| Mês | Preço |
|---|---|
| Mar/26 | R$ 162.226,00 |
| Fev/26 | R$ 164.910,00 |
| Jan/26 | R$ 163.350,00 |
| Dez/25 | R$ 163.421,00 |
| Nov/25 | R$ 160.122,00 |
| Out/25 | R$ 164.386,00 |
| Set/25 | R$ 163.579,00 |
| Ago/25 | R$ 163.924,00 |
| Jul/25 | R$ 164.188,00 |
| Jun/25 | R$ 164.354,00 |
| Mai/25 | R$ 164.684,00 |
| Abr/25 | R$ 161.846,00 |
Guia técnico da Tabela FIPE para o Scania R-124 GA 420 4×2 NZ 2p (diesel) — Millen 2006
A Tabela FIPE funciona como referência de mercado para veículos usados no Brasil, servindo de base para seguros, avaliações de danos, indenizações e negociações de compra e venda. No universo de transportes de carga, especialmente quando se trata de caminhões pesados, entender como a FIPE se aplica ao modelo específico é essencial para quem atua como corretor de seguros ou administra uma frota. Este guia aborda o exemplar Scania R-124 GA 420 4×2 NZ 2p (diesel) com origem Millen e ano de fabricação 2006, destacando a ficha técnica, o papel da marca no mercado, a forma como a FIPE classifica esse tipo de veículo e quais fatores impactam a proteção veicular. Importante: este texto não traz valores de preço; a função de estimativa de quanta cobertura receberá é tratada apenas para fins educativos, com os dados de preço inseridos na peça de topo do post pela plataforma.
Contexto da marca Scania: tradição, confiabilidade e rede de apoio
A Scania é uma das marcas centrais do transporte rodoviário mundial, conhecida pela robustez de seus caminhões e pela aposta contínua em tecnologia de motor, transmissão e telemática. Fundada na Suécia, a empresa estabeleceu uma reputação sólida ao longo de décadas por entregar veículos voltados a alta demanda de serviço pesado, com foco em durabilidade, consumo eficiente de combustível e facilidade de reposição de peças. No Brasil, a Scania consolidou uma rede de concessionárias, centros de reparo e serviços autorizados que facilita a manutenção de frotas de grande porte, o que, por consequência, influencia positivamente o custo total de propriedade e o desempenho de seguros ao longo da vida útil do veículo.

Para operadores de transporte de carga, a marca representa não apenas um conjunto de características técnicas, mas também um ecossistema de suporte. A disponibilidade de peças originais, a presença de técnicas treinadas e a oferta de soluções de gestão de frota ajudam a mitigar riscos de paradas não programadas e reduzem o custo operacional. Em termos de seguros, tudo isso se reflete na previsibilidade de custos, na confiabilidade do equipamento e, consequentemente, na forma como as seguradoras precificam e avaliam o risco associado a essa linha de caminhões.
Ficha técnica do modelo: Scania R-124 GA 420 4×2 NZ 2p (diesel) – Millen 2006
- Configuração de veículo: caminhão 4×2 com cabine NZ de 2 portas, voltado a transporte de carga rodoviário em trajetos médios a longos.
- Motor: diesel, motor em linha de 6 cilindros, deslocamento aproximado de 12,7 litros, potência nominal de 420 cv, excelente torque para arrancadas e retomadas em trechos de subida e em combates de peso total da operação.
- Transmissão: opção de câmbio manual de várias marchas com possibilidade de câmbio automatizado (câmbio Scania Opticruise ou similar), incluindo retarder para auxiliar na frenagem em descidas; sistema de freios com ABS/EBS conforme configuração de fábrica.
- Cabine e uso: cabine de 2 portas suficiente para operação de frota com foco em conforto do motorista durante longas jornadas; a variação NZ refere-se a uma configuração de cabine amplamente adotada para transporte de carga geral, com espaço adequado para motorista e motorista acompanhante em alguns setups, dependendo da customização pela montadora ou pelo operador.
Observação: as especificações acima descrevem a configuração típica associada ao conjunto Scania R-124 GA 420 4×2 NZ 2p, com o motor a diesel de alta capacidade. Em frotas reais, variantes específicas podem apresentar pequenas diferenças em itens como transmissão, sistema de suspensão, equipamento de freio ou itens de acabamento. Para fins de seguro e avaliação pela FIPE, o que vale é a faixa de capacidade, potência e a configuração de tração, que definem o patamar de risco e o custo de reposição.
Como a FIPE utiliza dados para este modelo específico
A Tabela FIPE compõe-se de faixas de preço com base em transações reais de mercado para veículos usados. No caso do Scania R-124 GA 420 4×2 NZ 2p (diesel) – Millen 2006, a FIPE considera as variantes que o veículo pode ter incorporado ao longo da sua vida útil, como a presença de transmissão manual ou automatizada, o estado de conservação, a quilometragem e a configuração de cabine. Ao buscar o valor referencial para seguros, as seguradoras utilizam a FIPE como referência de indenização em caso de perda total ou como parâmetro para ajuste de coberturas de parte de terceiros, roubo e danos parciais.
Para o modelo discutido, alguns aspectos impactam a variação dentro da faixa FIPE, entre eles:
- Condição externa e interna: danos, corrosão, avarias que afetem a estética e a integridade estrutural podem deslocar o valor para cima ou para baixo dentro da faixa definida pela FIPE.
- Itemização de equipamentos: a presença de acessórios originais de fábrica, bem como itens como câmbio automatizado, retarder, sistemas de telemática e sensores, podem influenciar a avaliação dentro da faixa de variação para o mesmo conjunto motor/transmissão.
- Utilização histórica: se o caminhão operou em regiões com maior desgaste, taxas de uso elevadas ou histórico de sinistros, esses fatores podem impactar a posição do veículo na curva FIPE, ainda que o número principal permaneça o mesmo para aquela configuração.
- Mercado regional: a oferta de Scania R-124 GA 420 4×2 NZ 2p pode oscilar conforme o mercado local de usados, o que pode provocar pequenas variações de faixa entre estados e regiões.
É importante notar que as faixas FIPE não são valores fixos de venda, mas sim referências de mercado que ajudam a orientar avaliação, seguro e negociações. Ao solicitar uma cotação de seguro para uma unidade como a R-124 GA 420 4×2 NZ 2p, as seguradoras costumam cruzar a faixa FIPE com o estado do veículo, o histórico de manutenção, a quilometragem e a região de atuação para chegar a uma proposta que reflita o risco atual do bem.
Impactos da FIPE na apólice de seguro e no custo de proteção
Quando se trata de seguros de caminhões pesados, a referência FIPE influencia principalmente a forma como o valor segurado é definido e como se calculam as coberturas. O objetivo é assegurar uma indenização compatível com o custo de reposição ou reparo do veículo no momento de um sinistro, sem sobrecarregar o custo da apólice com uma cobertura desproporcional. Para o Scania R-124 GA 420 4×2 NZ 2p (diesel) – Millen 2006, itens relevantes costumam incluir:
- Risco de reposição versus de indenização por danos: a FIPE orienta o que seria o custo de reposição para o veículo, ou seja, qual seria o valor de um veículo equivalente no mercado no momento da avaliação. Isso determina a base de cálculo de coberturas de danos parciais/total loss e de substituição.
- Valor de parte de terceiros e assistência à carga: a cobertura de danos a terceiros, bem como de responsabilidade civil, é calibrada de modo a refletir a probabilidade de eventos de alto custo associados a caminhões de grande porte.
- Franquias e limites: com base na faixa FIPE, as seguradoras definem faixas de franquia viáveis para o veículo, mantendo equilíbrio entre custo de proteção e benefício oferecido.
- Condições de uso e histórico: veículos de frota podem ter condições diferenciadas de seguro, como bônus por histórico, planilhas de manutenção e monitoramento, que também impactam a precificação.
Essa prática ajuda a manter as apólices coerentes com o valor de mercado coletado pela FIPE, evitando sub ou superavaliação do bem. Para quem administra uma frota ou trabalha com corretagem, entender a relação entre FIPE e seguro facilita a comunicação com clientes, a definição de coberturas adequadas e a tomada de decisão sobre o nível de proteção necessário em diferentes cenários operacionais.
Cuidados práticos para quem negocia ou protege uma Scania R-124 GA 420 4×2 NZ 2p
A proteção de caminhões dessa categoria demanda atenção a aspectos que vão além da simples soma de peças. A seguir, pontos-chave que costumam orientar decisões de seguro e de gestão da frota:
- Manutenção regular e histórico de serviços: manter um cronograma de manutenção com registros oficiais ajuda a manter o desempenho mecânico estável e pode influenciar positivamente a avaliação de risco pelas seguradoras.
- Registro preciso do uso: saber onde a frota opera com frequência (zonas urbanas, rodovias, regiões com clima extremo) orienta a escolha de coberturas específicas, como proteção contra danos causados por desastres naturais ou riscos de roubo em áreas com maior incidência.
- Avaliação de peças de reposição: ter disponibilidade de peças originais e histórico de substituição rápido pode reduzir o tempo de inatividade e influenciar positivamente a percepção de risco pela seguradora.
- Gestão de exposição ao roubo: caminhões de grande porte são alvos de furtos e sequestros de carga; estratégias como rastreadores, alarmes e recursos de telemetria ajudam a
