Valor FIPE Atual
R$ 219.148,00
↓ 0,2% vs mês anterior
FIPE: 509252-3
Ano: 2010-3
MêsPreço
Mar/26R$ 219.148,00
Fev/26R$ 219.632,00
Jan/26R$ 220.117,00
Dez/25R$ 221.224,00
Nov/25R$ 221.541,00
Out/25R$ 222.074,00
Set/25R$ 223.586,00
Ago/25R$ 224.057,00
Jul/25R$ 225.183,00
Jun/25R$ 225.409,00
Mai/25R$ 225.861,00
Abr/25R$ 227.908,00

Análise detalhada da Tabela FIPE para o Mercedes-Benz Axor 3344/3344 K 6×4 2p (diesel) 2010

A Tabela FIPE é uma referência amplamente utilizada pelo mercado de veículos usados, inclusive caminhões, para balizar valores de compra, venda e também para a composição de coberturas de seguros. Quando se fala de um modelo específico como o Mercedes-Benz Axor 3344/3344 K 6×4 2p (diesel) 2010, entender como a FIPE aborda esse conjunto único de características ajuda corretores, proprietários e seguradoras a alinhar expectativas, planejar o custo de seguro e estruturar a proteção necessária para operações logísticas. Este artigo reúne informações técnicas sobre o veículo, o papel da FIPE na avaliação de caminhões usados e pontos relevantes que influenciam o valor de tabela, sempre com foco educativo e informativo para quem atua no segmento de seguros.

Ficha técnica do Mercedes-Benz Axor 3344/3344 K 6×4 2p (diesel) 2010

A Mercedes-Benz, renomada pela robustez, tecnologia de motor e rede de assistência técnica, comercializa a linha Axor para aplicações de transporte de carga pesada. O Axor 3344/3344 K 6×4 2p (diesel) 2010 é uma dessas opções voltadas a distribuições de médias e longas distâncias com tração 6×4, adequada para atividades que exigem boa capacidade de carga, estabilidade em rodovias e capacidade de uso em operações de entrega de grandes volumes. Segue a ficha técnica, destacando os itens-chave que costumam influenciar a avaliação de mercado e a percepção de valor na FIPE:

Tabela FIPE MERCEDES-BENZ Axor 3344/ 3344 K 6×4 2p (diesel) 2010

– Motor e transmissão: diesel, 6 cilindros em linha, circuito de alimentação e injeção otimizados para torque em faixa média, com potência nominal por volta de 340 cv e torque próximo de 1.500 a 1.700 Nm. A transmissão é tipicamente manual com várias marchas, com retardador integrado para auxiliar em descidas e frenagem em trechos íngremes, atendendo às exigências de uso rodoviário e rodoviário misto. A configuração 6×4 indica dois eixos dianteiros para direção e um eixo traseiro com tração motriz, proporcionando capacidade de peso e estabilidade ao transportar cargas expressivas, especialmente em deslocamentos urbanos de carga pesada ou madeira, pedras e materiais de construção. A cabine, com duas portas, favorece o acesso do motorista, o que pode impactar a percepção de custo de aquisição e manutenção ao longo do tempo.

  • Peso e capacidade: o veículo apresenta peso bruto total típico entre faixas que atendem operações de carga pesada, com capacidade de carga útil compatível com o eixo traseiro e o chassi reforçado. O conjunto é montado para suportar altas cargas contínuas, com especificação de robustez do chassi e dos componentes de suspensão dianteira e traseira para resistir a variações de terreno e carga durante o ciclo de uso.
  • Dimensões e configuração externa: o comprimento varia conforme a configuração de caçamba, semirreboque ou contêiner, com largura tipicamente em torno de 2,5 metros e altura total compatível com padrões de transporte de carga. A cabine simples de duas portas facilita a manobra em pátios de recebimento e de expedição, além de reduzir peso não funcional, contribuindo para um equilíbrio entre desempenho e consumo.
  • Condições de uso e manutenção: para a análise de FIPE, a idade do veículo (ano-modelo 2010) e o histórico de manutenção prática são cruciais. Veículos bem conservados, com registros de manutenção atualizados e quilometragem moderada, tendem a apresentar valores de tabela mais elevados, refletindo menor risco de falhas iminentes. A disponibilidade de peças de reposição oficiais, a rede de concessionárias e a qualidade do serviço de assistência da Mercedes-Benz também costumam influenciar a percepção de confiabilidade e custo de reposição ao longo do tempo.
  • Observação: a ficha técnica acima resume características típicas do Axor 3344/3344 K 6×4 2p (diesel) 2010 com base na linha Axor da Mercedes-Benz e no que costuma constar em registros de frota para esse tipo de veículo. Valores específicos de fábrica podem variar conforme a configuração original de cada unidade, opções de cabine, cabine avançada, sistema de freios, entre outros itens instalados pela montadora ou pelo proprietário.

    Mercedes-Benz Axor: presença e significado da marca no transporte brasileiro

    A Mercedes-Benz é uma das referências globais em caminhões pesados. No Brasil, a marca consolidou uma reputação associada a durabilidade, tecnologia de motor, conforto do motorista e rede de assistência técnica que facilita a manutenção de frotas. A linha Axor, introduzida para atender operações de transporte de cargas que exigem robustez e confiabilidade, destacou-se pela simplicidade de manutenção e pela disponibilidade de peças, elementos que costumam influenciar positivamente o custo total de propriedade (TCO) para frotas que utilizam veículos de média e alta quilometragem anual.

    O Axor trabalha próximo aos padrões de resistência do segmento de semipesados e pesados, oferecendo soluções para caminhões de distribuição, transporte de contêineres, madeira, materiais de construção e outras cargas volumosas. Em termos de valor de uso, a Mercedes-Benz costuma manter valores residuais estáveis melhor do que muitos concorrentes, especialmente em configurações de 6×4 que entregam boa tração em terrenos desafiadores, o que pode impactar a demanda de reposição ou de reuso de peças após o fim de vida útil da frota. Para seguradoras, a presença de uma marca com ampla rede de assistência, histórico de confiabilidade e disponibilidade de peças é um fator que tende a reduzir o risco de reparos não programados, influenciando o custo de prêmio de seguro ao longo do tempo.

    O papel da Tabela FIPE na avaliação de caminhões usados como o Axor 3344

    A Tabela FIPE funciona como uma referência amplamente reconhecida para o mercado de veículos usados no Brasil. Ela agrega dados de registro de transações, anúncios e referências de venda, permitindo que corretores e seguradoras estabeleçam uma base comum para avaliar o valor de mercado de um veículo específico. No caso de caminhões como o Axor 3344/3344 K 6×4 2p (diesel) 2010, a FIPE considera o conjunto de características que definem a valoração: idade do veículo, quilometragem, configuração técnica (6×4, cabine de2 portas), motor e transmissão, estado de conservação e histórico de manutenção, além de fatores de frota e região de venda. A partir dessa base, a FIPE divulga faixas de preço que ajudam a estabelecer o custo de aquisição, o valor de venda e, no contexto de seguros, a referência para o capital segurado e o prêmio.

    É importante compreender que a FIPE não impede a aplicação de ajustes individuais. Em linhas gerais, caminhões com manutenção regular, histórico de uso em operações de fio de estoque, baixas avarias, e exclusividade de peças originais tendem a obter valores de tabela mais estáveis, enquanto unidades com quilometragem elevada, histórico de acidentes ou necessidade de reparos relevantes podem apresentar faixas inferiores. Além disso, particularidades do mercado de caminhões pesados, como disponibilidade de chassis, caçambas, plataformas ou carrocerias, podem modular a oferta e, por consequência, o preço relativo na prática de compra e venda.

    Fatores que influenciam o valor do Axor 3344 na FIPE

    Para entender como o valor da FIPE é influenciado no caso do Axor 3344/3344 K 6×4 2p (diesel) 2010, é útil observar alguns elementos que costumam ter peso na variação de preço, além da idade do veículo:

    – Condição da mecânica e do sistema de transmissão: o motor, a transmissão e o sistema de freios são componentes centrais para a segurança e para a performance de operação. Unidades com histórico de manutenção regular, troca de componentes críticos dentro do intervalo recomendado e documentação consistente tendem a manter um valor de mercado mais estável dentro da FIPE.

    – Quilometragem e uso: caminhões com quilometragem moderada e uso previsível (como transporte de cargas recorrentes, com manuais de rotas bem documentados) costumam apresentar melhor percepção de continuidade de uso, o que, por sua vez, pode favorecer a faixa de preço na FIPE. Quilometragem muito alta pode reduzir o valor de tabela, refletindo o custo esperado de substituição de componentes ao longo do tempo.

    – Condição da carroceria e do chassi: danos de colisão reparados, corrosão e deformações no chassi podem influenciar a Disponibilidade de peças de reposição e o custo de restaurar a condição operacional original. Em veículos de trabalho, a integridade estrutural é ponto-chave para a avaliação de risco pelo mercado de seguros e, consequentemente, para a posição de preço na FIPE.

    – Tipos de carroceria e acessórios: a presença de caçamba, plataformas ou carrocerias específicas pode impactar o valor de tabela. Em alguns casos, o equipamento agregado à unidade pode aumentar o valor, desde que esteja em bom estado e compatível com a configuração de motor e eixo com o qual o veículo foi homologado.

    – Localização geográfica e disponibilidade de peças: regiões onde a Mercedes-Benz mantém uma rede de assistência robusta tendem a favorecer a manutenção da condição do veículo e o custo de reposição de peças. A disponibilidade de peças originais pode influenciar o custo total de propriedade ao longo do ciclo de vida do caminhão, refletindo positivamente ou negativamente no valor de mercado apresentado pela FIPE.

    É comum que corretores de seguros, ao trabalharem com a FIPE, associem os dados de referência à realidade da frota de cada cliente. Um gestor de frotas pode, por exemplo, justificar ajustes de premium com base na idade da frota, no histórico de sinistralidade, na exposição a determinados trechos de operação e na robustez da rede de assistência. Ou seja, a FIPE oferece uma linha de base, mas o entendimento do contexto operacional é essencial para tomar decisões de seguro com base em risco real.

    Como a seguradora utiliza a FIPE na prática

    Para uma seguradora, a FIPE serve como referência para calibrar o capital segurado, o prêmio inicial e as coberturas básicas, como casco para caminhões. Em veículos pesados, o capital segurado depende não apenas do valor de aquisição, mas também do custo de reposição de componentes críticos, como motor, transmissão, eixo e chassis, bem como do valor da eventual carroceria/acoplamento em caso de sinistro total. Um veículo com histórico de manutenção cuidadosa, com documentação em dia e sem avarias severas tende a ter um prêmio de seguro mais estável, pois o risco estimado de sinistro e de reparo fica menor.

    Além disso, certos fatores operacionais, como o perfil de carga (volumes, peso bruto transportado), a periodicidade de uso em jornadas longas ou curtas e a presença de válvula de segurança em freios, podem influenciar o cálculo de risco. As seguradoras costumam cruzar o valor de FIPE com o nível de proteção desejado pelo proprietário (coberturas de responsabilidade civil, casco total, franquias, assistência 24 horas e cobertura de terceiros) para chegar a uma proposta que tenha equilíbrio entre custo e proteção.

    Dicas para quem procura uma cotação com a GT Seguros

    Se você está buscando proteção adequada para um veículo da linha Axor ou similar, vale considerar alguns pontos práticos na hora de falar com um corretor. Embora o objetivo deste artigo seja educativo, a prática de solicitar uma cotação envolve dados reais sobre a frota, a operação e o histórico de seguros anterior. Abaixo estão orientações gerais para facilitar o processo com uma corretora de seguros, sempre mantendo o foco no modelo em questão e na Tabela FIPE