| Mês | Preço |
|---|---|
| Mar/26 | R$ 10.145,00 |
| Fev/26 | R$ 10.168,00 |
| Jan/26 | R$ 10.191,00 |
| Dez/25 | R$ 10.237,00 |
| Nov/25 | R$ 10.136,00 |
| Out/25 | R$ 10.161,00 |
| Set/25 | R$ 10.194,00 |
| Ago/25 | R$ 10.094,00 |
| Jul/25 | R$ 10.105,00 |
| Jun/25 | R$ 10.005,00 |
| Mai/25 | R$ 9.906,00 |
| Abr/25 | R$ 9.915,00 |
Análise da Tabela FIPE para a Suzuki RM250 1996 e implicações para o seguro de uma moto de competição
A Tabela FIPE é uma referência amplamente utilizada no mercado de seguros para estimar o valor venal de veículos usados. No universo das motos, especialmente em modelos de competição como a Suzuki RM250 1996, entender como essa referência funciona facilita a tomada de decisão ao contratar apólices de seguro. Este texto explora a Tabela FIPE no contexto dessa moto específica, apresenta uma ficha técnica objetiva para embasar avaliações, comenta a importância da marca e oferece orientações educacionais para quem atua como corretor de seguros ou como proprietário que busca proteção adequada. Ao longo da leitura, o foco é manter a clareza sobre como o referencial FIPE se comporta para motos de cross, quais fatores influenciam o prêmio e por que a escolha de coberturas deve acompanhar o uso pretendido da motocicleta.
Ficha técnica da Suzuki RM250 1996
A Suzuki RM250 1996 é um modelo clássico da linha RM, desenvolvido para a prática de motocross em pista fechada. Abaixo está um conjunto de informações técnicas essenciais, organizadas para oferecer uma visão rápida e útil para o contexto de seguro, avaliação de valor e planejamento de manutenção:

- Tipo de veículo: motocicleta off-road de competição (cross), com foco em desempenho em pista de terra.
- Motor: dois tempos, monocilíndrico, com configuração voltada para alta resposta em rotações médias e altas.
- Deslocamento: aproximadamente 249 cm³, característica típica de competição, que privilegia torque rápido e curva de potência responsiva.
- Transmissão: seis velocidades, com relação de avanços ajustada para saltos e acceleração em circuito de motocross.
Além desses itens listados de forma concisa, é comum encontrar detalhes adicionais que costumam interessar proprietários e seguradoras: refrigeração líquida, alimentação por carburador de alto desempenho, suspensão dianteira com garfos invertidos e amortecedor traseiro projetados para absorver impactos em pistas irregulares, rodas com perfil adequado para terra e pneus específicos de cross, bem como um conjunto de freios calibrados para uso esportivo. Embora a estética e as especificações de uma motocicleta de competição possam variar entre anos de produção e ajustes de fábrica, o espírito técnico da RM250 1996 reside nessa combinação de motor 2T, suspensão afinada e um conjunto de componentes voltado à performance em pista.
Para fins de seguro, vale notar que o peso aproximado da moto, a distribuição de massa e a seguranças associadas aos freios e à suspensão exercem impactos relevantes no risco avaliado pela seguradora. A RM250, por ser uma moto de alto desempenho, tende a exigir atenção especial quanto a itens de proteção, armazenamento adequado e histórico de manutenção, que, por sua vez, influenciam o custo do seguro e as coberturas disponíveis. A ficha técnica aqui apresentada busca oferecer uma leitura compacta, que facilita diálogos com corretores e com a própria Tabela FIPE na hora de calibrar a avaliação do valor venal, elemento central para o cálculo do prêmio em apólices de danos, roubo ou responsabilidade civil.
O que é a Tabela FIPE e como ela impacta o seguro de uma RM250 1996?
A Tabela FIPE, administrada pela Fundação Instituto de Pesquisas Econômicas, consolida uma base de dados de valores de mercado de veículos usados, incluindo motocicletas, com diferentes anos, modelos e versões. Para o setor de seguros, esse referencial funciona como uma referência oficial para estimar o valor de mercado que serve de base para a indenização em caso de sinistro ou para a configuração de coberturas associadas ao prêmio. Em termos práticos, a FIPE não representa o preço de venda de cada unidade; trata-se de uma média estatística que reflete tendências de mercado observadas ao longo de períodos anteriores. Quando o corretor atualiza a proposta de seguro de uma RM250 1996, o valor FIPE costuma guiar a definição de cobertura de valor assegurado, o que, por sua vez, influencia o prêmio de forma relevante, ainda que exista flexibilidade para ajustes conforme o uso, histórico de sinistros e perfis de risco do segurado.
Para motocicletas de competição, algumas particularidades merecem atenção. A RM250 1996 pode apresentar variações entre estados, comunidades de proprietários e adequações de pistões, sistemas de escape, suspensões ou peças de uso competitivo. Tais modificações podem alterar o valor venal efetivo, mesmo que o modelo seja o mesmo ano. Por isso, é comum que corretores adotem uma leitura híbrida: utilizam o valor FIPE como referência-base, mas ajustam o valor assegurado com base em itens como estado de conservação, histórico de manutenção, grau de originalidade, presença de itens originais e alterações performáticas que possam impactar o preço de revenda em eventos específicos de motocross. Em resumo: o FIPE oferece uma linha de referência estável, mas a avaliação final do prêmio pode incorporar fatores adicionais do veículo.
Como a Suzuki é percebida no universo de motos e por que isso interessa ao seguro
A Suzuki é uma marca global reconhecida pela tradição em engenharia de motores eficientes, desempenho competitivo e inovação tecnológica. No segmento de motociclismo e, mais especificamente, no motocross, a Suzuki tem uma história marcada por conquistas em competições internacionais e por uma linha de modelos que, ao longo dos anos, trouxe inovações de suspensão, chassis e configuração de motor que ajudaram pilotos a extrair o máximo de cada circuito. Esse histórico de desempenho é parte do que confere à RM250 1996 uma identidade forte dentro do segmento de motos de competição. Para quem contrata seguro, a reputação da marca pode influenciar aspectos de confiabilidade da peça, disponibilidade de peças de reposição e a percepção de risco associada ao modelo no portfólio da seguradora. Além disso, a presença de uma comunidade de usuários, clubes de motocriação e feiras de off-road pode afetar a probabilidade de demandas de assistência em determinados ambientes — dados que, somados ao valor FIPE, ajudam a compor uma apólice mais alinhada às necessidades do proprietário.
Quando pensamos em seguro, é comum que corretores considerem o histórico da marca em conjunto com o perfil do modelo específico. A RM250 1996, apesar de ser de uma década anterior, carrega atributos que ainda hoje são valorizados por entusiastas: robustez de motor 2T, configuração de corrida, componentes de alta performance e a possibilidade de manutenção especializada. Tudo isso influencia não apenas o valor venal, mas também o tipo de cobertura mais adequada, a rede de assistência técnica recomendada e, eventualmente, o custo de peças e mão de obra em caso de sinistro. Em termos práticos, isso significa que o seguro pode ser ajustado para contemplar o uso específico da moto (passeios, treinos, competições) e as necessidades do correntista — aliando proteção a custos alinhados com o uso real do veículo.
Impactos do uso e do valor FIPE no processo de cotação
Ao receber uma cotação de seguro para a Suzuki RM250 1996, a seguradora costuma levar em conta várias dimensões: o valor venal estimado pela FIPE, o estado de conservação, o kilometraje relativo ao uso em pista, o histórico de sinistros do proprietário (se houver), o regime de uso da moto (participação em competições, treinos, uso recreativo), além de fatores de proteção e armazenamento. O veículo avaliado com base na FIPE serve como referência para definir o valor assegurado — que, por sua vez, é uma variável-chave para o cálculo do prêmio. Um valor venal mais alto tende a elevar o custo do seguro, refletindo maior exposição ao risco financeiro em caso de sinistro total ou roubo. Por outro lado, para motos pelas quais o proprietário investe em upgrades de desempenho ou alterações estéticas, o valor assegurado pode exigir ajustes adicionais mediante comprovação de peças originais ou estimativa de custo de reposição de itens específicos.
Neste tipo de motorização, os fatores de risco geralmente associados ao veículo incluem, entre outros, o estado da suspensão e dos freios, a idade da moto, a sinistralidade do modelo na região de atuação e a disponibilidade de peças originais. A boa prática é que o proprietário mantenha documentação de inspeções, manutenções preventivas e notas fiscais de componentes relevantes. Isso facilita a vida do corretor na hora de justificar o valor assegurado, o que pode, por sua vez, colaborar para a obtenção de coberturas mais completas com condições de pagamento mais atrativas.
Cuidados com a marca, o modelo e o processo de decisão de seguro
Para quem acompanha o assunto de seguros, a Schneider da Kawasaki ou da Yamaha não é o único parâmetro; a marca Suzuki carrega uma combinação de qualidade, histórico técnico e disponibilidade de peças que impacta diretamente na viabilidade de restaurações, manutenção e reparos. No caso da RM250 1996, há também a consideração de peças de reposição compatíveis com a linha de ano, o que facilita a obtenção de componentes originais ou equivalentes de alto desempenho. Em termos de seguro, isso pode se traduzir em custos possivelmente mais estáveis ao longo do tempo, desde que o proprietário mantenha uma linha coerente de manutenção e um registro organizado das intervenções. Além disso, a fiat de peças e a rede de assistência autorizada pela marca são fatores que ajudam a reduzir o tempo de atendimento em eventuais ocorrências, elevando a confiabilidade da apólice ao longo da vigência do contrato.
É importante destacar a importância de definir o uso da moto com clareza no momento da cotação. Se a RM250 1996 for utilizada como veículo de competição em diferentes circuits, a seguradora pode recomendar coberturas específicas, como danos a terceiros, colisão, incêndio, roubo com reserva de domínio, entre outras. A avaliação correta do uso ajuda a evitar situações em que a apólice não cubra plenamente eventos ocorridos durante treinos ou corridas. Nesse contexto, o objetivo é alinhar as coberturas com as demandas reais do proprietário, sem sobrecargas de custo desnecessárias.
Dicas práticas para quem tem uma RM250 1996 e quer proteção eficiente
A seguir, apresentamos diretrizes educativas com foco em um manejo responsável do seguro, sem entrar em dados sensíveis de preço. Cada ponto ajuda a consolidar uma estratégia de proteção que respeita a natureza esportiva da moto e as particularidades do mercado de seguros no Brasil:
- Documentação organizada: mantenha em dia a documentação do veículo, histórico de manutenção, notas de peças originais e comprovantes de serviço técnico. Isso facilita a avaliação do valor FIPE e a definição de coberturas apropriadas.
- Proteção e armazenamento: utilize baú seguro, trava de roda, proteção de guidão e uma área de armazenamento segura para reduzir o risco de furtos e danos acidentais durante períodos de parada.
- Uso claro na apólice: especifique se a RM250 1996 será usada em competições, treinos ou uso recreativo, para garantir coberturas compatíveis com o uso real.
- Escolha de coberturas alinhadas ao risco: priorize danos a terceiros, roubo, incêndio, colisão e, se aplicável, cobertura de peças originais substituídas, para manter a proteção condizente com o investimento no veículo.
Uma abordagem equilibrada entre valor FIPE, estado de conservação e uso pretendido facilita a obtenção de uma apólice estável e de acordo com as necessidades do proprietário. Além disso, para quem participa de eventos ou torneios, vale considerar cláusulas adicionais que tratem de assistência em pista, retorno de veículo após sinistro para o ambiente de treino e cobertura de equipamentos de proteção, caso haja perda ou dano durante o uso competitivo. A ideia central é planejar com antecedência, mantendo a segurança financeira do negócio protegido sem abrir mão da liberdade de aproveitar a RM250 1996 em suas atividades esportivas.
Ao finalizar a leitura, é natural ficar com a dúvida sobre qual caminho seguir para obter uma cotação que realmente atenda aos seus objetivos. A boa prática é conversar com um corretor de seguros que tenha experiência com motos de competição, apresentar informações consistentes sobre o uso da RM250 1996, o estado da moto e as peças relevantes, e, principalmente, confirmar que o referencial FIPE está sendo utilizado de forma correta para a definição do valor assegurado.
Em síntese, a Tabela FIPE continua a ser uma ferramenta fundamental para orientar o seguro de motocicletas usadas, incluindo modelos icônicos como a Suzuki RM250 1996. Embora o FIPE sirva como referencial, a avaliação final do prêmio depende de uma série de fatores que vão desde o uso até o estado de conservação e a disponibilidade de peças originais. A marca Suzuki traz uma herança de desempenho que reforça o valor intrínseco da moto para colecionadores e entusiastas, o que, por consequência, influencia as decisões de seguro de forma positiva quando bem interpretado pelo corretor e pelo proprietário. Com a abordagem correta, a proteção oferecida por uma apólice pode acompanhar o encanto, o caráter esportivo e a utilidade prática da RM250 1996, assegurando tranquilidade para quem pratica o motocross com paixão.
Se está buscando uma orientação prática para alinhar a proteção com o seu uso, a GT Seguros oferece soluções personalizadas. Faça uma cotação com a GT Seguros e compare opções de coberturas que atendam às particularidades da Suzuki RM250 1996, incluindo a leitura do valor FIPE como referência e as melhores condições para proteção de uma motocicleta de competição.
