| Mês | Preço |
|---|---|
| Mar/26 | R$ 23.872,00 |
| Fev/26 | R$ 23.925,00 |
| Jan/26 | R$ 23.978,00 |
| Dez/25 | R$ 24.024,00 |
| Nov/25 | R$ 24.061,00 |
| Out/25 | R$ 24.119,00 |
| Set/25 | R$ 24.612,00 |
| Ago/25 | R$ 25.115,00 |
| Jul/25 | R$ 25.156,00 |
| Jun/25 | R$ 25.182,00 |
| Mai/25 | R$ 25.233,00 |
| Abr/25 | R$ 25.256,00 |
Entendendo a Tabela FIPE para o Ford Cargo 1113 com 3 eixos e cabine simples (1986)
A Tabela FIPE atua como referência de mercado para veículos usados na avaliação de indenizações, prêmios de seguro e reposição em seguros de danos. Quando se trata de caminhões pesados como o Ford Cargo 1113, ano de fabricação 1986, a leitura da FIPE envolve compreender como esse modelo está classificado, quais especificações técnicas são levadas em conta pela seguradora e quais particularidades históricas podem influenciar o grau de risco atribuído à mercadoria ou à própria máquina. O objetivo deste conteúdo educativo é oferecer uma visão clara, com foco na ficha técnica, no enquadramento na FIPE e na forma como esses elementos impactam a gestão de seguros para veículos pesados com uso profissional. A ideia é que você, corretor, proprietário ou gestor de frota, tenha instrumentos conceituais para interpretar o que a FIPE significa para o seu veículo, sem se perder em números isolados que, por si, não contam toda a história de risco ou de reposição. Abaixo, exploramos o cenário específico do Ford Cargo 1113, configurado com 3 eixos e cabine simples, movido a diesel, produzido no ano de 1986.
O que representa a Tabela FIPE e como ela se aplica ao Ford Cargo 1113
Para caminhões como o Ford Cargo 1113, a FIPE funciona como um espelho do mercado, refletindo a idade, o uso típico e a configuração do conjunto veículo+bitola de chassis disponível na época de fabricação. Diferentemente de automóveis de passeio, caminhões pesados consideram, na hora de o seguro distinguir o risco, fatores como a configuração de eixo (elétrico, sistema de tração), a cabine (2 portas, cabine simples), o peso bruto total, a capacidade de carga útil, o tipo de motor diesel, a transmissão e o histórico de uso (propriedade, tempo de frota, rotinas de manutenção). O objetivo da leitura da FIPE em seguros não é apenas atribuir um número de referência, mas entender como o veículo se encaixa nos padrões de frota de trabalho, onde ele opera (cidade, rodovia, entreposto) e como as medidas de proteção podem reduzir a probabilidade de sinistros. No caso do Cargo 1113, com configuração de 3 eixos, esse enquadramento se torna ainda mais relevante, pois a variação entre 6×2, 6×4 ou outras configurações pode ter impactos práticos nos custos de seguro, inclusive na forma de cobertura de danos a terceiros, vidros e carga, bem como nas apólices de responsabilidade civil. Em resumo, a FIPE para esse modelo ajuda a consolidar uma referência histórica que orienta o prêmio e as coberturas, sempre levando em conta as especificidades de um veículo voltado para operações pesadas e de maior desgaste mecânico.

Ficha Técnica do Ford Cargo 1113 (1986) – 3 Eixos, Cabine 2 Portas
- Motor: diesel de 6 cilindros em linha, com alimentação por injeção direta; arrefecimento a água; configuração típica para caminhões de classe pesada da década de 1980, com possível turbocompressor em algumas versões.
- Potência estimada: faixa aproximada entre 150 e 180 cavalos-vapor (cv), suficiente para operações de carga média a pesada na época, com torque adequado ao arranque de peso e ao transporte de carga em vias urbanas e rodovias.
- Transmissão: manual, com várias marchas à frente (geralmente 5 ou 6) e marcha ré, visando equilíbrio entre alcance de rotações do motor e economia de combustível para trajetos de carga.
- Tração e configuração de eixos: configuração de 3 eixos, com destaque para a configuração de tração comum em caminhões pesados da época (frequentemente 6×2, com dois eixos traseiros que apoiam a tração) ou variantes configuradas conforme a carroceria. A presença de três eixos implica maior capacidade de carga e, ao mesmo tempo, necessidade de atenção com manutenção de freios, suspensão e alinhamento.
- Dimensões e peso: o conjunto típico oferece comprimento significativo, largura próxima de 2,4 metros e altura compatível com a linha de caminhões da época; o peso bruto total (PBT) varia conforme a configuração, mas, no geral, caminha entre faixas de uso com várias toneladas de capacidade de carga, e o peso vazio prepara-se para operação com carga.
Observação: as especificações acima descrevem a família Ford Cargo 1113 em seu conjunto de 1986, com variações que ocorriam conforme a montagem de fábrica, o tipo de carroceria e os acessórios opcionais escolhidos pelas transportadoras. Os números aqui apresentados são orientativos e refletem a prática comum da linha naquela década, servindo como referência para a avaliação de seguros, manutenção e planejamento de frota.
Impacto da classificação FIPE para seguros e reposição
A classificação na FIPE influencia diretamente a forma como as seguradoras interpretam o risco associado ao veículo. Para caminhões com três eixos, como o Cargo 1113, o enquadramento na tabela pode impactar não apenas o prêmio, mas também o escopo de coberturas oferecidas e as opções de reposição em caso de sinistro. Em termos operacionais, a FIPE ajuda a estimar o valor de reposição ou o valor de referência para sinistros cobrados pela apólice. No entanto, é fundamental compreender que o valor de reposição não é o único fator em jogo: o perfil de uso, a região de operação, o histórico de manutenção, a idade do veículo e a regularidade na renovação de itens técnicos (freios, suspensão, direção, sistema de injeção, entre outros) também são componentes decisivos para a avaliação de risco. Em veículos de serviço pesado, a FIPE tende a refletir uma tendência de depreciação mais lenta do que a de carros de passeio, dado o uso específico e, às vezes, o valor residual de reposição de caminhões, que pode ser maior para modelos históricos bem conservados. Por isso, entender o enquadramento FIPE do Ford Cargo 1113 facilita discussões com corretores, permitindo que as coberturas se ajustem a necessidades reais, como proteção de carga, responsabilidade civil, danos ao veículo e assistência 24 horas em trechos de transporte de mercadorias.
Quando se planeja a contratação de seguros para um veículo dessa natureza, vale considerar os seguintes aspectos práticos, que ajudam na interpretação da FIPE e na negociação com a seguradora. Primeiro, a idade do veículo impacta o custo de seguro, pois veículos mais antigos costumam exigir avaliações mais detalhadas de condição mecânica e de histórico de manutenção. Segundo, a configuração de eixo e a capacidade de carga influenciam a apólice: veículos com mais eixos e maior peso podem exigir coberturas específicas para danos à carroceria, componentes da transmissão, suspensão e freios, além de opções de proteção para a carga transportada. Terceiro, o uso do veículo (frotista, aluguel, transporte de cargas perigosas, etc.) pode modificar as exigências de treinamento do motorista, de manutenção preventiva e de inspeção periódica, que, por sua vez, afetam o custo do seguro. Por fim, manter um registro de manutenção, com manutenções regulares e notas de serviço, pode reduzir o risco de sinistros e, portanto, favorecer condições mais vantajosas ao se consultar a FIPE na combinação com a rede de prestadores da seguradora.
Sugestões de avaliação e alinhamento com a GT Seguros
Para quem administra uma frota ou um veículo utilizado com finalidade comercial, algumas práticas simples ajudam a conduzir a relação com seguradoras de maneira mais eficiente, sem depender de números isolados. Primeiro, mantenha a documentação técnica organizada, incluindo ficha técnica, manuais de manutenção e registros de inspeções. Segundo, monitore os componentes críticos com maior desgaste em caminhões rodoviários, como freios, suspensão, conjunto de direção, sistema de alimentação de combustível e o conjunto de embreagem, que costumam ter impacto direto na vida útil de peças e na rentabilidade da operação. Terceiro, registre o histórico de sinistros, que é uma referência valiosa no momento de renegociar apólices, pois as seguradoras avaliam o comportamento anterior de risco. Quarto, avalie o uso da frota com base na FIPE, não apenas como uma referência de reposição, mas como um elemento de gestão de risco: a proximidade de oficinas autorizadas, a disponibilidade de peças de reposição originais e o tempo de reposição da carga podem influenciar a decisão de contratação de coberturas adicionais, como assistência 24 horas, cobertura de carga e proteção para guindastes ou plataformas de içamento, se for o caso. Segurar um veículo com esse perfil requer uma leitura apurada do histórico de uso, da manutenção e das condições operacionais, para que as coberturas reflitam o nível de exposição ao risco.
Para quem procura uma orientação especializada, a GT Seguros oferece atendimento dedicado a veículos pesados, com opções de coberturas que consideram as particularidades de caminhões de 3 eixos, cabine simples e uso profissional. Uma abordagem personalizada pode facilitar a escolha entre coberturas de danos a veículos, responsabilidade civil, carga transportada e serviços adicionais de assistência, sempre ajustadas ao histórico do veículo e ao perfil de operação.
Conclui-se que a leitura da Tabela FIPE para o Ford Cargo 1113 envolve mais do que um número em uma planilha: é um retrato da configuração do veículo, de como ele é utilizado na prática e de quão efetivamente a seguradora pode acompanhar o histórico de manutenção e de uso para oferecer coberturas adequadas. Ao entender o conjunto técnico, as possibilidades de eixo, a cabine simples e a natureza do motor diesel, você está melhor preparado para negociar com os corretores, interpretar os impactos na apólice e, principalmente, planejar uma gestão de risco que proteja o ativo e a operação de transporte. E, para quem busca orientação profissional, vale considerar uma cotação com a GT Seguros, que pode alinhar soluções específicas para caminhões de grande porte, com foco na proteção da frota e da sua atividade.
