Valor FIPE Atual
R$ 197.251,00
↑ 1,1% vs mês anterior
FIPE: 513190-1
Ano: 2010-3
MêsPreço
Mar/26R$ 197.251,00
Fev/26R$ 195.048,00
Jan/26R$ 196.029,00
Dez/25R$ 197.015,00
Nov/25R$ 198.006,00
Out/25R$ 199.002,00
Set/25R$ 200.003,00
Ago/25R$ 201.009,00
Jul/25R$ 202.020,00
Jun/25R$ 203.036,00
Mai/25R$ 204.057,00
Abr/25R$ 205.083,00

Entenda como a Tabela FIPE orienta a avaliação do Scania R380 A 4×2 2p (diesel) 2010 para seguros

Ficha Técnica do Scania R380 A 4×2 2p (diesel) 2010

Para compreender a referência de valor na Tabela FIPE é essencial considerar a configuração específica do modelo. Abaixo, apresentamos uma ficha técnica resumida para o Scania R380 A 4×2 2p, ano de fabricação/modelo 2010, com foco nos elementos mais relevantes para seguros e avaliação de mercado. Pequenas variações de configuração – como itens de carroceria, transmissão e estado de conservação – podem influenciar o preço de referência na FIPE, por isso é comum encontrar faixas quando há diferentes escolhas de equipamento entre unidades do mesmo ano.

  • Tipo de veículo: Caminhão de chassis rígido com tração 4×2, cabine R, 2 portas
  • Motor: Diesel, 6 cilindros em linha, deslocamento próximo de 12,7 litros
  • Potência: faixa entre 360 e 380 cavalos
  • Transmissão: manual de 12 a 16 velocidades ou opção automática/semi-automática, conforme configuração

Neste conjunto, a FIPE considera a combinação entre motor, trasmissão, cabine e o estado declarado do veículo para calcular o valor de referência. A configuração 4×2 é comum para caminhões de média a longa distância com foco em cargas pesadas, mas a FIPE também leva em conta o uso na prática, a quilometragem e a idade do veículo. A soma de todos esses aspectos ajuda a definir o que o mercado considera como “valor de mercado” para esse modelo específico em 2010.

Tabela FIPE SCANIA R-380 A 4×2 2p (diesel) 2010

O que é a Tabela FIPE e qual o papel dela no seguro de caminhões

A Tabela FIPE é uma enciclopédia de valores de veículos usados no Brasil, consolidada pela Fundação Instituto de Pesquisas Econômicas (FIPE). Ela funciona como referência amplamente aceita pela indústria de seguros, concessionárias, lojas e compradores. Quando uma seguradora precisa estimar o valor de indenização de um Scania R380 A 4×2 2p 2010 após um sinistro total ou de peças, o valor FIPE serve como base objetiva para o “valor de mercado” do bem. Em muitos contratos, esse valor pode ser utilizado para estabelecer a garantia de cobertura, o que significa que o pagamento de uma indenização é alinhado à faixa de referência da FIPE, ajustada pela condição do veículo, pela localização geográfica e pela disponibilidade de peças de reposição no momento do sinistro.

É importante entender que a FIPE não determina o prêmio do seguro por si só. O prêmio é resultado de um conjunto de fatores que incluem o perfil do motorista, o histórico de sinistros, o uso do veículo, a região de atuação, o tipo de carga transportada e as coberturas escolhidas. Ainda assim, para caminhões usados como o Scania R380 A, a FIPE é a bússola de referência que facilita acordos entre seguradoras e clientes, tornando o processo de avaliação mais transparente e previsível.

Fatores que influenciam o valor FIPE deste modelo

Embora a Fipe forneça uma faixa de valor baseada em dados agregados, diversos aspectos específicos do veículo impactam diretamente a nota de referência para este Scania. Entre os principais fatores, destacam-se:

Quilometragem, estado de conservação e histórico de manutenção: veículos com baixa quilometragem e registros de manutenção bem organizados costumam apresentar valores FIPE mais elevados, pois transmitem maior expectativa de vida útil remanescente. Por outro lado, desgaste visível, peças originais substituídas de forma irregular ou histórico de sinistros pode resultar em ajuste para baixo na avaliação.

Configuração de motor, transmissão e carroceria: pequenas diferenças entre motores, variantes de transmissão ou alterações na carroceria (como carrocerias adicionais, caçambas, ou adaptações especiais) podem alterar a percepção de utilidade e, consequentemente, o valor de referência. A FIPE tenta capturar essa diversidade, mas unidades com configurações menos usuais tendem a ficar em faixas específicas do banco de dados.

Estado e disponibilidade de peças de reposição: a rede de assistência e o tempo de reposição de peças para caminhões pesados podem influenciar a atratividade do veículo no mercado de usados. Quando a disponibilidade de peças é boa, a percepção de valor aumenta, pois o orçamento de reparo fica mais previsível aos olhos do comprador e da seguradora.

Equipamentos adicionais e itens de segurança: rastreadores, sistemas de monitoramento antifurto, freios ABS/VBS, itens de conforto ou de segurança na cabine e adaptações de carroceria podem melhorar o valor percebido. Esses itens aumentam o custo de substituição e, por isso, ajudam a sustentar o valor de referência da FIPE para o veículo.

Impacto prático para seguros e recomendações para o proprietário

Para quem tem um Scania R380 A 4×2 2p de 2010, entender o papel da FIPE no seguro significa reconhecer onde o valor de indenização pode chegar. Em termos práticos, o FIPE serve como referência para o cálculo do valor assegurado, especialmente quando o contrato prevê indenização com base em valor de mercado ou valor de reposição. Em contratos com cobertura de casco integral, o segurado pode escolher entre o valor de mercado (com base na FIPE) ou o valor de reposição imediato do bem, conforme termo contratual. A escolha entre essas opções costuma influenciar diretamente o prêmio, pois o reposição tende a ter um custo maior, refletindo o tratamento mais abrangente da seguradora.

Além disso, alguns aspectos frequentes em caminhões de 2010 ajudam a entender a faixa de prêmio associada a esse modelo: a natureza da operação (carga seca, carga úmida, perecível, cargas pesadas), a regularidade de rotas (áreas com maior risco de sinistros ou roubo), a localização geográfica (regiões com maior incidência de roubo ou vandalismo) e o histórico do motorista (treinamento, incidentes anteriores). Esses elementos costumam estreitar a faixa de valores encontrada na FIPE para esse Scania, além de guiar as seguradoras na hora de propor coberturas adicionais, limites de indenização e franquias.

Na prática, donos de frotas, transportadores e motoristas autônomos devem manter em dia os seguintes pontos para manter o alinhamento com a FIPE e reduzir surpresas na hora de contratar seguro ou renovar a apólice:

• Manutenção preventiva regular com registro claro: revisões de motor, freios, suspensão, sistema de ar e componentes críticos ajudam a manter o veículo em boa condição e a preservar o valor de referência.

• Quadro de conservação da cabine e carroceria: pintura conservada, lacres intactos, ausência de ferrugem significativa e documentação de reparos contribuem positivamente para a avaliação de valor.

• Equipamentos de segurança e monitoramento: presença de rastreadores, câmeras, alarmes de roubos e sensores de perímetro podem não apenas reduzir o risco de sinistro, como influenciar positivamente o apetite da seguradora pela cobertura de casco.

• Uso responsável e histórico de sinistros: trajetos estáveis, rotas bem definidas e histórico limpo reduzem o mito de maior risco associado a caminhões mais velhos, o que pode se refletir em condições mais favoráveis de prêmio.

Como isso se traduz em planejamento de seguro para o Scania R380 A 4×2 2p 2010

Ao planejar a apólice de seguro, quem opera esse Scania deve considerar não apenas o valor atual da FIPE, mas também o custo de reposição ante a realidade de mercado e a necessidade de proteção da frota. Em muitos cenários, as empresas optam por uma combinação de coberturas: casco (com ou sem franquia), responsabilidade civil obrigatória, proteção contra terceiros e assistência 24 horas. A escolha entre valor de mercado e valor de reposição, bem como a definição de franquias, deve refletir a gravidade dos riscos da operação, a acidez das rotas percorridas e o orçamento disponível para manter a frota.”

Uma boa prática é manter as informações da FIPE verificáveis e atualizadas na documentação da frota, já que alterações de configuração ou substituição de componentes relevantes podem exigir ajuste no valor segurado. Em contratos com a GT Seguros, por exemplo, uma cotação personalizada leva em conta o modelo, o ano e a configuração exata do veículo, o histórico de manutenção da frota e as especificidades de operação. Com isso, o valor de referência do mercado é utilizado como base para a estimativa de indenização, proporcionando previsibilidade financeira para a empresa e para o proprietário.

Para quem busca manter o equilíbrio entre proteção e custo, as seguradoras costumam sugerir medidas simples com impacto expressivo no prêmio, sem comprometer a qualidade da cobertura. Investir em manutenção regular, manter