Valor FIPE Atual
R$ 7.373,00
↓ 0,2% vs mês anterior
FIPE: 003032-5
Ano: 1996-2
MêsPreço
Mar/26R$ 7.373,00
Fev/26R$ 7.390,00
Jan/26R$ 7.407,00
Dez/25R$ 7.422,00
Nov/25R$ 7.434,00
Out/25R$ 7.452,00
Set/25R$ 6.401,00
Ago/25R$ 6.415,00
Jul/25R$ 6.426,00
Jun/25R$ 6.433,00
Mai/25R$ 6.446,00
Abr/25R$ 6.452,00

Como interpretar a Tabela FIPE para o Ford Escort GLX 1.6i 1996 e compreender sua ficha técnica

Este artigo explora o que a Tabela FIPE representa para o Ford Escort GLX 1.6i do ano 1996, trazendo uma leitura educativa sobre a ficha técnica do modelo, o papel da marca Ford no mercado brasileiro, e as implicações desses elementos para seguros e planejamento financeiro. Ao tratar de um veículo antigo, a missão é contextualizar como o valor referencial da FIPE dialoga com características técnicas específicas, histórico de uso e condições de conservação, oferecendo subsídios para quem precisa comparar opções de seguro, monitorar depreciação e entender melhor custos operacionais.

Ficha técnica do Ford Escort GLX 1.6i 1996

A seguir encontra-se um resumo técnico que ajuda a situar o Escort GLX 1.6i 1996 dentro de seu segmento, destacando aspectos que costumam influenciar avaliações de valor e seguro. Vale lembrar que pequenas variações entre mercados e séries podem ocorrer, por isso o quadro apresentado é característico da configuração mais comum associada a esse ano e versão no Brasil.

Tabela FIPE Ford Escort GLX 1.6i 1996
  • Cilindrada: 1.6 L (aprox. 1595–1596 cm³)
  • Motor: quatro cilindros, alimentação por injeção eletrônica MPFI
  • Transmissão: manual de 5 velocidades
  • Tração: dianteira

Neste conjunto, a combinação entre motor 1.6 e injeção eletrônica já oferecia resposta suficiente para uso diário, privilegiando conforto e consumo moderado. A transmissão de 5 marchas era típica da época para carros compactos e permitia boa relação entre arrancada e economia de combustível em estradas. A tração dianteira, por sua vez, favorecia manobrabilidade urbana e manutenção de custos de reparo relativamente contidos, aspectos relevantes para avaliações de seguros, já que influenciam fatores de risco como dirigibilidade em situações adversas e consumo de freios.

É comum que a ficha técnica do Escort GLX 1.6i 1996 também inclua informações sobre dimensões, capacidade de carga, consumo estimado (varia conforme país e configuração), tipo de suspensão, e equipaments de conforto. Esses elementos, quando cruzados com dados da FIPE, ajudam corretores e seguradoras a entenderem a perenidade do valor de mercado, a necessidade de coberturas específicas (roubo, incêndio, terceiros) e as possibilidades de franquia. Embora o foco aqui seja a configuração mais difundida, é fundamental reconhecer que alterações em itens como rodas, sistema de som, air bags ou itens de segurança podem alterar, ao longo do tempo, a atratividade de seguros e o custo de reparo.

Ford: trajetória da marca e presença do Escort no Brasil

A Ford é uma das marcas automotivas mais históricas no Brasil, com uma trajetória que atravessa décadas de investimento, produção local e adaptação às necessidades do consumidor brasileiro. A introdução de modelos populares, como o Escort, ajudou a consolidar a percepção de um veículo que alia robustez, conforto e praticidade para uso familiar. A presença da marca no país não se resume a um único modelo: ao longo dos anos, a Ford estabeleceu redes de concessionárias, centros de serviço e uma linha de peças com distribuição nacional, aspectos que influenciam fortemente o custo operacional e a confiabilidade a longo prazo.

Durante os anos 1990, o Escort competia num segmento de sedãs médios e compactos, disputando espaço com modelos de várias montadoras que buscavam oferecer opções modernas, acessíveis e com boa relação custo-benefício. O GLX 1.6i, em particular, representava uma combinação de mecânica simples, eventual facilidade de manutenção e conforto de uso diário — características que atraíam famílias, motoristas de trabalho e públicos que priorizavam a praticidade sem abrir mão de espaço interno. A reputação da marca em termos de rede de assistência técnica é um fator que, na prática, impacta a segurabilidade: veículos com cobertura de peças originais e disponibilidade de serviços autorizados tendem a ter processos de sinistro mais diretos e, por consequência, custos de recuperação mais previsíveis para seguradoras.

Além disso, o legado da Ford no Brasil inclui uma experiência consolidada de produção local, o que favorece a disponibilidade de peças de reposição e o entendimento das particularidades do mercado brasileiro. Mesmo quando modelos devem ser substituídos ou atualizados, a base de proprietários que mantém veículos com motorizações simples e robustas costuma manter bons índices de posse, o que, por sua vez, influi na curva de depreciação prevista pela FIPE. Por fim, compreender a história da marca ajuda a projetar cenários de seguro com adequada avaliação de riscos, considerando fatores como o histórico de recalls, as tendências de manutenção e a disponibilidade de peças, aspectos que impactam diretamente o valor segurado e o custo de políticas ao longo dos anos.

Ao discutir o Escort, é importante também reconhecer o papel histórico de modelos de uso diário na construção de uma cultura de seguro automotivo que valoriza o histórico de manutenção. Proteção adequada, revisões periódicas, uso consciente e a preservação de itens originais podem reduzir a probabilidade de sinistros graves ou de reparos custosos. Esses fatores, somados ao domínio de rede de atendimento da marca, contribuem para uma percepção de risco mais estável, e ajudam seguradoras e clientes a estabelecerem coberturas coerentes com o perfil do veículo.

Entendendo a Tabela FIPE e as suas implicações para seguros

A Tabela FIPE funciona como referência oficial de valores de mercado de veículos usados no Brasil. Ela é amplamente utilizada por seguradoras, concessionárias, bancos e outras instituições para embasar cálculos de indenização em caso de sinistro, valor de recompra, e custos de cobertura. O valor FIPE não é o preço de venda, tampouco prevê o custo de substituição exato, mas fornece uma linha de referência padronizada que facilita a comparação entre modelos, anos e versões. No caso do Ford Escort GLX 1.6i 1996, a correta interpretação da FIPE envolve alinhar o valor de referência com características específicas do veículo, como o estado de conservação, a quilometragem, o histórico de manutenção, a presença de acessórios originais e a actualização de itens de segurança.

Alguns pontos-chave sobre a FIPE e o seguro:

– A FIPE é atualizada mensalmente, refletindo mudanças de mercado e condições de oferta e demanda. Embora seja uma referência estável, pequenas variações regionais podem ocorrer, influenciando cotações de seguro de forma pontual.
– Corretores costumam ajustar o valor FIPE com base no estado do veículo, histórico de sinistros, e configurações específicas (p.ex., rodas, banco de couro, sistema de som) que podem tornar o carro mais atraente ou mais arriscado para a seguradora.
– O valor FIPE serve como base para diferentes coberturas: a indenização por perda total tende a seguir o valor de referência, enquanto coberturas parciais (danos parciais, roubo, colisões) são avaliadas com base no custo de reparação estimado, que pode ser influenciado pelo custo de peças de reposição originais da Ford.
– Em muitos casos, veículos com maior disponibilidade de peças e rede de assistência próxima podem ter prêmios mais estáveis, pois o custo de reparo tende a ser mais previsível. Por outro lado, veículos mais antigos podem exigir monitoramento de valor de mercado com frequência, pois a depreciação é acentuada à medida que o tempo avança.

Para proprietários e corretores, entender a relação entre o valor FIPE e a ficha técnica do Escort GLX 1.6i 1996 facilita a determinação de coberturas adequadas, limites de indenização e estratégias de proteção. Quando o veículo é inserido em uma cotação de seguro, o conjunto de informações técnicas, aliado ao histórico do modelo, permite ao assessor de seguros propor planos que cobrem riscos relevantes — como colisões, roubo e incêndio — sem extrapolar o orçamento do segurado. Além disso, compreender o contexto da marca Ford ajuda a antecipar necessidades de manutenção e de reposição de peças, fatores que influenciam não apenas o custo de seguro, mas também a experiência de proprietário ao longo dos anos.

Implicações práticas para seguradora e proprietário

Ao considerar o Ford Escort GLX 1.6i 1996 dentro da Tabela FIPE, surgem diversas implicações práticas para quem está buscando cobertura de seguro, bem como para quem quer entender melhor o custo-benefício de manter esse veículo em condições ideais de uso. Em termos de seguro, alguns aspectos costumam se destacar:

Primeiro, o perfil de risco associado a veículos mais antigos pode exigir avaliações específicas. Enquanto a FIPE oferece uma base para o valor de indenização, a seguradora pode levar em conta o estado de conservação, a quilometragem, e a probabilidade de peças originais serem facilmente encontradas para o Escort. Em muitos casos, proprietários com histórico de manutenções regulares e documentação completa conseguem demonstrar menor probabilidade de sinistros, o que pode refletir em prêmios mais estáveis ao longo do tempo. Em contrapartida, carros com histórico de colisões anteriores, peças não originais ou estado de conservação irregular podem exigir apólices com franquias mais altas ou coberturas específicas para danos, incêndio e roubo.

Segundo, o uso específico do veículo costuma orientar escolhas de cobertura. Modelos com uso predominantemente urbano têm perfis de risco diferentes daqueles que percorrem longas distâncias em estradas. Embora o Escort GLX 1.6i seja historicamente utilizado como veículo de uso diário, fatores como localização geográfica, disponibilidade de assistência técnica e facilidade de reposição de peças podem impactar o custo de seguro. Por isso, é comum que corretores enfatizem coberturas que ofereçam assistência 24 horas, carro reserva em caso de sinistro e proteção contra roubo — itens relevantes para quem depende do veículo para atividades diárias.

Terceiro, a fidelidade à manutenção recomendada pela fábrica pode influenciar não apenas a confiabilidade do carro, mas também o valor de mercado da FIPE. Conservar o Escort com revisões em dia, peças originais e registro de manutenções facilita a comprovação de boa condição do veículo e, consequentemente, pode colaborar para a obtenção de condições de seguro mais favoráveis. Por fim, a familiaridade com o histórico da marca Ford, aliada a uma gestão cuidadosa de documentação, pode ajudar o proprietário a demonstrar prudência financeira na posse de um carro antigo, reduzindo a previously associated com a taxa de depreciação acelerada que, muitas vezes, acompanha modelos com mais de duas décadas de uso.

Em resumo, a Tabela FIPE para o Ford Escort GLX 1.6i 1996 é mais do que uma referência de preço; é uma ferramenta de compreensão que, acompanhada pela ficha técnica, pelo histórico da marca e pela prática de manutenção, orienta escolhas de seguro mais adequadas e coerentes com a realidade do veículo. Para proprietários, entender esse conjunto de informações é um passo essencial para proteger seu investimento, planejar gastos com manutenção e buscar coberturas que realmente façam a diferença em caso de imprevistos. E para quem trabalha na área de seguros, esse conhecimento facilita a criação de propostas sob medida, que equilibram proteção, custo e tranquilidade ao segurado.

Se você está buscando uma avaliação mais aprofundada e uma cotação sob medida para este modelo, encontre opções com a GT Seguros e avalie as melhores coberturas para o Escort GLX 1.6i 1996. Uma avaliação personalizada pode considerar o estado atual do veículo, o histórico de manutenções e as suas necessidades específicas de proteção, ajudando você a escolher um plano que combine segurança, praticidade e custo acessível.

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