Valor FIPE Atual
R$ 38.323,00
↓ 2,0% vs mês anterior
FIPE: 504039-6
Ano: 1991-3
MêsPreço
Mar/26R$ 38.323,00
Fev/26R$ 39.106,00
Jan/26R$ 38.719,00
Dez/25R$ 39.510,00
Nov/25R$ 39.570,00
Out/25R$ 39.666,00
Set/25R$ 39.794,00
Ago/25R$ 39.878,00
Jul/25R$ 39.942,00
Jun/25R$ 39.982,00
Mai/25R$ 40.063,00
Abr/25R$ 40.100,00

Guia descritivo da Tabela FIPE para o Ford Cargo 1622 T 3-Eixos 2P a Diesel de 1991

A Tabela FIPE é, para quem atua no mercado de seguros e gestão de frotas, um referencial importante para entender o valor histórico de veículos usados. No caso de caminhões como o Ford Cargo 1622 T, ano-modelo 1991, que traz pela configuração de fábrica 3 eixos e cabine simples, a leitura da tabela envolve interpretar o histórico de produto, a disponibilidade de peças, a evolução da tecnologia de motores a diesel ao longo das décadas e a dinâmica de demanda por caminhões usados no Brasil. Este artigo aborda a ficha técnica resumida, o papel da marca Ford no segmento de transporte pesado, impactos da FIPE para seguradoras e proprietários, além de orientações educacionais que ajudam na gestão de risco, na escolha de coberturas adequadas e na condução de processos de cotação de seguros com a GT Seguros.

Ficha técnica resumida do Ford Cargo 1622 T 3-Eixos 2P (diesel) 1991

Para compreender rapidamente as características técnicas de um veículo dessa linha, apresentamos uma síntese em quatro pontos-chave. Este item funciona como guia de referência, sem entrar em especificações de preço, que variam conforme estado de conservação, quilometragem e histórico de uso.

Tabela FIPE FORD CARGO 1622 T 3-Eixos 2p (diesel) 1991
  • Veículo e configuração: caminhão pesado com cabine simples, 3 eixos, projetado para transporte de cargas de média a pesada, com chassis adaptados para diversas carrocerias.
  • Motorização: motor diesel de linha, com alimentação adequada a aplicações de transporte de carga, associando consumo de combustível ao desempenho necessário para serviços rodoviários e urbanos pesados.
  • Transmissão e tração: sistema de transmissão manual com várias marchas à frente, configurado para manter boa capacidade de resposta em trechos rodoviários e trechos de carregamento em áreas urbanas e rurais; transmissão e diferenciais pensados para manter estabilidade em peso bruto considerável.
  • Dados gerais relevantes: ano-modelo 1991, com configuração de fábrica para uso comercial de carga, variando conforme o chassi e a carroceria escolhida pelo frotista; a capacidade de carga, peso bruto total e dimensões dependem da configuração exata do veículo e das especificações da carroceria instalada.

Sobre a marca Ford e a linha Cargo no Brasil

A Ford, fundada em 1903, consolidou-se globalmente como referência em automóveis e, ao longo das décadas, ampliou fortemente a atuação no segmento de caminhões comerciais. No Brasil, a linha Cargo surgiu como uma resposta local à demanda por frotas de transporte de carga com robustez, versatilidade e custo operacional relativamente competitivo. Os caminhões Cargo marcaram presença especialmente em atividades de distribuição, construção civil e logística de empresas de médio a grande porte. A força da Ford nesse segmento esteve associada a uma rede de assistência técnica, disponibilidade de peças de reposição e uma imagem de confiabilidade que ajudou a manter veículos mais antigos ativo por mais tempo, com a devida gestão de seguros e manutenção preventiva em dia.

Ao longo de seus anos de atuação, a Ford investiu em melhorias de motor, sistemas de transmissão e ergonomia de cabine em várias gerações de Cargo. Mesmo em modelos de 1991, o que importava era a combinação entre robustez mecânica, durabilidade do conjunto veículo-caminhão e a capacidade de suportar cargas com desempenho estável em diferentes condições de uso. Essa proposta de valor é particularmente relevante para seguradoras e proprietários de frotas, pois influencia a avaliabilidade de sinistros, o custo de reposição de peças e a previsibilidade de manutenção necessária para manter a operação segura e eficiente.

O papel da Tabela FIPE para seguros e para o proprietário

A Tabela FIPE funciona como um referencial de mercado que auxilia seguradoras, proprietários de veículos e empresas de frotas a estimar o valor de reposição ou o valor de mercado de um veículo usado. Quando se trata de caminhões de idade, como o Ford Cargo 1622 T de 1991, o valor FIPE serve como base para diversos cálculos: prêmio de seguro, cobertura de danos, indenização em caso de sinistros e avaliação de perda total. No entanto, há nuances importantes a considerar. Caminhões antigos podem apresentar variações significativas de valor dependendo da condição da parte mecânica, estado da carroceria, disponibilidade de peças, histórico de acidentes, necessidade de retrofit tecnológico ou atualização de sistemas para atender a normas atuais. Além disso, muitos aspectos operacionais, como disponibilidade de peças originais, mão de obra qualificada para manutenção especializada e custo de reposição de componentes, influenciam o valor de mercado real, que pode divergir da média publicada na FIPE.

Para quem atua na área de seguros, a comparação entre diferentes referências de valor é comum. A FIPE oferece um ponto de referência estável, mas, para veículos mais antigos, é comum complementar com consultorias técnicas específicas, informações de sinistralidade histórica de modelos parecidos e dados de realização de peças de reposição de terceiros. Em suma, a FIPE desempenha um papel importante como base, mas a avaliação final para seguros de caminhões com 3 eixos de 1991 costuma levar em conta o estado de conservação, a disponibilidade de peças e a experiência de garantia contratual ou de reposição de componentes fundamentais.

Considerações sobre o seguro de caminhões antigos

Proteger um Ford Cargo 1622 T de 1991 requer atenção a diversos fatores que influenciam o custo do seguro e a qualidade da cobertura. A idade do veículo aumenta a probabilidade de desgaste, o que, por consequência, eleva a propensão a falhas mecânicas. Além disso, a disponibilidade de peças originais pode impactar o tempo de reparo em caso de sinistro, afetando a indisponibilidade da frota e o custo de manutenção. Os seguros costumam considerar a deterioração natural de componentes, como motor, sistema de transmissão, suspensão, freios e carroceria, além de limites de garantia para danos a terceiros. A forma como o veículo é utilizado — whether para operações de entrega, transportes de cargas gerais ou serviços com deslocamento intermunicipal — também influi na classificação de risco e no valor do prêmio. Adicionalmente, a administração da documentação, a regularidade de inspeções técnicas e a manutenção preventiva podem favorecer descontos ou condições especiais em algumas seguradoras.

Outra dimensão relevante é o perfil da frota da empresa ou do proprietário. Uma frota com gestão eficiente, planos de manutenção periódica, registros de manutenção e histórico de sinistros limpo tende a obter prêmios mais estáveis ao longo do tempo. Por outro lado, caminhões de idade sem histórico de manutenção consistente costumam exigir avaliações mais detalhadas e, em alguns casos, franquias mais altas para coberturas específicas. Para quem gerencia veículos usados há muitos anos, é comum negociar pacotes que combinem seguros de casco, terceiros, acidentes com carga, bem como coberturas de assistência em viagem e proteção de frota, com avaliações que considerem o valor de reposição de peças e a depreciação natural do veículo ao longo do tempo.

Dicas para entender a relação entre FIPE, seguro e uso prático do veículo

Para quem opera ou investe em caminhões veteranos, algumas práticas ajudam a alinhar a proteção com a realidade operacional. Primeiro, é essencial manter um inventário técnico atualizado de todas as peças relevantes, especialmente componentes sujeitos a desgaste elevado em caminhões, como sistema de freios, eixo/diferenças, suspensão e itens de cabine. Em segundo lugar, manter um cronograma de manutenção prazeroso ajuda a preservar a confiabilidade do veículo, o que se traduz em menor risco de sinistro técnico e, consequentemente, em condições de seguro mais estáveis. Terceiro, ao avaliar a FIPE como referência, considere não apenas o valor médio, mas também a faixa de variação com base no estado de conservação, historial de uso, quilometragem e modificações na carroceria. Por fim, ao planejar as coberturas, pense na proteção de terceiros, danos ao veículo e, se aplicável, cobertura de cargas. Algumas coberturas específicas para veículos de frota antiga podem incluir assistências adicionais, guinchos, carro reserva e proteção de itens da carroceria.

Uma forma simples de avançar é fazer uma cotação com a seguradora certa, considerando o uso real do veículo, a rede de assistência disponível na região de operação e o nível de proteção desejado para a carga transportada. A avaliação cuidadosa do histórico de manutenção, dos pecíl