Valor FIPE Atual
R$ 177.616,00
↓ 0,2% vs mês anterior
FIPE: 506160-1
Ano: 2019-3
MêsPreço
Mar/26R$ 177.616,00
Fev/26R$ 178.008,00
Jan/26R$ 178.401,00
Dez/25R$ 178.741,00
Nov/25R$ 179.010,00
Out/25R$ 179.441,00
Set/25R$ 180.018,00
Ago/25R$ 180.397,00
Jul/25R$ 180.687,00
Jun/25R$ 180.868,00
Mai/25R$ 181.231,00
Abr/25R$ 181.395,00

Panorama técnico e relevância da Tabela FIPE para o Iveco Tector 9-190 4×2 (E5) 2019

Quando uma frota precisa de proteção, entender o valor de mercado de cada veículo é o primeiro passo para contratar coberturas que realmente façam sentido. A Tabela FIPE funciona como uma bússola para corretores, gestores de frota e proprietários na hora de estimar o valor de reposição ou de indenização em caso de sinistro. No caso específico do Iveco Tector 9-190 4×2, ano-modelo 2019, com motor diesel Euro 5, a tabela oferece uma referência que orienta decisões sobre o custo do seguro, o tipo de cobertura a ser contratado e a forma como a seguradora avalia possíveis danos ou perdas. Este artigo se aprofunda na relação entre a Tabela FIPE, a ficha técnica do veículo e as implicações práticas para seguro, com foco educativo para quem busca proteger negócios que dependem de caminhões de médio porte para operação diária.

O Iveco Tector é parte de uma linha que a fabricante italiana posiciona para atender demandas de distribuição, logística regional e serviços que exigem confiabilidade, custo-operacional equilibrado e boa disponibilidade de peças. A versão 9-190, com tração 4×2, combina capacidades de carga compatíveis com o segmento de 9 toneladas de peso bruto e um motor diesel que prioriza a eficiência do combustível em rotas mistas (urbano e rodoviário). Em termos de uso, esse equipamento costuma percorrer trajetos variados, realizando entregas logisticamente frequentes, o que torna relevante a avaliação de seguro que acompanhe a variação de risco ao longo do ano. Além disso, a percepção de valor na FIPE para este modelo tende a oscilar conforme o mercado de caminhões usados, o estado de conservação, a quilometragem e a disponibilidade de unidades semelhantes no momento da cotação. Por isso, entender a leitura da FIPE e como ela se conecta com a proteção contratada ajuda a evitar surpresas no momento de acionar a cobertura e a manter a continuidade operacional da frota.

Tabela FIPE IVECO TECTOR 9-190 4×2 (diesel)(E5) 2019

Ficha técnica do Iveco Tector 9-190 4×2 (diesel)(E5) 2019

A ficha técnica é a base para qualquer avaliação objetiva sobre o veículo e, consequentemente, para a montagem de um seguro adequado. Abaixo estão itens que costumam compor a spec formal do modelo em questão, com a devida contextualização para leitura de seguros. Vale notar que algumas especificações podem variar conforme a configuração exata de fábrica e o mercado de atuação, mas os itens listados ajudam a entender o conjunto técnico do veículo.

  • Tipo de veículo: Caminhão leve/médio com tração 4×2, indicado para operações de distribuição, fretamento regional e serviços de logística que não exigem sistema de tração integral.
  • Fabricante: Iveco
  • Modelo: Tector 9-190
  • Ano/modelo: 2019
  • Motorização: Diesel Euro 5, motor de 6 cilindros em linha, projeto voltado para equilíbrio entre torque, potência e consumos operacionais
  • Deslocamento/cilindrada (aprox.): em torno de 9 litros
  • Potência máxima: aproximadamente 190 cv
  • Torque máximo: na faixa de centenas de Nm (valor exato conforme a configuração de fábrica)
  • Transmissão: manual de 6 marchas com opção de redução de marcha para serviços com carga parcial
  • Tração/ eixo: 4×2
  • Suspensão dianteira/traseira: dianteira com suspensão adequada a tratores de carga leve; traseira com suspensão por lâminas (molos/leaf springs) típica de caminhões médios
  • Freios: sistema de freios com tecnologia moderna (ABS/EBD) para melhor estabilidade e segurança sob diferentes cargas
  • Capacidade de carga e peso bruto: indicado para operar próximo de 9 toneladas de peso bruto (GVW) em configuração padrão
  • Cabine: cabine simples, com espaço voltado ao motorista, ergonomia e controle de instrumentos acessíveis
  • Recursos de conforto e tecnologia: ar-condicionado, bancos com ajustes para reduzir fadiga em jornadas, além de opções de telemetria e monitoramento de desempenho em alguns equipamentos

Essa ficha técnica não apenas descreve aspectos mecânicos, mas também auxilia na avaliação de seguro no que diz respeito à exposição a riscos. Por exemplo, o tipo de motor, o peso bruto, a configuração de suspensão e a modularidade da transmissão influenciam o custo do seguro, a probabilidade de sinistros e as opções de cobertura para danos ao veículo, bem como para terceiros. Em operações que envolvem manuseio de carga, transporte em ruas com pavimento irregular ou trechos com tráfego intenso, entender as limitações e particularidades do conjunto técnico ajuda o corretor a orientar o cliente sobre as coberturas ideais, os limites de indenização e as franquias mais alinhadas ao uso real do caminhão.

A Tabela FIPE como referência de valor na apólice de seguro

A Tabela FIPE funciona como referência de valor de mercado para veículos usados, incluindo caminhões de porte médio como o Iveco Tector 9-190. Em termos práticos de seguro, esse indicador serve para determinar parâmetros como o valor de referência para cobertura de casco (indenização por perda total) e o valor de reposição ou de indenização em casos de sinistro parcial, dependendo das regras da seguradora e do contrato assinado. Quando a FIPE indica um valor de referência para o veículo, o corretor utiliza esse dado para calibrar o prêmio, as coberturas incluídas e as condições da franquia. Contudo, é essencial compreender que o valor FIPE é uma referência de mercado, sujeita a flutuações com o tempo, a oferta de unidades do modelo no mercado de usados e as condições de conservação do veículo especificado na proteção contratada. Por essa razão, as seguradoras costumam complementar o valor FIPE com avaliações próprias, inspeções técnicas e histórico de uso da frota, para chegar a uma indenização mais precisa em caso de sinistro total ou para determinar o valor de reposição para o veículo segurado. Em termos operacionais, o FIPE ajuda a padronizar a referência, evitando distorções entre avaliações de terceiros e o preço praticado pelo dono do caminhão, facilitando a comparação entre propostas de diferentes seguradoras e garantindo que o contrato reflita de forma fiel o valor de substituição ou de reparo no cenário de sinistro.

Para empresas e corretores, o alinhamento entre FIPE e apólice de seguro também facilita a comunicação com clientes que desejam entender por que determinadas coberturas aparecem com determinados valores de cobertura, bem como por que a cotação pode variar entre propostas. Em linhas simples, a FIPE é o ponto de partida, mas a decisão de qual valor utilizar para a indenização em caso de perda total, as opções de franquias e as coberturas adicionais (como proteção de carga, responsabilidade civil, risco de terceiros, assistência 24h e guincho) envolve uma avaliação mais ampla de risco, histórico da frota, tipo de operação e perfil do condutor.

Fatores que influenciam o custo do seguro para este modelo

  • Utilização do veículo: o tipo de frete, a distância percorrida e as rotas predominantes (urbano, rodoviário ou misto) afetam o risco de sinistro e o desgaste de componentes, influenciando o prêmio.
  • Perfil do motorista e histórico de sinistros: motoristas com experiência comprovada, cursos de condução defensiva e histórico limpo costumam contribuir para prêmios mais baixos, especialmente quando há programas de gestão de frota e monitoramento de comportamento de condução.
  • Coberturas e franquias escolhidas: quanto maior a proteção (casco, proteção de carga, responsabilidade civil, assistência), em geral maior é o custo, porém menor é a exposição financeira do empreendedor em caso de sinistro. A escolha de franquias adequadas ajuda a equilibrar custo e proteção.
  • Local de atuação e quilometragem anual: regiões com maior incidência de riscos (roubo, colisões) ou com infraestrutura viária mais desafiadora podem elevar o prêmio. Por outro lado, áreas com menor histórico de sinistros tendem a reduzir o custo da apólice.

É comum que, na hora de cotar, alguns parâmetros adicionais também influenciem o preço: a idade do veículo, o tempo de uso contínuo, o número de veículos na frota e o histórico de sinistros consolidado da empresa. Ao combinar esses fatores com a referência FIPE, a seguradora constrói um perfil de risco que determina a base de cálculo do prêmio, a taxa de mercado e as franquias aplicáveis. Para quem administra frotas, entender esse encaixe entre FIPE e condições contratuais é essencial para manter a proteção adequada sem elevar desnecessariamente o custo total.

Como ler a Tabela FIPE no planejamento de seguro

Ao planejar a contratação de seguro para o Iveco Tector 9-190 4×2, vale seguir alguns passos práticos para tirar o máximo proveito da Tabela FIPE. Primeiro, confirme o valor de referência correspondente ao ano-modelo 2019 em condições semelhantes às do seu caminhão (mesma configuração de motor, transmissão, tração e estado de conservação). Em seguida, verifique como a seguradora utiliza esse valor. Muitas vezes, o prêmio de casco é calculado com base no valor de reposição ou no valor de mercado apurado pela FIPE, com variações conforme a política da seguradora. Na prática, é comum que a indenização em caso de perda total siga a regra de reposição com peças novas ou recondicionadas, ou ainda o pagamento do valor FIPE atualizado, conforme as condições contratadas. Além disso, vale atentar para a importância de incluir coberturas adicionais relevantes ao uso do caminhão: proteção de carga específica, roubo de carga durante o transporte, dano elétrico ou mecânico, assistência 24h, guincho, entre outras coberturas opcionais que a TI de frota pode exigir para manter a continuidade dos serviços.

Ao comparar propostas, peça ao corretor para apresentar o valor FIPE usado, o valor de reposição previsto pela apólice e as condicionantes de reajuste ao longo do período contratado. Este alinhamento evita surpresas quando é necessário acionar a seguradora e ajuda a manter o planejamento financeiro da frota. Além disso, uma boa prática é verificar a periodicidade