| Mês | Preço |
|---|---|
| Mar/26 | R$ 106.789,00 |
| Fev/26 | R$ 110.092,00 |
| Jan/26 | R$ 110.335,00 |
| Dez/25 | R$ 112.995,00 |
| Nov/25 | R$ 113.165,00 |
| Out/25 | R$ 113.438,00 |
| Set/25 | R$ 113.803,00 |
| Ago/25 | R$ 114.043,00 |
| Jul/25 | R$ 114.226,00 |
| Jun/25 | R$ 114.341,00 |
| Mai/25 | R$ 112.541,00 |
| Abr/25 | R$ 112.643,00 |
Como interpretar a referência FIPE para a SCANIA P-94 DB 260 6×2 NA 2p (diesel) 2001
A Tabela FIPE funciona como um marco de referência de mercado para veículos usados no Brasil. Ela não é um orçamento de compra nem uma garantia de preço, mas sim um índice amplamente utilizado por seguradoras, bancos e concessionárias para balizar avaliações de mercado, reajustes de cobertura e, consequentemente, como base na definição de apólices de seguros. Quando falamos da SCANIA P-94 DB 260 6×2 NA 2p (diesel) 2001, a leitura da FIPE ajuda a entender, de forma prática, como esse modelo se posiciona dentro de faixas de veículo similares, levando em conta a idade, a configuração de chassis e a finalidade de uso para o qual o caminhão costuma ser contratado pelos frotistas.
Para quem atua na corretagem de seguros, entender a Tabela FIPE nesse contexto específico implica traduzir números em fatores de risco, de modo responsável. O valor de referência para uma frota envolvendo caminhões pesados, como a P-94 das primeiras décadas dos anos 2000, não depende apenas da idade, mas também da configuração de motor, da transmissão, do conjunto de eixos, do estado de conservação e do histórico de sinistros. Em termos simples, quanto mais antigo e mais utilizado na operação diária, maior tende a ser a probabilidade de desgaste, o que impacta o custo do seguro. Nesse cenário, a FIPE funciona como uma referência estável para orientar avaliações, propostas e renegociações de apólices ao longo do tempo.

Ficha técnica resumida da Scania P-94 DB 260 6×2 NA 2p (diesel) 2001
- Motor e alimentação: diesel; motor de seis cilindros em linha com potência nominal em torno de 260 cv; torque amplo, voltado para trabalho de carga e desempenho em rotas de média e longa distância.
- Transmissão e tração: configuração 6×2 com opções de câmbio manual de várias marchas ou transmissão automática/semiautomática (Opticruise) em determinadas versões; projeto pensado para equilíbrio entre desempenho e conforto na condução.
- Cabine e peso: cabine de duas portas, geralmente equipada para acomodar dois ocupantes na prática de operação de frota; peso bruto total (GVW) típico varia conforme a carroceria e o conjunto de eixos, com faixas comumente entre 22.000 kg e 26.000 kg em configurações padrão para esse tipo de bitola.
- Capacidade de carga e consumo de combustível: a capacidade de carga útil depende da configuração da carroceria; tanques de combustível com capacidade considerável para longas jornadas são comuns em versões de serviço intenso. A eficiência de consumo depende de carga, terreno, tempo de operação e manutenção regular, fatores que também influenciam o valor segurado pela FIPE.
A Scania: tradição, inovação e foco na confiabilidade
A Scania é uma marca sueca com longa tradição no segmento de caminhões e motores industriais. Desde a sua fundação, a empresa consolidou um portfólio de veículos robustos, com foco em durabilidade, segurança e eficiência operacional. No Brasil, a Scania é reconhecida pelo suporte à frota de transportes, com rede de assistência técnica bem estruturada, peças originais de fácil reposição e programas de manutenção que ajudam a reduzir paradas não programadas. Esse ecossistema de suporte influencia diretamente aspectos de seguros, pois depósitos de peças, disponibilidade de manutenções e histórico de confiabilidade contribuem para a avaliação de risco e para a gestão de sinistros.
Além da robustez, a marca investe em tecnologias que melhoram a segurança e a ergonomia do motorista. Cabines confortáveis, sistemas de frenagem assistida, controle de estabilidade e opções de transmissão que reduzem a fadiga ao volante são fatores considerados tanto na operação quanto na proteção da frota. Na prática, isso se traduz em apólices que valorizam a prevenção de acidentes, a gestão de combustível e a manutenção programada, refletindo na confiabilidade do veículo e na previsibilidade de custos ao longo do tempo.
Impacto da configuração 6×2 NA 2p na dirigibilidade, desempenho e na apólice de seguro
A configuração 6×2 é comum em caminhões pesados destinados a operações de carretas, entregas de grande porte e logística de longo curso. Esse arranjo oferece boa capacidade de carga e estabilidade em condições de estrada, especialmente quando se trata de terrenos desafiadores ou trajetos com subidas acentuadas. No entanto, há implicações para a dirigibilidade e para o seguro. Em termos de condução, a presença de duas rodas motrizes traseiras e o conjunto de eixo dianteiro favorecem a tração em subida e o transporte de cargas volumosas, mas exigem atenção especial à distribuição de peso, ao desgaste dos componentes da suspensão e ao consumo de combustível quando o caminhão opera com cargas máximas por longos períodos.
Do ponto de vista do seguro, a configuração 6×2 pode influenciar alguns parâmetros da apólice. Aspectos como a idade do veículo, o histórico de manutenção, o tipo de uso (coleta, distribuição, fretamento ou uso em operações de logística near-shore) e o perfil do motorista são levados em consideração para calcular o prêmio. Caminhões com maior peso bruto total costumam exigir atenção extra na identificação de riscos, incluindo aspectos de freio, estabilidade e tempo de resposta do conjunto propulsor, o que pode impactar as coberturas contratadas. Por outro lado, a presença de tecnologia de segurança, a disponibilidade de manutenção preventiva e a rede de assistência da marca reduzem o risco de sinistros e ajudam a manter planos de cobertura estáveis ao longo do tempo.
Como ler a Tabela FIPE para esse modelo e o que observar na prática
Ao consultar a FIPE para a SCANIA P-94 DB 260 6×2 NA 2p (diesel) 2001, leve em consideração que o índice reflete condições de mercado agregadas, incluindo variações regionais, estado de preservação, configuração de motor e alterações não originais que possam ter sido realizadas ao longo dos anos. Em termos práticos, quando a seguradora utiliza a FIPE como referência, ela analisa o que a frota representa no conjunto de veículos semelhantes daquela época, levando em conta as especificidades da configuração 6×2 NA 2p, que podem incluir cabine simples, posição de assentos e o conjunto de chassi. A leitura cuidadosa desses elementos ajuda o corretor a apresentar propostas de seguro que sejam proporcionais ao uso e ao risco.
Para quem está na prática de corretagem, algumas recomendações úteis ao trabalhar com a FIPE nesse contexto são:
- Verificar a documentação de manutenção: um histórico de revisões, trocas de componentes essenciais e a regularidade das manutenções ajudam a reduzir surpresas durante uma eventual indenização.
- Considerar o uso real da frota: veículos destinados a rotas urbanas com paradas frequentes podem ter perfis de risco diferentes de caminhões usados em longas distâncias de transporte de carga seca ou líquida.
- Avaliar o estado geral do veículo: desgastes, corrosão, integridade estrutural e condições de cabine influenciam a disponibilidade de coberturas específicas e o valor de indenização.
- Planejar a renovação de frota: em operações com veículos que se aproximam dos 15 a 20 anos de uso, é comum revisar a estratégia de seguro para manter a proteção alinhada ao valor de substituição e à depreciação prevista.
Além disso, é importante considerar que a FIPE é apenas uma das referências utilizadas no cálculo de seguros. A seguradora também levará em conta o perfil do condutor, o local de uso do veículo, o histórico de sinistros da frota, a forma de pagamento e opções de coberturas, como casco, responsabilidade civil, incêndio e roubo. A presença de rastreadores, sistemas de telemetria e dispositivos de segurança pode ser valorizada pela seguradora, contribuindo para prêmios mais equilibrados e para resposta mais rápida em situações de sinistro.
Para quem investe em uma plataforma de proteção patrimonial para frotas com modelos como a SCANIA P-94 DB 260 6×2 NA 2p, entender a relação entre FIPE, uso operacional e gestão de risco é fundamental para manter o equilíbrio entre custo de seguro e nivel de proteção. A prática de segmentar a frota por tipo de veículo, idade, configuração e função ajuda a construir pacotes de cobertura mais alinhados às necessidades reais da operação, sem superproteção que eleva o custo sem vantagem prática.
Em termos de atualização, vale acompanhar mensalmente as leituras da FIPE e as notificações da corretora e da seguradora quanto a mudanças na base de cálculo, bem como as mudanças regulatórias que possam impactar o segmento de caminhões diesel. A leitura constante dessas referências facilita a negociação de prêmios, a renovação de apólices e a determinação de condições de cobertura que reflitam o estado atual da frota e o ambiente de negócios.
