Valor FIPE Atual
R$ 181.660,00
↓ 0,2% vs mês anterior
FIPE: 513106-5
Ano: 2004-3
MêsPreço
Mar/26R$ 181.660,00
Fev/26R$ 182.061,00
Jan/26R$ 182.463,00
Dez/25R$ 182.811,00
Nov/25R$ 183.086,00
Out/25R$ 183.527,00
Set/25R$ 184.117,00
Ago/25R$ 184.505,00
Jul/25R$ 184.801,00
Jun/25R$ 184.986,00
Mai/25R$ 185.357,00
Abr/25R$ 185.524,00

Como a Tabela FIPE classifica o Scania R-164 CA 480 8×4 NZ 2p (diesel) 2004

A Tabela FIPE funciona como uma referência de mercado amplamente utilizada no Brasil para estimar a correção de valores de veículos usados, inclusive caminhões grandes. Embora o objetivo principal da FIPE seja ampliar a previsibilidade de negociações entre compradores e vendedores, ela também serve como referência para seguradoras, despachantes e empresas de fomento à reposição de frotas. No contexto de caminhões pesados, como o Scania R-164 CA 480 8×4 NZ 2p (diesel) 2004, a Tabela FIPE ajuda a entender o patamar de uso, desgaste e complementaridade entre o estado de conservação e o histórico de uso do veículo. Este artigo mergulha no tema com foco nesse modelo específico, explorando a ficha técnica correspondente, o peso da marca Scania no mercado e as implicações para a segurabilidade pelo prisma da FIPE, sempre mantendo o conteúdo alinhado ao tema exato proposto.

Panorama da marca Scania e seu papel no transporte pesado

A Scania é uma empresa sueca reconhecida mundialmente pela engenharia voltada a caminhões, ônibus e motores marítimos e industriais. No segmento de transporte de cargas pesadas, a Scania atua há décadas com foco em durabilidade, eficiência de consumo, confiabilidade de componentes e uma rede de serviços capaz de atender operações de longa distância e de nicho. A filosofia da marca costuma privilegiar motores potentes, sistemas de transmissão robustos e chassis projetados para suportar condições adversas de trabalho, incluindo subidas íngremes, terrenos desafiadores e jornadas com altas exigências de torque. Isso se reflete em modelos como o R-164 CA 480, que agregam torque estável e resposta rápida para manter o ritmo de serviço, seja no transporte de contêineres, cargas frias ou cargas gerais de grande porte.

Tabela FIPE SCANIA R-164 CA 480 8×4 NZ 2p (diesel) 2004

Além do desempenho, a Scania investe em segurança, conforto para o motorista e inovação tecnológica. Em muitos mercados, a marca oferece soluções de telemetria, diagnósticos remotos, gestão de frotas e pacotes de serviço que ajudam as empresas a planejar manutenções, reduzir paradas não programadas e otimizar o consumo de combustível. A vida útil de um caminhão da linha Scania, especialmente em variantes de eixo 8×4, é fortemente influenciada pela qualidade de manutenção, pela periodicidade dos revisões e pela aderência a práticas de operação que preservem o conjunto motriz, o sistema de freios, o sistema de suspensão e a carroceria.

Para quem atua no setor de seguros, essa reputação de confiabilidade costuma impactar positivamente a percepção de risco, desde que haja histórico de manutenção regular, documentação em ordem e uma avaliação transparente das condições de uso. A segregação entre uso urbano, rodoviário, terrenos acidentados ou trechos de tração pesada pode influenciar a produtividade de uma frota e, por consequência, as condições de cobertura e as condições de prêmio com base em dados de referência da FIPE.

Ficha técnica resumida do Scania R-164 CA 480 8×4 NZ 2p (diesel) 2004

  • Fabricante: Scania
  • Modelo/configuração: R-164 CA 480 8×4 NZ 2p (diesel), ano de fabricação 2004
  • Motorização: motor a diesel de alta cilindrada (12,7 L), 6 cilindros em linha, turboalimentado, com desempenho orientado para aplicações pesadas
  • Potência e torque: potência nominal em torno de 480 hp; torque típico na faixa de ~2100 Nm, variando conforme calibragem da motorização e especificação de fábrica
  • Transmissão e eixo: transmissão de múltiplas velocidades (opções manuais ou automatizadas), configuração 8×4 com dois eixos motrizes traseiros, adequado para transporte de cargas de grande porte
  • Peso Bruto Total (PBT): configuração visando PBT aproximado em 40.000 kg, típica de caminhões pesados com conjunto 8×4 e cavalos de reboque integrados

Observação importante sobre a ficha técnica: dados como potência, torque, capacidade de tração e PBT podem variar conforme a configuração de fábrica, o país de venda e as alterações efetuadas ao longo da vida útil do veículo. Por isso, ao consultar a Tabela FIPE ou ao solicitar uma cotação de seguro, é recomendável verificar a documentação específica do veículo, o histórico de manutenções e o estado atual de conservação para que a referência da FIPE possa refletir com maior fidelidade a condição real do caminhão.

A influência da Tabela FIPE na avaliação de seguros para caminhões pesados

A Tabela FIPE atua como um norte para o mercado quando se trata de alinhar avaliações entre compradores, vendedores e seguradoras. Em veículos de carga, especialmente caminhões com especificações como o Scania R-164 CA 480 8×4 NZ 2p (diesel) 2004, o uso da referência FIPE facilita a comparação entre diferentes opções de seguro, one-to-many comissões de corretores e cálculos de depreciação. O objetivo não é fixar um preço de compra, mas sim estabelecer uma base uniforme para mensurar o valor de reposição ou o valor de indenização em caso de sinistro, sempre levando em conta a idade do veículo, o estado de conservação, o histórico de manutenção, a frequência de uso e as condições de operação.

Para seguradoras, a referência FIPE pode orientar a avaliação de risco de forma prática. Caminhões pesados com alta demanda de torque, requisitos de frete e velocidades de operação elevadas podem apresentar perfis de sinistralidade diferentes em comparação a veículos com menor peso bruto total. O 8×4 NZ, por exemplo, tende a ser exposto a situações que exigem robustez estrutural adicional, capacidade de frenagem eficiente em desníveis e resistência mecânica de componentes como o diferencial, a transmissão e a suspensão. Esses fatores são considerados juntamente com a idade do veículo (no caso, 2004, que já tem bastante tempo de uso) para determinar prêmios, franquias e coberturas adequadas.

Além disso, a FIPE ajuda a padronizar informações que a empresa de seguros utiliza para oferecer cotações mais justas e previsíveis. Quando o modelo é o Scania R-164 CA 480 8×4 NZ 2p (diesel) 2004, a seguradora pode considerar a combinação entre a robustez da marca, a reputação de confiabilidade do conjunto motriz e a probabilidade de demanda de peças de reposição — fatores que influenciam o custo de sinistros e, consequentemente, o custo do seguro. Em termos práticos, isso significa que o corretor pode comparar opções de coberturas com maior base de dados padronizada, propondo soluções que equilibrem custo de prêmio com nível de proteção, assistência e coberturas de responsabilidade civil, casco, carga e terceiros.

Como a FIPE ajuda a manter o equilíbrio entre custo, cobertura e tranquilidade operacional

Quando uma empresa de transportes escolhe entre diferentes opções de seguro para um caminhão como o Scania R-164 CA 480 8×4 NZ 2p, a referência FIPE atua como uma âncora estável. O objetivo é assegurar que a indenização prevista no contrato esteja alinhada com o que o mercado entende como valor de reposição ou de indenização por uso. Em operações de frota, a consistência entre o valor de referência e a prática de seguro evita surpresas no momento de sinistro, facilita a avaliação de depreciação e ajuda na tomada de decisão sobre pacotes de coberturas adicionais, como proteção de motor, guincho, assistência 24 horas, entre outros. A FIPE, portanto, não dita o preço da apólice, mas orienta a construção de propostas transparentes e justas para o cliente e para a seguradora.

Além disso, entender a leitura da FIPE para um modelo específico, como o R-164 CA 480, ajuda a reconhecer as variáveis que podem acelerar ou reduzir o custo do seguro ao longo do tempo. A idade do veículo, o histórico de manutenções, a qualidade da documentação, o treinamento do motorista e a adoção de boas práticas de operação influenciam a experiência de risco associado ao uso do caminhão. Em termos práticos, empresas com frotas bem mantidas, com registros de revisões periódicas, pneus em bom estado, freios bem conservados e um histórico de sinistros controlado frequentemente observam trajectórias de prêmio mais estáveis ao longo dos anos.

Para corretores e clientes, compreender a relação entre a FIPE e o seguro facilita a comunicação. O corretor pode traduzir termos técnicos e indicadores de mercado para uma linguagem prática, explicando como cada decisão (por exemplo, escolher uma cobertura de casco com franquia reduzida versus uma cobertura de danos apenas a terceiros) impacta o custo total da proteção, sem perder de vista a necessidade de manter o caminhão em operação, com o mínimo de paralisações e o máximo de disponibilidade. Em resumo, a FIPE funciona como uma bússola que orienta tanto a precificação quanto a escolha de coberturas de forma mais previsível e alinhada com o que o mercado demanda.

Boas práticas para alinhar o Scania R-164 CA 480 8×4 NZ 2p (diesel) 2004 com a FIPE e com as seguradoras

Para quem opera essa configuração de caminhão, algumas práticas simples podem contribuir para uma leitura mais favorável da FIPE pela seguradora e, por consequência, para condições de apólice mais estáveis ao longo do tempo. Seguem recomendações que costumam fazer diferença na avaliação de risco e na confiabilidade operacional:

1) Manutenção regular e documentação organizada: manter um cronograma de revisões preventivas, registros de troca de peças, filtros, óleo e componentes críticos, além de manter a documentação do veículo atualizada, ajuda a demonstrar zelo com o ativo e reduz a incerteza para a seguradora.

2) Verificação de itens de segurança e conformidade: pneus em bom estado, sistema de freios em condições adequadas, sistema de iluminação funcional e itens de segurança não defeituosos reduzem o risco de sinistro e de custos adicionais no reparo.

3) Controle de histórico de uso: manter dados sobre itinerários, tipos de carga, distância percorrida e condições de operação facilita que a seguradora avalie o perfil de risco do veículo dentro da referencia FIPE.