| Mês | Preço |
|---|---|
| Mar/26 | R$ 13.161,00 |
| Fev/26 | R$ 13.191,00 |
| Jan/26 | R$ 13.221,00 |
| Dez/25 | R$ 13.247,00 |
| Nov/25 | R$ 13.267,00 |
| Out/25 | R$ 13.059,00 |
| Set/25 | R$ 12.854,00 |
| Ago/25 | R$ 12.652,00 |
| Jul/25 | R$ 12.225,00 |
| Jun/25 | R$ 12.238,00 |
| Mai/25 | R$ 12.682,00 |
| Abr/25 | R$ 13.142,00 |
Como a Tabela FIPE orienta a avaliação do Renault Clio GetUp Hi-Flex 1.0 16V 5p 2006 e o que isso significa para o seguro
A Tabela FIPE é uma referência amplamente utilizada no Brasil para estimar o valor de mercado de veículos usados. Ela funciona como base para diversos cálculos no setor automotivo, incluindo a indenização em casos de seguro. Quando se trata de um hatch compacto como o Renault Clio GetUp Hi-Flex 1.0 16V 5p, ano de 2006, compreender como a FIPE se aplica ajuda não apenas a entender o preço de reposição em eventos de sinistro, mas também a planejar coberturas, franquias e necessidades de assistência. Este post explora, de forma educativa, a ficha técnica do modelo, a atuação da marca Renault no cenário nacional e as implicações da Tabela FIPE para o seguro, sempre mantendo o foco no veículo específico e no contexto de seguradoras.
Ficha técnica do Renault Clio GetUp Hi-Flex 1.0 16V 5p 2006
O Renault Clio GetUp de 2006 é um hatch compacto que, na linha de lançamento, traz a combinação de um motor 1.0 16V com a possibilidade de uso de gasolina ou etanol (flex). Abaixo estão itens-chave da ficha técnica, apresentados de forma resumida para facilitar a compreensão, sem abrir mão de elementos relevantes para avaliação de seguro e uso cotidiano.

- Motorização: motor 1.0 16V Hi-Flex, capaz de operar com gasolina ou etanol (flex) para maior flexibilidade de abastecimento.
- Câmbio e desempenho: transmissão manual de 5 velocidades, caracterizando uma condução simples, econômica e adequada para uso urbano.
- Configuração da carroceria: hatch compacto de cinco portas, adequado ao uso familiar e urbano, com espaço interno compatível a ocupantes de até quatro pessoas com boa ergonomia.
- Versão GetUp: pacote de acabamento e recursos que visam conforto, conveniência e apelo visual, mantendo o foco no custo-benefício do segmento. Em termos de segurança e tecnologia, o conjunto básico se mantém alinhado com o que era comum naquela época de produção.
Potência, torque e números oficiais variam conforme a faixa de combustível e a calibração de cada veículo, especialmente em modelos de produção de massa com anos anteriores. Em termos práticos, para o Clio 2006 1.0 16V flex, as estimativas de desempenho costumam situar a faixa de potência em torno de 70 a 75 cavalos-vapor quando abastecido com gasolina, com leves variações ao usar etanol. O torque médio fica próximo de 9 kgf.m, o que ajuda na dirigibilidade em situações de trânsito urbano, ladeado por uma relação de transmissão que favorece arrancadas ágeis nas ruas da cidade. Vale notar que pequenas diferenças entre unidades são normais, especialmente em modelos usados com histórico de manutenções diversas.
Medidas, peso e capacidade de consumo variam de acordo com a configuração específica do veículo, o que inclui itens de acabamento e eventuais acessórios instalados na época. Em termos de espaço, o Clio GetUp 2006 oferece um equilíbrio adequado entre espaço para passageiros e capacidade de bagagem típica de hatchs compactos da linha. Em termos de segurança passiva, o conjunto básico no período combinava estrutura resistente para proteção de ocupantes, freios com sistema de frenagem que evoluiu ao longo dos anos e controles de estabilidade que, embora modestos para os padrões atuais, atendiam às exigências regulatórias e de uso cotidiano da época.
A ficha técnica é uma referência útil para entender o quão valorizado o veículo pode ser na Tabela FIPE, bem como para avaliar a adequação de coberturas em seguro de automóvel. Em termos de manutenção, a simplicidade do motor 1.0 16V favorece peças de reposição amplamente disponíveis, bem como custos de reparo mais contidos em comparação a motores maiores, o que pode influenciar positivamente a percepção de custo total de propriedade ao longo dos anos.
Sobre a marca Renault: presença, design e confiabilidade no Brasil
Renault é uma fabricante com raízes europeias que consolidou uma presença marcante no mercado brasileiro ao longo das últimas décadas. A marca chegou ao Brasil no final dos anos 1990, expandiu sua oferta com modelos populares de uso diário e, ao longo do tempo, cultivou uma imagem de design agradável, foco em custo-benefício e soluções práticas para o uso urbano. O Renault Clio, em particular, ganhou espaço pela combinação de desenho atraente, condução moderadamente ágil para o segmento e confiabilidade esperada de um veículo de uso frequente no dia a dia.
O legado da Renault no Brasil passa pela construção de redes de concessionárias, disponibilidade de peças e serviços de oficina autorizados, além de um portfólio que acompanha as mudanças de demanda do consumidor. Embora o Clio GetUp de 2006 seja um modelo antigo, ele representa uma época em que a Renault buscava oferecer opções com bom custo-benefício para motoristas que exigiam praticidade no tráfego urbano, espaço interno adequado e uma manutenção previsível. A marca também tem investido em inovações de design e em parcerias para melhorar a eficiência de produção, o que, com o tempo, tende a refletir na disponibilidade de peças originais e na confiabilidade de veículos da marca no mercado de usados.
Para quem avalia seguros, a história da marca pode ser um fator adicional de avaliação do comportamento de sinistros, pois a performance histórica de determinados modelos em termos de reparabilidade, disponibilidade de peças e suporte da rede autorizada pode influenciar o custo de manutenção e, por consequência, a percepção de risco pela seguradora. Nesse contexto, o Renault Clio GetUp 2006, ainda que antigo, costuma ser visto como veículo acessível ao usuário que busca funcionalidade com baixo custo de aquisição, desde que haja uma gestão adequada de manutenção e documentação em dia.
Entendendo a Tabela FIPE e a lógica de apólices de seguro para esse modelo
A Tabela FIPE funciona como referência de mercado para todos os veículos usados no Brasil, consolidando valores com base em pesquisas de depreciação, disponibilidade de peças, custo de manutenção e comportamento de reposição no mercado. Em termos práticos para seguro, esse valor de referência é utilizado para diversos fins, entre eles:
- Determinar o valor de indenização em caso de perda total ou roubo, conforme critérios da apólice;
- Estimar o valor de cobertura, montando planos que protejam o patrimônio do segurado sem onerar demais o custo mensal;
- Auxiliar no cálculo de franquias, de acordo com as regras de cada seguradora e com o nível de risco aceito;
- Orientar sobre a depreciação de itens de valor agregado (peças originais, acessórios e itens de conveniência) ao longo do tempo.
Para o Renault Clio GetUp 1.0 16V 5p de 2006, a FIPE funciona como referência de mercado para o carro usado nessa faixa etária. Por ser um veículo com mais de uma década de uso, o valor de referência é naturalmente menor do que o de modelos recém-lançados, o que, em termos de seguro, tende a influenciar prêmios, especialmente quando comparado a veículos mais novos ou com histórico de sinistros distinto. Contudo, cada seguro avalia o risco de forma holística, levando em conta fatores como idade do motorista, uso do veículo, histórico de manutenção, local de circulação, cobertura desejada e a disponibilidade de itens de segurança do carro.
É importante entender que a FIPE não é um preço fixo nem representa o custo de reposição no momento de uma indenização. Em situações de sinistro, a seguradora pode considerar também o valor de mercado indicado por outras tabelas especializadas, bem como o custo de reposição de peças originais disponíveis no momento, o que pode variar conforme a região e a disponibilidade de estoque de peças. Ainda assim, a FIPE permanece como uma referência estável para orientar clientes sobre a faixa de valor de mercado, ajudando na tomada de decisão sobre cobertura, franquias e condições da apólice.
Como a idade do veículo e o uso impactam o seguro do Clio GetUp 2006
Veículos com mais de 15 anos costumam exigir uma análise criteriosa por parte das seguradoras. O Renault Clio GetUp 2006 entra nesse grupo etário, o que pode levar a ajustes de apólice de seguro com base nos seguintes aspectos:
- Risco de roubo e furtos: veículos mais antigos podem apresentar menor atratividade para roubos modernos em comparação a modelos de maior valor, o que pode influenciar a composição do prêmio, especialmente se o veículo ficar em áreas de maior incidência de crimes.
- Custos de reparo e disponibilidade de peças: embora peças para Renault Clio ainda sejam amplamente disponíveis, algumas peças específicas de um modelo antigo podem ter variação de custo, o que pode refletir no custo médio de manutenção coberto pela apólice.
- Valorização pela conservação: carros bem conservados, com manutenção em dia, documentação regular e histórico de serviços em concessionária ou oficina de confiança, tendem a ter percepção de menor risco pela seguradora, mantendo prêmios mais estáveis.
Além disso, o uso diário do veículo desempenha um papel importante. Um Clio GetUp usado principalmente para deslocamentos urbanos curtos, com boa manutenção, costuma atenuar fatores de risco como desgaste de motor e freios. Por outro lado, veículos com alto kilometraje ou com histórico de sinistros anteriores podem exigir condições de seguro mais restritivas, impactando a mensalidade. Em resumo, a soma entre idade do veículo, estado de conservação e padrões de uso influencia, de forma significativa, o custo do seguro, mesmo quando a FIPE oferece uma referência estável para o valor de mercado.
Cuidados com o seguro para Renault Clio GetUp 2006: dicas práticas
Para quem detém um Clio GetUp 2006, algumas práticas simples podem contribuir para uma seguradora enxergar menos risco e, consequentemente, oferecer condições mais vantajosas de seguro. Abaixo estão sugestões práticas, com foco em proteção, conservação e documentação:
- Manutenção regular e registro completo: manter o histórico de revisões, notas fiscais de serviços e trocas de peças em dia facilita a avaliação de risco pela seguradora e ajuda a manter a confiabilidade do veículo.
- Itens de segurança e dispositivos antifurto: instalação de alarme, imobilizador ou rastreador pode reduzir o risco de perda e, por consequência, impactar positivamente o prêmio de seguro.
- Documentação em dia e conformidade com o veículo: manter documentos do carro, CRV, CRT e comprovantes de regularidade junto aos órgãos de trânsito facilita ajustes administrativos com a seguradora e evita imprevistos em caso de sinistro.
- Avaliação de coberturas adequadas e franquias realistas: escolher coberturas que realmente atendam às necessidades do veículo e do proprietário, sem excesso de proteção, é a prática mais inteligente para manter o custo total sob controle.
Neste contexto, vale reforçar que a avaliação da FIPE é apenas uma das entradas para compor a cotação de seguro. A seguradora também considera o perfil do condutor (idade, tempo de habilitação, histórico de sinistros), a região de circulação, o uso (urbano, rural, viagens), o tipo de garagem, entre outros fatores. A combinação desses elementos determina o custo final da apólice, bem como as possibilidades de personalização de coberturas, assistências e serviços adicionais.
Chamada à ação discreta
Se você pretende proteger este modelo com uma cobertura que reflita seu uso cotidiano e o valor de mercado estimado pela FIPE, vale comparar opções de seguro com a GT Seguros. Uma cotação personalizada pode revelar caminhos eficientes para equilibrar proteção, custo e tranquilidade no dia a dia.
