| Mês | Preço |
|---|---|
| Mar/26 | R$ 6.109,00 |
| Fev/26 | R$ 6.049,00 |
| Jan/26 | R$ 6.063,00 |
| Dez/25 | R$ 6.003,00 |
| Nov/25 | R$ 5.944,00 |
| Out/25 | R$ 6.067,00 |
| Set/25 | R$ 6.018,00 |
| Ago/25 | R$ 5.996,00 |
| Jul/25 | R$ 6.029,00 |
| Jun/25 | R$ 6.149,00 |
| Mai/25 | R$ 6.162,00 |
| Abr/25 | R$ 6.289,00 |
Guia detalhado sobre a Tabela FIPE para o Fiat Uno S 1.5 i.e., 1.5, 1.3 e SX 1.3 (1991)
A Tabela FIPE é frequentemente citada em conversas de seguros, venda e avaliação de veículos usados no Brasil. Quando o assunto envolve o Fiat Uno de 1991 em suas variantes S 1.5 i.e., 1.5, 1.3 e SX 1.3, entender como a FIPE funciona ajuda tanto o consumidor quanto a seguradora a ter uma referência confiável para discutir valores de indenização, coberturas e condições de contratação. Este texto mergulha na relação entre a tabela, as características do Uno 1991 e as especificidades que costumam influenciar a avaliação de risco e o valor segurado antes de fechar um contrato. Ao longo da leitura, exploraremos o que diferencia cada versão do Uno dessa geração, a importância da ficha técnica, o papel da marca Fiat no cenário brasileiro e, ao final, dicas para uma cotação mais alinhada com a realidade de uso do veículo.
O que é a Tabela FIPE e por que ela é relevante para o seguro automotivo
A FIPE (Fundação Instituto de Pesquisas Econômicas) mantém uma base de dados com referências de valores médios de veículos usados no Brasil. Esses valores servem de referência para diversas operações do mercado, especialmente para seguros de automóvel. O intuito é padronizar estimativas, facilitar negociações entre consumidores e seguradoras e estabelecer uma base comum para o cálculo de indenizações em caso de perda total ou de portionais de adiantamento de crédito. Ao contrário do preço de tabela de venda particular, que pode oscilar de acordo com a negociação, o histórico de proprietário, a quilometragem ou o estado de conservação, a FIPE oferece um patamar de referência amplamente aceito por seguradoras, revendas e peritos.

Para o Fiat Uno S 1.5 i.e., 1.5 e 1.3, bem como para a versão SX 1.3 de 1991, a FIPE considera fatores como idade do veículo, versões específicas, motorizações distintas e o valor típico de reposição de peças originais. Quando uma seguradora utiliza a FIPE como base, o objetivo é estimar o “valor segurado” — o montante para o qual o carro está coberto — e, também, orientar o cálculo do prêmio do seguro. Vale destacar que o valor FIPE não é uma garantia de venda no mercado imediato; ele funciona como referência de mercado com peso reputacional, baseada em dados coletados de transações reais, anúncios e condições de uso observadas ao longo do tempo. Em veículos clássicos ou com histórico de conservação irregular, a seguradora pode adotar critérios adicionais, como avaliação de sinistros anteriores, modificações, peças originais ou substituídas, além de fatores de depreciação específicos do modelo e da região.
Variantes do Fiat Uno 1991: S 1.5 i.e., 1.5, 1.3 e SX 1.3
O Fiat Uno, apresentado ao público brasileiro ao longo da década de 1980, tornou-se um ícone de custo-benefício, manutenção simples e disponibilidade de peças. Em 1991, o Uno já contava com diferentes versões que atendiam a diferentes perfis de uso, desde a condução urbana routineira até a busca por desempenho um pouco mais ágil. Entre as variantes relevantes para o tema da Tabela FIPE, destacam-se o Uno S 1.5 i.e. e suas relações com as opções 1.5, 1.3 e SX 1.3. A sigla i.e., comum na nomenclatura da época, geralmente indica a presença de injeção eletrônica (injeção eletrônica — IE) no motor 1.5, o que traz vantagens de resposta do acelerador, consumo e desempenho relativamente melhores para o motor daquela cilindrada em comparação a versões com sistemas de alimentação carburados. Embora a forma exata de cada configuração possa ter variações conforme o mercado regional, o conjunto demonstra uma evolução típica da linha Uno, que buscava atender a diferentes necessidades sem abandonar o espírito de simplicidade que marcou o modelo.
Essa gama de motores reflete a diversidade do Uno na linha de 1991. A versão 1.5 trazia uma proposta de maior propulsão para quem precisava de mais toque de torque, útil em trechos de aclive, eventual reboque leve ou ocupação com carga. Já as versões com motor 1.3 apresentavam uma opção de menor consumo e manutenção simplificada, adequada ao dia a dia urbano. A variante SX 1.3, por sua vez, costumava incorporar itens de acabamento ou detalhes estéticos que diferenciavam o visual e o “pacote” de equipamentos da linha, sem necessariamente acrescentar grande variação de desempenho em relação ao 1.3 padrão. Em termos de segurança e conforto, carros desse período contavam com equipamentos de época, com foco em robustez, facilidade de reparo e confiabilidade, características que permanecem valorizadas por quem restaura ou conserva um Uno clássico hoje.
Importante compreender que, para o seguro, as diferenças entre essas versões não se limitam apenas ao motor. A FIPE considera o conjunto completo — motor, câmbio, carroceria, versão, itens originais e condições de uso — ao estimar o valor base. Assim, um Uno S 1.5 i.e. bem conservado pode ter uma referência FIPE diferente de um 1.3 SX, mesmo que ambos pertençam à mesma geração. Por isso, ao solicitar uma cotação ou ao firmar um seguro, é comum que a seguradora peça informações sobre a versão exata (S 1.5 i.e., 1.5, 1.3 ou SX 1.3), kilometraje, estado de conservação e histórico de sinistros para calibrar com maior fidelidade o prêmio e a indenização prevista em caso de sinistro total.
Ficha Técnica resumida do Fiat Uno 1991 (S 1.5 i.e., 1.5, 1.3 e SX 1.3)
- Motorização: opções com motor 1.5 L I.E. (injeção eletrônica) e motor 1.3 L; a nomenclatura i.e. remete à presença de injeção eletrônica na versão 1.5. As variantes SX 1.3 utilizavam o bloco de 1.3 com alimentação típica da época, com desempenho compatível ao uso urbano e rodoviário leve.
- Transmissão: transmissão manual, com configuração comum de 4 velocidades, característica típica de utilitários compactos dessa geração.
- Arquitetura: carroceria hatch compacto, tração dianteira, desenvolvido para facilitar manobras no tráfego urbano, economia de combustível e facilidade de manutenção com rede de assistência ampla na época.
- Conforto e itens de acabamento: varia conforme a versão; o Uno 1991 apresentava itens básicos de conforto da época, com opções de acabamento entre as versões, já sem recursos de tecnologia moderna. A recomendação para quem avalia o seguro é observar a condição de pintura, interior, sistema elétrico e o estado de originalidade de peças cruciais para o valor de mercado.
A ficha técnica acima oferece um retrato útil para compreender como cada variante pode afetar o valor de referência na FIPE e, por consequência, o cálculo do prêmio do seguro. Ao mesmo tempo, reforça a ideia de que o Uno, apesar de sua simplicidade mecânica, possui particularidades que o tornam um caso de estudo relevante para seguradoras que trabalham com veículos clássicos ou de idade avançada. Para proprietários que pretendem manter o carro em uso regular, é relevante acompanhar a evolução de peças de reposição, disponibilidade de serviços de mecânica especializada e a preservação de itens originais — fatores que, somados ao estado de conservação, influenciam a percepção de risco das seguradoras e o custo de segurado ao longo do tempo.
A importância da marca Fiat no contexto brasileiro
A Fiat tem uma presença marcante no mercado automobilístico brasileiro. Desde a década de 1960, a empresa consolidou uma atuação com foco em custos de produção adequados, rede de assistência técnica ampla e facilidade de aquisição de peças, fatores que ajudaram a popularizar modelos simples, fáceis de manter e com boa vida útil. O Uno, em particular, tornou-se uma referência de mobilidade urbana para milhares de brasileiros. Seu desenho compacto, economia de combustível e robustez mecânica ajudaram a construir a reputação da marca no segmento de entrada e no uso diário, especialmente em cidades com tráfego intenso, vias estreitas e necessidade de manobra fácil. Em termos de seguro, a reputação da Fiat no Brasil costuma facilitar a cobertura de veículos de idade, desde que as condições do carro estejam bem avaliadas e a documentação esteja em ordem. Além disso, o ecossistema de oficinas autorizadas e de peças originais contribui para facilitar manutenções, o que, por consequência, pode influenciar a percepção de risco por parte das seguradoras e, consequentemente, o custo do seguro.
Como a FIPE influencia a cotação de seguro para o Uno 1991
Ao considerar a Tabela FIPE para o Fiat Uno S 1.5 i.e
