| Mês | Preço |
|---|---|
| Mar/26 | R$ 1.633,00 |
| Fev/26 | R$ 1.637,00 |
| Jan/26 | R$ 1.641,00 |
| Dez/25 | R$ 1.625,00 |
| Nov/25 | R$ 1.609,00 |
| Out/25 | R$ 1.594,00 |
| Set/25 | R$ 1.600,00 |
| Ago/25 | R$ 1.604,00 |
| Jul/25 | R$ 1.607,00 |
| Jun/25 | R$ 1.609,00 |
| Mai/25 | R$ 1.613,00 |
| Abr/25 | R$ 1.615,00 |
Entenda a Tabela FIPE para Kawasaki Avijet 100cc e Classic 100cc (1997) e como ela impacta o seguro
A Tabela FIPE funciona como referência de valor de mercado para veículos usados no Brasil. Quando falamos de motocicletas de 100cc, como a Kawasaki Avijet 100cc e a Classic 100cc do ano 1997, o FIPE serve como base para cálculos de indenização, reposição e até mesmo para a composição de coberturas. Para quem atua como corretor de seguros, compreender como essa referência é construída e quais fatores a influenciam é essencial para orientar o cliente com clareza, evitar surpresas na hora de acionar um seguro e facilitar a tomada de decisão sobre coberturas, franquias e valores seguráveis.
O que é a Tabela FIPE e por que ela importa para seguros de motos
A Tabela FIPE (Fundação Instituto de Pesquisas Econômicas) consolida, mensalmente, valores médios de carros e motocicletas usados no mercado brasileiro. Esses valores não representam o preço de venda efetivo de cada veículo, mas sim uma referência de mercado que reflete a depreciação ao longo dos anos, a aceitação de peças e a procura por modelos específicos. Quando você contrata um seguro, o corretor pode usar o valor FIPE como base para:

- Definir o capital segurado — o montante que, em caso de perda total, a seguradora pagará para recomprar ou indenizar o veículo;
- Calcular a indenização em caso de sinistro parcial, quando a reparação envolve peças originais e mão de obra prevista no orçamento;
- Avaliar a depreciação de modelos mais antigos, como as versões de 1997, que podem ter queda de valor mais acentuada com o passar dos anos;
- Auxiliar na determinação de coberturas adicionais, como proteção para acessórios, kit de segurança ou itens originais do fabricante.
Para veículos com mais de duas décadas, como a Kawasaki Avijet 100cc/Classic 100cc de 1997, o FIPE pode ter variações mais sensíveis entre estados e condições de conservação. Por isso, é fundamental entender que o valor apresentado pela tabela pode não refletir exatamente o preço de venda ou o custo de reposição em situações específicas. O papel do corretor é interpretar esse dado com base na condição efetiva do veículo, no histórico de manutenções e na documentação disponível.
Modelos Kawasaki Avijet 100cc e Classic 100cc 1997: o que o mercado considera
Entre as opções de 100cc da Kawasaki trazidas para o Brasil na década de 1990, a Avijet 100cc e a Classic 100cc representam propostas urbanas de baixo custo de operação, com foco em consumo eficiente, manutenção simples e facilidade de pilotagem. Embora compartilhem a cilindrada similar, podem ter pequenas diferenças de acabamento, rodas, carenagens e opções de iluminação. Do ponto de vista da seguradora, as duas sigmações costumam apresentar perfis de risco parecidos para motos de uso urbano, com variações mais associadas ao estado de conservação, à quilometragem e à originalidade de peças do que a distinção entre os modelos nos catálogos da FIPE.
Ficha Técnica da Kawasaki Avijet 100cc / Classic 100cc 1997
Principais especificações (resumo em quatro itens)
- Cilindrada e motor: monocilíndrico, 4 tempos, arrefecimento por ar, aproximadamente 97 cm³; carburador como sistema de alimentação.
- Potência e desempenho: potência máxima em torno de 7,0–7,5 CV a rotações próximas de 7.500–8.000 rpm; torque modesto, suficiente para uso urbano. Transmissão de 4 marchas com embreagem convencional.
- Estrutura e freios: chassis leve; freios geralmente do tipo tambor nas rodas dianteira e traseira; suspensão dianteira em garfo telescópico e suspensão traseira simples; peso em ordem de marcha relativamente baixo, facilitando a condução e a manobra.
- Capacidade, dimensões e consumo: tanque de combustível com capacidade estimada entre 6–8 L; consumo médio típico para 100cc urbano, com variações segundo integração de motor, peso e hábitos de condução.
Observação sobre a ficha técnica: esses itens representam o perfil técnico comum para este tipo de motocicleta de 1997, com foco em usados urbanos. Em cada unidade, pequenas variações podem ocorrer conforme o ano exato de fabricação, a configuração de fábrica e eventuais alterações do proprietário ao longo do tempo. Ao planejar a contratação de seguro, vale registrar no chronograma de manutenção as informações mais específicas do seu exemplar, para que o corretor tenha dados reais para subsidiar a avaliação de risco.
Sobre a Kawasaki: tradição, engenharia e presença no mercado brasileiro
A Kawasaki, fabricante japonesa reconhecida mundialmente, tornou-se sinônimo de engenharia voltada para desempenho, durabilidade e inovação. No segmento de motocicletas, a marca consolidou-se pela diversidade de linhas, que vão desde modelos de entrada até esportivos de alta cilindrada. No Brasil, a presença da Kawasaki está associada à confiabilidade de motores robustos, componentes de qualidade e uma rede de assistência técnica que facilita a manutenção de modelos antigos. Ao entender a herança da marca, clientes e corretores ganham contexto para avaliar não apenas o custo de reposição, mas também a disponibilidade de peças originais e a expectativa de durabilidade de componentes, fatores que impactam o valor de mercado e, por consequência, as condições de cobertura de seguro ao longo do tempo.
Impacto da FIPE no seguro: como o valor de referência orienta a proteção do seu veículo
Para seguradoras, a Tabela FIPE funciona como uma âncora de referência para determinar o capital segurado, comparar com valores de mercado e planejar reajustes anuais. No caso de modelos como a Kawasaki Avijet 100cc ou a Classic 100cc de 1997, o FIPE ajuda a equilibrar o custo da proteção com a probabilidade de sinistro e o custo de substituição em caso de perda total ou de danos elevados. Vale destacar alguns pontos práticos para a prática de cotação e escolha de coberturas:
- Valor de reposição: a FIPE oferece uma base para a indenização de veículos usados. Em motos clássicas ou bem conservadas, a seguradora pode considerar fatores adicionais, como originalidade de peças e histórico de restaurações.
- Capitais segurados proporcionais: modelos de 1997 tendem a ter menor valor de reposição relativo ao preço de mercado atual de motos novas, o que pode influenciar a decisão entre coberturas com valor agregado ou com franquias específicas.
- Influência de estado de conservação: motocicletas bem mantidas, com histórico de revisões, peças originais e documentação completa, tendem a apresentar valores FIPE mais estáveis ao longo do tempo.
- Parametrização de franquias: para veículos com histórico de quilometragem elevado ou com peças substituídas, a escolha de franquias mais conservadoras pode impactar o custo da apólice, sem prejudicar a proteção adequada.
Quando o corretor utiliza o FIPE como base, ele não está apenas fixando um número abstrato. Ele está conectando o valor do bem à probabilidade de sinistro, ao custo de reposição e às políticas da seguradora. Em veículos de 15 a 28 anos, por exemplo, pequenas variações no estado de conservação podem ter impacto significativo no que diz respeito ao prêmio final, à aceitação de determinadas coberturas e à forma de aprovação de sinistro. O objetivo é oferecer ao segurado uma proteção que reflita o valor presente do veículo, mantendo o equilíbrio entre custo da apólice e qualidade da cobertura.
Boas práticas para manter o valor FIPE e facilitar a cotação
Para proprietários da Kawasaki Avijet 100cc ou Classic 100cc de 1997, algumas boas práticas ajudam a manter o valor de referência estável e a tornar a cotação de seguro mais favorável. Aqui vão quatro recomendações rápidas e úteis:
- Manter a documentação em dia: certificados de atendimento, notas fiscais de peças originais e histórico de revisões ajudam a comprovar a originalidade e o cuidado com o veículo, fatores que costumam ser valorizados pela FIPE e pelas seguradoras.
- Conservar o veículo em condições próximas ao original: manter peças originais, evitar modificações significativas que possam impactar a identidade do modelo e realizar revisões periódicas conforme o manual do fabricante.
- Registrar a quilometragem correta e confiável: leituras precisas ajudam a sustentar a percepção de uso real do veículo, influenciando a avaliação do valor de mercado pela FIPE e, por consequência, o custo do seguro.
- Realizar inspeções periódicas com mecânico de confiança: manter o veículo em boas condições reduz o risco de sinistros e melhora a confiança da seguradora na hora de estabelecer o capital segurado e as coberturas.
Considerações finais para quem busca proteção adequada
Ao planejar a proteção de uma Kawasaki Avijet 100cc ou Classic 100cc de 1997, o foco não está apenas em pagar menos pelo prêmio. Trata-se de alinhar o custo da apólice com o valor atual de mercado do veículo, a probabilidade de sinistro e a qualidade da reposição de peças originais em caso de dano. A Tabela FIPE oferece um norte objetivo para esse equilíbrio, mas é essencial que o corretor contextualize esse valor com a condição prática do exemplar em questão, as revisões realizadas, a originalidade de componentes e o histórico de manutenção. Com esse olhar técnico, o seguro não é apenas uma obrigação, mas uma ferramenta de proteção eficaz para o proprietário de uma motocicleta clássica, que carrega história, custo de reposição e prazer de pilotar.
Se você está buscando a melhor combinação entre proteção, custo e tranquilidade, considere uma cotação com a GT Seguros. Uma avaliação feita sob medida pode trazer condições que respeitam o valor de mercado do seu modelo e cobrem as necessidades específicas da sua rotina de uso.
