| Mês | Preço |
|---|---|
| Mar/26 | R$ 621.168,00 |
| Fev/26 | R$ 622.538,00 |
| Jan/26 | R$ 623.911,00 |
| Dez/25 | R$ 625.099,00 |
| Nov/25 | R$ 626.039,00 |
| Out/25 | R$ 627.546,00 |
| Set/25 | R$ 629.561,00 |
| Ago/25 | R$ 630.886,00 |
| Jul/25 | R$ 631.899,00 |
| Jun/25 | R$ 643.620,00 |
| Mai/25 | R$ 652.557,00 |
| Abr/25 | R$ 653.145,00 |
Análise detalhada da referência FIPE para o Scania R-410 A 6×2 com GNV (E5) — ano 2019
A Tabela FIPE é amplamente utilizada por seguradoras, avaliadores de danos e gestores de frotas para estabelecer um valor de referência de mercado de veículos usados. Quando o tema é um caminhão pesado como o Scania R-410 A 6×2 CNG 2p (GNV) (E5) de 2019, o papel da FIPE se fortalece: ela oferece um ponto de partida padronizado para a avaliação de sinistros, para negociações de renovação de seguro e para a análise de depreciação ao longo do tempo. Importante deixar claro que a Tabela FIPE não representa o custo atual de aquisição, nem o preço de revenda exato, mas sim um valor médio de mercado utilizado como referência pela maior parte do setor. Com isso em mente, vamos destrinchar, de forma educativa, o que significa ter o R-410 A na configuração 6×2 com gás natural veicular (GNV) e o que isso implica para a seguradora, para a gestão de riscos e para a gestão de frotas.
Como a Tabela FIPE orienta a avaliação de seguros e a gestão de frota
Para quem opera uma frota com caminhões pesados, a FIPE funciona como uma bússola que aponta uma referência comum entre três grandes agentes: proprietários, seguradoras e avaliadores de sinistros. A seguir, alguns pontos-chave sobre essa relação:

- Padronização de valores: a FIPE cria um patamar de referência que facilita a comparação entre veículos de características semelhantes, reduzindo assim interpretações subjetivas de valor em apólices e em procedimentos de indenização.
- Impacto na indenização: em casos de sinistro total ou parcial, o valor de reconstrução ou de reposição pode ser orientado pela faixa FIPE, ajudando a evitar tanto subavaliação quanto sobrevalorizações que impactam o prêmio.
- Planejamento de renovação de contrato: ao manter o foco no valor de referência, negociações entre segurado e seguradora ficam mais objetivas, especialmente quando a taxa de depreciação do veículo depende de elementos como idade, uso, histórico de acidentes e manutenção.
- Gestão de riscos para frotas: a FIPE auxilia na avaliação de custos de reposição em cenários de perdas, no planejamento de substituições de ativos e na priorização de medidas de mitigação para caminhões que operam sob regimes de temperatura, peso ou rota específicos.
Ao considerar o tema específico do nosso artigo – a Tabela FIPE para o SCANIA R-410 A 6×2 CNG 2p (GNV)(E5) 2019 – vale entender que cada elemento da ficha técnica pode influenciar a percepção de risco por parte da seguradora. Abaixo, apresentamos a ficha técnica estruturada para facilitar a leitura e o entendimento do que, de fato, compõe esse veículo na prática cotidiana de frota e seguro.
Ficha técnica do Scania R-410 A 6×2 CNG 2p (GNV)(E5) 2019
Abaixo estão os componentes mais relevantes que costumam aparecer na ficha técnica de um Scania R-410 A na configuração 6×2 com GNV, versão Euro 5 (E5). Observação: muitos atributos podem variar conforme a carroceria, a cabine, o lote de fabricação e as opções de equipagem escolhidas pelo proprietário ou pela empresa de transportes. O objetivo é oferecer um panorama claro para tomada de decisão e para a correta leitura da referência FIPE neste contexto.
- Motor e desempenho: motor de seis cilindros em linha com capacidade de 9,0 litros (DC9), turbocompressor e sistema de injeção direta. Nesta configuração, o caminhão opera com gás natural veicular (GNV) como combustível principal, compatível com a normativa Euro 5 (E5). Potência nominal em torno de 410 cavalos (cv) e torque elevado, adequado a operações de transporte de cargas pesadas em regiões com longas distâncias, incluindo operações de carreta com subida íngreme e rotações contínuas de trabalho.
- Transmissão e câmbio: transmissão automática robotizada da linha Scania Opticruise (ou equivalente) com múltiplas marchas, otimizando mudanças de marcha, consumo e desempenho sob condições de estrada e rodagem. A configuração típica de 12 a 16 velocidades depende da especificação da frota, mas a ideia central é oferecer trocas suaves, com calibragem para o regime de gasificação do GNV e para o regime de torque de partida.
- Configuração de eixo e suspensão: 6×2, com um eixo dianteiro fixo e dois eixos traseiros, onde o par eixo traseiro pode incluir diferencial e opção de ejeção de tração, conforme a modalidade de uso. A suspensão costuma combinar molas semielásticas com amortecimento adequado ou, em alguns conjuntos, suspensão pneumática para maior conforto do motorista e melhor estabilidade de carga. Essa configuração é comum para caminhões pesados voltados a operações de entregas urbanas de grande porte ou transporte de longas distâncias com carga volumosa.
- Capacidades de GNV e autonomia: o sistema de GNV envolve tanques de alta pressão instalados no conjunto de chassi, com infraestrutura para abastecimento em ambientes urbanos e rodoviários. A autonomia varia conforme o conjunto de tanques, o regime de condução, o peso da carga e o tipo de trajeto. Em geral, caminhões CNG/GNV focados em transporte de carga de peso significativo costumam oferecer autonomia compatível com jornadas longas, desde que reabastecidos com frequência suficiente para manter a operação planejada.
Além desses itens centrais, outros elementos da ficha técnica que costumam influenciar a percepção de risco e o custo de seguro são: tipo de cabine (semi-cabine, leito, etc.), peso bruto total (PBT), distribuição de peso entre eixos, tecnologias embarcadas (controle de estabilidade, assistentes de condução, telemetria), consumo específico de combustível por rota, sistemas de frenagem (ABS, EBD, MB) e, naturalmente, o histórico de manutenção e a idade do veículo. Em termos de dados de referência para a FIPE, a combinação entre a configuração 6×2, o uso de GNV e a etiqueta Euro 5 tende a consolidar uma faixa de valor de mercado que é especialmente relevante para seguradoras que analisam o valor de reposição ou de indenização em casos de sinistro envolvendo caminhões pesados.
Para entendimento prático, imagine o caminhão operando em uma rota de transporte de cargas pesadas entre grandes polos industriais e terminais rodoviários. O motor de alta capacidade, aliado à transmissão automatizada, oferece ocasião de condução mais previsível, com menores variações de ritmo de condução. O GNV, por sua vez, pode trazer vantagens operacionais e de custo de combustível, especialmente em operações com alto volume de quilometragem, desde que haja disponibilidade de infraestrutura de abastecimento adequado ao perfil da frota. Em termos de seguro, essa combinação impacta fatores como o perfil de risco de consumo de combustível, custos de reparação de sistemas de GNV (quando aplicável) e a depreciação associada ao uso de tecnologia Euro 5, que costuma levar a prazos de indenização mais alinhados a padrões modernos de emissões térmicas.
Sobre a marca Scania: tradição, inovação e foco em frota pesada
A Scania é uma fabricante sueca com uma herança que remonta ao final do século XIX, quando começou como uma empresa de construção de caminhões e motores a diesel. Ao longo das décadas, a marca estabeleceu-se como referência no segmento de transporte de carga pesada, construção de anfíbios de caminhões e soluções de transporte de longo curso. O que diferencia a Scania no mercado é o equilíbrio entre robustez, durabilidade e tecnologia voltada para eficiência operacional. Em termos de gestão de frotas, a Scania investe consideravelmente em soluções de telemetria, conectividade entre veículo e gestão, bem como em uma linha de motores com ênfase em desempenho, torque estável em diversas faixas de rotação e confiabilidade mesmo em jornadas de grande extensão. O R-series, do qual o R-410 A faz parte, representa o cerne da proposta da marca para serviços pesados de distribuição, carga de contêineres, transporte de materiais de construção e operações de logística com exigência de desempenho e robustez no dia a dia de operações com trânsito reto e variações de peso na carroceria e na caçamba.
O DNA da Scania para o segmento de caminhões de tração completa se destaca pela engenharia de motor e pela integração entre chassis, transmissão e sistemas de freio. A marca também se envolve com soluções de manutenção programada, programas de gestão de frota e opções de configuração que permitem ao operador adaptar o veículo a diferentes tipos de operação – seja em áreas urbanas com repetição de paradas, seja em rotas rodoviárias com demanda de carga elevada e tensões climáticas. Em particular, as variantes com CNG/GNV refletem uma estratégia de diversificação de fontes energéticas na frota, um movimento relevante em mercados que buscam reduzir emissões locais, bem como explorar a disponibilidade de fontes de energia com custo competitivo em determinadas regiões.
GNV em caminhões pesados: considerações práticas para frota e seguro
O uso de GNV (Gás Natural Veicular) em caminhões para operações de 6×2 apresenta vantagens e pontos que merecem avaliação detalhada por quem administra frota e seguro. Entre os benefícios, destacam-se:
- Redução de emissões locais em comparação com combustíveis líquidos, o que pode influenciar positivamente a avaliação de riscos ambientais para sinistros envolvendo poluição e danos a terceiros.
- Potencial queda de custo com combustível, dependendo da disponibilidade de infraestrutura de abastecimento e do regime de consumo da rota planejada pela frota.
- Operação relativamente silenciosa em certos cenários, com impactos discretos no conforto do motorista e na percepção de ruído de operações em áreas residenciais próximas a terminais.
- Adoção de padrões modernos de motor Euro 5 (E5) que costumam alinhar-se com exigências regulatórias de emissões para veículos comerciais pesados, contribuindo para a percepção de modernidade da frota perante seguradoras.
Por outro lado, há também aspectos que requerem atenção especial na gestão de risco e no seguro:
- Custo de manutenção de sistemas de GNV: componentes específicos do sistema de compressão, tanques, válvulas e reguladores podem exigir inspeções reguladas por normas técnicas, o que envolve custos periódicos de manutenção.
- Infraestrutura de abastecimento: a indisponibilidade ou a limitação de pontos de abastecimento em determinadas regiões pode impactar a continuidade de operação da frota, o que, por consequência, pode alterar o perfil de risco em termos de disponibilidade de serviço.
- Downtime e reparos especializados: necessidade de equipamentos e mão de obra especializada para reparos no sistema de alimentação de GNV pode influenciar prazos de atendimento da seguradora e a avaliação de custos de sinistros.
- Depreciação e ajuste de valor FIPE: como qualquer veículo, o R-410 A está sujeito a depreciação, e a presença de sistemas de GNV pode influenciar a consideração de fatores de depreciação na hora de consultar a FIPE para fins de seguro. É importante alinhar as expectativas com a seguradora para evitar divergências entre o valor FIPE e o valor de reposição contratado.
Implicações da FIPE para seguros de caminhões pesados com R-410 A 6×2 CNG
Quando uma seguradora avalia uma apólice para um Scania R-410 A 6×2 com GNV, alguns pontos tendem a ganhar peso no relacionamento entre o valor do contrato, o prêmio e as coberturas escolhidas:
• O valor de referência FIPE serve como base para a indenização em caso de sinistro total, desde que o contrato de seguro preveja essa modalidade de reposição. Esse valor impacta diretamente no prêmio anual, já que o risco é proporcional ao valor garantido.
• A configuração 6×2 pode influenciar o custo de reparo, especialmente se a carroceria ou o chassi exigir peças específicas de fábrica para o modelo Scania de 2019. A rede de concessionárias e oficinas especializadas costuma ter maior disponibilidade para peças originais, o que pode afetar o tempo de resposta em sinistros e, por consequência, o custo total do seguro.
• O uso de GNV pode trazer particularidades no método de avaliação de risco. Em alguns casos, o custo de reposição de componentes do sistema de GNV pode exigir coberturas adicionais ou cláusulas específicas, como cobertura de sistemas de gás e de compressor, além de exigências técnicas para assistência em emergências relacionadas ao combustível alternativo.
• A idade do veículo, o histórico de manutenção, a quilometragem e o tipo de veículo (caminhão pesado com cabine e leito, carroceria de carga, etc.) influenciam na precificação. A FIPE, ao capturar o valor de mercado, é apenas uma referência, e as seguradoras costumam ajustar o prêmio com base em fatores adicionais de risco, como sinistralidade da frota, condições de uso e rotas operacionais.
Em resumo, a Tabela FIPE para o Scania R-410 A 6×2 CNG (GNV) E5 de 2019 é uma ferramenta de referência que facilita a comunicação entre proprietários de frotas e seguradoras na hora de estabelecer valores de cobertura. Compreender as informações técnicas do veículo – desde o motor, até a configuração de eixo, passando pelo sistema de GNV e pela norma de emissões Euro 5 – ajuda o gestor de frota a defender as próprias necessidades na hora de estruturar uma apólice que ofereça uma proteção adequada sem pagar por coberturas desnecessárias. Ao mesmo tempo, a FIPE funciona como um guia que permite que as negociações se apoiem em uma base comum, minimizando ruídos e discrepâncias entre o valor que o proprietário espera receber em caso de sinistro e o valor reconhecido pela seguradora.
Se você está considerando a aquisição atual ou futura de um Scania R-410 A 6×2 com GNV para a sua operação, é essencial alinhar o entendimento entre o que o veículo oferece em termos de desempenho e tecnologia com as coberturas desejadas. Um olhar atento à especificação FIPE, à idade do veículo, à configuração de eixo, à cabine, ao sistema de GNV e ao histórico de manutenção pode evitar surpresas na hora de fechar o seguro e reduzir custos ao longo do tempo.
Para quem busca orientação profissional sobre como a Tabela FIPE impacta a escolha de coberturas, limites e franquias, a GT Seguros está disponível para ajudar. Faça uma cotação com a GT Seguros e descubra como o valor referenciado pela FIPE pode orientar a escolha de coberturas adequadas, com equilíbrio entre proteção, custo e eficiência operacional.
