| Mês | Preço |
|---|---|
| Mar/26 | R$ 14.376,00 |
| Fev/26 | R$ 14.408,00 |
| Jan/26 | R$ 14.182,00 |
| Dez/25 | R$ 13.959,00 |
| Nov/25 | R$ 13.980,00 |
| Out/25 | R$ 14.014,00 |
| Set/25 | R$ 14.059,00 |
| Ago/25 | R$ 14.089,00 |
| Jul/25 | R$ 14.112,00 |
| Jun/25 | R$ 14.127,00 |
| Mai/25 | R$ 14.156,00 |
| Abr/25 | R$ 14.169,00 |
Como a Tabela FIPE orienta a avaliação do Hyundai Elantra GLS 2.0 16V Mec. 2001 no mercado brasileiro
A Tabela FIPE funciona como referência central para entender o valor de mercado de veículos usados no Brasil. Ela consolida informações de transações reais, anúncios e pesquisas de mercado para construir uma faixa de preços de referência, atualizada mensalmente. Quando aplicamos esse recurso ao Hyundai Elantra GLS 2.0 16V Mec. 2001, é essencial compreender que a FIPE fornece uma referência ampla, não uma garantia de venda ou uma cotação única para cada unidade. Modelos de 2001 costumam apresentar maior variabilidade de preço em função do estado de conservação, da quilometragem, da procedência e de eventuais customizações que tenham sido realizadas ao longo dos anos. Pensar na FIPE como um ponto de partida ajuda proprietários, compradores e profissionais de seguros a alinhar expectativas, planejar negociações ou precificar coberturas com mais clareza, sem perder de vista as particularidades de cada carro.
Para o segmento de seguros, por exemplo, o valor de referência da FIPE é amplamente utilizado como base de indenização ou de cobertura de terceiros, o que reforça a importância de entender as limitações e as vantagens desse instrumento. No caso específico do Hyundai Elantra GLS 2.0 16V Mec. 2001, a leitura da tabela deve considerar o contexto de uma década de uso, com possíveis diferenças entre unidades que preservaram o acabamento original e aquelas que passaram por substituições de peças, manutenção ou restauros. Além disso, a FIPE não substitui uma avaliação técnica detalhada: para seguros, vistoria, comprovante de histórico de manutenção e estado real do veículo costumam influenciar a definição de coberturas, valores de franquia e condições de prêmio. Abaixo, exploramos a ficha técnica do carro, o histórico da marca e como interpretar a Tabela FIPE para este modelo específico.

Ficha Técnica do Hyundai Elantra GLS 2.0 16V Mec. 2001
A seguir está uma síntese objetiva das características que definem o conjunto mecânico, o desempenho e o layout deste veículo na configuração GLS com motor 2.0, câmbio manual. Esses itens ajudam a entender o que a FIPE considera para fins de referência, bem como o que o proprietário deve observar ao avaliar o estado de conservação.
- Motorização: 2.0 16V; gasolina, quatro cilindros, alimentação multiponto
- Transmissão: manual de cinco velocidades
- Tração: dianteira
- Cilindrada: aproximadamente 2.0 litros
Além desses itens, vale contextualizar que o Elantra GLS 2.0 16V Mec. 2001 é um sedan de segmento compacto-próximo de midsize, com foco em espaço interior, conforto adequado para a época e configuração de acabamento que priorizava praticidade. O conjunto mecânico, em termos de desempenho, costuma entregar resposta moderada para ultrapassagens, socialmente adequada para uso diário, com manutenção que, por ser antiga, requer atenção redobrada para manter funcionamento estável. O peso, o consumo e a dinâmica de dirigibilidade variam conforme o estado de conservação, o que reforça a importância de uma avaliação cuidadosa ao comparar unidades com o mesmo código FIPE.
A marca Hyundai e o contexto da Elantra
A Hyundai é uma montadora sul-coreana que ganhou relevância mundial ao longo das últimas décadas, destacando-se pela relação entre custo-benefício, tecnologia acessível e garantias competitivas. No Brasil, a presença da marca trouxe aos consumidores uma opção que combinava estilo, recursos funcionais e custo de aquisição competitivo em diferentes momentos de mercado. A Elantra, como modelo global, ficou associada a propostas de sedã compacto com foco em conforto, espaço interno e confiabilidade, características valorizadas em veículos usados que circulam há anos. Em termos de reputação, a Hyundai construiu ao longo do tempo uma imagem de evolução contínua em design, qualidade de acabamento e atendimento à demanda de peças de reposição, o que favorece a manutenção de carros mais antigos, inclusive versões GLS com motor 2.0. A história da marca no Brasil, marcada por investimentos em rede de assistência técnica, garantias e suporte a proprietários, ajuda a explicar por que muitos proprietários continuam buscando modelos como o Elantra no mercado de usados, mesmo após o advento de novas gerações.
Entender a trajetória da Hyundai no Brasil também ajuda a contextualizar a disponibilidade de peças e a facilidade de manutenção para unidades antigas. Embora o Elantra GLS 2.0 16V Mec. 2001 pertença a uma geração já fora de linha, o acervo de oficinas especializadas, bem como a oferta de peças originais ou compatíveis, costuma variar conforme a região. Em termos de seguro, esse histórico de robustez e de suporte da marca tende a influenciar positivamente a percepção de risco, desde que o veículo esteja bem conservado e com documentação em dia. Assim, a combinação entre a história da marca, o estado concreto do veículo e as informações da FIPE cria um quadro mais claro para quem avalia o custo de uma cobertura, a reserva de sinistro e o prêmio associada a esse modelo específico de 2001.
Como interpretar a Tabela FIPE para o Elantra GLS 2.0 16V Mec. 2001
A Tabela FIPE é organizada por anos-modelo e versões, o que facilita a comparação entre veículos semelhantes. No caso do Hyundai Elantra GLS 2.0 16V Mec. 2001, a leitura correta envolve alguns pontos práticos. Primeiro, observe que a FIPE leva em conta as características da versão GLS com motor 2.0 16V e câmbio manual, distinguindo-a de outras variantes que possam ter diferenças de motorização, transmissão ou nível de acabamento. Em segundo lugar, a base de dados utiliza, como referência, transações de mercado de veículos usados, o que significa que unidades bem conservadas tendem a ficar mais próximas de valores altos da faixa, enquanto unidades com desgaste acentuado, alto número de proprietários, danos estruturais ou alterações não originais podem figurar abaixo da faixa. Terceiro, a idade do veículo tem papel decisivo: quanto mais antigo, maior a probabilidade de flutuações entre regiões (isso porque a disponibilidade de unidades e o interesse de compradores variam conforme o mercado local). Por fim, é importante lembrar que o valor FIPE é uma referência estável para comparação, mas não substitui uma
