| Mês | Preço |
|---|---|
| Mar/26 | R$ 100.454,00 |
| Fev/26 | R$ 100.676,00 |
| Jan/26 | R$ 100.898,00 |
| Dez/25 | R$ 101.091,00 |
| Nov/25 | R$ 101.243,00 |
| Out/25 | R$ 101.487,00 |
| Set/25 | R$ 101.813,00 |
| Ago/25 | R$ 102.028,00 |
| Jul/25 | R$ 102.192,00 |
| Jun/25 | R$ 102.295,00 |
| Mai/25 | R$ 102.501,00 |
| Abr/25 | R$ 102.594,00 |
Guia de interpretação da Tabela FIPE para o Marruá AM 200 2.8 CD TDI Diesel (2012) e sua ficha técnica
A Tabela FIPE é uma referência amplamente utilizada no Brasil para estimar o valor de mercado de veículos usados.
Guia prático para interpretar a Tabela FIPE do Agrale Marruá AM 200 2.8 CD TDI Diesel (2012) e compreender a ficha técnica
A Tabela FIPE é amplamente utilizada no Brasil como referência para estimar o valor de mercado de veículos usados. Quando o assunto é o Marruá AM 200 2.8 CD TDI Diesel de 2012, a leitura correta da tabela e a compreensão da ficha técnica são fundamentais para quem planeja comprar, vender, segurar ou avaliar o veículo para fins de acordo com seguros, impostos e transações financeiras. Este guia tem o objetivo de explicar, de forma clara e prática, como interpretar a Tabela FIPE para esse modelo específico, quais informações aparecem na ficha técnica e como estas informações impactam a avaliação de preço, negociação e proteção do bem.

1. Entendendo o que é a Tabela FIPE e como ela se aplica ao Marruá
A Tabela FIPE (Fundação Instituto de Pesquisas Econômicas) consolida, mês a mês, o preço médio de venda de veículos usados por modelo, versão, ano-modelo e combustível. Ela funciona como uma referência padronizada para transações de compra e venda, seguros, importação de impostos e avaliações de ativos. No entanto, é essencial entender suas limitações e o que ela realmente representa para o Marruá:
- Qualificação do veículo: o Marruá AM 200 pode possuir variações de versões, cabines e configurações. A FIPE classifica pelo conjunto “modelo – versão – ano-modelo – combustível”, o que significa que cada combinação gera uma linha de referência distinta.
- Dados de preço: o valor na FIPE representa, em geral, o preço médio de venda observado pelo mercado para aquele conjunto específico de características. Ele não é um preço fixo nem uma garantia de venda; é uma referência de mercado média.
- Atualização mensal: a FIPE atualiza os valores mensalmente. Assim, a variação de preços entre um mês e outro pode ocorrer por fatores de oferta, demanda, disponibilidade de unidade e condições de mercado.
- Limitações operacionais: o valor FIPE não leva em conta a quilometragem, o estado de conservação, histórico de acidentes, acessórios adicionais, cor original ou alterações mecânicas. Essas variáveis podem deslocar o preço efetivo para cima ou para baixo em relação à referência.
- Uso prático: para seguros, financiamentos, tributação e avaliações de empresas, a FIPE serve como base, mas é comum aplicar ajustes com base em condições reais do veículo.
Para o Marruá AM 200 2.8 CD TDI Diesel (2012), a busca na FIPE envolve escolher o conjunto correto de atributos: modelo (Agrale Marruá AM 200), versão (que pode variar conforme configuração de cabine, tração, sistema de alimentação, etc.), ano-modelo (2012) e tipo de combustível (diesel). Em geral, o diesel com motor 2.8 e eventual presença de cabine dupla ou cabine simples pode gerar diferentes referências na tabela. Ao interpretar a leitura, o leitor deve confirmar que está consultando exatamente a linha correspondente às características do veículo que ele tem em mãos ou que pretende adquirir.
2. Especificidades relevantes do Marruá AM 200 2.8 CD TDI Diesel
Antes de mergulhar na leitura da FIPE, é útil ter uma visão clara sobre o que costuma compor a ficha técnica deste modelo, para que se compreendam os impactos na avaliação de preço. O Marruá AM 200 é um veículo utilitário leve com vocação para uso fora de estrada, fabricado pela Agrale e utilizado em contextos militares e civis, com variantes de motor diesel 2.8 TDI (injeção direta, turbocompressor) e tração nas quatro rodas. A configuração “CD” sugere uma designação que pode referir-se a características de cabine (por exemplo, cabine dupla) ou a uma configuração específica de transmissão, dependendo da linha de produção. Em termos gerais, o conjunto motor-transmissão-traction tem foco em robustez, capacidade de carga e desempenho off-road, características que costumam influenciar o valor de mercado em comparação com utilitários leves de uso mais urbano.
A ficha técnica, quando disponível, traz os seguintes tipos de informações, que ajudam a contextualizar a leitura da FIPE:
- Motor: especificação de cilindrada, sistema de alimentação (injeção direta), turbocompressor, e, quando informado, potência máxima e torque. Esses dados ajudam a entender a proposta de desempenho do veículo e a justificar variações de preço entre versões com diversas opções de motor.
- Transmissão e tração: número de velocidades, tipo de câmbio (geralmente manual em utilitários militares), e a presença de tração nas quatro rodas. A configuração 4×4 é comum nesse tipo de veículo, impactando tanto o desempenho quanto o custo de reposição/peças.
- Dimensões e peso: em geral, largura, comprimento, altura, entre-eixos, peso próprio e peso bruto máximo. Esses dados influenciam custos de manutenção, consumo, espaço de guarnição e, por consequência, o valor de mercado relativo entre diferentes configurações.
- Capacidade de carga e reboque: informações sobre a tonelagem ou a capacidade de reboque, que são relevantes para avaliação de uso industrial ou institucional do veículo.
- Tanque de combustível e consumo: capacidade do tanque e, quando disponível, consumo em operação combinada ou em uso fora de estrada. Em veículos movidos a diesel, o consumo pode variar muito conforme terreno e carga.
- Equipamentos e opcionais: lista de itens de série e opcionais (pneus, sistema de visão, proteção, suspensão especializada, entre outros). A presença de itens adicionais pode valorizar o veículo acima da referência de base da FIPE.
- Certificações e histórico de serviço: notas sobre aspectos de manutenção, disponibilidade de peças e garantias podem influenciar a percepção de valor no mercado particular e institucional.
Ao ler a ficha técnica do Marruá, o leitor obtém uma base sólida para interpretar se o preço de referência da FIPE está coerente com as particularidades do veículo que está sendo considerado. Em muitos casos, dois Marruás com o mesmo ano-modelo podem ter valores diferentes se um possuir acessórios extras, documentação em dia, ou histórico de manutenção mais robusto. Por isso, a ficha técnica funciona como um alicerce para que a comparação com a FIPE tenha qualidade e propósito.
3. Como localizar e interpretar a linha da FIPE para o Marruá AM 200 2.8 CD TDI Diesel de 2012
Para extrair o valor correto na FIPE, siga estes passos práticos:
- Verifique o ano-modelo com precisão: no caso de 2012, procure pela linha correspondente a 2012 (ou ao intervalo de 2019 a 2012, quando a FIPE utiliza faixas de idade). Em alguns casos, o veículo pode ter variação de configuração de acordo com a linha de produção daquele ano, o que pode impactar o valor.
- Filtre pela versão e pelo motor: procure pela linha que descreve “Agrale Marruá AM 200” associada à motorização “2.8 CD TDI Diesel” ou equivalente. A nomenclatura de variantes pode variar entre o catálogo da FIPE, por isso confirme as descrições e, se houver, utilize o filtro por combustível (Diesel) e por tração (4×4) para eliminar versões que não correspondem ao seu veículo.
- Compare a linha com a configuração de cabine: alguns Marruás são oferecidos com cabine simples ou cabine dupla. A FIPE pode ter linhas distintas para cada configuração. Utilize a linha que corresponde exatamente à configuração do veículo.
- Observe o tipo de veículo e a classe: a FIPE classifica como utilitário leve e pode indicar características de uso (militar/industrial) que influenciam o comportamento de preço no mercado de segunda mão, especialmente para versões com maior capacidade de carga ou melhor proteção.
- Verifique a data da referência: a FIPE é atualizada mensalmente, mas é recomendável consultar a linha mais recente disponível para evitar defasagem de preço.
- Use a faixa de preço como referência, não como valor definitivo: a diferença entre o preço FIPE e o preço efetivo da transação poderá depender da condição do veículo, quilometragem, histórico de manutenção, estado de conservação, sinistros, histórico de proprietário, e localização geográfica.
Em resumo, para o Marruá AM 200 2.8 CD TDI Diesel (2012), procure a linha que combine exatamente o modelo, a motorização diesel 2.8 TDI, a configuração de cabine e o ano-modelo. A partir dessa linha, use o valor apresentado pela FIPE como referência de mercado e ajuste-o com base no estado do veículo, acessórios e histórico de uso.
4. Entendendo a ficha técnica do Marruá e seu papel na avaliação de preço
A ficha técnica não é apenas um conjunto de números; é um mapa que auxilia entendedores de mercado a entender o valor potencial de compra ou venda com embasamento técnico. Veja como os principais campos impactam a avaliação:
- Motor e desempenho: a potência e o torque influenciam a percepção de desempenho em campo, o que pode justificar diferenças de preço entre versões com motor 2.8 TDI versus outras opções disponíveis no portfólio. Em geral, motores diesel de maior torque se valorizam em ambientes de trabalho pesado, o que pode elevar valores de mercado comparados a equivalentes a gasolina em determinadas situações de uso.
- Transmissão e tração: uma transmissão manual com tração 4×4 tende a ter demanda em veículos utilitários de trabalho pesado. A prática indica que, para fins de aluguel, frotas ou uso em áreas rurais, esses recursos são valorizados e podem influenciar o ajuste de preço em relação a linhas com tração menos robusta.
- Dimensões e peso: veículos com maior capacidade de carga e dimensões mais amplas costumam ter maior custo de aquisição e de manutenção. A FIPE, por si só, não penaliza ou favorece sem considerar a aplicação prática do veículo, mas a leitura da ficha técnica ajuda a entender por que determinados atributos influenciam o valor de mercado.
- Capacidade de carga e uso: a disponibilidade de espaço para transporte de cargas ou ocupantes, bem como a robustez de componentes de suspensão, podem ser diferenciais na hora de vender ou segurar o bem, especialmente para fins profissionais ou institucionais.
- Equipamentos e opcionais: acessórios como proteções extras, pneus adequados para off-road, sistemas de proteção de underride, guias de reboque ou equipamentos de comunicação podem adicionar valor ao veículo. A FIPE não reflete diretamente a presença de esses itens, mas a ficha técnica ajuda a justificar ajustes no preço ao negociar com base no conjunto completo.
Ao comparar a linha da FIPE com a ficha técnica, o comprador ou vendedor obtém uma visão mais realista sobre o que está influenciando o valor e onde há espaço para negociação. Por exemplo, se o Marruá disponível à venda tem cabine dupla, pneus novos e histórico de manutenções em dia, o preço efetivo pode se posicionar acima da referência de base da FIPE — e isso é legítimo, desde que seja devidamente justificado.
5. Leitura prática da ficha técnica: campos comuns e o que significam
Para tornar a leitura mais acionável, veja abaixo um panorama dos campos típicos encontrados na ficha técnica de um Marruá AM 200 2.8 CD TDI Diesel e como cada item pode influenciar a avaliação:
- Dimensões: comprimento, largura, altura e entre-eixos. Valores maiores costumam indicar maior espaço de carga e, em alguns casos, maior peso, o que pode impactar custos de manutenção e consumo de combustível.
- Peso: peso próprio e peso bruto máximo permitido. O peso bruto máximo influencia a capacidade de carga útil e o desempenho em terrenos ínguos. Veículos com maior capacidade de carga podem ter uma “premium” na avaliação de uso comercial.
- Capacidade de carga: capacidade útil para transportar bens ou equipes. Em operações militares ou logísticas, essa métrica é determinante para o planejamento de aquisição.
- Capacidade de combustível e consumo: diesel é comum em utilitários pesados; o consumo varia com uso off-road versus urbano. Um veículo com tanque maior e autonomia superior pode ter atratividade maior para operações prolongadas, o que, por consequência, pode afetar o interesse de compra e o preço.
- Motor e transmissão: especificação de motor, turbocompressor, tecnologia de injeção e número de marchas. Estas informações ajudam a dimensionar a disponibilidade de peças e o custo de manutenção ao longo do tempo.
- Tração e suspensão: tecnologias de tração (4×4) e o tipo de suspensão influenciam o desempenho em terrenos desafiadores. Em leilões ou negociações entre empresas, veículos com configuração 4×4 robusta tendem a manter valor melhor do que as versões com suspensão mais básica.
- Equipamentos de série e opcionais: itens de conforto, proteção, elétricos e de proteção ambiental que podem estar presentes. A presença de acessórios específicos pode justificar ajuste no preço, para cima ou para baixo, de acordo com o interesse do comprador.
- Histórico de manutenção e documentação: registros de manutenção, trocas de peças, inspeções e regularidade da documentação. Um histórico completo favorece avaliações de valor estável, enquanto ausências ou atrasos podem reduzir o preço de mercado.
A leitura integrada da FIPE e da ficha técnica, portanto, oferece um mapa para tomada de decisão mais consciente: não apenas o valor atual, mas a transformação provável de valor conforme uso, estado e adicionais utilizados ou removidos do veículo.
6. Quilometragem, conservação e histórico: como ajustar o valor da FIPE
A FIPE não considera diretamente a quilometragem nem a condição de conservação de cada unidade. Em transações reais, essas variáveis costumam quebrar a linha única da tabela para cima ou para baixo. Abaixo estão diretrizes úteis para ajustes práticos:
- Quilometragem: veículos com quilometragem muito acima da média para a idade tendem a ter valor mais baixo, pois sugerem maior desgaste. Em contrapartida, quilometragem baixa com manutenção irregular pode sinalizar problemas de documentação ou de histórico de uso, o que também pode derrubar o preço.
- Conservação: pintura, ferrugem, sinais de uso intenso, danos estruturais ou reparos não originais impactam negativamente a avaliação. Manter o veículo com aparência e funcionamento adequados geralmente ajuda a manter o valor de mercado próximo à referência da FIPE.
- Histórico de manutenção: registros completos de revisões, substituições de peças-chave (motor, transmissão, sistema de suspensão, pneus) costumam sustentar o preço, especialmente para veículos de uso profissional.
- Modificações: alterações mecânicas ou estruturais nem sempre elevam o valor; algumas modificações podem, na verdade, reduzir o interesse de compradores que buscam uma configuração original. Em contrapartida, equipamentos adicionais bem executados (proteções, kit de off-road, acessórios de utilidade) podem justificar incremento no preço de venda quando alinhados ao propósito de uso.
- Mercado específico: moradores de áreas com maior demanda por utilitários off-road, obras civis, ou atividades agrícolas podem apresentar faixas de preço diferentes da média nacional. A regionalização do valor é uma consideração prática para quem negocia ou avalia ficações do Marruá.
Em resumo, use a FIPE como referência de mercado, e aplique ajustes com base no estado real do veículo, atividades para as quais ele é mais utilizado e a disponibilidade de acessórios. Uma avaliação equilibrada envolve também comparar com anúncios semelhantes em
