Valor FIPE Atual
R$ 190.969,00
↓ 0,2% vs mês anterior
FIPE: 516118-5
Ano: 2011-3
MêsPreço
Mar/26R$ 190.969,00
Fev/26R$ 191.391,00
Jan/26R$ 192.353,00
Dez/25R$ 193.320,00
Nov/25R$ 194.292,00
Out/25R$ 195.269,00
Set/25R$ 195.896,00
Ago/25R$ 196.881,00
Jul/25R$ 197.197,00
Jun/25R$ 197.395,00
Mai/25R$ 197.791,00
Abr/25R$ 197.970,00

Guia detalhado da Tabela FIPE para o Volvo FM 400 6×4 2p Diesel 2011 e a ficha técnica do modelo

A Tabela FIPE é um referencial amplamente adotado no mercado brasileiro para avaliação de veículos usados, incluindo caminhões pesados como o Volvo FM 400 6×4 2p diesel de 2011. Compreender como essa tabela funciona, quais fatores influenciam seus valores e como esse consultor de referência se conecta aos seguros é essencial para profissionais de corretagem, proprietários e frotistas. Este artigo apresenta, de forma educativa, como interpretar a Tabela FIPE para esse modelo específico, além de traçar a ficha técnica detalhada, aspectos da marca Volvo e implicações para a proteção veicular.

O que a Tabela FIPE representa para caminhões Volvo e por que ela importa

A Tabela FIPE oferece uma base de dados de referência para o valor de venda de veículos usados no país. Para caminhões, assim como para automóveis, ela considera parâmetros de mercado coletados em diversas regiões, levando em conta idade, versão, estado de conservação e configuração de fábrica. Quando o tema é seguro, esse reference point ajuda seguradoras a estimarem valores de indenização em caso de sinistro, bem como a orientar políticas de cobertura, valor de franquias e limites de garantia. A seguir, pontos-chave sobre a aplicabilidade da FIPE ao Volvo FM 400 6×4 2p diesel 2011:

Tabela FIPE VOLVO FM 400 6×4 2p (diesel) 2011

– A FIPE funciona como linha de base para a avaliação de referência de mercado, não substituindo o valor de venda efetivo que pode variar conforme a condição específica do caminhão, disponibilidade de peças, histórico de manutenção e demanda local.
– Versões com a mesma numeração (FM 400) podem ter pequenas variações de acordo com o conjunto de acessórios, tipo de carroceria e configuração de transmissão; esses ajustes podem influenciar o valor de referência na prática.
– Caminhões com uso intensivo, alto desgaste ou histórico de sinistros costumam apresentar desvio em relação à faixa FIPE, tanto para cima quanto para baixo, conforme o estado geral e o histórico de manutenção.
– O estado da documentação, quilometragem declarada e a periodicidade de revisões são fatores que ajudam a alinhar o valor FIPE à situação real do veículo, tornando a análise de risco pela seguradora mais precisa.

Para quem atua na área de seguros, entender como a FIPE se relaciona ao veículo é crucial para estabelecer coberturas compatíveis com o valor de reposição ou indenização. Além disso, o conhecimento sobre o valor de referência facilita a comunicação com clientes, pois facilita a explicação de como certos fatores, como idade do caminhão, condição da transmissão, pneus e sistema de freios, podem afetar o prêmio do seguro. A tabela não é uma predefinição fechada; ela serve como norte metodológico para decisões de proteção veicular, e, no caso do Volvo FM 400 6×4 2p diesel 2011, ajuda a posicionar corretamente o risco de contratação, renovações e reajustes ao longo do tempo.

Ficha técnica do Volvo FM 400 6×4 2p (diesel) 2011

A ficha técnica de um caminhão como o Volvo FM 400 6×4 2p diesel de 2011 oferece um retrato técnico que auxilia profissionais de seguros, compradores e equipes técnicas a entender as capacidades e limitações do veículo. Abaixo está uma visão consolidada dos componentes chave, organizada para facilitar consulta rápida e compreensão educativa.

  • Motor: diesel, configurado para atuação em caminhão pesado, com foco em torque de força para reposição de carga e manuseio de diferentes tipos de carroceria.
  • Tecnologia de propulsão: motor de alta cilindração com trajetória de torque estável em rotações médias a altas, visando desempenho em subidas, deslocamentos de carga e trajetos de estrada com variações de terreno.
  • Potência: aproximadamente 400 cv (cavalos de potência) para suprir as demandas de tração exigidas por aplicações de transporte de carga volumosa.
  • Cilindrada: em torno de 12,8 litros, típico de motores de grande deslocamento usados em linhas de transporte de média a longa distância, aliado a uma arquitetura que favorece torque elevado em faixas largas de rpm.
  • Transmissão: combinação de opções com 12 marchas, incluindo câmbio manual tradicional ou transmissão automatizada tipo I-Shift, que oferece trocas suaves com foco em eficiência de combustível e conforto do motorista em operações repetitivas de frete pesado.
  • Tração e configuração de eixo: 6×4, ou seja, três eixos com dois acionados, projetado para distribuir a carga de forma estável sobre vias com pavimento irregular, rampas e terrenos desafiadores.
  • Cabine: duas portas, projetada para caminhões de longa distância e operações de distribuição, priorizando conforto, ergonomia e acessibilidade para o motorista durante jornadas de trabalho estendidas.
  • Peso bruto total e capacidade de carga: o veículo se enquadra em faixa de PBT elevada, com capacidade de carga útil adequada para diferentes tipos de carroceria, comoCaja seca, silo, betoneira ou reboque, variando conforme configuração de fábrica e acessórios.

Observação: as especificações acima destacam itens típicos da linha FM 400 6×4, mas é importante confirmar o conjunto exato de acessórios, tipo de transmissão e configuração de cabine para cada unidade específica, pois pequenas variações podem ocorrer entre veículos com o mesmo código de modelo ano de fábrica. Em contextos de seguro, esses detalhes são relevantes para determinação de prêmio, coberturas disponíveis e condições de indenização, por isso é comum consultar a nota fiscal, o manual do proprietário e o laudo de vistoria ao efetuar a avaliação de risco.

A marca Volvo: legado, inovação e segurança no segmento de caminhões

A Volvo é uma referência global no setor de mobilidade, com tradição acumulada ao longo de décadas no desenvolvimento de caminhões comerciais. O portfólio Volvo para transporte de cargas combina robustez, tecnologia de ponta e foco na segurança, atributos especialmente valorizados por frotistas que operam em rotas urbanas, interestaduais e de longa distância. Alguns pilares que fortalecem a reputação da marca são:

  • Engenharia voltada para a durabilidade: a construção de chassis, suspensão e componentes estruturais busca maior vida útil em condições adversas de trabalho, reduzindo o tempo de indisponibilidade.
  • Sistemas avançados de segurança: o portfólio inclui tecnologias que ajudam a evitar colisões, manter estabilidade em curvas e reduzir impactos em situações críticas, contribuindo para a proteção de motoristas, passageiros e carga.
  • Conforto do motorista: cabines projetadas com foco na ergonomia, com assentos ajustáveis, visibilidade ampliada e controles acessíveis, o que reduz fadiga em jornadas extensas.
  • Rede de suporte e assistência técnica: a presença de uma rede de concessionárias e assistência técnica facilita manutenções, peças originais e revisões periódicas, aspectos relevantes para manter o valor de revenda e a segurança operacional.

Essa combinação de fatores faz com que caminhões da Volvo, incluindo o FM 400 6×4, sejam procurados por empresas que priorizam confiabilidade e custo total de propriedade ao longo do tempo. No universo de seguros, o histórico da marca pode influenciar indicadores de sinistralidade, disponibilidade de peças de reposição e facilidade de obtenção de serviços de manutenção, aspectos que, por sua vez, impactam o custo do seguro, o tempo de indenização e as condições de cobertura.

Impacto da FIPE no seguro de caminhões e como interpretar variações

Ao contratar ou renovar um seguro para o Volvo FM 400 6×4 2p diesel 2011, o valor referenciado pela FIPE serve como referência de indenização em caso de perda total, bem como como referência para o teto de garantias em colisões, roubo e outros cenários cobertos. A FIPE ajuda a padronizar a avaliação em negociações entre seguradoras, clientes e corretores, mas é fundamental compreender onde ocorrem as variações reais. Abaixo, aspectos que costumam influenciar o ajuste de valor em comparação com o PFFIPE/FIPE, mantendo-se dentro da prática comum do mercado:

  • Condição do veículo: aquilo que a FIPE não pode capturar sozinha é o estado de conservação. Um caminhão com boa manutenção, com históricos de serviço registrados e sem danos estruturais tende a se aproximar mais do valor FIPE ou até superá-lo em determinadas regiões, especialmente se a demanda por esse tipo de configuração estiver estável ou crescente.
  • Quilometragem e uso: veículos com menor uso ou com histórico de menor kilometragem tendem a manter melhor o valor de revenda relativo à FIPE, desde que a documentação esteja em dia. Já caminhões com desgaste significativo podem ficar abaixo da referência, refletindo o custo de reposição de peças e a necessidade de manutenções mais frequentes.
  • Mercado regional e disponibilidade de peças: a oferta local de caminhões semelhantes pode alterar a percepção de valor. Em regiões com maior disponibilidade de peças Volvo originais e de mão de obra especializada, o custo de reposição pode ser mais previsível, o que beneficia o ajuste do prêmio.
  • Configuração de carroceria e acessórios: a presença de carrocerias especiais, itens de segurança adicionais, sistemas de telemetria, guinchos, caixas secas, entre outros, pode elevar o valor de mercado percebido pelo segurador, indo além da referência base da FIPE.

É comum que, em determinadas situações, as seguradoras utilizem a FIPE como base de indenização, mas ajustem o montante conforme o estado do veículo, o histórico de sinistros, a idade da frota e as condições de uso. A leitura cuidadosa da determinada apólice e o acompanhamento de vistorias técnicas ajudam a alinhar as expectativas entre proprietário e seguradora, evitando surpresas durante o processo de indenização. Para quem gerencia frotas, entender esse mecanismo facilita o planejamento orçamentário, já que o prêmio anual pode refletir não apenas a idade do veículo, mas também as perspectivas de depreciação segundo a curva FIPE.

Como a escolha de seguro se beneficia do conhecimento da Tabela FIPE

Quando o tema é proteção veicular, conhecer a referência FIPE do Volvo FM 400 6×4 2p diesel de 2011 oferece vantagens estratégicas para a negociação com corretores. Abaixo, pontos de aplicação prática para o dia a dia de seguros e gestão de frotas:

  • Definição de coberturas proporcionais ao valor de referência: saber a faixa da FIPE ajuda a selecionar coberturas adequadas para reposição ou indenização, evitando subseguro ou superproteção, que podem elevar o custo sem ganho proporcional.
  • Configuração de franquias e limites: ao entender o valor base, é possível ajustar franquias e limites de cobertura de forma mais alinhada ao risco, especialmente em sinistros de roubo ou colisões com terceiros.
  • Planejamento de renovação: acompanhar a tendência de depreciação da FIPE ao longo do tempo ajuda a planejar renovações de seguro com previsibilidade, mantendo a proteção compatível com o valor real de mercado.
  • Diálogo com o corretor: ter conhecimento da base FIPE facilita a comunicação com o profissional, tornando o processo mais objetivo e eficiente, com decisões bem fundamentadas.

Além disso, para frotistas com variados tipos de carga, a integração entre FIPE e dados operacionais, como o histórico de manutenções, o registro de incidentes e a frequência de rotas, pode resultar em pacotes de seguro mais ajustados, com condições otimizadas para o perfil da frota. O equilíbrio entre custo de prêmio, limite de cobertura e tempo de indenização é essencial para manter a operação em funcionamento sem surpresas financeiras relevantes em caso de sinistro.

Considerações finais para clientes e corretores

Ao lidar com o Volvo FM 400 6×4 2p diesel de 2011, a sinergia entre dados da Tabela FIPE, ficha técnica detalhada e o histórico da marca cria um panorama sólido para tomada de decisão. A FIPE funciona como um norte confiável, especialmente quando integrada a informações sobre estado real do veículo, idade, uso e condições de manutenção. Para corretores, isso se traduz em capacidade de oferecer orientações mais precisas, ajudando clientes a escolher coberturas proporcionais ao valor de referência de mercado, sem comprometer a proteção necessária para operações de alto desempenho logístico.

Conduzir uma gestão de seguro com base em dados consistentes e atualizados reduz a exposição a surpresas e facilita o cumprimento de exigências regulatórias, além de melhorar a experiência do cliente com prazos de atendimento mais ágeis e propostas mais claras. Em resumo, entender a relação entre a Tabela FIPE, a ficha técnica do Volvo FM 400 6×4 2p diesel 2011 e o valor prático de mercado é essencial para quem atua no ecossistema de seguros, manutenção e operação de frotas.

Se você busca uma proteção que considere com precisão as particularidades do seu caminhão e das suas rotas, considere discutir com a GT Seguros uma proposta sob medida para o seu perfil — pois uma abordagem bem alinhada com as especificações do veículo pode fazer toda a diferença no custo total de propriedade e na tranquilidade da operação.

Para uma cotação com a GT Seguros.