| Mês | Preço |
|---|---|
| Mar/26 | R$ 127.809,00 |
| Fev/26 | R$ 128.091,00 |
| Jan/26 | R$ 128.374,00 |
| Dez/25 | R$ 127.103,00 |
| Nov/25 | R$ 127.294,00 |
| Out/25 | R$ 127.601,00 |
| Set/25 | R$ 128.011,00 |
| Ago/25 | R$ 128.281,00 |
| Jul/25 | R$ 128.487,00 |
| Jun/25 | R$ 127.215,00 |
| Mai/25 | R$ 129.812,00 |
| Abr/25 | R$ 129.929,00 |
Visão geral técnica e contexto da Tabela FIPE para o Scania R-124 LA 360 6×2 NA 2p (diesel) – 1999
A Tabela FIPE é a referência oficial de consultoria de valores de mercado no Brasil para veículos usados, incluindo caminhões pesados. Quando se trata de um modelo como o Scania R-124 LA 360 6×2 NA 2p (diesel) de 1999, a leitura da FIPE não se restringe a um único número. O conjunto de fatores que compõem a avaliação envolve o histórico do veículo, o estado de conservação, a quilometragem, a configuração de chassi e cabine, além de questões específicas de mercado que afetam a demanda por caminhões dessa categoria. Em termos simples, a FIPE funciona como um norte para entender quanto, em média, um veículo da sua faixa de atuação pode valer naquele período de tempo específico, servindo de base para negociações entre comprador e vendedor, ou para cálculos de seguros, financiamentos e impostos.
Para quem atua como corretor de seguros, compreender a dinâmica da FIPE associada a um pesado como o Scania R-124 LA 360 é essencial. Além de orientar a elaboração de propostas de cobertura, a referência de valor ajuda a definir limites de indenização, opções de reposição e contingências de garantia. Vale lembrar que o preço listado na FIPE não é estático: ele varia conforme o mês, a região, as condições de mercado e as particularidades do veículo. Por esse motivo, a leitura cuidadosa de cada item da ficha do veículo, associada à leitura mensal da tabela, é a prática recomendada para evitar surpresas no momento da contratação do seguro ou na contemplação de sinistros.

Ficha técnica do Scania R-124 LA 360 6×2 NA 2p (diesel) 1999
O Scania R-124 LA 360 é um caminhão de uma geração de longa data da marca sueca, reconhecida mundialmente pela robustez, rede de serviço e desempenho em operações pesadas. A seguir, apresenta-se uma síntese técnica do modelo específico descrito: 1999, diesel, 6×2, com cabine LA (provavelmente da versão de chão alto com duas portas). Os dados abaixo refletem o conjunto típico de especificações para esse tipo de configuração, observando que variações por chassi, carroceria e pacote de equipamentos podem ocorrer.
- Motor e potência: motor diesel de linha, Scania D16 ou equivalente na época, com potência nominal por volta de 360 cv, calibrado para oferecer torque elevado em faixas adequadas ao deslocamento de cargas pesadas e ao tracionamento em terrenos rodoviários com inclinações variadas. A entrega de torque costuma ocorrer de forma ampla nas rotações intermediárias, favorecendo arrancadas lentas com carga completa e condução estável em longas distâncias.
- Configuração de eixo e cabine: tração 6×2, com dois eixos motrizes (ou as opções de eixo motriz conforme versão), cabine LA de duas portas, adequada para aplicações de transporte de carga pesada, com boa visibilidade e espaço interno compatível com longas jornadas. A configuração 6×2 permite maior capacidade de carga útil em relação a eixos com menos tração, mas exige planejamento de manobras em ambientes urbanos ou estradas estreitas.
- Transmissão: tipicamente câmbio manual de várias marchas, cabendo ainda a presença de opções modernas de transmissão automatizada na linha da Scania (Opticruise) para reduzir fadiga do motorista em operações de longo percurso e facilitar engates em trechos com variação de peso. A escolha entre manual e automatizada depende da finalidade da operação (ferro-velho, entregas, transporte de carga seca, entre outros) e da preferência de gestão de frota.
- Dimensões operacionais e peso: o PBT (peso bruto total) típico para caminhões dessa categoria varia bastante conforme a configuração do chassi, carroceria e eixo. Em linhas gerais, espera-se faixa entre 28 e 32 toneladas para unidades 6×2 com cabine robusta, com distância entre eixos que pode situar-se entre 3,8 e 4,9 metros. A massa em veículo vazio (peso seco) e a capacidade de carga útil dependem diretamente da configuração específica do chassi e da carroceria instalada, bem como de eventuais restrições de fábrica ou de homologação local.
Além dessas especificações básicas, é comum encontrar variações dentro da própria linha R-124 LA 360: alguns caminhões podem ter ajustes de suspensão, tipo de diferenciais, configurações de tanque de combustível, componentes de freio e opcionais de conforto de cabine. Por isso, ao analisar a ficha técnica de um exemplar específico, é essencial cruzar os dados fornecidos pelo fabricante ou pelo contrato de aquisição com as informações físicas do veículo (número de chassis, memória de manutenção, histórico de intervenções). A combinação dessas informações é o que realmente determina o valor de mercado, a confiabilidade do ativo e, consequentemente, o custo total de propriedade ao longo dos anos.
Sobre a marca Scania
A Scania é uma das fabricantes mais respeitadas no segmento de caminhões pesados, com uma herança que remonta a décadas de experiência em transportes de carga e logística. A marca se destaca pela robustez de seus conjuntos mecânicos, pela eficiência de consumo de combustível em determinadas configurações de motor e pela versatilidade de aplicações que os caminhões da linha R costumam atender. A Scania também construiu uma reputação sólida em termos de rede de assistência técnica, disponibilidade de peças originais e programas de serviço que ajudam frotistas a manter operações com alto tempo de atividade.
Além disso, a marca enfatiza tecnologia embarcada, com soluções de diagnóstico, telemetria e gestão de frota que evoluíram ao longo dos anos. Para operadores que dependem de disponibilidade e previsibilidade de entrega, esse conjunto de fatores faz com que a Scania seja, em muitos mercados, uma opção de confiança para operações de transporte de carga pesada. O desempenho histórico da marca, aliado a uma rede de conveniência para manutenção, pode influenciar a percepção de valor na FIPE, especialmente quando o veículo apresenta um bom histórico de serviço e pouca corrosão estrutural aparente.
Como a FIPE influencia a avaliação de seguros
Para seguradoras, a FIPE funciona como uma referência de valor de cobertura e de reposição. Quando um veículo entra em uma avaliação de sinistro, o valor de indenização pode ser calibrado com base na faixa de valor indicada pela FIPE para aquele modelo, ano de fabricação e configuração específica. Há casos em que a seguradora aplica um valor de reposição a zero, incorporando a depreciação conforme o tempo de uso, o estado de conservação e o histórico de sinistros, mas o reference value da FIPE ajuda a ancorar a discussão. Em caminhões de 1999, como o R-124 LA 360, a idade e o desgaste são fatores relevantes: a FIPE oferece um ponto de partida para estimar o custo de reposição ou reconstrução, o que facilita a montagem de propostas de seguros com coberturas adequadas a operações de logística de média e longa distância.
Além disso, a FIPE auxilia na categorização de riscos para frotas. Caminhões com histórico de manutenções em dia, registro de operações em estradas com menos desgaste de componentes e um estado de conservação aceitável tendem a ter ajustes de prêmio mais competitivos. Por outro lado, veículos com histórico de falhas recorrentes ou com peças de reposição não originais podem receber avaliações de risco mais elevadas, refletindo a maior probabilidade de sinistro ou de custos adicionais na reposição de componentes críticos.
Fatores que influenciam o valor FIPE de um Scania R-124 LA 360 6×2 NA 2p
Ao considerar o valor FIPE para esse modelo específico, alguns fatores tendem a ter impacto significativo. Compreender esses aspectos ajuda tanto compradores quanto seguradoras a fazerem uma avaliação mais precisa e a tomarem decisões informadas sobre aquisição, venda ou proteção por seguro.
- Condição geral do veículo: a presença de ferrugem na carroceria, danos estruturais ou desgaste excessivo dos componentes de suspensão e freio pode reduzir o valor relativo na FIPE, mesmo que o motor esteja em bom estado.
- Histórico de manutenção: registros de revisões regulares, trocas de óleo, corretivas em componentes críticos (direção, freios, transmissão) e adesão a manutenções preventivas costumam manter o valor do veículo em faixas mais estáveis.
- Configuração específica: alterações na cabine, tipo de carroceria adotada (ou a ausência de alterações) e a presença de upgrades podem influenciar o valor na FIPE, dependendo de como a configuração é percebida pelo mercado.
- Quilometragem e uso: caminhões com quilometragem mais baixa para a idade, ou com histórico de uso em tráfego rodoviário em vez de uso urbano intenso, podem ter valorização ligeiramente diferente na FIPE, dada a expectativa de menor desgaste em determinadas condições.
É importante notar que a FIPE utiliza uma metodologia de cálculo que regula a média de valores observados no mercado, com ponderação por região, tipo de veículo, ano de fabricação e versão. Por isso, além do conjunto técnico, a fotografia geral do veículo — estado mecânico, pintura, interior da cabine, pneus, conformidade com as normas de emissão e documentação regular — pode ter efeito significativo sobre o posicionamento do valor na tabela. O corretor de seguros, ao compor uma apólice, utiliza esse referencial para estruturar coberturas de forma proporcional ao risco, assegurando que a indenização seja suficiente para reposição do ativo ou para aquisição de um veículo equivalente em termos de capacidade de operação.
Notas úteis para quem está estudando o modelo na FIPE
Quando se analisa a Tabela FIPE para o Scania R-124 LA 360 6×2 NA 2p (diesel) de 1999, é útil acompanhar alguns pontos metodológicos que costumam aparecer nos processos de avaliação de seguros e de financiamento. Primeiro, a FIPE não é um valor fixo único para o veículo; é uma faixa que representa uma média de valores observados, com variações sazonais. Em segundo lugar, as peculiaridades da configuração de cada caminhão influenciam: por exemplo, um veículo com a cabine LA pode ter diferentes opções de motor, transmissão ou diferenciais, o que, por consequência, impacta o posicionamento na tabela. Por fim, a documentação regular, a idade da bateria, o estado do tanque de combustível e o histórico de incidentes também entram na equação de avaliação de seguros e, indireta, no posicionamento de valor na FIPE.
Para quem atua como gestor de frota, entender a leitura da FIPE no contexto de um Scania R-124 LA 360 6×2 NA 2p ajuda na tomada de decisões que vão desde a substituição de ativos até a negociação de condições de seguro. Em especial, caminhões com alto desempenho, bom histórico de manutenção e pouca corrosão tendem a manter valores mais estáveis ao longo do tempo, o que facilita a renegociação de contratos de seguro ou a aquisição de novas unidades para compor a frota. Em contrapartida, veículos com histórico de reparos custosos, com peças substituídas por equivalentes não originais ou que apresentem falhas repetidas podem sofrer depreciação mais acentuada na FIPE, refletindo maior risco para a seguradora e, por consequência, para o proprietário.
Aplicações práticas para seguradoras e clientes
Do ponto de vista da seguradora, o objetivo é alinhar o prêmio com o risco real e a necessidade de cobertura. Em veículos pesados como o Scania R-124 LA 360, os regimes de seguro com cobertura abrangente costumam incluir reparos, substituição de componentes críticos, assistência em viagem e cobertura de terceiros. A FIPE serve como ponto de referência para estabelecer o valor de reposição ou de indenização, assegurando que o montante a ser pago seja condizente com o custo de aquisição de um veículo equivalente no mercado. A depender da apólice, o valor FIPE pode compor a base para o cálculo do prêmio, especialmente em planos com indenização por valor de reposição ou de mercado, e pode ser ajustado conforme o perfil de risco da frota, a idade média da reserva de ativos e a estabilidade do histórico de sinistros.
Já para o cliente, compreender o vínculo entre FIPE e seguro significa ter clareza de como o prêmio pode ser afetado por fatores externos ao simples preço de compra. A idade do veículo, o tipo de tráfego no dia a dia, a manutenção preventiva realizada regularmente e o estado geral da cabine e do chassi são elementos que aparecem na avaliação de risco. A boa prática é manter a documentação em dia, manter registros de manutenção detalhados e conservar a carroceria com ciclos de reparos quando necessários. Isso não apenas reduz o risco de sinistro como também tende a manter o valor de reposição mais próximo da faixa FIPE correspondente ao veículo em questão.
Estratégias para quem está pesquisando a Tabela FIPE do R-124 LA 360 6×2 NA 2p
Ao buscar referências na FIPE para esse modelo, seguem algumas estratégias práticas que costumam facilitar o processo de tomada de decisão sem complicar processos de cotação de seguro ou negociação de compra:
- Compare anos específicos de fabricação: veículos de 1999 podem apresentar variação de valor por pequenas diferenças de configuração, estado de conservação e histórico de manutenção.
- Verifique a compatibilidade de cabine e eixo com o que a frota realmente utiliza: pequenas diferenças de configuração podem impactar o valor na FIPE e, consequentemente, o custo de reposição.
- Considere a ideia de manter o veículo
