| Mês | Preço |
|---|---|
| Mar/26 | R$ 9.086,00 |
| Fev/26 | R$ 8.997,00 |
| Jan/26 | R$ 9.017,00 |
| Dez/25 | R$ 9.035,00 |
| Nov/25 | R$ 9.049,00 |
| Out/25 | R$ 9.071,00 |
| Set/25 | R$ 9.257,00 |
| Ago/25 | R$ 9.277,00 |
| Jul/25 | R$ 9.292,00 |
| Jun/25 | R$ 9.302,00 |
| Mai/25 | R$ 9.321,00 |
| Abr/25 | R$ 9.330,00 |
Como interpretar a Tabela FIPE para Renault 19 RT 1.8/1.8i Conv. 1995 e o que isso significa para o seguro
O que é a Tabela FIPE e por que ela importa para o seguro
A Tabela FIPE (Fundação Instituto de Pesquisas Econômicas) é um referencial amplamente utilizado no Brasil para estimar o valor de veículos usados. Ela funciona como uma régua para indicar, de forma padronizada, o preço de mercado de carros com base em características como ano de fabricação, modelo, versão, tipo de motor e estado de conservação. Em seguros, esse valor de referência é crucial, pois costuma servir como base para calcular a indenização em casos de perda total ou roubo. Ao entender a Tabela FIPE, você passa a compreender como a seguradora determina o valor segurado do Renault 19 RT 1.8/1.8i Conv. 1995, bem como quais fatores podem influenciar ajustes ao longo do tempo, como depreciação natural, variações regionais e mudanças no mercado de peças. Trata-se de um instrumento educativo para entender o que a seguradora observa ao abrir uma apólice, sem confundir com orçamentos ou cotações específicas.
Para uma corretora de seguros, a Tabela FIPE é um pilar de transparência: facilita explicar ao segurado como o valor contratado se relaciona com o custo do veículo, as coberturas disponíveis e as possibilidades de indenização. Com veículos clássicos ou de nicho, é comum que pequenas oscilações na disponibilidade de peças ou em itens de manutenção influenciem o posicionamento do valor segurado na FIPE. Por isso, a atualização periódica da avaliação, especialmente para modelos com baixa produção ou com versões especiais, é parte essencial da gestão de riscos. Entender esse ecossistema ajuda você, leitor, a ter uma visão clara sobre o que precisa considerar ao planejar uma proteção adequada para o Renault 19 RT, sem desconhecer os limites do valor de referência e as possibilidades de ajustar coberturas conforme a realidade de uso e de manutenção.

Ficha Técnica detalhada
Abaixo seguem dados-chave que costumam compor a ficha técnica de um Renault 19 RT 1.8/1.8i Conv. (Cabriolet) de 1995. Os itens estão organizados em blocos para facilitar a consulta, mantendo o texto educativo e objetivo.
- Versão/Carroceria: Renault 19 RT 1.8 / 1.8i Conv. (Cabriolet) – 1995
- Motorização: 1.8 L (4 cilindros) gasolina
- Transmissão: Manual, 5 velocidades
- Tração: Dianteira
- Deslocamento do motor: aproximadamente 1.764 cm³
- Potência: em torno de 85–95 cv (varia conforme calibração e versão)
- Torque: próximo de 12–14 kgf.m, em faixa típica de manejo do conjunto
- Cilindrada e configuração: 4 cilindros, arrefecimento líquido
- Peso em ordem de marcha: próximo de 950–1.050 kg (varia com acabamentos e itens opcionais)
- Comprimento: aproximadamente 4.0 metros
- Largura: cerca de 1,70–1,72 metros
- Altura: em torno de 1,40–1,45 metros
- Tanque de combustível: capacidade estimada entre 50–55 litros
- Portas: 2 (cabriolet), com assentos para até 4–5 ocupantes, dependendo da configuração
- Suspensão dianteira: independente, tipo MacPherson; suspensão traseira: eixo de equilíbrio ou horários específicos de versão
- Frenagem: disco dianteiro e tambor traseiro (em versões básicas; pode variar por mercado)
Observação: as especificações podem apresentar pequenas variações entre lotes de fabricação, versões de fábrica e equipamentos opcionais. Para fins de seguro, esse conjunto de dados serve como referência técnica para entender o comportamento do veículo e as necessidades de proteção, sem substituir o laudo formal ou a avaliação profissional de cada veículo específico.
O que a Renault representa no mercado brasileiro
A Renault tem uma presença histórica no Brasil que remonta a décadas, contribuindo para a diversificação do mercado com opções acessíveis, utilitárias leves e compactas, além de modelos com uma pegada mais esportiva. A trajetória da marca no país envolve adaptações de produção, decisões de importação e parcerias que moldaram a disponibilidade de peças e serviços de assistência técnica. No segmento de carros compactos e de valor acessível, a Renault buscou equilíbrio entre custo de aquisição, consumo de combustível e manutenção, aspectos que, juntos, influenciam a percepção do consumidor quanto ao custo total de propriedade—incluindo o seguro. O Renault 19, em particular, representou uma etapa de inovação para a marca ao oferecer um veículo com boa dirigibilidade, conforto a bordo e a opção de uma carroceria Cabriolet, que ampliou o leque de escolhas para quem queria um sedan com assinatura de estilo leve e diferenciada. Essa herança de marca, associada a uma rede de concessionárias e assistência técnica, também interfere na compreensão de governança do seguro, já que o custo de reposição de peças, disponibilidade de mão de obra especializada e facilidade de manutenção afetam o valor de cobertura e as condições de indenização ao longo do tempo.
Impacto da Tabela FIPE no seguro deste Renault 19
Quando se pensa em seguro, o valor de referência da FIPE funciona como referência primária para o valor segurado. Em termos práticos, isso significa que, ao estimar o que a apólice deve cobrir, a seguradora observa o preço de mercado indicado pela FIPE para o Renault 19 RT 1.8/1.8i Conv. de 1995 naquela faixa de idade e condição, ajustando com base no estado de conservação, quilagem, histórico de sinistros e uso do veículo. Em carros com carroceria Cabriolet, como esse modelo, é comum que o teto conversível, a idade de uso e a manutenção de componentes de vedação sejam fatores que o algoritmo de avaliação considere ao calibrar o valor segurado. Além disso, as versões com motorização 1.8 podem exigir atenção especial quanto à disponibilidade de peças de reposição no cenário atual, o que também pode influenciar a forma como o valor de referência é migrado para o valor contratado na apólice.
É importante destacar que a FIPE não é estática: flutuações sazonais, mudanças no parque automotivo e a disponibilidade de peças usadas ou recondicionadas podem causar variações no índice de valores. Por isso, manter um histórico de avaliação com uma corretora de seguros ajuda a manter a proteção alinhada ao valor real do veículo, evitando distorções entre o que a apólice cobre e o que seria necessário para repor o bem em caso de sinistro. O Renault 19, pela natureza de modelo antigo e, no caso das versões Cabriolet, pela especificidade de itens como o teto, pode exigir uma validação mais criteriosa do estado geral e dos acessórios presentes para evitar subavaliação ou supervalorização na cobertura.
Cuidados práticos para a proteção deste Renault 19
Para quem utiliza ou administra uma frota de Renault 19 RT 1.8/1.8i Conv. 1995, algumas práticas ajudam a manter o veículo bem protegido e com seguro adequado ao seu uso:
- Manutenção periódica: manter o histórico de revisões, com troca de componentes de desgaste, ajuda a preservar o valor de mercado e facilita a liquidez em caso de sinistro.
- Condição do teto conversível: verifique vedação, mecanismo de acionamento e sinais de infiltração. Reparos bem feitos evitam danos internos que podem impactar o valor segurado.
- Peças de reposição: a disponibilidade de peças pode influenciar o custo de reparo. Registre as opções de substituição compatíveis com o modelo para facilitar o longo prazo.
- Documentação em ordem: manter documentos atualizados, incluindo laudos de vistoria veicular, facilita o processo de liberação de coberturas e reduziu tempo de atendimento em eventual sinistro.
Conselhos de custo, manutenção e escolha de coberturas
Ao planejar o seguro para o Renault 19, é prudente considerar não apenas o valor da Tabela FIPE, mas também o regime de uso (diário, fim de semana, uso eventual), a região de circulação e o perfil de condução. Seguros para veículos mais antigos costumam exigir avaliações adicionais de desempenho de itens como sistema elétrico, arrefecimento e componentes de segurança ativos. Além disso, coberturas específicas para Cabriolet podem incluir proteção adicional contra danos ao teto, vedação, capota e mecanismos de acionamento, o que, por sua vez, influencia o custo total da apólice. Em termos de gestão de riscos, vale considerar pacotes que combinem cobertura de incêndio, roubo, colisão, danos a terceiros e assistência 24 horas, ajustando franquias conforme o uso pretendido e o perfil do condutor. Um olhar atento aos detalhes contratuais evita surpresas num eventual processo de indenização e assegura uma experiência de seguro mais previsível.
Estratégias de proteção de seguro para colecionadores ou usuários exigentes
Se o Renault 19 RT é parte de uma coleção ou recebe uso moderado, algumas estratégias podem otimizar o custo-benefício da proteção:
- Avaliar a possibilidade de cobertura de peças de proteção cosmética e de preservação de valor, mantendo o carro com aparência de showroom.
- Incluir assistência 24 horas com cobertura para guincho, remoção de veículo e apoio em caso de pane elétrica, especialmente útil para veículos de idade.
- Proporcione à seguradora um histórico de conservação, incluindo registros de manutenção e de reparos, para reduzir a percepção de risco.
- Conferir a existência de programas de fidelidade com vantagens em renovações ou em upgrades de coberturas, evitando descontinuidade de proteção.
Para quem está avaliando o seguro pela primeira vez ou buscando renovar uma apólice, a orientação de uma corretora experiente pode fazer a diferença na escolha de coberturas que realmente atendam às necessidades do Renault 19 RT 1.8/1.8i Conv. 1995, mantendo o equilíbrio entre proteção adequada e custo efetivo.
Ao final, compreender a relação entre a Tabela FIPE, a ficha técnica do veículo e as opções de seguro disponíveis é essencial para tomar decisões bem fundamentadas. O Renault 19, com sua herança de design e a particularidade de uma versão Cabriolet, representa um caso interessante de planejamento de seguro: não é apenas o preço de compra que importa, mas o custo de reposição, o acesso a peças originais e a robustez da rede de assistência técnica para manter o veículo em condições seguras de circulação.
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