Valor FIPE Atual
R$ 31.157,00
↓ 0,2% vs mês anterior
FIPE: 504014-0
Ano: 1989-3
MêsPreço
Mar/26R$ 31.157,00
Fev/26R$ 31.226,00
Jan/26R$ 31.295,00
Dez/25R$ 31.355,00
Nov/25R$ 31.403,00
Out/25R$ 31.479,00
Set/25R$ 31.581,00
Ago/25R$ 31.648,00
Jul/25R$ 31.699,00
Jun/25R$ 31.731,00
Mai/25R$ 31.795,00
Abr/25R$ 31.824,00

Entenda como a Tabela FIPE orienta a avaliação do Ford Cargo 1218 Turbo 2p (diesel) 1989 para seguros

A Tabela FIPE funciona como uma referência comum para o setor de seguros e para quem negocia a compra e venda de veículos usados no Brasil. Quando falamos de caminhões pesados, como o Ford Cargo 1218 Turbo 2p (diesel) de 1989, a atualização periódica dessa tabela ajuda corretoras, seguradoras e clientes a alinharem expectativas sobre o valor de referência do veículo. O objetivo não é estabelecer um preço de venda definitivo, mas sim oferecer um ponto de partida para avaliação de sinistros, cálculo de prêmio de seguro e validação de condições de cobertura. Em veículos com mais de três décadas de uso, a volatilidade de mercado pode exigir ajustes mais criteriosos: a idade do automóvel, a disponibilidade de peças, as condições da carroceria, o histórico de manutenção e a demanda por modelos específicos influenciam fortemente o que é considerado “valor segurado” ou “valor venal” pela seguradora.

Ficha Técnica do Ford Cargo 1218 Turbo 2p (diesel) 1989

Fabricante: Ford Motor Company

Tabela FIPE FORD CARGO 1218 Turbo 2p (diesel) 1989

Linha: Cargo

Versão: 1218 Turbo 2p

Ano/modelo: 1989

Categoria: Caminhão de carga pesada, cabina simples, carroceria tipo chassi, duas portas (2p)

Motor: Diesel turbo com configuração de 6 cilindros em linha

Deslocamento aproximado: em torno de 12 litros (variação entre lotes e calibrações disponíveis na época)

Potência nominal: aproximadamente entre 180 e 210 cv, dependendo da configuração de fábrica e da calibragem regional

Torque: na faixa de 60–70 kgf.m, com torque útil para arrancadas e manobras de carga pesada

Transmissão: manual, tipicamente 6 velocidades à frente, com marcha à ré disponível

Tração: traseira, 4×2, com apoio de suspensão adequada para longas jornadas

Sistema de freios: freio a ar comprimido, com assistência e redundância típica de caminhões da época; freio de serviço robusto para contenção de cargas

Suspensão: eixo rígido com molas, projetado para suportar peso de carga e irregularidades das estradas

Capacidade de combustível: reservatórios compatíveis com uso rodoviário intenso; variação de acordo com o conjunto de tanque instalado

Peso Bruto Total (PBT): em torno de 12.000 kg, com variações conforme o layout da carroceria e o eixo traseiro

Dimensões (aproximadas): comprimento entre 6,5 e 8,0 metros, largura em torno de 2,3 metros; altura conforme cabine e carroceria

Observações: as especificações podem variar conforme a configuração de fábrica, ano de fabricação e alterações de concessionárias. Recomenda-se consultar documentação técnica original ou o histórico de manutenção do veículo para confirmar os valores exatos do exemplar em questão.

Sobre a marca Ford e a linha Cargo

A Ford é uma das marcas mais históricas no segmento automotivo global, com atuação marcante na indústria brasileira desde os anos 1910. No setor de caminhões, o portfólio Cargo consolidou-se ao longo das décadas como uma opção robusta para transportes de carga, especialmente em operações rodoviárias onde confiabilidade, disponibilidade de peças e facilidade de manutenção pesam na decisão de compra. No Brasil, a linha Cargo ganhou espaço significativo entre frotistas, transportadores e pequenas empresas que precisam de utilitários capazes de vencer trechos desafiadores com cargas diversas. A reputação da Ford para caminhões combina robustez de chassis, compacidade de manutenção de motor e redes de concessionárias amplas, fatores que, em seguros, ajudam a compor avaliações de risco mais estáveis quando o veículo está em boas condições de uso.

Modelos da era 1989, como o Cargo 1218 Turbo 2p, representam uma etapa de transição tecnológica: motores robustos, turbocompressão para melhorar o torque em ascensos e aceleração com carga, mas ainda sem as imagens de conectividade e eletrônica avançada que passaram a predominar nas gerações seguintes. Para os profissionais de seguro, essas características influenciam a percepção de risco: motores maiores exigem maior disponibilidade de peças, histórico de manutenção e testes de freios com capacidade de carga constante. Além disso, caminhões dessa idade pecam mais pela;
necessidade de componentes de freio, suspensão e transmissão que sejam inspecionados com rigor. A boa notícia é que, quando bem mantidos, os modelos Cargo oferecem uma durabilidade apreciável e custos de operação previsíveis, características valorizadas em carteiras de seguro que incluem veículos com vida útil comercial extensa.

A Tabela FIPE e o seguro de caminhões pesados

A Tabela FIPE funciona como referência de mercado para veículos usados, incluindo caminhões de grande porte. No âmbito de seguros, ela serve, principalmente, como base de avaliação para o chamado “valor venal” ou para a primeira aproximação do valor segurado. Importante entender que FIPE não determina automaticamente o prêmio ou o valor final de cobertura. Em veículos com mais de 30 anos, como o Ford Cargo 1218 Turbo 2p, a seguradora pode adotar políticas específicas de acordo com a idade, o estado de conservação, o histórico de sinistros e a disponibilidade de peças no mercado.

Alguns aspectos práticos a considerar com a FIPE no contexto de seguros para caminhões antigos:

  • Sob a ótica da cotação, a FIPE oferece uma referência de mercado que ajuda a calibrar o prêmio inicial, mas a seguradora pode ajustar o valor segurado com base na quilometragem, no histórico de manutenção e na condição da carroceria.
  • A depreciação por idade é mais pronunciada para veículos com mais de duas décadas, e isso pode impactar a indenização em caso de sinistro, dependendo das regras da apólice (valor de reposição vs. valor venal).
  • Para frota que utiliza o veículo de forma intensiva, fatores como disponibilidade de peças e facilidade de reparo podem influenciar o custo de prêmios e as coberturas oferecidas pela seguradora.
  • A existência de acessórios adicionais, carroceria, tanques de combustível extras ou modificações de motor podem alterar o valor segurado e, consequentemente, o prêmio, mesmo em base FIPE.

Quando se trata de estruturas de seguro para caminhões, vale a pena conversar com a GT Seguros para entender como o valor FIPE dialoga com o custo de reposição, o valor de mercado e as cláusulas de cobertura vigentes. A ideia é alinhar o equilíbrio entre proteção adequada, custo de prêmio e flexibilidade para situações de sinistro, especialmente para veículos de leque de idade e de uso profissional intenso.

Considerações sobre manutenção, riscos e seguro para o Ford Cargo 1218 Turbo 2p

Para caminhões da linha Cargo, a manutenção correta é peça-chave para manter o custo de seguro sob controle. Em veículos com mais de 30 anos, a inspeção periódica ganha ainda mais importância para evitar situações que possam elevar o risco de sinistro ou reduzir o valor de indenização. Aspectos a observar incluem:

Condições do motor e do sistema turbo: motores diesel turbo exigem monitoramento de vazamentos, padrões de combustão, sistema de admissão de ar, turbina e troca de óleo com intervalos recomendados. A turbina precisa de atenção para evitar falhas que possam comprometer a entrega de torque e a eficiência de combustível, impactando o desempenho geral do veículo sob carga.

Freios e suspensão: freios a ar, bem como o estado das luvas, cilindros e válvulas, devem ser checados com regularidade. A suspensão, especialmente com eixo rígido, sofre com o peso da carga e com trepidações em vias degradadas; substituições de componentes como mola de lâmina e amortecedores, quando necessárias, ajudam a manter a estabilidade e reduzem o risco de acidentes.

Carroceria e cabine: a integridade da carroceria e das portas, bem como a vedação de compartimentos de carga, influencia diretamente a segurança e a proteção da carga. Em veículos antigos, a corrosão pode afetar o rígido estrutural, o que demanda avaliações periódicas de soldas e reparos conforme necessidade.

Uso da tecnologia e monitoramento: mesmo em versões históricas, manter registros de manutenção, histórico de sinistros e revisões de componentes facilita a correção de caminhos de seguro, já que as seguradoras costumam valorizar a manutenção preditiva e o cumprimento de manutenções preventivas.

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