| Mês | Preço |
|---|---|
| Mar/26 | R$ 21.034,00 |
| Fev/26 | R$ 21.081,00 |
| Jan/26 | R$ 21.128,00 |
| Dez/25 | R$ 21.169,00 |
| Nov/25 | R$ 21.201,00 |
| Out/25 | R$ 21.253,00 |
| Set/25 | R$ 21.322,00 |
| Ago/25 | R$ 21.367,00 |
| Jul/25 | R$ 21.402,00 |
| Jun/25 | R$ 21.424,00 |
| Mai/25 | R$ 21.467,00 |
| Abr/25 | R$ 21.487,00 |
Guia detalhado sobre a Tabela FIPE para o Honda TRX 420 FourTrax TM 4×2 (2014) e suas implicações na proteção do veículo
Ficha Técnica do Honda TRX 420 FourTrax TM 4×2 (2014)
O Honda TRX 420 FourTrax TM 4×2, um quadriciclo da linha FourTrax da Honda, foi desenvolvido para atender tanto usos utilitários quanto recreativos em terrenos variados. A versão TM indica configuração de tração traseira (2×4), o que resulta em comportamento diferente em comparação com as variantes 4×4, especialmente em condições de piso estável ou seco. A Honda é reconhecida mundialmente pela durabilidade, pela disponibilidade de peças originais e pela rede de assistência técnica robusta, fatores que impactam avaliações de seguro, custos de manutenção e, consequentemente, a aplicação da Tabela FIPE como referência de avaliação do veículo usado.
Principais características técnicas, apresentadas de forma sintética para facilitar a compreensão estrutural da ficha:

• Motor: 4 tempos, monocilíndrico, deslocamento próximo de 420 cm³, com configuração típica para quadriciclos de uso misto. Hoje em dia, muitos modelos TRX 420 adotam sistemas de alimentação modernos que favorecem a resposta do motor em diferentes regimes de operação.
• Alimentação: em boa parte das versões atuais, o sistema de alimentação é eletrônico (EFI), o que reduz variação de desempenho em altitudes elevadas e melhora a consistência da combustão; em mercados anteriores, houve versões com alimentação por carburador. Independentemente da configuração, o objetivo é manter boa eficiência de combustível e confiabilidade de operação.
• Transmissão: caixa CVT (transmissão continuamente variável) com embreagem centrífupa, proporcionando trocas de marcha suaves e operação simplificada para quem utiliza o veículo em serviços agrícolas, em trilhas ou em deslocamentos diários. A ausência de marchas manuais reduz a necessidade de competências técnicas para operação em campo, o que é um ponto relevante para o usuário final e para a seguradora na hora de estimar desgaste e uso.
• Tração: 2×4 (tração traseira), o que caracteriza o modelo TM como uma opção de menor consumo em condições ideais, com boa manobrabilidade em terrenos firmes. Em situações de lama ou terreno escorregadio, a 4×4 teria vantagem, mas o TM 4×2 atende bem a atividades com menor exigência de tração adicional.
• Suspensão: sistema dianteiro independente e traseiro com suspensão que busca absorção de impactos sem comprometer a estabilidade. A qualidade da suspensão afeta diretamente o conforto e a vida útil de componentes como pivot de suspensão e braços, itens que a seguradora observa ao calcular o risco de sinistros e a probabilidade de reparos.
• Freios: discos em ambas as rodas (dianteira e traseira) com atuação direta, proporcionando resposta rápida e controle em aclives, declives e em cenários de carga. A eficiência de frenagem é um elemento crítico para a segurança, durabilidade de componentes e custo de eventual reparo ou substituição.
• Dimensões e peso: o conjunto é relativamente compacto para a categoria, priorizando agilidade e facilidade de manobra. O peso do veículo e o volume de tanque de combustível influenciam a estabilidade, a capacidade de carga útil e a percepção de risco em perdas ou danos durante sinistros, itens que aparecem na avaliação da Tabela FIPE como referências de uso e de desgaste.
• Capacidade de carga e autonomia: utilizado em tarefas que variam entre utilidade agrícola leve e lazer em ambientes com terreno variável. A capacidade de carga e a autonomia dependem de fatores como peso do condutor, acessórios instalados, e tipo de terreno; para a seguradora, esses elementos ajudam a entender padrões de uso e, consequentemente, o perfil de risco.
A referência de fábrica pode sofrer variações conforme o mercado, país e a configuração específica, por isso é comum encontrar pequenas diferenças entre as fichas técnicas de diferentes regiões. Em termos de seguro, o que mais importa é o conjunto de elementos que determinam a viabilidade de uso e a prática de manutenção ao longo do tempo, bem como a disponibilidade de peças originais para reparos que preservem o valor de mercado do veículo segundo a Tabela FIPE.
A Honda: tradição, confiabilidade e presença global no segmento de quadriciclos
Fundada no Japão, a Honda consolidou-se ao longo de décadas como uma referência de qualidade, inovação e confiabilidade. No segmento de quadriciclos e veículos utilitários, a marca se destacou pela combinação entre robustez, desempenho estável e redes de assistência técnica bem estabelecidas. A reputação da Honda para peças originais de reposição e disponibilidade de mão de obra especializada facilita a manutenção periódica, o que, por sua vez, reduz a probabilidade de falhas graves que possam ocorrer com menores cuidados. Além disso, a empresa investe constantemente em melhoria de desempenho, economia de combustível e redução de emissões, sem abandonar a filosofia de praticidade e durabilidade que os consumidores esperam de um quadriciclo destinado a uso prático no campo, em fazendas, propriedades rurais ou em trilhas de lazer.
Ao avaliar o Honda TRX 420 FourTrax TM 4×2 para fins de seguro, a marca costuma ser associada a menor risco relativo de falha catastrófica quando a manutenção é mantida em dia. A rede de assistência facilita a obtenção de serviços autorizados, o que pode influenciar positivamente a percepção de seguradoras quanto à confiabilidade do equipamento. Por isso, é comum que os produtos da Honda recebam avaliações estáveis na Tabela FIPE, com impactos indiretos sobre as condições de cobertura e o custo de apólice, sempre respeitando o histórico de uso de cada veículo.
FiPE e seguro: como a tabela de referência orienta a proteção do seu quadriciclo
A Tabela FIPE funciona como referência de mercado para avaliações de veículos usados. Ela não é uma cotação nem o preço definitivo de comercialização de um exemplar específico, mas um parâmetro padronizado que ajuda seguradoras e consumidores a entenderem o valor médio de reposição ou de indenização em situações de sinistro. No contexto de um Honda TRX 420 FourTrax TM 4×2 (2014), a FIPE é utilizada pela seguradora para estimar, de maneira objetiva, quanto custaria substituir o veículo em caso de perda total ou quanto seria o valor de reparos proporcionais no cenário de danos parciais. Assim, a escolha de coberturas, limites de indenização e até a definição de franquias podem ser influenciadas por esse referencial, sempre com base no estado real do exemplar específico e no histórico de manutenção.
É importante entender que a FIPE não representa o preço de venda atual, nem o valor de mercado de qualquer veículo específico. Em seguros, o objetivo é alinhar a cobertura com o que é prático e justo, levando em consideração o uso — seja utilitário, agrícola ou recreativo —, a idade do veículo, as condições de conservação e o histórico de sinistros. Para quem busca proteção financeira, a referência FIPE ajuda a calibrar a proteção sem inflar ou subavaliar a segurabilidade, e é por isso que profissionais de seguros costumam examinar a evolução dessa tabela ao longo dos anos, correlacionando com o desgaste natural de peças, disponibilidade de peças originais e o custo da mão de obra especializada.
Quando se pensa em uma cotação com uma corretora, é essencial que o cliente tenha em mente que o valor de referência FIPE pode variar conforme o estado de conservação, o nível de acessórios instalados (por exemplo, itens de proteção, iluminação adicional, bagageiro), e a documentação em dia. A presença de acessórios originais da Honda pode, inclusive, influenciar positivamente o valor de reposição em uma eventual indenização, desde que comprovada a sua originalidade e compatibilidade com o modelo. Por isso, manter o equipamento com peças genuínas e com histórico de manutenção registrado é uma prática que, além de aumentar a confiabilidade, facilita a obtenção de condições mais justas de seguro.
Cuidados essenciais com o Honda TRX 420 TM 4×2 para segurança e longevidade
Conservação adequada e uso responsável são pilares que ajudam a reduzir o risco de sinistros, minimizar desgastes e manter o veículo próximo aos padrões da Tabela FIPE ao longo do tempo. Abaixo estão recomendações estratégicas que combinam prática de campo com segurança:
- Manutenção regular: seguir o cronograma de revisões e trocas de óleo, filtros, vela e componentes de transmissão, conforme orientação da Honda e do manual do proprietário. A manutenção proativa reduz a probabilidade de falhas mecânicas que resultem em sinistros ou reparos custosos.
- Calibração de pneus e checagem de rodas: mantenha a calibragem adequada conforme as especificações do fabricante e verifique o desgaste irregular que indique desalinhamento ou problemas de suspensão. Pneus em bom estado contribuem para aderência estável e menor probabilidade de perfurações em terreno acidentado.
- Armazenamento e proteção: guarde o veículo em local coberto quando possível, proteja-o contra intempéries e utilize capas protetoras para diminuir a exposição a corrosões e desgaste, o que ajuda a manter o valor ao longo do tempo.
Verificação de freios e suspensão: periodicamente inspecione o estado dos freios (pastilhas, discos) e a suspensão dianteira e traseira. Desgastes ou folgas podem comprometer o controle em ambientes com terreno desafiador, aumentando o risco de acidentes.
Dicas de seguro para quadriciclos com o TRX 420 TM 4×2: coberturas, riscos e benefícios
Para quem utiliza quadriciclos, especialmente modelos da linha TRX, escolher a cobertura adequada é tão importante quanto manter a manutenção em dia. Abaixo estão orientações que costumam orientar corretores e seguradoras na definição de um plano que balanceie proteção, tranquilidade e custo:
- Coberturas básicas de casco e responsabilidade civil: asseguram danos ao próprio veículo em caso de colisões, capotamentos ou tombamentos, além de proteger terceiros contra danos materiais ou corporais causados pela condução do veículo. Essa combinação é essencial para atividades que envolvem trilhas, estradas
>> - Calibração de pneus e checagem de rodas: mantenha a calibragem adequada conforme as especificações do fabricante e verifique o desgaste irregular que indique desalinhamento ou problemas de suspensão. Pneus em bom estado contribuem para aderência estável e menor probabilidade de perfurações em terreno acidentado.
- Armazenamento e proteção: guarde o veículo em local coberto quando possível, proteja-o contra intempéries e utilize capas protetoras para diminuir a exposição a corrosões e desgaste, o que ajuda a manter o valor ao longo do tempo.
Verificação de freios e suspensão: periodicamente inspecione o estado dos freios (pastilhas, discos) e a suspensão dianteira e traseira. Desgastes ou folgas podem comprometer o controle em ambientes com terreno desafiador, aumentando o risco de acidentes.
