Valor FIPE Atual
R$ 69.110,00
↓ 3,0% vs mês anterior
FIPE: 516074-0
Ano: 2004-3
MêsPreço
Mar/26R$ 69.110,00
Fev/26R$ 71.248,00
Jan/26R$ 71.356,00
Dez/25R$ 73.075,00
Nov/25R$ 73.186,00
Out/25R$ 73.363,00
Set/25R$ 73.600,00
Ago/25R$ 74.623,00
Jul/25R$ 73.448,00
Jun/25R$ 75.332,00
Mai/25R$ 75.483,00
Abr/25R$ 73.356,00

Panorama detalhado da Tabela FIPE para Volvo VM-23 210 / VM 210 6×2 2p diesel 2004

A Tabela FIPE é uma referência amplamente utilizada no Brasil para estimar o valor de mercado de veículos usados, servindo como base para cálculos de seguro, financiamento, assistência e tributação. Quando o tema envolve caminhões e frotas, especialmente modelos mais antigos como o Volvo VM-23 210 / VM 210 6×2 2p diesel 2004, entender como a referência FIPE se aplica pode fazer a diferença na hora de comparar coberturas, manter o capital segurado adequado e evitar lacunas na proteção. Este artigo explora esse cenário com foco educativo, destacando a ficha técnica típica, o posicionamento da marca Volvo no mercado e as nuances de avaliação da FIPE para esse conjunto específico de características. O objetivo é oferecer ao leitor fundamentação clara para decisões de seguro mais alinhadas com a realidade do veículo e o uso empresarial.

Ficha técnica resumida do Volvo VM-23 210 / VM 210 6×2 2p diesel 2004

Abaixo apresentamos uma síntese técnica orientada a referência, com campos que costumam constar na documentação de uso da Tabela FIPE e nas avaliações de seguradoras. Vale lembrar que variações de acordo com o ano-modelo exato, a configuração de fábrica e a carroceria podem alterar alguns valores. A ideia aqui é oferecer um guia claro para leitura da ficha, facilitando a comparação entre unidades e a compreensão de fatores que impactam a valorização na prática de seguros.

Tabela FIPE VOLVO VM-23 210/ VM 210 6×2 2p (diesel) 2004
  • Motor e desempenho: motor diesel de 6 cilindros, projetado para caminhões leves a médios, com potência nominal aproximada de 210 cavalos (cv). A vocação do VM-23 210 é oferecer torque para tração em andaimes urbanos e rodoviários, com boa resposta em subidas e zigue-zagues de cidade, além de manter ocupação estável mesmo com carga moderada.
  • Transmissão e tração: câmbio manual, tipicamente em 6 marchas, aliado a uma configuração 6×2, que utiliza dois eixos traseiros, com um de eles tracionando. Essa combinação favorece a capacidade de carga e a estabilidade em vias desafiadoras, como trechos com aclives ou piso irregular, mantendo boa manobrabilidade para operações de frete.
  • Carroceria, peso e capacidade de carga: a configuração 2p indica cabine para dois ocupantes (motorista e ajudante), com chassis preparado para receber diferentes tipos de carroceria (baú, granel, plataformas, etc.). O peso bruto total (PBT) varia conforme a montagem, mas costuma ficar entre faixas que permitem uma boa relação entre carga útil e estabilidade, típica de veículos 14.000 kg a 18.000 kg para o segmento VM-210, dependendo do conjunto específico.
  • Dimensões e infraestrutura: as dimensões variam conforme a carroceria instalada, mas a linha VM-210 costuma apresentar níveis de altura, comprimento e largura compatíveis com operações urbanas e rodoviárias, proporcionando espaço para cabine confortável, conectividade básica e acessibilidade para manutenção. Em termos de freios, o conjunto pode oferecer freios a tambor com opcionais de ABS conforme versão, refletindo o estágio tecnológico da época.

Essa ficha técnica sintética serve como referência para leitura de anotações da FIPE e para entender como cada elemento pode influenciar o valor de referência para seguros. Em operações reais, é comum que a seguradora exija comprovação de documentação, laudos de manutenção e eventuais vistorias para confirmar o estado do veículo antes de validar o capital segurado adequado.

Sobre a marca Volvo e o contexto do VM-23 210

A Volvo é uma marca mundialmente reconhecida pela robustez, durabilidade e foco em segurança. No segmento de caminhões, a reputação Volvo tem raízes em décadas de desenvolvimento de tecnologia que privilegia a confiabilidade em condições severas de uso. O VM-23 210, dentro da linha VM, representa uma abordagem de caminhões de médio porte que conciliam conforto do motorista, eficiência de operação e facilidade de manutenção para frotistas que buscam rotação de frota, menor custo de serviço e disponibilidade de peças. Ao longo dos anos, a Volvo consolidou uma rede de assistência técnica, peças originais e parcerias de manutenção que ajudam a manter a qualidade de operação mesmo com veículos mais antigos. A percepção de valor de uma frota que utiliza Volvo tende a levar em conta não apenas o capital segurado, mas o custo de reposição de peças, o tempo de inatividade e a confiabilidade da manutenção preventiva.

Para o seguro, esse histórico de marca pode influenciar a forma como as seguradoras percebem o risco. Caminhões Volvo costumam ser avaliados com base em dados de confiabilidade registrados, custos de reparo compatíveis com a qualidade de peças originais e a facilidade de condução, o que pode impactar a taxa de prêmio, a disponibilidade de coberturas e a necessidade de cláusulas específicas (como proteção de carga, responsabilidade civil e danos a terceiros). Vale reforçar que cada contrato pode considerar particularidades da frota, da região de operação e do histórico de sinistros para ajustar o nível de proteção de forma cuidadosa.

Como a Tabela FIPE é utilizada na avaliação de seguros para esse modelo

Entender a aplicação da Tabela FIPE é essencial para quem negocia seguro de caminhões usados. A FIPE é uma referência de preço de mercado que reflete o valor médio atribuído a um veículo pelo conjunto de características mais comuns de cada modelo, ano e versão. No caso do Volvo VM-23 210 / VM 210 6×2 2p diesel 2004, a FIPE atua como base para estimar o capital segurado (valor segurado para reposição ou indenização em caso de sinistro total) e para determinar prêmios proporcionais ao risco. A leitura adequada dessa tabela envolve considerar alguns aspectos importantes:

  • Idade e configuração: quanto mais antigo o veículo (como um modelo de 2004) e quanto mais próxima a especificação da configuração original, maior a variação entre o preço de referência atual e o valor de reposição fictício. Vénias da configuração 6×2, cabine 2p e o tipo de carroceria influenciam a atualização da referência FIPE.
  • Condição de conservação: a FIPE não é um retrato estático; para fins de seguro, a classificação de estado de conservação, quilometragem, histórico de manutenção e eventuais alterações não autorizadas podem reduzir ou elevar a estimação de valor em relação ao referencial básico.
  • Mercado local de peças e disponibilidade: para caminhões usados, a disponibilidade de peças originais e de serviços de reparo pode impactar o custo de reposição. Em mercados com rede de peças robusta Volvo, o valor de reposição tende a manter-se mais próximo do valor de referência FIPE, o que favorece a precificação de seguros.
  • Tipo de uso e exposição: caminhões que atuam em trechos urbanos com frequentes paradas e starts, ou em transporte de carga sensível, podem ter sinistralidade diferente. A FIPE, por si só, não captura todo esse dimensionamento de risco, mas serve como alicerce para a cotação inicial e para o monitoramento de alterações no valor de reposição.

É comum que seguradoras façam um refino adicional do valor de referência da FIPE com base em dados internos de sinistros, histórico de manutenção e particularidades da frota. Por isso, ao solicitar cotações para o Volvo VM-23 210/ VM 210 6×2 2p diesel 2004, convém disponibilizar o maior conjunto de informações sobre o estado atual do veículo, histórico de manutenção, quilometragem atual, configurações específicas de carroceria e eventual documentação de peças substituídas. Isso facilita uma avaliação mais próxima da realidade de uso e ajuda a evitar surpresas na indenização.

Fatores que influenciam o valor de referência FIPE para esse modelo

Para entender melhor como a FIPE se relaciona com o Volvo VM-23 210 / VM 210 6×2 2p diesel 2004, é útil observar alguns fatores-chave que costumam impactar o valor de referência. Este insight ajuda gestores de frota e proprietários a planejar melhor a proteção contratual.

  • Idade do veículo e histórico de uso: quanto mais antigo, maior a probabilidade de desvalorização pela idade, condições de uso e desgaste natural do conjunto motor-transmissão. A documentação de revisões regulares pode atenuar esse efeito, mantendo a valorização mais estável.
  • Número de proprietários anteriores e histórico de sinistros: veículos com histórico limpo tendem a apresentar menor taxa de depreciação para seguro, pois são percebidos como menos arriscados. Por outro lado, histórico com avarias frequentes pode impactar negativamente o valor segurado.
  • Tipo de carroceria e adaptações: carrocerias específicas (baú, carga seca, plataforma, entre outras) influenciam o valor de mercado, pois afetam a demanda de reposição e a disponibilidade de peças. Modelos com carrocerias mais comuns costumam manter melhor o valor de referência.
  • Condições de manutenção e disponibilidade de peças: a presença de peças originais, a rede de assistência técnica e o custo de mão de obra podem influenciar a percepção de valor de reposição, o que, por sua vez, pode modular o prêmio do seguro.

É fundamental lembrar que a FIPE é um referencial de mercado, não uma garantia de valor fixo para indenização. Em caso de sinistro, o reajuste do capital segurado pode depender de termos contratuais específicos, cláusulas de valor de reposição, de depreciação para veículos usados ou de regras de indenização por veículo de reposição. Por isso, o diálogo com o corretor de seguros é essencial para alinhar o que está incluído na apólice com as necessidades reais da operação.

Impacto prático para gestão de seguro de frota com Volvo VM-210 (2004)

Para frotas que operam com veículos de idade como o VM-210 de 2004, algumas práticas ajudam a monetizar melhor a proteção oferecida pela FIPE e a reduzir o custo total de propriedade ao longo do tempo:

  • Manutenção preventiva: manter um cronograma de revisões com registro, inclusive de itens de desgaste como freios, suspensão e componentes do trem de força, ajuda a manter o veículo mais próximo do estado divulgado na FIPE. Isso diminui o risco de variações abruptas no valor segurado após sinistros.
  • Documentação organizada: manter históricos de revisão, memória de peças substituídas e laudos de inspeção facilita a validação de estado do veículo para a seguradora, acelerando o processo de cotação e de indenização, se necessário.
  • Gestão de quilometragem e uso: registrar padrões de uso (rodovias, cidades, cargas) permite entender melhor o comportamento do veículo em relação ao risco de sinistros, o que pode impactar positivamente a precificação da apólice.
  • Proteção adicional de carga: dependendo da aplicação, considerar opções de clausulações para carga especial pode modular o prêmio, mantendo a proteção adequada sem sobrecarregar a apólice com coberturas desnecessárias.

Essa prática integrada entre leitura da FIPE, ficha técnica e real uso do veículo favorece a construção de uma apólice mais aderente à realidade da operação. A boa prática de seguro para caminhões antigos envolve não apenas o capital segurado, mas a análise de risco completo – desde a escolha de coberturas, até a gestão de sinistros e o planejamento de renovação contratual.

Para empresas que desejam explorar opções de proteção que considerem o cenário específico do Volvo VM-23 210 / VM 210 6×2 2p diesel 2004, vale investir em uma consultoria com um corretor que entenda de frotas. O objetivo é alinhar o capital segurado, as coberturas e as cláusulas com a realidade da operação, assegurando tranquilidade tanto na condução quanto na gestão financeira da frota.

Com essa visão educativa, fica mais claro como a Tabela FIPE funciona para esse modelo específico. Embora o valor exato da referência de mercado varie de acordo com o estado, a configuração e o histórico do veículo, compreender as categorias da ficha técnica, os impactos da marca Volvo, e a dinâmica de avaliação da FIPE permite uma comparação mais informada entre propostas de seguro, bem como uma negociação mais eficiente com o corretor.

Se a intenção é planejar a proteção do seu Volvo VM-23 210 / VM 210 6×2 2p diesel 2004 com equilíbrio entre custo e cobertura, pense na proteção de ponta e na continuidade de operação da sua frota. Cada detalhe da ficha técnica, cada elemento da avaliação FIPE, e cada histórico de manutenção podem fazer a diferença no dia em que você precisar acionar a apólice.

Ao final, para facilitar ainda mais a sua tomada de decisão, considere uma cotação com a GT Seguros. Uma análise especializada pode ajustar o equilíbrio entre valor de reposição, coberturas adequadas e custos, alinhando-se aos seus objetivos de proteção veicular.