Valor FIPE Atual
R$ 253.132,00
↓ 0,2% vs mês anterior
FIPE: 516168-1
Ano: 2016-3
MêsPreço
Mar/26R$ 253.132,00
Fev/26R$ 253.691,00
Jan/26R$ 254.251,00
Dez/25R$ 254.735,00
Nov/25R$ 255.118,00
Out/25R$ 255.732,00
Set/25R$ 256.553,00
Ago/25R$ 257.093,00
Jul/25R$ 257.506,00
Jun/25R$ 257.764,00
Mai/25R$ 256.615,00
Abr/25R$ 252.787,00

Guia completo da Tabela FIPE para o Volvo FM 370 4×2 2p (diesel) Euro 5 de 2016 e impactos no seguro

A Tabela FIPE é um referencial amplamente utilizado no Brasil para estimar o valor de mercado de veículos usados. Quando o assunto é seguro de caminhões, entender como a FIPE é aplicada ajuda tanto o corretor quanto o segurado a definir o valor a ser assegurado, a base de indenização em caso de sinistro e as coberturas adequadas para a operação. No caso do Volvo FM 370 4×2 2p (diesel) E5 de 2016, esse conhecimento ganha ainda mais relevância, já que estamos lidando com um modelo de alto desempenho, empregado com frequência em frotas de transportes de carga diversas e em operações com diferentes perfis de risco. A seguir, exploramos a ficha técnica, o papel da marca, os impactos na apólice de seguro e algumas considerações úteis para quem trabalha com corretores de seguros ou proprietários de frota.

Ficha técnica do Volvo FM 370 4×2 2p (2016)

Ao avaliar uma peça de negócio como o Volvo FM 370 4×2 2p fabricado em 2016, é essencial considerar suas características técnicas, que influenciam desde o custo de aquisição até o custo de operação e, claro, o seguro. Abaixo estão os itens importantes que costumam compor a ficha técnica desse modelo na configuração 4×2 com cabine de duas portas:

Tabela FIPE VOLVO FM 370 4×2 2p (diesel) (E5) 2016
  • Potência nominal: 370 cv
  • Motor: diesel Euro 5, 6 cilindros em linha, turboalimentado, com injeção eletrônica de alta fuel efficiency
  • Transmissão: opção entre manual de 12 marchas ou transmissão automatizada I-Shift
  • Tração: 4×2; cabine com 2 portas

Além desses itens, vale considerar que os caminhões Volvo FM costumam apresentar boa configuração de cabina, com dispositivos de conforto para o motorista, sistemas de telemetria e controle de combustível, além de componentes de segurança que ajudam a reduzir o custo de propriedade ao longo de sua vida útil. Para uma cotação ou avaliação específica, a unidade disponível pode apresentar variações de rodas, eixo traseiro, cabine, entre outros detalhes que influenciam diretamente na avaliação da FIPE e, por consequência, na apólice de seguro.

A marca Volvo: tradição, inovação e foco em segurança

A Volvo é reconhecida mundialmente pela combinação de robustez, eficiência e foco em segurança. O grupo Volvo Trucks, parte da Volvo Group, construiu ao longo de décadas uma reputação sólida no segmento de caminhões, ônibus e motores industriais. Em termos de engenharia, a marca é associada a avanços tecnológicos que contribuíram para reduzir o risco de acidentes, aumentar a vida útil das peças e melhorar a disponibilidade de frota. O portfólio de caminhões FM, no qual o FM 370 se insere, costuma ser destacado pela versatilidade — apto a atuar como veículo de distribuição, cabotagem, fretamento regional e, em muitos casos, como semirreboque/trator, dependendo da configuração — e pela ênfase em conforto e produtividade do motorista. Além disso, a adoção de soluções digitais, telemática e conectividade ajuda as frotas a monitorar consumo de combustível, desempenho do motor, desgaste de componentes e padrões de condução, contribuindo para gestão eficiente de custos ao longo do tempo. Em resumo, a marca Volvo não apenas entrega desempenho; ela oferece confiabilidade, rede de assistência ampla e foco contínuo em melhorias de segurança e eficiência.

Como a Tabela FIPE influencia o seguro do Volvo FM 370 4×2 2p

Para quem contrata ou renegocia um seguro de caminhão, a FIPE funciona como uma referência central na determinação do valor segurado e, consequentemente, do prêmio do seguro. No caso do Volvo FM 370 4×2 2p (2016), a aplicação prática da FIPE costuma seguir este fluxo mental de avaliação:

Primeiro, o valor de referência da FIPE serve como base para o endosso de cobertura de casco (ou “conserto/reposição”). Ao indicar o valor de indenização em caso de sinistro, o segurado costuma escolher entre diferentes possibilidades de capitalização com base no valor de mercado estimado pela FIPE. Em termos simples: quanto maior for o valor segurado, maior tende a ser o prêmio, pois o risco para a seguradora, em termos de indenização, também aumenta. A FIPE, portanto, oferece uma referência objetiva para o fechamento de contratos com transparência para ambas as partes.

Além disso, a FIPE influencia a calibragem de outras coberturas relevantes para caminhões, como proteção contra roubo, incêndio, colisões com terceiros, danos a carga e responsabilidade civil. Em grande parte das apólices, o valor da cobertura é alinhado ao valor de mercado estimado pela FIPE, com ajustes conforme o uso da frota, região de atuação, tipo de carga transportada e histórico de sinistros da empresa. A lógica é simples: um veículo com maior valor de reposição tende a exigir coberturas mais amplas ou limites mais elevados, bem como condições específicas de franquia e assistência 24h. Em resumo, a FIPE atua como uma bússola para a construção de uma apólice que reflita o preço de reposição ou de mercado do veículo, evitando tanto subseguro quanto superproteção.

Fatores que afetam a cotação de seguro para o Volvo FM 370 4×2 2p

Além do valor indicado pela FIPE, outros fatores entram na linha de frente da cotação de seguro para um caminhão como o Volvo FM 370. Abaixo estão os elementos mais relevantes que influenciam o custo e as condições da apólice, sem perder de vista a natureza específica de um veículo 4×2 de 2016:

Primeiro, o uso da frota: caminhões empregados em operações de carga volumosa, longas distâncias ou trajetos com maior probabilidade de perda diante de sinistros costumam ter prêmios superiores. Em contrapartida, frota bem gerida, com rotas previsíveis e menor exposição a riscos, tende a apresentar custo de seguro mais favorável. Em segundo lugar, o perfil do motorista e a prática de condução: histórico de acidentes, índices de sinistralidade, horas de condução e treinamento de motoristas influenciam o valor do prêmio. Em terceiro lugar, a localização e a densidade de sinistros na região de operação: áreas com maiores índices de roubo de carga, por exemplo, podem impactar o custo do seguro. Em quarto lugar, recursos de proteção e telemática: sistemas de freio ABS, controle de tração, câmbio automatizado I-Shift, alarmes, rastreadores e soluções de telemetria podem reduzir o prêmio ao demonstrar menor risco de perda e maior controle sobre a operação. Por fim,