Valor FIPE Atual
R$ 128.577,00
↓ 0,2% vs mês anterior
FIPE: 506143-1
Ano: 2017-3
MêsPreço
Mar/26R$ 128.577,00
Fev/26R$ 128.861,00
Jan/26R$ 129.146,00
Dez/25R$ 129.392,00
Nov/25R$ 129.587,00
Out/25R$ 129.899,00
Set/25R$ 130.317,00
Ago/25R$ 130.592,00
Jul/25R$ 130.802,00
Jun/25R$ 130.933,00
Mai/25R$ 131.196,00
Abr/25R$ 131.315,00

Análise detalhada da Tabela FIPE para o Iveco TECTOR 150E21 ATTACK ECO 4×2 Diesel Euro 5 (2017)

A Tabela FIPE é uma referência amplamente utilizada no mercado de seguros para entender o valor de reposição ou de mercado de um veículo. No caso do Iveco TECTOR 150E21 ATTACK ECO, 4×2, motor a diesel Euro 5 e ano de 2017, compreender como os números da FIPE influenciam o prêmio do seguro é essencial para corretoras, proprietários e empresas que dependem desse tipo de caminhão para operações logísticas. Este texto, voltado para o público que busca informação educativa e prática, explora a ficha técnica, o posicionamento da marca, aspectos de desempenho, manutenção e as implicações para seguros, sempre mantendo o foco no tema exato: a Tabela FIPE deste modelo específico.

Ficha técnica do Iveco TECTOR 150E21 ATTACK ECO 4×2 (2017)

Abaixo está um levantamento prático das principais especificações técnicas que costumam compor a ficha do veículo na maioria das bases de referência, incluindo a FIPE, com foco no modelo 150E21 Attack Eco, 4×2, diesel, Euro 5. Observação: números exatos podem variar conforme a edição da documentação do fabricante ou da FIPE; as informações aqui apresentadas refletem características típicas associadas a essa configuração. Use como referência para entender o perfil do trem de força, dimensões e capacidade de operação.

Tabela FIPE IVECO TECTOR 150E21 ATTACK ECO. 4×2(dies.)(E5) 2017
  • Marca e modelo: Iveco TECTOR 150E21 ATTACK ECO
  • Ano/modelo de referência: 2017
  • Categoria: Caminhão leve/padrão 4×2 com plataforma/caçamba para operações urbanas e rodoviárias leves
  • Motorização: Diesel Euro 5 com injeção avançada (common-rail) para melhor eficiência de queima e emissões reduzidas
  • Potência nominal: aproximadamente 150 cv
  • Torque máximo: faixa típica entre 550 e 700 Nm, dependendo da calibração do motor e da configuração de eixo
  • Cilindrada: em torno de 8,7 litros (motor de grande deslocamento, voltado para torque em faixa de carga)
  • Transmissão: manual, com múltiplas marchas, adequada para operação rodoviária e de carga moderada
  • Atratividade e eixo: 4×2, com eixo traseiro alimentando a tração e configuração de suspensão apropriada para veículos de média capacidade de carga
  • Pneus e rodas: rodas robustas com pneus de perfil indicado para caminhões de rodagem leve a média; medidas comuns incluem largura e aro compatíveis com roda de 22,5 polegadas
  • Freios: sistema ABS/EB (opção de EBD em versões modernas) para maior estabilidade e controle, especialmente em descidas e cargas elevadas
  • Capacidade de peso: peso bruto total (VGT) típico compatível com caminhões de plataforma leve a média; a faixa exata varia conforme configuração de cabine, chassis e cabine dupla
  • Tanque de combustível: capacidade suficiente para operações urbanas e rodoviárias com autonomia compatível com rotas médias
  • Dimensões e cabine: cabine projetada para conforto do motorista com ergonomia voltada para longos dias de operação, visibilidade adequada e área de trabalho funcional
  • Segurança: estruturas robustas, com zonas de deformação e sistemas de freios com distribuição de pressão para estabilidade durante paradas
  • Normas ambientais: conformidade com Euro 5, refletindo controles de emissões mais rígidos em comparação com gerações anteriores

Notas importantes sobre a ficha técnica: as especificações oficiais podem ter variações de acordo com o lote de fabricação, opções de configuração de fábrica e atualizações de software do motor. A FIPE utiliza dados derivados de fontes públicas e da indústria, associando-se a alterações de mercado que podem ocorrer ao longo do ciclo de vida do veículo. Por isso, é fundamental consultar o extrato específico da FIPE para o lote de produção correspondente ao veículo, antes de qualquer decisão de seguro ou de compra.

Por que a marca Iveco é relevante no segmento de caminhões leves e médios

A Iveco é uma fabricante italiana com presença global no setor de veículos comerciais. Sua linha Tector é reconhecida pela robustez, pela versatilidade de uso e pela rede de serviço técnico em várias regiões, o que é um atributo importante para frotistas que dependem de disponibilidade de peças e de assistência técnica em curto prazo. Ao entrar no universo da Tector, o comprador costuma considerar fatores como:

  • História e rede de suporte: a presença internacional da Iveco facilita acesso a peças, treinamentos de motoristas e garantia em diferentes mercados.
  • Configuração para diferentes aplicações: a linha Tector oferece opções de cavalos de força, alturas de chassis e capacidades de carga que se adaptam desde distribuição urbana até operações de rota regional.
  • Consciência de custo de operação: embora o investimento inicial possa ser mais alto do que alguns concorrentes, a durabilidade e a disponibilidade de manutenção costumam impactar positivamente o custo total de propriedade ao longo do tempo.
  • Engenharia voltada a eficiência: motores com injeção avançada e sistemas de gestão de motor ajudam na redução de consumo relativo àquilo que se espera de caminhões da sua categoria.

Para o corretor de seguros, conhecer o posicionamento da marca é essencial na avaliação de risco. A Iveco, por meio da linha Tector, costuma ter perfis de veículo com perfil de risco moderado em termos de sinistros, especialmente se comparado a veículos de maior tonelagem ou com carretas de carga extremamente sensíveis a colisões. A confiabilidade da rede de assistência técnica e a disponibilidade de peças são fatores que, historicamente, influenciam prêmios e condições de cobertura, principalmente em contratos voltados a frotas.

Desempenho, consumo e custo de operação do TECTOR 150E21 ATTACK ECO

O desempenho de caminhões como o 150E21 Attack Eco depende de vários fatores, incluindo o peso da carga, o tipo de rota (urbana, rodoviária, hilly terrain), o estado do asfalto, a aerodinâmica do veículo e a qualidade do combustível. Abaixo estão itens que costumam compor a avaliação prática de desempenho e operação para essa configuração:

  • Desempenho em subida: com torque disponível na faixa de carga, o veículo revela boa capacidade de manter velocidades estáticas em subidas moderadas quando carregado, desde que a relação de marchas seja escolhida com cuidado pelo motorista.
  • Estabilidade de operação: o conjunto 4×2 oferece boa estabilidade em velocidades de cruzeiro, especialmente em trechos planos; a suspensão e o eixo traseiro são calibrados para suportar cargas diversas sem perder a dirigibilidade.
  • Consumo de combustível: varia amplamente conforme carga, velocidade, peso transportado e condições de estrada; em cenários de operação típica de carga leve a média, é comum observar variações significativas entre rotas urbanas e rodoviárias.
  • Manutenção e peças: a disponibilidade de peças originais da Iveco facilita a manutenção dentro de prazos planejados, o que é positivo para a continuidade das operações da frota e, consequentemente, para o planejamento de seguros com menor risco de sinistros por falhas mecânicas.
  • Custos de operação: incluem não apenas combustível, mas também despesas com pneus, freios e manutenção preventiva; a escolha de rodas, pneus e calibragem adequada pode impactar diretamente a vida útil do conjunto de rodagem e o desempenho em transporte de carga.

Para empresas que utilizam o TECTOR 150E21 ATTACK ECO, entender como o desempenho e o consumo se relacionam com o custo total de operação é essencial para precificação de seguros. Além disso, fatores como histórico de manutenção, uso adequado e aderência a períodos de revisão influenciam positivamente o custo anual de seguro e a taxa de sinistralidade associada ao veículo.

Impacto da Tabela FIPE no seguro: como entender o valor de referência

A Tabela FIPE não é apenas um instrumento de referência de preço de mercado; ela também atua como base na estimativa de valores de reposição para apólices de seguro. No caso do Iveco TECTOR 150E21 ATTACK ECO, o valor FIPE pode influenciar diretamente aspectos de cobertura, limites de indenização e necessidade de taxa de depreciação. A ideia central é que quanto maior o valor de reposição ou de mercado, maior tende a ser o prêmio, pois o risco financeiro para a seguradora aumenta. Por outro lado, o uso adequado, a manutenção regular, o histórico de sinistros e o perfil da operação da frota podem mitigar esse risco e favorecer condições mais estáveis de preço.

Alguns pontos-chave sobre o uso da FIPE para esse modelo específico:

  • A FIPE considera dados de transações de veículos usados, com base em anúncios e consultas do mercado, para estabelecer um valor de referência que reflita o preço médio de reposição de um veículo similar ao modelo, ano e configuração em questão.
  • Para frotas, o valor FIPE pode servir como referência de depreciação para seguros com cobertura de valor venal, bem como para a construção de contratos com valores de reposição integrais ou parciais conforme a apólice.
  • Regiões com maior demanda por caminhões 4×2 de porte médio, principalmente em operações de distribuição e logística, costumam refletir no valor da FIPE e, consequentemente, nos cenários de prêmio.
  • A seguradora costuma cruzar o valor FIPE com outros dados operacionais: idade do veículo, milhagem, histórico de manutenção, tipo de carga, rotas percorridas e histórico de sinistros para estabelecer o prêmio final.

É relevante notar que, para quem busca entender a cobertura adequada, é fundamental alinhar o valor segurado com o objetivo da apólice. Uma cotação bem-feita para uma frota de caminhões envolve não apenas o valor atual do veículo pela FIPE, mas também as necessidades operacionais, limites de indenização, franquias, assistência 24h, cobertura para terceiros, entre outros elementos que compõem uma apólice de seguro de caminhão.

Mercado, uso comum e cenários de aplicação do Iveco TECTOR 150E21 ATTACK ECO

O Iveco Tector 150E21 ATTACK ECO, com a configuração 4×2, é frequentemente utilizado por empresas de distribuição, transporte de carga em curtas distâncias, e operações de entrega que exigem boa capacidade de carga sem o peso de um caminhão de grande porte. Em termos de mercado, os seguintes cenários são comuns:

  • Distribuição urbana e regional: o veículo é utilizado para entregas com carga de peso moderado, onde a manobrabilidade e a eficiência de consumo são fatores-chave para reduzir custos logísticos.
  • Transporte de carga geral: adequado para transportes de itens palletizados, materiais de construção leves a médios e itens industriais, desde que a capacidade de carga seja compatível com a operação prevista.
  • Programas de frota: para empresas que mantêm uma frota de caminhões médios, o 150E21 Attack Eco pode atuar como uma opção de substituição ou complemento, balanceando custo de aquisição, manutenção e disponibilidade de serviço.
  • Operações com rota mista: em trajetos com trechos urbanos e rodoviários, o veículo oferece uma combinação de manobrabilidade e autonomia de distância para manter a produtividade da frota.

Para corretores, entender esses cenários ajuda a calibrar o tipo de apólice que melhor se adapta às necessidades da operação. Pense no seguinte: uma empresa que depende de entregas diárias com peso moderado pode ter um perfil de risco diferente de uma transportadora que contrata viagens mais longas com cargas mais sensíveis. Essas diferenças impactam a forma como o seguro avalia o risco de sinistro, as coberturas necessárias (aviões de responsabilidade civil, colisão, incêndio, roubo, etc.) e as franquias adequadas para manter a cobertura eficiente sem criar custos excessivos.

Considerações para otimizar o seguro do Iveco TECTOR 150E21 ATTACK ECO

Ao planejar a cobertura para uma frota ou para o veículo individual, algumas estratégias ajudam a equilibrar proteção e custo. A seguir estão itens práticos para considerar na hora de solicitar uma cotação ou revisar uma apólice com foco no modelo em questão:

  • Adequação do valor segurado: alinhe o valor segurado com o valor FIPE atualizado e, se possível, com o custo de reposição. Evite subvalorizações que comprometam a indenização integral em caso de sinistro total.
  • Opções de coberturas: avalie combinações de seguro que protejam contra colisão, quebra acidental, incêndio, roubo/furto, danos a terceiros, e responsabilidade civil; pense também em assistência 24h, guincho e carro reserva para manter a continuidade da operação.
  • Franquias estratégicas: franquias mais altas costumam reduzir o prêmio, porém aumentam o custo em caso de sinistro. Equilibre com o histórico da frota e o custo de reposição de peças.
  • Manutenção e histórico: manter um programa regular de manutenção, com registros de serviço, inspeções e substituição de peças-chave, tende a reduzir o risco de falhas mecânicas e, consequentemente, o prêmio.

Além disso, vale considerar proteções adicionais, como cobertura para acessórios e itens de cabine, bem como a inclusão de itens de gestão de risco voltados à segurança do motorista e à integridade da operação. A integração entre o serviço de seguro e o gerenciamento da frota pode trazer benefícios ao reduzir exposições de risco e facilitar sinistros iniciados em rotas diversas.

Como a GT Seguros pode ajudar na cotação para o TECTOR 150E21 ATTACK ECO

Para proprietários e gestores que desejam uma visão clara sobre o custo-benefício da proteção adequada para o Iveco TECTOR 150E21 ATTACK ECO, a GT Seguros oferece cotações personalizadas com foco em modelos como esse. Uma avaliação bem-feita considera o valor FIPE atualizado, o uso previsto, a distribuição geográfica das rotas, o perfil do motorista e as condições de manutenção. Com uma cotação da GT Seguros, é possível obter opções de coberturas alinhadas às necessidades da operação, com termos transparentes e suporte dedicado para esclarecimentos ao longo da vigência da apólice.

Resumo: escolher a cobertura certa envolve entender o valor de referência da FIPE, o perfil de uso do veículo, as necessidades de proteção da frota e as particularidades da operação de cada empresa. A integração entre a avaliação de risco, a gestão de manutenção e as opções de cobertura disponíveis ajuda a estabelecer um pacote de seguro que proteja o investimento sem onerar desnecessariamente o orçamento da operação.

Tufo final: visão educativa sobre o papel da FIPE e o planejamento de seguro

Ao longo deste conteúdo, destacamos como a Tabela FIPE serve de referência para o valor de reposição e como esse valor impacta o prêmio de seguro. Para o modelo Iveco TECTOR 150E21 ATTACK ECO 4×2 Diesel Euro 5 de 2017, a compreensão da ficha técnica, do posicionamento da marca e das condições de uso é essencial para tomar decisões informadas, especialmente em relação à proteção financeira da operação. A FIPE funciona como um norte, mas o preço final da apólice também depende de variáveis operacionais, de manutenção e de hábitos de condução. Ao estruturar a cobertura, pense no cenário da sua frota: o que precisa ser protegido, quais riscos são mais prováveis e como manter a operação fluida com a menor exposição de custo.

Se você busca tranquilidade, segurança e uma solução de seguro que compreenda a especificidade do Iveco TECTOR 150E21 ATTACK ECO, considere solicitar uma cotação com a GT Seguros. Ela pode oferecer opções sob medida que combinem valor de reposição, rede de assistência e condições competitivas para o seu tipo de operação.