor de reposição pode oscilar ao longo do tempo. Para seguros, esses valores de referência ajudam a estimar o valor de indenização em caso de perda total ou de reduções de valor em sinistros, bem como a calibrar o valor segurado para evitar subavaliações ou supervalorização da proteção contratada.

Entre as nuances da prática, vale destacar que a Tabela FIPE não representa o preço de venda indicado pelo vendedor nem o custo real de reparo ou de recuperação em todos os casos. Ela funciona como uma referência central e tende a ser atualizada mensalmente para acompanhar o comportamento do mercado. Em motocicletas como a Biz 125 ES/ES Flex de 2006, essa referência pode ser influenciada pela disponibilidade de peças, pela demanda por modelos urbanos simples, pela popularidade da marca e pelas mudanças de regulagem que impactam a percepção de valor entre os compradores e seguradoras.
Para o setor de seguros, entender a FIPE é essencial porque o valor referenciado influencia directly a cotação de apólice, as coberturas de terceiros ou de colisão, a indenização em caso de sinistro total e até a dinâmica de descontos ligados a idade do veículo e à quilometragem. Corretores, agentes e clientes devem atentar que a FIPE é um referencial, não uma garantia de preço por parte do mercado de usados em tempo real. Em prático, se a empresa de seguros utiliza a FIPE como base, qualquer variação especulativa de preço pode afetar a avaliação de risco, a faixa de cobertura e o custo da apólice.
Quando se trata da Honda Biz 125 ES/ES Flex 2006, a aplicação da FIPE envolve particularidades próprias de motocicletas urbanas de baixo porte, com foco em confiabilidade, praticidade e economia. Em modelos dessa era, o valor da referência é influenciado pela demanda por scooters econômas, pela disponibilidade de peças originais e pela percepção de desgaste decorrente do uso diário. Para quem busca seguro, manter o veículo em bom estado de conservação, com manutenção regular e documentação em dia, ajuda a manter o valor de referência da Tabela FIPE estável ao longo do tempo.
Ficha técnica da Honda Biz 125 ES / ES Flex 2006
A seguir apresentamos um retrato técnico do modelo Honda Biz 125 ES/ES Flex de 2006, com foco na versão que aceitava combustível flex (gasolina/etanol). A Biz, nesse período, ficou conhecida pela simplicidade, baixo consumo e facilidade de uso urbano. Abaixo, as informações-chave para entender o funcionamento, o desempenho e a aplicação prática da moto no dia a dia.
- Cilindrada: 125 cm³ (aprox. 124,9 cm³) — motor monocilíndrico, 4 tempos, refrigeração por ar.
- Sistema de alimentação: carburador com opção de uso de etanol/gasolina, compatível com o padrão flex da época.
- Transmissão: CVT (variador) com correia, proporcionando arrancadas suaves e condução simples para o trânsito urbano.
- Freios: tambor nas duas rodas, configuração comum em modelos populares da categoria, priorizando simplicidade e custo de manutenção.
Além dos itens listados, a ficha técnica envolve especificações adicionais que ajudam a esclarecer o funcionamento do veículo. O motor é projetado para oferecer resposta ágil em deslocamentos diários, com torque suficiente para trânsito urbano, sem exigir mais de empenho do condutor. A transmissão CVT elimina a necessidade de trocas de marcha, o que facilita a condução em arruamentos com muitos semáforos e paradas. Em relação ao consumo, a Biz de 2006 era reconhecida por apresentar boa economia, característica valorizada tanto por motoristas quanto por seguradoras, que costumam observar o histórico de consumo como indicador indireto de manutenção e uso econômico.
Quanto às dimensões, a Biz é um veículo compacto, pensado para manobras urbanas, com assento confortável para curta e média distância, além de espaço de bagagem modesto. A capacidade do tanque e a distribuição de peso contribuem para o equilíbrio da condução, especialmente em aclives e em vias sinuosas da cidade. A estrutura da Biz também é simples, o que implica menor complexidade de manutenção e, em muitos casos, uma reposição de peças mais acessível para proprietários. Esses atributos costumam influenciar as decisões de seguro, inclusive no que tange à cotação, aos limites de cobertura e à natureza das coberturas contratadas, como danos a terceiros, colisão, incêndio, roubo e acessórios originais.
É importante destacar que, por se tratar de uma motocicleta de uso urbano com foco em praticidade, itens como o custo de reposição de peças originais, a disponibilidade de peças de reposição e a extensão da garantia impactam o valor de recuperação após um sinistro. Corretores costumam levar em consideração não apenas o valor de mercado, mas também a facilidade de obtenção de peças para manter o veículo em condições seguras. Assim, entender a ficha técnica ajuda o segurado a dialogar com a corretora ou com a seguradora, apontando dados objetivos que influenciam a determinação de coberturas adequadas ao uso pretendido da Biz 125 ES/ES Flex de 2006.
Para quem utiliza a Biz como meio de deslocamento diário, é comum que discussed about seguro inclua coberturas de responsabilidade civil, danos a terceiros, proteção contra roubo e acidentes, além de opção de proteção ao veículo com cobertura compreensiva. A ficha técnica também facilita o alinhamento entre o valor segurado e o custo da preservação do veículo, evitando lacunas de cobertura que poderiam gerar prejuízos em casos de sinistro parcial ou total. Em síntese, o conhecimento detalhado da mecânica, das especificações e da capacidade de uso da Biz ajuda a construir uma apólice mais precisa, adequada ao perfil de uso e ao preço de reposição, conforme a referência FIPE.
A marca Honda: tradição, confiabilidade e inovação que permancem na linha Biz
A Honda é uma das marcas mais reconhecidas mundialmente por combinar confiabilidade, eficiência e inovação tecnológica. No Brasil, a Honda consolidou-se como referência em mobilidade urbana por meio de modelos que privilegiam custo-benefício, facilidade de manutenção e disponibilidade de assistência técnica. A linha Biz, com sua proposta de mobilidade prática para o dia a dia, exemplifica esse posicionamento: o foco está em simplicidade, baixo consumo de combustível, robustez e facilidade de uso. Essas qualidades ajudam a moldar a imagem da Honda como uma marca que entende as necessidades dos motoristas urbanos, especialmente daqueles que dependem de transporte diário para trabalho, estudo e deslocamentos rotineiros.
Ao longo dos anos, a Honda investiu em melhorias de engenharia que influenciam diretamente o desempenho, a durabilidade e a satisfação do usuário. Mesmo modelos mais simples, como a Biz 125 ES/ES Flex de 2006, transmitem a percepção de que a marca oferece peças de reposição amplamente disponíveis, rede de assistência técnica estruturada e uma tradição de manter veículos em operação com manutenção relativamente acessível. Essas características impactam, indiretamente, a gestão de seguro, pois veículos bem conservados tendem a apresentar menor probabilidade de sinistros ou de maiores custos de reparo, aspectos que, por sua vez, influenciam as cotações e as opções de coberturas oferecidas pelas seguradoras.
É útil também observar que a reputação da marca influencia a percepção de risco gerada pela seguradora. Modelos da Honda, incluindo a Biz, costumam ser avaliados como opções de baixo risco para seguradoras que consideram fatores como confiabilidade mecânica, disponibilidade de peças originais e histórico de sinistros. Isso pode reduzir, em alguns casos, o custo da apólice ou abrir portas para pacotes de coberturas específicos, pensados para atender às necessidades de clientes que utilizam a moto principalmente em áreas urbanas, com quilometragens moderadas e uso diário previsível.
Como a FIPE se conecta à apólice de seguro da Biz 125 ES/ES Flex 2006
Ao entender a relação entre a Tabela FIPE e o seguro, é fundamental notar que a empresa de seguros utiliza o valor FIPE como referência para o valor segurado em determinadas coberturas. Quando o contrato prevê indenização por perda total, o valor de reposição pode seguir o parâmetro da FIPE, ajustado por cláusulas contratuais, depreciação e eventuais franquias. Em casos de sinistro parcial, a FIPE ainda serve para orientar o montante de reembolso ou o valor de reparo reconhecido pela seguradora. Por isso, manter o veículo com manutenção regular, registrar vistorias e guardar comprovantes de conservação é uma prática que facilita a correta utilização do valor FIPE na apólice.
Para quem está buscando entender o custo de seguro, vale considerar que a FIPE não é o único determinante do prêmio. Outros fatores entram na avaliação, como idade da moto, tempo de posse, uso (urbano, rural, rodoviário), histórico de sinistros, perfil do motorista, localização do veículo e escolhas de coberturas. No entanto, o valor de referência FIPE sempre entra como base para calibrar o valor segurado, o que, por consequência, influencia o prêmio final de forma indireta. Quando o estoque de peças é abundante e a manutenção é simples, a seguradora pode enquadrar o veículo em faixas de prêmio que privilegiam o custo benefício sem comprometer a proteção do veículo.
Para o proprietário da Biz 125 ES/ES Flex 2006, entender esse ecossistema facilita a comunicação com o corretor de seguros. Apontar o uso que faz da moto (trajetos urbanos diários, deslocamentos para estudo ou trabalho), comunicar a quilometragem prevista e manter um histórico de manutenção com notas fiscais evita surpresas na hora da contratação. Além disso, a FIPE pode ser útil na revisão periódica da apólice, especialmente quando há planos de venda do veículo ou de substituição por um modelo mais novo. Em resumo, a relação entre FIPE, o modelo específico da Biz e as escolhas de coberturas é dinâmica, mas, quando bem compreendida, resulta em proteções mais adequadas com custos alinhados ao valor de mercado.
Por fim, vale reforçar que o mercado de seguros tem particularidades regionais e operacionais. Em algumas praças, a disponibilidade de peças, a variação de mão de obra e a presença de oficinas autorizadas podem influenciar o entendimento do valor de reposição. Em outras palavras
