Valor FIPE Atual
R$ 96.343,00
↓ 0,5% vs mês anterior
FIPE: 002093-1
Ano: 2008-3
MêsPreço
Mar/26R$ 96.343,00
Fev/26R$ 96.828,00
Jan/26R$ 97.315,00
Dez/25R$ 97.805,00
Nov/25R$ 98.297,00
Out/25R$ 98.791,00
Set/25R$ 98.653,00
Ago/25R$ 98.920,00
Jul/25R$ 98.185,00
Jun/25R$ 99.546,00
Mai/25R$ 97.594,00
Abr/25R$ 98.016,00

Guia de avaliação da Tabela FIPE para a Hilux CD SRV D4-D 4×4 3.0 D-4D Aut, ano 2008

Entendendo a Tabela FIPE e o impacto no seguro de veículos usados

A Tabela FIPE é um referencial importante para o setor de seguros no Brasil. Ela reflete uma média de valores de mercado observados pelas seguradoras com base em transações de compra e venda de veículos semelhantes em todo o país. Quando uma seguradora precisa definir o valor segurado de um carro usado, utiliza esse indicador para estimar o “valor de referência” sobre o qual a indenização em caso de sinistro e o cálculo de prêmios são baseados. Para uma Toyota Hilux CD SRV D4-D 4×4 3.0 D-4D Aut de 2008, a FIPE ajuda a estabelecer o patamar do veículo, levando em conta fatores como idade, conformidade da configuração (cabine dupla, tração 4×4, motor diesel) e histórico de mercado de veículos com características semelhantes. Vale lembrar que o valor da determinada versão pode variar conforme o estado, quilometragem, condições de conservação e alterações feitas no veículo ao longo do tempo. Por isso, entender a lógica da FIPE auxilia tanto o segurado quanto a seguradora a alinhar expectativas e coberturas compatíveis com o risco real.

Ficha técnica da Toyota Hilux CD SRV D4-D 4×4 3.0 D-4D Aut 2008

Resumo da ficha técnica:

Tabela FIPE Toyota Hilux CD SRV D4-D 4×4 3.0 TDI Diesel Aut 2008

Marca/Modelo: Toyota Hilux CD SRV D4-D 4×4 3.0 D-4D Aut

Ano/Versão: 2008, Cabine dupla (CD), SRV

Tipo de veículo: Pick-up сabine dupla, tração 4×4

Motor: 3.0 L turbodiesel D-4D (1KD-FTV), quatro cilindros em linha, turbo com intercooler

Cilindrada: 2982 cm³

Potência: 171 cv (aprox. 126 kW) a cerca de 3.800 rpm

Torque: ≈ 343 Nm entre 1.400–2.800 rpm

Transmissão: Automática de 4 velocidades

Tração: 4×4 com reduzida

Capacidade de carga útil: em torno de 970 kg (payload típico)

Capacidade de reboque: até aproximadamente 2,5–3,0 toneladas

Pneus originais e configuração de roda: geralmente 16″ ou 17″ com rodas e medidas compatíveis com cabine dupla e perfil off-road moderado

Dimensões (aproximadas): comprimento entre 5.100 e 5.150 mm; entre-eixos próximo a 3.000 mm, largura em torno de 1.760–1.840 mm (variações por mercado)

Coluna de tração e sistemas de segurança: típicos de geração 2008‑2009, com airbags frontais em versões bem equipadas, ABS em alguns mercados e controles de estabilidade conforme a configuração

Observação: detalhes exatos de alguns componentes (pneus, rodas, equipamento de série) podem variar conforme o país, a linha de produção e o pacote de opcionais instalado pela concessionária na época.

A marca Toyota: tradição, confiabilidade e presença global

A Toyota consolidou uma reputação sólida por meio de engenharia orientada à durabilidade, desempenho estável e facilidade de manutenção. Em mercados como o Brasil, a Hilux tornou-se símbolo de veículo de trabalho robusto, apto a enfrentar longas jornadas, terrenos irregulares e cargas moderadas com confiabilidade. A rede de assistência técnica e de peças da Toyota costuma oferecer reposição eficiente, o que facilita a manutenção preventiva e corretiva ao longo dos anos — um ponto de grande importância para proprietários de utilitários pesados ou de uso comercial. Além disso, a marca investe em ergonomia, conforto e recursos de uso prático em modelos de cabine dupla, que costumam receber atenção especial para quem utiliza o veículo no dia a dia, no trabalho ou em aventuras off-road moderadas. Em termos de seguro, a reputação de confiabilidade da Toyota pode atuar como benefício no momento de avaliação de risco, desde que o veículo esteja em bom estado e com as manutenções em dia, o que se traduz na preservação do valor e na previsibilidade de custos ao longo do tempo.

Como a FIPE influencia a apólice de seguro deste modelo

Para empresas e pessoas físicas que possuem uma Hilux 2008 4×4 com motor D-4D automático, a FIPE funciona como referência de valor de mercado para quem faz a avaliação de risco e a definição de coberturas. Ao determinar o prêmio, a seguradora utiliza o valor FIPE como base para calcular a indenização no caso de perda total ou o percentual de reposição de peças em um sinistro. Em veículos usados com carroceria e tração específicos, como a Hilux 4×4, esse ponto é relevante porque o histórico de uso (trabalho, turismo, utilitário) e o perfil do motorista influenciam a precificação. Além disso, alterações de mercado, disponibilidade de peças e variações regionais podem impactar o ajuste do valor segurado ao longo do tempo. Em termos práticos, isso significa que manter o veículo em bom estado, com documentação em dia, e informações corretas sobre uso e modificações ajuda a manter condições de seguro estáveis.

Fatores que influenciam o prêmio para a Hilux CD SRV D4-D 4×4 Aut (2008) — visão prática

Para entender o que pode fazer diferença no custo do seguro dessa versão, considere os seguintes pontos-chave:

  • Quilometragem atual e histórico de manutenção — veículos com menor desgaste e registros de revisões regulares costumam apresentar risco menor.
  • Modificações não originais — alterações como lift kits, troca de pneus off-road agressivos, snorkel ou rebaixos de suspensão podem aumentar o risco de sinistro e, consequentemente, o prêmio.
  • Uso do veículo — utilização para trabalho pesado, transporte de cargas com limite elevado ou uso frequente em áreas de alta irregularidade pode influenciar a taxa.
  • Coberturas escolhidas e franquias — optar por coberturas adicionais (roubo, colisão, terceiros, acessórios) e o nível de franquia impactam diretamente o valor do prêmio final.

Cuidados e boas práticas para manter a Hilux estável financeiramente na apólice

Para maximizar o equilíbrio entre proteção adequada e custo de seguro, algumas práticas costumam fazer diferença ao longo do tempo:

• Manter a manutenção preventiva em dia, com histórico de serviços registrado, ajuda as seguradoras a avaliarem o estado geral do veículo e evitarem surpresas.

• Documentar alterações e peças instaladas — especialmente itens que impactam a performance ou o uso do veículo — facilita a avaliação de risco e evita questionamentos no momento de uma eventual indenização.

• Reforçar medidas de proteção anti-furto e conservar o veículo em local seguro; itens como alarme, rastreador ou garagem coberta podem influenciar o custo do seguro de forma favorável.

• Manter um registro claro do uso (rotas, quilômetros mensais, eventuais viagens de fim de semana com off