Valor FIPE Atual
R$ 74.286,00
↓ 0,2% vs mês anterior
FIPE: 513045-0
Ano: 1992-3
MêsPreço
Mar/26R$ 74.286,00
Fev/26R$ 74.450,00
Jan/26R$ 74.615,00
Dez/25R$ 74.758,00
Nov/25R$ 74.871,00
Out/25R$ 75.052,00
Set/25R$ 75.293,00
Ago/25R$ 75.452,00
Jul/25R$ 75.832,00
Jun/25R$ 76.214,00
Mai/25R$ 76.597,00
Abr/25R$ 76.982,00

Guia completo da Tabela FIPE para o Scania R-113 H 320 4×2 2p Diesel de 1992: compreensão, ficha técnica e impactos no seguro

Contexto da Tabela FIPE e sua aplicação prática para caminhões Scania

A Tabela FIPE é a referência amplamente utilizada no Brasil para estimar o valor de mercado de veículos usados, incluindo caminhões de grande porte. Ela consolida dados de transações ocorridas ao longo do tempo e serve como base para negociações, seguros e avaliações patrimoniais. Quando falamos de um modelo como o Scania R-113 H 320, 4×2, 2p, ano de 1992, é comum encontrar variações significativas no valor indicado pela FIPE, por conta de fatores como estado de conservação, histórico de manutenção, configuração da carroceria, quilometragem, originalidade de peças e eventual alterações. O objetivo deste post é oferecer uma visão educativa sobre como interpretar a Tabela FIPE nesse contexto específico, sem perder de vista a importância da ficha técnica e das particularidades de seguro para veículos mais antigos.

Ficha Técnica do Scania R-113 H 320 4×2 2p (diesel) 1992

Para quem lida com o mercado de seguros e com avaliações de risco, saber exatamente as características básicas do veículo é essencial. Abaixo está a ficha técnica consolidada para a configuração relativamente comum desse modelo, observando que pequenas variações de fábrica podem ocorrer entre unidades produzidas em 1992.

Tabela FIPE SCANIA R-113 H 320 4×2 2p (diesel) 1992
  • Motor e desempenho: diesel, cadeia de injeção direta, turboalimentado, com potência máxima em torno de 320 cavalos (aprox. 235 kW). A linha de motor típica dessa geração é conhecida pela robustez e pela capacidade de manter rotações estáveis em longas jornadas de transportes de carga.
  • Transmissão e tração: manual, com 6 velocidades à frente, transmissão pensada para atividades de longas distâncias e carga elevada. Tração 4×2: dois eixos motrizes, adequado para uso rodoviário em estradas com condições diversas de piso.
  • Cabine e configuração: cabine alta (H), com 2 portas e capacidade para 2 ocupantes, desenvolvida para conforto do motorista em jornadas prolongadas e com boa ergonomia para operações de logística. A configuração 4×2 é comum em caminhões de porte médio a pesado destinados ao transporte de carga em rodovias.
  • Dados operacionais básicos: peso bruto total (PBT) típico na faixa de caminhões pesados com cabine alta, com tanque de combustível de capacidade considerável para longas distâncias. A configuração de rodas traseiras e os pneus (multiplicidade de opções, frequentemente em pneus de grande diâmetro) acompanham o padrão da indústria de caminhões da época. Vale lembrar que o PBT, o peso em ordem de serviço e a capacidade de carga variam conforme a carroceria instalada, o estado de conservação e a finalidade de uso.

Observação importante sobre a ficha técnica: como se trata de um veículo fabricado em 1992, existem várias configurações possíveis dentro da linha R-113 H 320. O conjunto acima descreve a configuração típica para esse modelo específico, mas valores exatos de torque, dimensões e capacidade de carga podem variar conforme a unidade. Para ambientes de seguro, esse conjunto de dados ajuda a entender o cenário geral de desempenho e uso, servindo de base para estimativas, sem substituir uma vistoria técnica detalhada em caso de sinistro ou contratação de cobertura.

História da marca Scania e seu peso no mercado de caminhões

A Scania é uma fabricante sueca com forte tradição na produção de caminhões, ônibus e motores industriais. Desde o século XX, a marca consolidou-se como referência em durabilidade, segurança e eficiência operacional. O portfólio Scania para caminhões é conhecido pela modularidade, permitindo configurações que atendem a diferentes nichos de transporte — desde distribuição urbana até operações de longas distâncias e logística pesada. A reputação de confiabilidade da marca está associada ao design de motores robustos, sistemas de telemática, peças de reposição amplamente disponíveis e rede de assistência técnica global. Quando um Scania R-113 H 320 entra em cena, a percepção de valor não se resume apenas ao desempenho bruto, mas também à longevidade do conjunto, à facilidade de manutenção e ao custo de reposição de peças ao longo de décadas de uso. Para frotas e proprietários independentes, essa combinação costuma justificar investimentos em seguros que preservem o valor de revenda, reduzam riscos operacionais e garantam continuidade de operação em regimes de transporte exigentes.

Interpretação da Tabela FIPE para o Scania R-113 H 320 4×2 2p Diesel (1992)

Ao considerar a Tabela FIPE para esse modelo, é importante entender os fatores que influenciam o valor apresentado. A FIPE leva em conta a idade do veículo, o modelo específico, a disponibilidade de peças originais, o estado de conservação e a demanda de mercado. Em caminhões de 1992, a variação entre unidades pode ser maior do que em veículos mais novos, pois cada unidade pode ter um histórico de uso distinto — desde o tipo de carga transportada até a quilometragem acumulada e o cuidado com a manutenção.

Quando o objetivo é segurador ou financeiro, a FIPE serve como referência para estabelecer uma base de valor. No entanto, para fins de seguro, o prêmio também depende de outros componentes, incluindo a cobertura pretendida (casco, responsabilidade civil, assistência, guincho, por exemplo), o perfil de uso (distância média anual, rotas, zonas de operação) e o histórico de sinistros. Em virtude da idade, é comum que as apólices de caminhões com esse tipo de veículo ofereçam opções de proteção redobrada para componentes críticos e garantia de reposição de peças originais, bem como cláusulas específicas que tratem de eventos como corrosão, desgaste natural e danos acidentais em vias de terra ou estradas com pavimentação ruim.

Impactos práticos na contratação de seguro para esse modelo

Para quem busca uma cobertura adequada para o Scania R-113 H 320, é essencial alinhar o entendimento técnico com as particularidades do seguro de caminhões usados. A seguir, pontos-chave que costumam influenciar a avaliação de risco e o custo do seguro:

  • Estado de conservação: a idade do veículo torna o estado mecânico crítico. Uma manutenção preventiva consistente tende a reduzir o risco de sinistro e pode impactar positivamente o prêmio.
  • Histórico de sinistros: unidades com histórico de acidentes ou avarias graves podem ter tarifas mais elevadas ou exigência de coberturas adicionais, dependendo do diagnóstico técnico.
  • Uso e rotas: caminhões que operam em rotas com maior tráfego, condições climáticas adversas ou trechos com pavimento precário costumam exigir coberturas mais abrangentes, incluindo assistência 24h e guincho.
  • Tipo de carroceria e carga típica: a configuração 4×2 de 1992 pode operar com diferentes tipos de carrocerias. A natureza da carga influencia o risco de dano ao veículo e, consequentemente, o valor segurado e as coberturas adequadas.

Essa avaliação, aliada à Federação de Transporte e ao histórico de manutenção, ajuda a calibrar o valor segurado e a granularidade das coberturas. O objetivo é equilibrar proteção suficiente com custo adequado, evitando subseguro (falha em cobrir perdas relevantes) ou superseguro (pagamentos excessivos por coberturas desnecessárias).

Cuidados com o valor FIPE e dicas para manter o valor de mercado

Manter o Scania R-113 H 320 com boa apresentação física, manutenção regular e documentação em dia ajuda a sustentar o valor de mercado estimado pela FIPE — o que, por consequência, pode impactar positivamente o prêmio de seguro. Algumas práticas simples podem fazer diferença ao longo do tempo:

  • Manter registros de manutenção robustos, com datas, quilometragem, peças substituídas e serviços realizados.
  • Utilizar peças originais ou de qualidade equivalente quando substituições forem necessárias, evitando adaptações que possam comprometer a homologação ou a segurança.
  • Preservar a integridade da cabine e da carroceria, protegendo contra corrosão, amassados e ferrugem que degradam o estado geral do veículo.
  • Realizar avaliações técnicas periódicas, principalmente se houver alterações de configuração ou se o veículo for utilizado em atividades com maior desgaste mecânico.

Quando o objetivo é entender o valor de referência para seguro ou venda, a FIPE oferece o padrão de comparação entre veículos semelhantes. Para usuários com o Scania R-113 H 320, manter o conjunto em condição compatível com o padrão da época ajuda a sustentar o equilíbrio entre proteção contratada e custo do seguro.

Conciliação entre FIPE, manutenção e seguro: uma visão prática

A relação entre o valor FIPE e as opções de seguro não é automática: o FIPE dá o ponto de partida para o valor de reposição ou indenização em caso de sinistro, mas a apólice pode contemplar valores diferentes, como o valor de reparo efetivo, o valor de reposição em peças originais ou até o valor de mercado atual com desconto pelo estado de uso. Caminhões de 1992 exigem uma avaliação cuidadosa para evitar lacunas de cobertura. Por essa razão, muitas seguradoras oferecem cláusulas específicas para veículos clássicos ou de idade elevada, incluindo limites de idade do veículo, franquias diferenciadas e opções de cobertura para peças críticas que costumam ter custo elevado de reposição.

Para proprietários e frota que operam com Scania R-113 H 320, a leitura da FIPE deve ser acompanhada