| Mês | Preço |
|---|---|
| Mar/26 | R$ 124.631,00 |
| Fev/26 | R$ 125.258,00 |
| Jan/26 | R$ 125.888,00 |
| Dez/25 | R$ 126.521,00 |
| Nov/25 | R$ 126.695,00 |
| Out/25 | R$ 127.062,00 |
| Set/25 | R$ 127.701,00 |
| Ago/25 | R$ 127.970,00 |
| Jul/25 | R$ 128.176,00 |
| Jun/25 | R$ 128.821,00 |
| Mai/25 | R$ 129.080,00 |
| Abr/25 | R$ 129.197,00 |
Visão detalhada da Tabela FIPE para o Volvo NH-12 380 6×4 2p (diesel) 2004: compreensão, uso e impactos no seguro
A Tabela FIPE é uma referência amplamente utilizada no mercado brasileiro para estimar valores de veículos usados, e isso tem consequências diretas no cálculo de prêmios de seguro, na indenização de sinistros e na avaliação de ativos corporativos. Quando o veículo em questão é um caminhão pesado como o Volvo NH-12 380 6×4 2p (diesel) de 2004, a interpretação correta dos dados FIPE pode evitar surpresas no momento de acionar o seguro, bem como orientar proprietários e corretores sobre riscos, coberturas e custos operacionais. Este artigo aborda o tema com foco no modelo específico mencionado no título, sem apresentar valores de venda ou cotações, pois tais informações são inseridas automaticamente ao topo do post pela plataforma. A ideia é oferecer uma leitura educativa para quem atua na corretagem de seguros, destacando como a tabela FIPE se traduz em parâmetros práticos na hora de proteger ativos rodoviários.
O que é a Tabela FIPE e por que ela é relevante para seguros de caminhões
A Tabela FIPE é, essencialmente, uma referência de mercado que consolida preços médios de veículos usados de diversas marcas e modelos. Elaborada pela FIPE (Fundação Instituto de Pesquisas Econômicas), com a participação de dados de venda e transações reais, a tabela serve como base para avaliações de seguro, de reparação e de indenização em caso de perda total. Para veículos pesados, como caminhões de alocação NH-12 380, a FIPE cumpre um papel ainda mais estratégico, porque o preço de reposição ou de indenização depende diretamente de uma referência reconhecida pelo mercado — evitando distorções que poderiam ocorrer se a avaliação fosse feita apenas com valores informais ou voluntários do próprio segurado. Além disso, a FIPE não é estática: ela é atualizada periodicamente para refletir a desvalorização, a obsolescência tecnológica, as mudanças de configuração de cavalos de força, de consumo e de demanda por modelos específicos no Brasil.

Para quem atua em seguros, entender a lógica da FIPE facilita várias decisões: alinhar a cobertura com o valor de referência, calibrar o prêmio com o risco de depreciação, orientar o cliente sobre a necessidade de coberturas adicionais (como casco, roubo, incêndio, danos a terceiros), e planejar estratégias de renovação de apólices. Em termos práticos, a FIPE serve como ancoragem para o valor segurado, que deve refletir a realidade do veículo na data de contratação ou da última atualização de cadastro. Assim, quando se trata de um Volvo NH-12 380 6×4 2p (diesel) de 2004, o corretor precisa compreender não apenas o modelo, mas também como esse modelo figura na tabela, quais fatores de variação podem existir entre veículos semelhantes e como eventuais alterações de configuração (p.ex., tanque maior, alterações de eixo) impactam o valor de referência.
Ficha técnica do Volvo NH-12 380 6×4 2p (diesel) 2004
Ao falar de ficha técnica, especialmente para veículos pesados, é comum apresentar um conjunto de características técnicas que ajudam a enquadrar o perfil de risco para seguradoras. Abaixo, encontra-se uma ficha técnica resumida para o Volvo NH-12 380 6×4 2p (diesel) 2004, destacando os aspectos que costumam balizar avaliações de valor, custo de manutenção e sinistralidade. Observação importante: os valores aqui apresentados são aproximações comuns para a configuração em questão e podem variar conforme país, ano de fabricação específico, versão de fábrica e alterações posteriores realizadas pelo proprietário. Em seguros, tais variações costumam ser consideradas na avaliação de risco e no cadastro do veículo.
- Motor e performance: motor diesel de alta cilindrada, com potência máxima em torno de 380 cavalos. O motor de grande torque é característico de caminhões destinados ao transporte de cargas pesadas em rodovias e estradas com trechos montanhosos, demandando uma curva de torque robusta desde as rotações mais baixas.
- Transmissão e trem de força: caixa de câmbio manual com várias velocidades, associada a um sistema de transmissão robusto compatível com a demanda de torque elevada. A configuração típica favorece a tração em terrenos variados e longos deslocamentos em operações de transporte de carga.
- Tração e chassi: configuração 6×4, com três eixos, sendo dois traseiros motrizes. Essa estrutura é comum em caminhões destinados ao transporte de cargas pesadas e que requerem boa distribuição de peso, capacidade de reboque e resposta sob demanda de torque em subidas ou trepagens.
- Capacidade de peso e combustível: o conjunto geralmente apresenta um Peso Bruto Total (PBT) elevado, compatível com operações de logística de médio a longo curso. A capacidade de carga útil e o volume de combustível variam conforme o chassi, a configuração de eixo e o tanque instalado, impactando diretamente em custos operacionais, autonomia e eventual necessidade de reposição de peças em viagens.
Observação: a ficha técnica apresentada acima é uma síntese prática para auxiliar a compreensão do perfil do modelo. Em cada veículo específico, pequenas diferenças podem ocorrer, especialmente em itens como tanque de combustível, peso autorizado, dimensões, e acessórios instalados pela montadora ou por concessionárias. Para seguros, esse conjunto de informações, aliado à documentação do veículo, ajuda a definir o nível de risco, as coberturas recomendadas e o valor segurado correspondente à tabela FIPE de referência.
Volvo: a marca e a aposta em tecnologia e segurança no setor de caminhões
A Volvo é uma das marcas globais mais reconhecidas no segmento de caminhões, com uma trajetória que se entrelaça a décadas de inovação em engenharia, segurança e confiabilidade. Fundada na Suécia, a marca se consolidou como referência por meio de uma filosofia centrada no motorista, na eficiência operacional e na sustentabilidade do transporte. A linha Volvo Trucks tem historicamente investido em tecnologia de trem de força, sistemas de freios, aerodinâmica e, mais recentemente, em soluções digitais que ajudam empresas de logística a gerenciar frotas com maior previsibilidade de prazos e custos. Mesmo em modelos mais antigos, como o NH-12 380 6×4 de 2004, o legado da Volvo se revela na robustez do conjunto motor-transmissão, na durabilidade dos componentes e na capacidade de suporte técnico e de peças sobressalentes que asseguram disponibilidade da frota durante operações críticas.
Quando falamos de seguro, a reputação de uma marca não se resume apenas à performance na estrada, mas também à previsibilidade de custos de manutenção, à disponibilidade de peças originais, ao histórico de recalls e à facilidade de reparo. Caminhões Volvo costumam ser associados a índices de confiabilidade estáveis e a uma rede de assistência técnica que facilita a vida de empresas que mantêm frotas amplas. Para o corretor de seguros, esse histórico contribui para a construção de propostas com níveis de proteção adequados, alinhando o valor de reposição (com base na FIPE) à capacidade de recuperação do veículo em cenários de sinistro, sem subestimar ou superestimar o risco de uma operação de transporte de carga pesada.
Fatores que influenciam o valor FIPE e o prêmio de seguro para o NH-12 380 6×4
A aplicação da Tabela FIPE em caminhões desse porte envolve uma leitura cuidadosa, pois os fatores que moldam o valor de referência são múltiplos e interdependentes. Abaixo, destacamos alguns aspectos que costumam influenciar tanto o valor FIPE quanto o prêmio de seguro para o Volvo NH-12 380 6×4 2p (diesel) 2004:
Primeiro, a idade do veículo e o estado de conservação são determinantes. Caminhões com histórico de uso intenso em operações pesadas, com desgaste acelerado de componentes e com registro de sinistros anteriores podem apresentar valores FIPE mais baixos em comparação aos veículos bem mantidos, mesmo que o modelo seja o mesmo. A depreciação associada à idade influencia, direta ou indiretamente, o prêmio de casco, a cobertura de roubo e as cláusulas adicionais que a seguradora pode propor. Em segundo lugar, a configuração de motor, transmissão e eixo, bem como eventuais modificações pós-fabricação, afetam a avaliabilidade do veículo. Alterações que melhoram a capacidade de manobra, o consumo ou a performance podem impactar de maneira positiva ou negativa o valor de referência, dependendo da avaliação da FIPE e da política de cada seguradora. Terceiro, o uso operativo — se o caminhão atua em longas distâncias, em transportes de carga seca, em operações de entrega urbana de alta intensidade ou ainda em zonas de risco geográfico — influencia o risco de sinistro e, consequentemente, o prêmio. Quarto
