| Mês | Preço |
|---|---|
| Mar/26 | R$ 65.829,00 |
| Fev/26 | R$ 66.173,00 |
| Jan/26 | R$ 66.265,00 |
| Dez/25 | R$ 65.610,00 |
| Nov/25 | R$ 65.078,00 |
| Out/25 | R$ 65.418,00 |
| Set/25 | R$ 64.629,00 |
| Ago/25 | R$ 64.296,00 |
| Jul/25 | R$ 63.660,00 |
| Jun/25 | R$ 63.031,00 |
| Mai/25 | R$ 63.360,00 |
| Abr/25 | R$ 63.376,00 |
Entenda a aplicação da Tabela FIPE para a Toyota Hilux CD SR5 4×4 2.8 Diesel 1999
A Tabela FIPE é uma referência amplamente utilizada no Brasil para indicar o preço médio de veículos usados. Quando o tema é uma picape robusta como a Toyota Hilux CD SR5 4×4 2.8 Diesel de 1999, entender como a FIPE estima valores ajuda a quem busca contratar seguro, fazer compra ou venda com mais segurança, bem como a projetar um planejamento financeiro para manutenção e renovação de frota. Este artigo aborda, de forma educativa, o que significa a Tabela FIPE para esse modelo específico, apresenta a ficha técnica da Hilux nessa configuração e discorre sobre fatores que influenciam o valor de seguro com base nesse referencial de mercado.
Por que a FIPE é relevante para seguradoras, compradores e vendedores
A FIPE (Fundação Instituto de Pesquisas Econômicas) coleta dados de transações e avaliações de mercado para estabelecer uma faixa de valores que reflita o que está acontecendo no momento. Para seguradoras, o valor referencial da FIPE serve como base para orçar coberturas, calcular prêmios de seguro e determinar o valor de indenização em caso de perda total. Já para compradores e vendedores, a tabela funciona como um indicador objetivo de paridade entre oferta e demanda, ajudando a avaliar se o preço pedido corresponde ao que o mercado tem praticado. Em modelos como a Hilux CD SR5 4×4 2.8 Diesel de 1999, que combinam desempenho fora de estrada com utilidade prática, a leitura da FIPE pode ainda indicar a evolução de cada versão ao longo dos anos e como isso impacta a percepção de valor pelos interessados.

Nesse contexto, é essencial compreender que a FIPE não registra o preço de venda final de cada unidade, mas sim uma média de referências observadas no mercado. Variações regionais, estado de conservação, quilometragem, histórico de manutenção e acessórios podem puxar o valor para cima ou para baixo em relação à faixa consignada pela tabela. Por isso, ao utilizar a FIPE para seguros, o corretor de seguros costuma cruzar esse referencial com informações adicionais do veículo, como o estado geral, a regularidade da documentação e o histórico de sinistros, para chegar a uma proposta de coberturas que reflita o risco efetivo.
Características do Toyota Hilux CD SR5 4×4 2.8 Diesel 1999
Antes de mergulhar na ficha técnica, vale situar o perfil desse modelo dentro da linha Hilux da Toyota. A Hilux é reconhecida no mercado brasileiro por combinar robustez, versatilidade e facilidade de manutenção. A configuração SR5, associada a cabine dupla (CD) e tração 4×4, costuma oferecer recursos adicionais de conforto e utilidade para quem utiliza a picape tanto em ambiente urbano quanto em operações off-road. Em 1999, a versão 2.8 Diesel com tração 4×4 tinha apelo entre frotistas, aventureiros e aficionados por utilidade de carga, mantendo a reputação da marca pela durabilidade e pelo custo de reposição de peças relativamente estável ao longo do tempo.
Nessa década, o motor 2.8 L a diesel, associado a turbocompressão com intercooler, era compatível com uma proposta de equilíbrio entre desempenho, economia de combustível em trechos mais longos e capacidade de manter o ritmo em trechos de estrada sem carregar o peso de uma configuração com menor torque. O conjunto de transmissão manual de cinco marchas, aliado à tração 4×4, conferia ao veículo boa capacidade de enfrentamento de terrenos desafiadores, mantendo ao mesmo tempo a dirigibilidade razoável em uso diário. Esses elementos, somados ao acabamento SR5, contribuiriam para uma experiência de uso que impacta diretamente as avaliações de seguradoras ao considerar fatores de risco, como comportamento de condução, propensão a sinistros e custo de reparos.
Ficha técnica detalhada (visão geral) da Hilux CD SR5 4×4 2.8 Diesel 1999
Abaixo estão os pontos-chave da ficha técnica, apresentados de maneira objetiva para facilitar a referência em contextos de seguro, avaliação de valor e planejamento de manutenção. Para fins de clareza, a seção de itens está organizada em quatro bullets que destacam os elementos centrais dessa configuração da Hilux, sem esmiuçar números específicos que podem variar conforme o mercado ou o país de origem da unidade.
- Motor e desempenho: diesel 2.8 L, com quatro cilindros, turbocompressor e intercooler, alimentado por injeção direta. Esse conjunto oferece torque suficiente para o transporte de cargas e para a condução em condições de estrada menos favoráveis, mantendo uma relação aceitável entre desempenho e consumo.
- Transmissão e tração: caixa de câmbio manual de cinco marchas; tração 4×4 com seleção para uso em baixas velocidades (reduzida) para enfrentar terrenos íngremes, lama ou desníveis acentuados.
- Dimensões, peso e capacidade: cabine dupla (CD), com espaço adequado para ocupantes e carga útil, dentro de padrões típicos da linha Hilux da época. A capacidade de carga útil e o peso bruto total variam conforme a configuração exata e o estado de conservação; a depender do veículo, também pode haver tanque de combustível com capacidade compatível com o uso prolongado em viagens.
- Conforto e recursos de série: na linha SR5 de 1999, é comum encontrar itens de conforto e conveniência proporcionados pela configuração de cabine dupla e pelo acabamento SR5, como ar-condicionado, direção assistida, vidros elétricos e sistema de som adequado para a época. Itens adicionais, como airbags, ABS ou sistemas de assistência, podem variar de acordo com o mercado, a política de fábrica local e eventuais alterações feitas pelo proprietário ao longo dos anos.
Observação: as especificações acima sintetizam o que costuma caracterizar a versão Hilux CD SR5 4×4 2.8 Diesel de 1999. Como há variação entre unidades (melhorias de mercado, opções regionais, histórico de manutenção), é recomendável consultar o fabricante ou o manual específico da unidade em questão para confirmar números exatos de motor, torque, dimensões e capacidades antes de qualquer decisão de compra, venda ou contratação de seguro.
A Tabela FIPE e a avaliação de seguros para esse modelo
A relação entre FIPE e seguro se estabelece principalmente na base de dados que a FIPE oferece para referência. Para o modelo em foco, o veículo de 1999, com configuração CD SR5 4×4 2.8 Diesel, será posicionado pela FIPE com uma faixa de valores que leva em conta, entre outros fatores, a potência do motor, a tração, o estado de conservação típico de veículos com idade avançada e a demanda de mercado por unidades com cabine dupla e tração adicional. Em termos práticos, ao comparar cotações de seguro, as seguradoras costumam utilizar o valor FIPE como referência para o valor assegurado (limite de indenização em caso de sinistro), o que, por consequência, influencia diretamente o prêmio do seguro.
É importante entender que o valor FIPE não é uma garantia de venda, nem um preço único para cada exemplar específico. Variações regionais, quilometragem, histórico de manutenção, estado de conservação, mudanças de acessória e intervenções de aprimoramento físico podem fazer com que uma unidade valha mais ou menos do que a média FIPE para aquele modelo. Por isso, ao pedir cotações ou avaliar ofertas, utilize o FIPE como base, mas acrescente informações objetivas sobre a condição do veículo e a sua regularidade documental para obter um diagnóstico de prêmio mais preciso.
Para o corretor de seguros, compreender o intervalo de valores da FIPE facilita a comunicação com o cliente: é possível explicar por que o prêmio pode diferir entre uma Hilux bem conservada, com manutenção em dia, e outra com sinais de desgaste significativo. Em ambos os casos, o histórico de acidentes, o uso do veículo (valor de uso privado versus frota) e a presença de itens extras podem alterar o risco e, consequentemente, o custo do seguro.
Como usar a FIPE na prática para esse modelo na hora de cotar seguro
Ao solicitar uma cotação, tenha em mente que a seguradora pode pedir informações adicionais além do valor FIPE, tais como: histórico de sinistros, uso do veículo (residencial, trabalho, lazer), locais de circulação, frequência de viagens, combustível utilizado, entre outros. Fornecer dados precisos ajuda a ajustar o perfil de risco e, assim, a chegar a uma cotação mais justa. Além disso, veículos com cabine dupla 4×4 da Hilux costumam ter maior interesse de frotistas e de quem utiliza o veículo para atividades que exigem tração e robustez, o que pode refletir em prêmios com componentes de cobertura específicos (roubo, colisão, incêndio, responsabilidade civil, etc.).
Alguns pontos que influenciam a percepção de risco e, portanto, o valor de prêmio, no caso da Hilux CD SR5 2.8 Diesel de 1999, incluem: idade do veículo, suscetibilidade a danos na carroceria com uso fora de estrada, facilidade de encontrar peças de reposição, custos de mão de obra e disponibilidade de assistência técnica. Em termos de seguro, unidades com histórico de sinistros de terceiros ou colisões costumam apresentar alterações no prêmio, ao passo que manutenção em dia, registro de revisões periódicas e conservação adequada tendem a manter o custo mais estável ao longo do tempo.
Outro aspecto relevante é a eventual necessidade de coberturas adicionais, como proteção contra roubo específico de utilitários, cobertura de acessórios e itens de carregamento, ou até mesmo a opção de assistência 24 horas para uso fora de áreas urbanas. A FIPE funciona como um marco, mas as condições de cobertura variam conforme a apólice, a seguradora e o perfil de uso do proprietário.
Considerações finais para quem trabalha com seguradoras e com o mercado de usados
Para corretores, avaliadores e clientes, entender o papel da Tabela FIPE para modelos como a Hilux CD SR5 4×4 2.8 Diesel de 1999 é essencial para uma comunicação clara entre as partes. A FIPE oferece uma referência estável, que pode ser complementada por informações adicionais sobre o estado do veículo e o histórico de uso, para chegar a uma cobertura de seguro adequada ao valor real de reposição ou indenização. A combinação de uma boa documentação, um histórico de manutenção correto e uma avaliação honesta do estado de conservação facilita não apenas a aprovação de propostas de seguro, mas também a gestão de riscos a longo prazo, especialmente para veículos mais antigos ou com configuração de uso intenso como as Hilux 4×4.
Ao planejar a contratação de seguro ou a avaliação de uma transação com esse modelo, considere as seguintes dicas práticas: mantenha o registro de manutenções atualizado; documente alterações técnicas e acessórios adicionados que possam impactar a segurança ou o custo de reparo; realize inspeções periódicas para confirmar a integridade mecânica e estrutural; peça sempre uma cotação atualizada com base no valor FIPE e compare com margens reais de mercado refletem a condição do exemplar específico que você está avaliando.
Concluindo, a Tabela FIPE para a Toyota Hilux CD SR5 4×4 2.8 Diesel 1999 oferece um norte valioso para entender o valor de referência desse modelo clássico. Ao alinhar esse referencial com a ficha técnica, as condições de uso e o histórico de manutenção,
