Valor FIPE Atual
R$ 70.744,00
↓ 0,2% vs mês anterior
FIPE: 509105-5
Ano: 1993-3
MêsPreço
Mar/26R$ 70.744,00
Fev/26R$ 70.900,00
Jan/26R$ 71.057,00
Dez/25R$ 71.193,00
Nov/25R$ 71.300,00
Out/25R$ 71.472,00
Set/25R$ 71.702,00
Ago/25R$ 71.853,00
Jul/25R$ 71.969,00
Jun/25R$ 72.042,00
Mai/25R$ 72.187,00
Abr/25R$ 72.253,00

Entenda a Tabela FIPE para o Mercedes-Benz L-2635 de 3 eixos e 2 portas (diesel) — referência de avaliação e seguro (1993)

A Tabela FIPE é uma ferramenta indispensável para quem trabalha com seguros, financiamentos ou negociações de veículos usados no Brasil. Quando o tema envolve caminhões pesados, como o Mercedes-Benz L-2635, a leitura da tabela ganha nuances adicionais: a idade do veículo, a configuração (número de eixos, portas e tipo de motor) e o uso da carroceria influenciam diretamente o valor de referência que orienta a indenização em caso de sinistro ou a definição de coberturas de seguro. Para quem atua na corretagem de seguros, compreender essas particularidades ajuda a orientar o cliente sobre a melhor proteção, sem confundir valor de mercado com custo de reposição. A seguir, apresentamos uma visão detalhada sobre a ficha técnica deste modelo específico, a importância da marca e algumas observações práticas para interpretar a FIPE e pensar em seguro de transporte de cargas.

Ficha técnica do Mercedes-Benz L-2635 3-Eixos 2p (diesel) 1993

O Mercedes-Benz L-2635 é um caminhão pesado da linha L da marca, desenvolvido para operações que exigem robustez, resistência e capacidade de transportar cargas significativas. A caricatura de um veículo com três eixos, cabine de duas portas e motor diesel reflete uma configuração clássamente utilizada em fretamento de cargas, logística regional e serviços de entrega de grande porte de décadas passadas. Abaixo, apresentamos a ficha técnica resumida, organizada para facilitar a consulta rápida, com foco naquilo que costuma influenciar a avaliação na FIPE e, consequentemente, o seguro do veículo.

Tabela FIPE MERCEDES-BENZ L-2635 3-Eixos 2p (diesel) 1993
  • Motor e desempenho: diesel em linha, 6 cilindros, deslocamento tipicamente entre 9,0 e 9,6 litros; potência estimada entre 170 e 210 CV; torque na faixa de 600 a 900 Nm. Essas características são determinantes para a capacidade de tração e para a percepção de valor do veículo na FIPE, especialmente em condições de carga e em regiões com demanda por desempenho perto de limites operacionais.
  • Transmissão e tração: transmissão manual com múltiplas marchas; tração 6×4 — configuração comum em caminhões de 3 eixos que exigem tração agrícola/pesada na distribuição de peso entre eixos e, por consequência, influência no valor relativo na tabela FIPE pela configuração de eixo.
  • Peso e capacidade: Peso Bruto Total (PBT) em torno de 26.350 kg; peso do veículo em ordem de marcha aproximadamente entre 9.000 e 12.000 kg; carga útil típica variando entre 14 e 17 toneladas, dependendo da carroceria e da configuração de lastro. Esses parâmetros impactam o valor de referência na FIPE, pois o carregamento e a estabilidade no eixo influenciam a vida útil de componentes e a percepção de desgaste.
  • Capacidades e infraestrutura: cabine com 2 portas; o volume do tanque de combustível costuma ficar entre 200 e 400 litros, dependendo da configuração da carroceria. A autonomia, aliada à capacidade de carga, é um fator que a FIPE observa indiretamente ao registrar o histórico de uso e a possível depreciação de itens como o tanque, a suspensão e o sistema de freios.

Observação importante: embora os números acima reflitam referências típicas da série L-2635 em anos próximos de 1993, as suas variações regionais, a carroceria (casa/baú, plataforma, tipo de frete) e o estado de conservação do veículo podem alterar o valor apontado pela FIPE. Em conversas com clientes, é comum que o estado de conservação, a quilometragem, a periodicidade de manutenção e a existência de itens como itens de cabine, acessórios e modernas proteções de carga impactem a leitura de mercado na prática de seguro e venda.

A Mercedes-Benz: tradição, engenharia e confiança no setor de caminhões

A Mercedes-Benz é uma marca associada a qualidade, robustez e inovação no setor de transportes pesados. A história da empresa no Brasil e no mundo é marcada pela construção de caminhões que combinam autonomia, durabilidade e disponibilidade de rede de serviço — fatores cruciais para operações logísticas que dependem de caminhão confiável para cumprir prazos e manter a cadeia de suprimentos funcionando. No segmento de caminhões com três eixos, a MB consolidou uma imagem de durabilidade de longo prazo, capacidade de carga elevada e componentes que resistem a condições de uso intenso, como manobras de carga, trepidação em vias irregulares e variações de temperatura e peso durante o transporte de mercadorias. Essa reputação tem impactos diretos nos seguros: seguradoras costumam considerar a marca como um indicativo de qualidade de construção, o que pode influenciar prêmios e condições de cobertura, especialmente quando a frota de uma empresa inclui modelos da MB ou de linhas históricas, como o L-2635.

Além disso, o ecossistema de assistência técnica da Mercedes-Benz, com concessionárias, oficinas autorizadas e peças genuínas, proporciona maior previsibilidade de custos de manutenção e reposição. Esse fator tende a trazer mais confiança para seguradoras, especialmente em contratos de seguro de caminhão-com-capacidade de carga considerável, onde o custo de reparo em peças originais pode impactar significativamente o custo total de propriedade ao longo da vida útil do veículo. Em termos de educação para o consumidor e o corretor, compreender a reputação da marca ajuda a comunicar aos clientes que o veículo, embora antigo, pode manter um equilíbrio entre depreciação e valor de reposição compatível com os padrões de seguro, quando mantido adequadamente.

Como interpretar a Tabela FIPE para o Mercedes-Benz L-2635 com 3 eixos

A FIPE oferece um reflexo de mercado que é utilizado como referência por seguradoras, locadoras e compradores. Para caminhões pesados como o L-2635, a leitura da FIPE requer atenção a alguns aspectos específicos, que podem diferir de veículos de passeio ou de caminhões de menor porte. Primeiro, a idade do veículo é um fator decisivo. Em modelos fabricados na década de 1990, a depreciação tende a ser mais acentuada pela menor disponibilidade de peças, pelo custo de manutenção e pela evolução tecnológica do setor. Segundo, a configuração de eixos influencia o valor de referência. Veículos de 3 eixos, com capacidade de carga maior, costumam ser avaliados com uma faixa de valor diferente de caminhões com 2 eixos ou com tração diferente (4×2, 6x