Valor FIPE Atual
R$ 98.275,00
↓ 0,2% vs mês anterior
FIPE: 504093-0
Ano: 2007-3
MêsPreço
Mar/26R$ 98.275,00
Fev/26R$ 98.492,00
Jan/26R$ 98.710,00
Dez/25R$ 98.898,00
Nov/25R$ 102.100,00
Out/25R$ 104.169,00
Set/25R$ 102.529,00
Ago/25R$ 100.324,00
Jul/25R$ 98.745,00
Jun/25R$ 98.844,00
Mai/25R$ 99.043,00
Abr/25R$ 101.583,00

Ford Cargo 2622/2622 E 6×4 de 2007: ficha técnica detalhada, aplicações e aspectos relevantes para seguros

Visão geral da marca Ford e da linha Cargo no mercado brasileiro

A Ford Caminhões, braço brasileiro da Ford Motor Company, tem uma presença histórica no transporte de cargas pesadas no Brasil. Desde a década de 1960, a marca investiu em caminhões robustos, voltados para operações que exigem confiabilidade, durabilidade e disponibilidade de manutenção em rede de concessionárias. A linha Cargo, introduzida para atender demandas de entrega, construção e logística que exigem capacidade de carga e tração, tornou-se uma opção difundida entre caminhoneiros e frotas. Nos anos 2000, a série Cargo consolidou-se como alternativa competitiva em termos de desempenho, consumo relativo ao porte do veículo e facilidade de manutenção, fatores que influenciam diretamente a gestão de frotas e o custo total de propriedade. Além disso, a rede de assistência técnica da Ford no Brasil, aliada a módulos de treinamento para reparação de motores, transmissões e sistemas de freios, tornou mais viável manter a operação de caminhões com alto tempo de atividade. Em termos de confiabilidade, muitos operadores valorizam a disponibilidade de peças originais, bem como a padronização de componentes que facilita a manutenção preventiva e corretiva, reduzindo paradas não programadas. A configuração 6×4, como a versão 2622/2622 E, é particularmente comum em aplicações que demandam boa tração em terrenos variados e capacidade de vencer subidas com cargas pesadas, mantendo estabilidade na condução de longas jornadas.

Para quem atua com frotas, entender o histórico da marca auxilia na hora de fazer avaliações de seguro, calculando cenários de risco com base na disponibilidade de serviço, no custo de reposição de peças e na expectativa de vida útil de componentes críticos, como o motor, a transmissão e o conjunto de eixos. O Ford Cargo também é reconhecido pela modularidade de cabine e pela possibilidade de adaptar a carroceria conforme o tipo de carga, o que pode impactar diretamente na avaliação de risco pela seguradora e, consequentemente, na proposta de coberturas mais ajustadas às operações da frota.

Tabela FIPE FORD CARGO 2622/2622 E 6×4 T 3-Eixos 2p (die) 2007

Ficha técnica detalhada do Ford Cargo 2622/2622 E 6×4 T 3-Eixos 2p (diesel) 2007

Abaixo estão parâmetros que ajudam a entender a configuração típica da variante 2622/2622 E, com tração 6×4, três eixos e cabine para duas pessoas, comum nessa geração. É importante ressaltar que valores podem oscilar conforme a cabine, carroceria, tipo de motor e configuração específica de fábrica ou de concessionária.

  • Marca e linha: Ford Cargo (Caminhões da linha Cargo) – geração anterior a 2010, com foco em aplicações pesadas.
  • Modelo/configuração: 2622/2622 E, 6×4, três eixos, cabine 2 portas (2p), diesel
  • Ano de fabricação/modelo: 2007
  • Tração: 6×4 (duas rodas motrizes na linha traseira, com eixo dianteiro para direção)
  • Motor: diesel, turboalimentado, 6 cilindros em linha (configuração típica de caminhões pesados da época)
  • Deslocamento/cilindrada: geralmente na faixa de 7 a 9,0 litros, dependendo da versão exata do motor
  • Potência: aproximadamente 230 a 260 cv
  • Torque: geralmente entre 800 e 1.000 Nm, variando com a calibragem do motor e do sistema de gerenciamento
  • Transmissão: manual, com várias velocidades (comumente entre 9 a 16 marchas, dependendo da configuração de eixos e marca de transmissão associada)
  • Dimensões e cabine: carroceria compatível com 2 pessoas na cabine (duas portas), com diversas opções de comprimento de chassi e configuração de carroceria para carga longa ou carga geral
  • Capacidade de carga útil (payload): tipicamente na faixa de 14 a 20 toneladas, variando conforme a carroceria, o entre-eixos e os dispositivos de retenção de carga
  • Peso bruto total (GVW): comumente entre 26 e 28 toneladas, refletindo a configuração 6×4 de carga pesada
  • Tanque de combustível: inclui opções que variam amplamente, geralmente na faixa de 300 a 600 litros, influenciando autonomia
  • Dimensões aproximadas: comprimento total e altura variam pela configuração de chassi e carroceria, mas tende a ficar em torno de 8,5 a 9,5 metros de comprimento para configurações padrão de caçamba ou carroceria de frete
  • Emissões e compliance: veículos dessa faixa etária podem ter especificações de emissões compatíveis com normas vigentes à época de fabricação, com atualizações possíveis conforme retrofit

Aplicações práticas e cenários de uso

Caminhões da configuração 6×4, como o 2622/2622 E, são comumente empregados em operações que exigem alta capacidade de tração, boa estabilidade em curvas com carga e desempenho estável em trechos rodoviários e de estrada de chão batido. A seguir, alguns cenários típicos onde esse conjunto se mostra adequado:

  • Transporte de cargas gerais em rodovias, com pesos próximos à capacidade útil, como materiais de construção, blocos, brita e areia, entre outros componentes de obras civis.
  • Logística de setores de mineração, construção civil e infraestrutura, onde a combinação de motor robusto e tração em três eixos facilita a entrada em canteiros de obras e estradas não pavimentadas.
  • Operações de distribuição de cargas pesadas entre centros de distribuição e armazéns que exigem flexibilidade de configurações de carroceria (caçamba, contêiner, carga aberta).
  • Utilização em serviços de retirada e transporte de materiais de grande volume, onde a capacidade de carga e a estabilidade sob peso são fatores críticos para a eficiência operacional.

Na prática, a escolha por uma configuração 6×4 implica em considerar não apenas a capacidade de tração, mas também a manutenção adequada, disponibilidade de peças de reposição e disponibilidade de mão de obra especializada. Em frotas, esses fatores costumam influenciar diretamente o tempo de atividade, o custo de operação e a vida útil dos componentes, o que, por sua vez, impacta as propostas de seguro e as condições de cobertura oferecidas pelas seguradoras.

Aspectos de segurança, manutenção e considerações para seguros

Quando se fala em seguros de caminhões pesados, várias variáveis entram em jogo: o valor de reposição, o histórico de sinistros, a idade do veículo, as condições de uso e a manutenção preventiva. A Tabela FIPE, mais comum em avaliação de mercado de veículos usados, oferece uma referência de preço para o veículo em questão, o que serve de base para a apólice de casco, responsabilidade civil e demais coberturas. No caso de um Ford Cargo 2622/2622 E de 2007, a seguradora costuma considerar o seguinte:

Primeiro, o estado de conservação e a quilometragem atual. Um caminhão com manutenção em dia tende a apresentar menor probabilidade de falhas graves, o que impacta na definição de prêmios. Em segundo lugar, o histórico de sinistros do veículo e da frota, bem como a eficiência da gestão de riscos da empresa, podem influenciar o nível de franquias, limites de cobertura e necessidade de coberturas adicionais, como proteção de carga, acidente de terceiros e assistência 24 horas. Em terceiro lugar, a configuração de carroceria (caçamba, baú, siderúrgica, entre outros) pode modificar o risco de ocorrência de danos e a exposição de responsabilidade em caso de acidentes. Por fim, a idade do veículo costuma elevar o custo de seguro, pois veículos mais antigos podem exigir avaliação mais detalhada de peças de reposição, disponibilidade de peças originais e possibilidade de perda de valor de mercado.

Para quem trabalha com gestão de frotas, entender a indicação da FIPE e como ela se relaciona à avaliação de risco permite customizar coberturas para cada veículo, incorporando cláusulas de proteção contra roubo, incêndio, colisão e danos a terceiros, conforme o perfil da operação. Além disso, manter um plano de manutenção preventiva estruturado — com revisões periódicas, troca de itens críticos, registro de reparos e substituição programada de componentes — reduz consideravelmente as chances de sinistros e facilita a negociação com a seguradora na hora da renovação da apólice. Esse é um ponto relevante para quem busca manter custos sob controle sem sacrificar a proteção da frota.

Aplicação prática para gestão de frota e custo de operação

Operadores que incorporam o Ford Cargo 2622/2622 E 6×4 à sua frota costumam considerar, além da capacidade de carga, o equilíbrio entre desempenho, robustez e custo total de propriedade. Abaixo, algumas diretrizes úteis para avaliação durante a gestão de frota:

  • Capacidade de carga vs. demanda real: alinhar a configuração de carroceria com as rotas habituais e a natureza da carga para evitar transportes com capacidade ociosa ou overburden, o que impacta consumo e desgaste.
  • Manutenção preventiva programada: manter um calendário de revisões, com foco em motor, sistema de freios, suspensão e transmissão, para reduzir o risco de paradas não programadas e maior desgaste de peças.
  • Gestão de peças de reposição: priorizar a aquisição de componentes críticos de reposição para reduzir o tempo de inatividade, especialmente em regiões com menor disponibilidade de peças originais.
  • Seguro adequado às operações: escolher coberturas que protejam não apenas o veículo, mas também a carga, incluindo proteção contra roubo de carga, danos a terceiros e assistência de emergência em rota, com ajuste aos riscos específicos da atividade.

Para empresas que desejam otimizar a relação entre valor, proteção e disponibilidade, é essencial alinhar as políticas de seguro com as particularidades da frota, considerando a idade dos veículos, a atividade principal, as rotas e as condições de operação. A análise cuidadosa do histórico de manutenção, combinação de coberturas e limites de responsabilidade ajudam a criar uma solução mais eficiente do ponto de vista financeiro e de proteção.

Considerações finais e condução responsável na avaliação da Tabela FIPE

A Tabela FIPE serve como referência de mercado para avaliações de veículo usado em diversos contextos, incluindo cotação de seguros. Quando associada a veículos pesados como o Ford Cargo 2622/2622 E 6×4, ela ajuda a calibrar o valor de casco e possíveis demais coberturas, transmitindo uma base objetiva para as negociações com a seguradora. É válido lembrar que o preço de reposição em caso de sinistro pode diferir do valor indicado pela FIPE, especialmente em cenários de escassez de peças, flutuações de mercado ou variações na configuração da carroceria. Por isso, a análise deve considerar o estado real do veículo, a quilometragem, as intervenções de manutenção, a documentação e o histórico de sinistros para embasar a proposta de seguro mais alinhada às necessidades da operação. Além disso, manter a documentação em dia, com vistorias regulares e registros de manutenções, facilita a validação de valores e pode influenciar positivamente as condições de cobertura e os prêmios ao longo do tempo.

Se a sua gestão de frota busca uma proteção integrada, com soluções que entreguem tranquilidade nas rotas, vale considerar a contratação de uma cotação com a GT Seguros. Eles oferecem opções personalizadas para veículos comerciais pesados, com pacotes que contemplam diversas necessidades de proteção para frota, motoristas e cargas.