Valor FIPE Atual
R$ 21.057,00
↑ 1,0% vs mês anterior
FIPE: 004062-2
Ano: 1996-1
MêsPreço
Mar/26R$ 21.057,00
Fev/26R$ 20.849,00
Jan/26R$ 20.643,00
Dez/25R$ 20.439,00
Nov/25R$ 20.237,00
Out/25R$ 20.037,00
Set/25R$ 20.102,00
Ago/25R$ 20.513,00
Jul/25R$ 20.310,00
Jun/25R$ 20.109,00
Mai/25R$ 19.910,00
Abr/25R$ 19.520,00

Guia técnico sobre a Tabela FIPE para o GM Suprema GLS 2.0/2.2, ano 1996

Entendendo a importância da Tabela FIPE para modelos GM no Brasil

A Tabela FIPE funciona como referência amplamente aceita para avaliar o valor de mercado de veículos usados no Brasil. Ela é amplamente utilizada por seguradoras, compradores e vendedores para estimar o preço de reposição em ocorrências de sinistros, bem como para fundamentar negociações em transações de veículo usado. Quando o assunto é um modelo antigo, como o Chevrolet Suprema GLS 2.0/2.2 de 1996, a FIPE ajuda a padronizar a referência de valor levando em conta a versão do motor, o ano de fabricação e o estado de conservação do automóvel. No entanto, por se tratar de um veículo com mais de duas décadas, o valor FIPE pode variar bastante conforme a disponibilidade de peças, a rede de assistência na região e o histórico de manutenção. Esse viés é especialmente relevante para o universo de seguros, que utiliza esse valor como parâmetro para a indenização ou reposição em caso de sinistro. Além disso, a FIPE não substitui a avaliação técnica individual do veículo, mas funciona como base inicial para a cotação de seguros, entre outras operações do mercado automotivo.

Ficha técnica resumida do Chevrolet Suprema GLS 2.0/2.2 (1996)

A Chevrolet, representada pela GM do Brasil, ofereceu no final dos anos 1990 o Suprema GLS em versões com motor 2.0 e motor 2.2, com foco em oferecer conforto, espaço interno e confiabilidade típica da marca na época. Abaixo estão os destaques técnicos que costumam compor a ficha de referência para este modelo, com variações entre as versões 2.0 e 2.2 conforme a configuração original de fábrica:

Tabela FIPE GM – Chevrolet Suprema GLS 2.2 / 2.0 1996

Marca: Chevrolet (GM do Brasil)

Modelo: Suprema GLS (versões 2.0 e 2.2)

Ano de fabricação/versão consideradas: 1996 (modelo de produção)

Motorização: quatro cilindros em linha, aspirado

Cilindrada: 2.0 L ou 2.2 L, dependendo da versão

Potência: aproximadamente entre 90 e 110 cavalos-vapor (cv) conforme a versão e o sistema de gestão eletrônica

Torque: em torno de 12 a 16 kgf.m, variando com a calibragem do motor e o câmbio

Transmissão: manual de 5 marchas; opção automática de 4 marchas nas versões equipadas

Tração: dianteira

Alimentação/Injeção: sistema de alimentação a gasolina com injeção eletrônica na maioria das unidades de fábrica

Sistema de freios: discos na dianteira e tambor/reação na traseira (configuração típica de sedã médio da época)

Suspensão: dianteira independente (tipo McPherson) e traseira com eixo rígido ou semi-independente, de acordo com a linha de acabamento

Dimensões (aproximadas):

Comprimento: ~4.70 m

Largura: ~1.70 m

Altura: ~1.40–1.45 m

Entre-eixos: ~2.70–2.75 m

Peso estimado: ~1.150–1.350 kg (varia com o equipamento e a motorização)

Capacidade do tanque de combustível: ~50–60 L

Capacidade de bagagem: porta-malas de tamanho típico para sedã de segmento médio da época

A história da marca GM no Brasil e o lugar do Suprema GLS no mercado

Entre as décadas de 1980 e 1990, a General Motors do Brasil consolidou uma presença significativa no mercado automotivo nacional, com uma linha de veículos que buscava combinar robustez, conforto e facilidade de manutenção. O Supremo GLS entrou nesse portfólio como uma opção de sedã médio para famílias que valorizavam espaço interno e acabamento simples, mas com robustez associada às linhas da GM. Nesse período, a GM investiu em redes de assistência técnicas em várias regiões do país, buscando oferecer peças de reposição com maior disponibilidade e serviços de manutenção que pudessem acompanhar a demanda de uma frota de veículos de uso familiar e corporativo. O Suprema GLS, em suas versões 2.0 e 2.2, refletia essa estratégia: motores relativamente simples, fabricados para facilitar o combate ao custo de propriedade, e um interior que privilegiava o conforto sem exigir gastos excessivos com manutenção especializada. Ao longo dos anos, esse modelo tornou-se parte do repertório de muitos proprietários que procuravam um sedã com boa capacidade de passageiros e um conjunto de componentes mecânicos que pudessem ser mantidos com serviços técnicos gerais, sem depender de uma rede de concessionárias extremamente especializada.

Como a Tabela FIPE influencia a cotação de seguro deste modelo

Para seguradoras, o valor FIPE funciona como referência padrão para estimar o valor de reposição em caso de sinistro total ou para calibrar os valores de indenização em sinistros parciais. Modelos antigos da GM, como o Suprema GLS 2.0/2.2 de 1996, costumam exigir um olhar específico por parte das seguradoras, já que a disponibilidade de peças, o custo da mão de obra especializada e a variação de peças usadas podem influenciar o custo final de reparo. Além disso, o estado geral de conservação, a quilometragem e o histórico de manutenções são fatores que impactam diretamente o valor FIPE aplicado a cada veículo. Em seguros, esse valor serve como referência de mercado, não como custo exato de reposição, mas é um referencial importante para determinar coberturas de indexação, indenização em caso de perda total e limites de garantias. Por fim, vale destacar que a FIPE é atualizada mensalmente, mas ajustes locais devido a disponibilidade de peças e a custos regionais podem ocorrer, tornando útil a avaliação de um corretor de seguros que leve em conta particularidades do veículo e do perfil do segurado.

Fatores que influenciam o valor FIPE deste modelo específico

  • Condição do veículo: conservação externa, estado da carroceria, ferrugem e corrosão afetam o valor percebido.
  • Quilometragem e histórico de manutenção: unidades com histórico de revisões regulares costumam ter maior valor relativo.
  • Versionamento (2.0 vs 2.2) e características específicas: equipamentos, câmbio e opções de acabamento influenciam a avaliação.
  • Disponibilidade de peças e rede de assistência na região: regiões com maior oferta de peças e profissionais especializados tendem a manter o valor FIPE de forma mais estável.

Boas práticas para proprietários e seguradoras que trabalham com o Suprema GLS

Para proprietários, adotar uma estratégia de seguro que leve em consideração as particularidades de um veículo histórico ou de idade avançada pode fazer diferença na proteção e no custo final da apólice. Já para as seguradoras, entender as especificidades do Suprema GLS 2.0/2.2 ajuda a calibrar coberturas, franquias e limites de acordo com o verdadeiro risco envolvido. Abaixo estão recomendações-chave:

  • Manter um histórico de manutenção organizado, com notas fiscais e recibos de serviços realizados. Isso facilita a comprovação de conservação e pode influenciar positivamente o valor de cobertura.
  • Documentar qualquer alteração ou substituição de componentes mecânicos, elétricos ou de acabamento que possam afetar o desempenho e o valor do veículo.
  • Pesquisar opções de coberturas compatíveis com veículos de idade, como proteção para peças de reposição específicas, guarnições, vidros, e danos elétricos, sem perder de vista a relação custo-benefício.
  • Realizar a cotação com uma assessoria que entenda a dinâmica de veículos clássicos ou mais antigos, para que a avaliação do valor FIPE seja aliada a uma proteção ajustada à realidade do Suprema GLS.

Para quem busca saber exatamente o que a GT Seguros pode oferecer nesse tipo de caso, vale a pena considerar uma cotação com a GT Seguros. Uma avaliação cuidadosa do perfil do veículo, do motorista e do uso semanal pode resultar em coberturas mais alinhadas com as necessidades reais do seguro.

Conectando o conhecimento com a prática: dicas para otimizar a experiência com seguros

Ao planejar a proteção do Suprema GLS, é comum surgir a dúvida sobre quais coberturas são mais adequadas para um veículo com quase 30 anos de uso. Em linhas gerais, uma combinação de coberturas que protejam danos a terceiros (responsabilidade civil), colisão, incêndio e roubo, aliada a uma assistência que inclua carro reserva e cobertura de peças específicas, costuma ser uma base sólida. Além disso, a avaliação de sinistros e a forma de indenização devem ser consideradas com atenção, especialmente quando se trata de modelos com disponibilidade de peças mais limitada. O corretor pode orientar sobre limites de indenização baseados no valor FIPE, bem como sobre possíveis ajustes de franquia. Em alguns casos, a escolha por indenização parcial ou reposição a valor FIPE pode impactar o custo da apólice, por isso a conversa com um profissional é essencial para equilibrar proteção e custo.

Resumo e considerações finais sobre a Tabela FIPE e o Suprema GLS

O Chevrolet Suprema GLS 2.0/2.2 de 1996 permanece como um exemplo clássico de sedã de espaço generoso, que carregou a reputação da GM de oferecer veículos com foco em conforto, praticidade e facilidade de manutenção. Quando falamos de seguro, a Tabela FIPE surge como referência para o valor de reposição e para a calibragem de coberturas, mas é fundamental reconhecer que cada unidade pode ter peculiaridades que a FIPE não capta isoladamente. A documentação de manutenção, a disponibilidade de peças e a rede de assistência local são fatores que ajudam a construir uma apólice mais assertiva e economicamente viável. O estudo da fimidade entre o valor de mercado estimado pela FIPE e o custo de reparo real diante de uma eventual ocorrência reforça a importância de uma consultoria especializada, que leve em conta o histórico do veículo, o uso atual e a realidade do mercado de seguros.

Se você está buscando orientação para proteger o seu GM Suprema GLS de forma adequada, considere conversar com a GT Seguros para uma cotação personalizada. Uma avaliação cuidadosa pode trazer tranquilidade e proteção compatível com o perfil do seu veículo e de seu uso diário.