| Mês | Preço |
|---|---|
| Mar/26 | R$ 40.679,00 |
| Fev/26 | R$ 38.742,00 |
| Jan/26 | R$ 36.898,00 |
| Dez/25 | R$ 35.651,00 |
| Nov/25 | R$ 35.705,00 |
| Out/25 | R$ 34.498,00 |
| Set/25 | R$ 33.332,00 |
| Ago/25 | R$ 33.404,00 |
| Jul/25 | R$ 34.088,00 |
| Jun/25 | R$ 35.325,00 |
| Mai/25 | R$ 34.131,00 |
| Abr/25 | R$ 34.162,00 |
Rexton II 2.7 20V TDI Autom 2007: ficha técnica, desempenho e o impacto da Tabela FIPE na seguradora
Contexto da marca e do modelo
A SsangYong é uma montadora sul-coreana com história voltada para SUVs robustos, projetados para uso misto urbano e off-road leve. Fundada em 1954, a marca ganhou reconhecimento por oferecer veículos com foco em espaço interno, tração nas quatro rodas e construção resistente, muitas vezes a um custo de aquisição mais acessível quando comparado a SUVs de marcas premium. O Rexton II surge como uma evolução do antecessor, trazendo melhorias no conforto, na rigidez estrutural e na capacidade de lidar com terrenos desafiadores, sem abandonar o objetivo de atender famílias, casais ativos e profissionais que precisam de um utilitário com espaço e apetite para longas jornadas. Em 2007, quando o Rexton II ganhou a configuração com motor 2.7 20V TDI, já se olhava para um conjunto diesel que combinava torque robusto com desempenho adequado para levar cinco ocupantes com certa dignidade, além de oferecer a presença de uma tração 4×4 acionável em diferentes terrenos. Com isso, a SsangYong reforçou sua proposta de valor no segmento de SUVs acima de 2.0 litros, buscando atrair clientes que valorizam versatilidade, capacidade de abatimento de carga e uma proposta de manutenção viável para um utilitário de grande porte.
Ficha técnica: SSANGYONG Rexton II 2.7 20V TDI Dies.Aut 2007
Abaixo estão os itens centrais da configuração mais associada a essa versão, destacando especialmente o motor, a transmissão e o conjunto de tração. Os dados apresentados refletem a configuração Diesel Automática de 2007 e são úteis como referência ao comparar com a Tabela FIPE e ao planejar seguros.

- Motor: 2.7 L turbo diesel, 20 válvulas, configuração de quatro cilindros, alimentação direta (injeção direta) com turbocompressor e intercooler (CRDi/Dies.Aut).
- Potência: 165 cv (DIN) declarados para a maioria das versões, com registros em algumas especificações de mercado chegando a até 186 cv.
- Torque: faixa aproximada entre 340 e 360 Nm, útil para retomadas, ultrapassagens e condução em aclives, especialmente quando equipado com a transmissão automática.
- Câmbio e tração: câmbio automático, com sistema de tração 4×4 (permanente ou selecionável, com eixo de transferência para acionamento em pisos variados e redução disponível quando necessário).
Desempenho e uso cotidiano
Para quem utiliza o Rexton II 2.7 20V TDI Autom 2007 no dia a dia, os principais atributos a considerar são o equilíbrio entre torque e resposta de aceleração, a capacidade de transporte de passageiros e bagagem, além da própria robustez do conjunto 4×4. O motor diesel, com 20 válvulas, tende a entregar boa elasticidade em várias faixas de rpm, o que facilita a condução em subidas com carga ou em trajetos de estrada com trechos íngremes. A caixa automática ajuda na suavidade de mudanças, contribuindo para um deslocamento mais confortável, especialmente em percursos urbanos com tráfego pesado ou em viagens longas em que o veículo circula com mais tempo parado ou em rotações estáveis. O conjunto 4×4 fornece tração adicional em piso de lama, terra batida, neve ou piso molhado, o que aumenta a segurança e a previsibilidade sob condições desafiadoras, ainda que exija atenção ao consumo de combustível, típico de SUVs de grande porte movidos a diesel.
Em termos de comprimento, largura e altura, o Rexton II se posiciona como um SUV volumoso, o que se traduz em bom espaço interno e versatilidade de assentos. O conforto para os ocupantes é favorecido por uma configuração de cinco lugares com uma cabine capaz de acomodar bagagens de tamanho considerável para viagens em família ou atividades de lazer. A suspensão, calibrada para suportar condições de estrada diversas, tende a favorecer a estabilidade de curso em vias asfaltadas, ao mesmo tempo em que oferece destreza suficiente para contornar obstáculos leves em estradas de terra. Contudo, como ocorre com muitos utilitários de porte, o peso próprio e a altura elevada implicam em um comportamento que exige atenção ao conduzir em curvas rápidas ou em manobras de estacionamento onde o piso pode apresentar irregularidades.
Uso seguro e manutenção: pontos relevantes para seguros
Para seguradoras, o Rexton II 2.7 20V TDI Autom 2007 representa um perfil de veículo com características típicas de SUVs de porte médio a grande: alto peso, motor turbodiesel, tração 4×4 e uma cabine com espaço para família e bagagem. Tais atributos influenciam custos de seguro de várias formas. Primeiro, o peso e a robustez do conjunto motriz costumam elevar o custo de reparação em caso de colisão, especialmente se houver danos à estrutura ou ao sistema de tração. Em segundo lugar, a disponibilidade de peças originais e serviços especializados para uma marca com presença menos difundida no mercado local pode impactar o tempo de reparo e o custo de peças sobressalentes. Em terceiro lugar, o uso comum de SUVs para atividades de lazer, viagens e deslocamento com carga pode influenciar métricas de uso (uso diário, viagens longas, etc.), que as seguradoras costumam considerar ao definir índice de prêmio. Por fim, o histórico do modelo em termos de confiabilidade e de incidência de sinistros de roubo também pesa na composição do seguro, ainda que o FIPE seja um referencial central para o valor do veículo.
Tabela FIPE e o seguro: o que o corretor observa
A Tabela FIPE funciona como referência de valor de mercado para veículos usados no Brasil. Ela é amplamente utilizada por seguradoras para calcular o valor de indenização (em caso de perda total) ou para apoiar a definição de coberturas. No caso do SsangYong Rexton II 2.7 20V TDI Autom 2007, a referência FIPE ajuda a estabelecer o valor base do bem no momento da contratação do seguro e como referência para reajustes de prêmio ao longo do tempo. Vale lembrar que o valor FIPE não representa o preço de venda real nem o custo de recondicionamento — ele é apenas uma referência de mercado que facilita a comparação entre veículos de mesma idade, estado e versão. Para o titular, isso significa maior previsibilidade ao planejar coberturas de seguro contra roubo, colisão, incêndio e danos a terceiros, entre outras opções. Ao revisar a Tabela FIPE, o corretor de seguros considera também o histórico de uso do veículo, quilometragem, estado de conservação, incidentes anteriores e a presença de acessórios que possam impactar o valor! Tudo isso ajuda a calibrar o conjunto de coberturas de forma mais precisa, evitando surpresas em casos de sinistro.
Conceitos-chave para coberturas e gestão de riscos
Ao pensar em seguro para o Rexton II, alguns pontos são centrais. Primeiro, a idade do veículo costuma influenciar o prêmio, pois o desgaste natural aumenta a probabilidade de falhas mecânicas com o tempo. Segundo, a configuração 4×4, ainda que útil para usos específicos, pode ter custos de manutenção mais elevados, incluindo pneus, transmissão e peças de eixo. Terceiro, a disponibilidade de peças originais para a SsangYong pode variar conforme a região, o que impacta prazos de reparo e custo de reposição. Quarto, itens de segurança ativos e passivos — como freios com ABS, airbags, controle de estabilidade (quando disponível) e dispositivos antifurto — ajudam a reduzir o risco de sinistros e, por consequência, podem influenciar o valor do prêmio. Por fim, o histórico de sinistros anteriores do veículo, bem como o uso predominante (utilitário, família, lazer) devem constar de forma fiel no momento de contratar a cobertura, para que a proteção corresponda ao risco real.
Considerações estratégicas para o dono do Rexton II
Quando se pensa em segurar um SsangYong Rexton II com motor 2.7 20V TDI Autom 2007, é útil comparar o custo total de posse ao longo de vários anos, incluindo seguro, manutenção, consumo de combustível e eventual depreciação. Em termos de seguro, veículos com motor diesel costumam apresentar custo de seguro superior a alguns veículos a gasolina, principalmente por fatores de reparabilidade e disponibilidade de peças, bem como a demanda por componentes de maior valor de reposição. Além disso, o peso do veículo e a configuração 4×4 tendem a influenciar a faixa de prêmio — ainda mais se o uso envolve deslocamentos com carga ou em terrenos desafiadores. Uma prática sensata é buscar cotações com várias seguradoras, levando em conta as coberturas básicas (roubo/furto, colisão, incêndio) e opções adicionais de proteção (assistência 24h, carro reserva, proteção de vidros, entre outras). A Tabela FIPE serve como um referencial sólido para entender o valor atual do veículo e, com isso, alinhar a cobertura ao risco real.
Por que o seguro é mais eficiente com dados precisos?
Dados de FIPE ajudam a calibrar o valor de indenização e o prêmio anual, evitando tanto subseguro quanto sobreseguro. Ao manter o veículo dentro de uma faixa de valor adequada na apólice, o segurado reduz a possibilidade de divergência entre o que é indenizável e o valor de mercado real no momento de ocorrência de sinistro. Além disso, informações como uso diário, histórico de sinistros, localização (zonas com maior incidência de furtos ou acidentes) e perfil de condução ajudam a personalizar as coberturas de forma responsável e econômica. Em resumo, a simulação de prêmio com dados consistentes facilita decisões mais seguras e a tranquilidade de possuir proteção adequada para um veículo com as características do Rexton II 2.7 20V TDI Autom 2007.
Para quem busca uma orientação prática, vale destacar que a escolha de coberturas deve equilibrar o custo com o risco de cada cenário: roubo, colisão com terceiros, danos a terceiros, incêndio, quebra acidental, entre outros. Um corretor experiente pode ajudar a art
