Valor FIPE Atual
R$ 14.812,00
↓ 4,4% vs mês anterior
FIPE: 825011-1
Ano: 2005-1
MêsPreço
Mar/26R$ 14.812,00
Fev/26R$ 15.498,00
Jan/26R$ 14.760,00
Dez/25R$ 14.261,00
Nov/25R$ 14.596,00
Out/25R$ 14.632,00
Set/25R$ 15.082,00
Ago/25R$ 14.616,00
Jul/25R$ 14.854,00
Jun/25R$ 14.748,00
Mai/25R$ 14.756,00
Abr/25R$ 14.557,00

Guia prático sobre a Tabela FIPE aplicada ao Suzuki GS 500-E 2005

A Tabela FIPE é um referencial amplamente utilizado no Brasil para estimar o valor de veículos usados, incluindo motocicletas. Para proprietários, seguradoras e profissionais do ramo de seguros, compreender como esse parâmetro funciona é fundamental para embasar cotações, coberturas e indenizações. No caso específico do Suzuki GS 500-E 2005, entender a relação entre a Tabela FIPE, as condições do modelo e o estado de conservação ajuda a tornar as decisões mais transparentes e alinhadas com a realidade do mercado. Este artigo explora, de forma educativa, como ler a Tabela FIPE para esse modelo, apresenta uma ficha técnica resumida, aborda a história da marca e discute impactos relevantes para seguros.

Ficha técnica do Suzuki GS 500-E 2005

A ficha técnica de uma motocicleta reúne dados que ajudam o seguro, o comprador e o vendedor a entenderem o que está sendo avaliado. Para o Suzuki GS 500-E 2005, apresentamos um resumo técnico, com foco em características comumente associadas a esse modelo específico e geração. Vale ressaltar que variações regionais, alterações de fábrica ao longo dos anos e customizações podem influenciar alguns detalhes. Abaixo está uma visão geral, organizada para facilitar a consulta em seguros e em negociações de avaliação pelo FIPE-MF (referência de mercado).

Tabela FIPE SUZUKI GS 500-E 2005

Motorização e desempenho: motor de dois cilindros em linha, 4 tempos, com deslocamento próximo de meio litro, projetado para uso urbano e rodoviário leve. A alimentação tradicionalmente envolve carburador, com perfil suficiente para uma condução estável, resposta previsível e boa entregação de torque em faixas de regime comuns. O sistema de refrigeração costuma ser por ar, com construção simples e robusta, favorecendo a confiabilidade em usos diários. A injeção eletrônica, quando presente em versões diferentes, costuma aparecer como evolução em modelos subsequentes, mas no GS 500-E 2005 a configuração típica permanece baseada em carburador. A transmissão é de várias velocidades, facilitando a condução em cidade e estrada com boa relação de marchas para retomada e conforto.

Dimensões, peso e capacidade: o conjunto tem equilíbrio entre peso, altura de assento e geometria que favorece manuseio estável. O tanque de combustível, a distância entre eixos e a posição de condução favorecem pouco esforço do piloto em trechos urbanos. A capacidade de combustível e o peso em ordem de marcha, bem como o diâmetro de roda e o sistema de freios, influenciam a sensação de condução. Em termos de freios, é comum encontrar um disco na frente com boa capacidade de modulação, aliado a um sistema traseiro que pode variar entre tambor e disco, dependendo da configuração de fábrica e do mercado.

Conforto e uso diário: o GS 500-E 2005 costuma possuir assento com altura adequada a uma ampla faixa de pilotos, ergonomia que favorece jornadas de curta e média duração, e estilo simples, que facilita manutenção e reposição de peças. A robustez típica de um modelo dessa geração facilita a operação diária, com atenção voltada à revisão regular de componentes como suspensão, freios, corrente de transmissão e sistema de alimentação de combustível. Em termos de economia de manutenção, esse tipo de motocicleta costuma apresentar custos acessíveis em reparos corriqueiros, desde que haja uma rotina de inspeção adequada e peças originais ou de qualidade equivalente disponíveis no mercado.

Resumo técnico (versão educativa): o GS 500-E 2005 faz parte de uma linha que privilegia confiabilidade, simplicidade e custo-benefício. Embora cada unidade possa apresentar pequenas variações por uso, conservação e substituições de componentes, o conjunto tende a manter um perfil previsível, o que facilita avaliações de seguro com base na Tabela FIPE e em referências de engenharia automotiva brasileira. Para quem observa o tema da Tabela FIPE, essa consistência ajuda a fundamentar a comparação entre diferentes propostas de seguro, bem como a calibração de coberturas em função do valor de referência indicado pela tabela de consultoria automotiva.

Sobre a marca Suzuki

A Suzuki é uma fabricante japonesa com trajetória marcada pela inovação, pela diversificação de produtos e pela presença global em diferentes mercados, incluindo o brasileiro. Fundada no pós-Segunda Guerra Mundial, a Suzuki construiu, ao longo das décadas, um portfólio que abrange motocicletas, automóveis e motores agrícolas, sempre com foco em soluções versáteis, custo-benefício e confiabilidade. No segmento de motocicletas, a marca ganhou reputação por oferecer modelos que conciliam performance, acessibilidade e facilidade de manutenção, características que ajudam a tornar suas linhas competitivas em diferentes faixas de uso — do dia a dia à recreação de fim de semana.

Para quem trabalha com seguros, o histórico de durabilidade e de disponibilidade de peças é uma referência importante. Marcas com redes de assistência técnicas bem estabelecidas tendem a oferecer serviços de manutenção relativamente ágeis, reposição de peças e suporte técnico, fatores que influenciam positivamente avaliações de seguradoras, prêmios e condições de cobertura. Além disso, a Suzuki costuma apresentar variações regionais em termos de linhas de produção, que refletem escolhas estratégicas de mercado — algo que o seguro pode considerar na validação de dados durante a cotação. Em resumo, a marca traz uma imagem de confiabilidade associada a uma rede global de apoio, o que facilita a construção de coberturas estáveis e previsíveis para modelos como o GS 500-E 2005.

Ao falar de Tabela FIPE e de seguros, é útil lembrar que a reputação da marca também se traduz em disponibilidade de peças de reposição, facilidade de manutenção e, por consequência, em menor volatilidade de custo de reparos ao longo do tempo. Isso não só beneficia quem utiliza a moto diariamente, como também oferece uma base mais sólida para as seguradoras estabelecerem parâmetros de avaliação, prêmio e cobertura conforme o estado do veículo, por meio de referências como a FIPE. O resultado é uma relação mais clara entre o valor de referência, a condição do bem e a proteção desejada pelo motorista.

Como funciona a Tabela FIPE para motocicletas

A Tabela FIPE (Fundação Instituto de Pesquisas Econômicas) funciona como um indicador de referência de preço de venda de veículos usados no mercado brasileiro. No âmbito de seguros, esse índice é utilizado para orientar o valor segurado, com o objetivo de estabelecer a cobertura adequada e apoiar a indenização em caso de sinistro. Para motos como o Suzuki GS 500-E 2005, a referência é atualizada mensalmente, levando em conta transações reais, condições de veículo, idade do modelo e oferta e demanda no mercado. O cálculo não determina o preço final de venda, mas serve como base para avaliações de valor patrimonial defendidas pela maioria das apólices de seguro.

Como ler a tabela de forma educativa? Considere os seguintes pontos, que ajudam na interpretação sem confundir preço de mercado com valor de seguro:

1) Atualização mensal: a FIPE revisa as faixas de preço com regularidade, o que significa que o valor de referência pode subir ou descer conforme a dinâmica do mercado. Em seguros, isso impacta o valor segurado e, consequentemente, o custo da cobertura. 2) Condição do veículo: uma GS 500-E 2005 em excelente estado pode ter uma referência de preço maior do que uma unidade com desgaste significativo ou com histórico de acidentes. 3) Itens adicionais: acessórios originais, pneus em bom estado, modulações de proteção ou melhorias podem influenciar o valor de avaliação pela seguradora, desde que reconhecidos pela apólice. 4) Quilometragem: quanto maior a quilometragem, geralmente menor é o valor de referência, já que o desgaste adicional tende a reduzir o valor de mercado da moto ao longo do tempo.

Para profissionais de seguros, entender essa leitura é fundamental: a FIPE funciona como um ponto de partida para a definição do valor segurado, e não como a etiqueta definitiva de venda de cada unidade. Em uma cotação, a seguradora pode levar em conta o estado de conservação, a manutenção recente, a documentação em dia e eventuais modificações, ajustando o valor segurado de forma personalizada. Em outras palavras, a FIPE oferece uma base objetiva, enquanto a avaliação prática pela seguradora considera aspectos específicos da moto e do proprietário.

Impacto da FIPE na cotação de seguro e na indenização

O valor referenciado pela FIPE influencia diretamente o custo do seguro, pois ele determina o montante que estará coberto em caso de danos totais, roubo ou extravio. Quando o valor segurado está próximo do valor de referência FIPE, a indenização tende a refletir a referência de mercado, o que facilita uma avaliação previsível para ambas as partes. Em casos de sinistros, se a moto for vítima de roubo ou dano irreparável, a seguradora normalmente indeniza com base no valor segurado contratado, que pode ou não coincidir com a FIPE, dependendo das regras contratuais e do estado da obra de reparo. Portanto, é essencial alinhar a cobertura com o valor estimado pela FIPE, levando em conta também itens de proteção, valor de reparos e custos de substituição.

Além do valor segurado, a Tabela FIPE também pesa na perspectiva de franquias, limites de cobertura e na definição de quais componentes estarão cobertos. Veículos com histórico de manutenção regular, com peças originais ou de qualidade equivalente, costumam receber avaliações mais estáveis, o que pode refletir em condições de prêmio mais favoráveis. Por outro lado, alterações não autorizadas, modificações de desempenho ou danos anteriores que impactem a condição estrutural podem exigir ajustes na apólice, já que o valor efetivo da moto pode divergir do valor de referência. Em qualquer caso, a leitura educativa da FIPE ajuda a compreender por que determinados itens aparecem como referências na cotação e como eles conversam com o estado real do bem.

Observações relevantes para proprietários do GS 500-E 2005

Ao lidar com a Tabela FIPE, vale considerar alguns pontos práticos para quem possui uma Suzuki GS 500-E 2005 e busca cuidar de seu patrimônio com responsabilidade:

– Procedência e documentação em dia: manter documentação atualizada facilita a avaliação de valor e reduz incertezas na hora de fazer a cotação. Certificados de manutenção, notas fiscais de serviços e histórico de proprietários ajudam a consolidar a credibilidade da avaliação.

– Estado de conservação: condições do motor, suspensão, freios e carroceria influenciam o valor de referência na prática. Uma moto bem conservada tende a manter maior alinhamento com a FIPE e, por consequência, com o prêmio de seguro.

– Customizações autorizadas: alterações estéticas ou mecânicas podem impactar a avaliação. Em geral, peças originais ou substituições equivalentes bem instaladas e registradas em documentação costumam ser aceitas com mais facilidade.

– Manutenção preventiva: revisões periódicas, troca de óleo, ajuste de corrente e verificação de freios ajudam a manter a moto próxima ao estado que o mercado valoriza, o que tem efeito direto na confiança da seguradora na hora de calcular o prêmio.

Se você busca entender como a Tabela FIPE pode impactar a cotação da Suzuki GS 500-E 2005, faça uma cotação com a GT Seguros. Nossos especialistas ajudam a traduzir a referência FIPE para as condições da sua moto, alinhando coberturas, franquias e limites de forma simples e objetiva.

Considerações finais

Compreender a Tabela FIPE e saber como ela se conecta ao seguro da Suzuki GS 500-E 2005 é um hábito essencial para quem busca proteção adequada sem surpresas. A FIPE funciona como um referencial de mercado, mas cada