| Mês | Preço |
|---|---|
| Mar/26 | R$ 1.197,00 |
| Fev/26 | R$ 1.186,00 |
| Jan/26 | R$ 1.175,00 |
| Dez/25 | R$ 1.164,00 |
| Nov/25 | R$ 1.166,00 |
| Out/25 | R$ 1.169,00 |
| Set/25 | R$ 1.173,00 |
| Ago/25 | R$ 1.176,00 |
| Jul/25 | R$ 1.178,00 |
| Jun/25 | R$ 1.180,00 |
| Mai/25 | R$ 1.183,00 |
| Abr/25 | R$ 1.185,00 |
Panorama técnico e histórico da Agrale Elefantre 16.5 ES 125cc (1991)
A Tabela FIPE é um referencial amplamente utilizado no Brasil para avaliação de mercado e apoio na hora de contratar seguros, financiamento ou venda de veículos usados. Quando o tema é um modelo antigo como a Agrale Elefantre 16.5 ES, 125cc, de 1991, entender como a FIPE se aplica pode facilitar decisões sobre cobertura, reputação da marca e histórico de uso, sem confundir valor de reposição com preço de venda. Este texto não traz valores de mercado; a referência de preço fica no topo do post, conforme organização de conteúdo da sua seguradora. Abaixo, exploramos a relação entre a tabela FIPE, o contexto da Elefantre 16.5 ES e o que o comprador ou proprietário precisa saber para planejar uma proteção adequada com foco educativo e informativo.
Sobre a marca Agrale: pioneirismo brasileiro e trajetória de inovação
Fundada para atender demandas agrícolas e de transporte, a Agrale é uma empresa brasileira com trajetória marcada pela adaptação tecnológica e pela incorporação de soluções de mobilidade para diferentes setores. Nas décadas de 1970 a 1990, a empresa ampliou seu portfólio para caminhões, chassis, veículos comerciais leves e, em algumas séries, opções de mobilidade de baixa cilindrada. O foco da Agrale sempre esteve em oferecer produtos com robustez, facilidade de manutenção e capacidade de operação em ambientes desafiadores, como áreas rurais, estradas de difícil pavimentação e percursos urbanos com restrições de infraestrutura. A presença da marca no segmento de 125cc, como no caso da Elefantre, representa uma linha de veículos voltada para uso urbano, com uma proposta de simplicidade, baixo custo de manutenção e consumo moderado — características que, historicamente, ajudam na formação de um público fiel que valoriza praticidade e acessibilidade.

Ao abordar uma série histórica como a Elefantre 16.5 ES, vale destacar que a agricultura e o transporte leve sempre caminharam juntos na estratégia da Agrale. Em termos de design, os modelos dessa família buscavam manter componentes simples, com reposição relativamente fácil em redes de assistência existentes, o que é um ponto relevante quando se analisa o custo total de propriedade ao longo dos anos. Mesmo que o foco aqui seja 1991, essa mentalidade de engenharia prática ajuda a entender por que veículos de baixa cilindrada daquela época costumavam apresentar fio condutor comum: confiabilidade, facilidade de reparo e disponibilidade de peças, fatores que influenciam diretamente na experiência de seguro, manutenção e renovação de apólices ao longo do tempo.
Ficha Técnica da Elefantre 16.5 ES 125cc (1991)
- Motorização e transmissão: motor monocilíndrico de 125 cm³, arrefecido a ar, alimentação por carburador; transmissão de 4 velocidades, com leitura de câmbio manual tradicional.
- Desempenho estimado: potência aproximada entre 7 e 9 CV (conforme configuração de fábrica da época) a rotações moderadas; velocidade máxima estimada entre 90 e 110 km/h, dependendo de carga, aerodinâmica e condições de pista.
- Estrutura e peso: chassi de projeto simples para facilitar manutenção; peso em ordem de marcha estimado na faixa de aproximadamente 100–120 kg; suspensões projetadas para uso urbano e estradas com pavimento irregular, visando conforto básico do motorista.
- Capacidade e consumo: tanque de combustível compatível com uso diário urbano; consumo típico de motos de 125 cm³ da geração, dentro das faixas comuns da época, com variações significativas conforme o estilo de condução, peso transportado e manutenções periódicas.
Observação importante sobre a ficha técnica: para modelos de fabricação antiga, as informações oficiais podem variar conforme o lote de produção, país de importação (quando aplicável) e atualizações de linha ao longo dos anos. A leitura de ficha técnica, mesmo com números aproximados, serve como referência para entender o comportamento geral do veículo, facilitar a comparação com modelos semelhantes e orientar escolhas de seguro com base em características como potência, peso e custo de manutenção. Em seguros, itens como idade do veículo, histórico de propriedade, uso pretendido e disponibilidade de peças podem impactar a modalidade de cobertura, limites de indenização e franquias, independentemente de dados numéricos exatos da ficha.
Contexto histórico da Elefantre e seu uso no ambiente urbano
A Elefantre 16.5 ES representa uma linha de projetos voltados para a mobilidade simples, com foco em custo-benefício e facilidade de reparo. Em 1991, o cenário brasileiro contemplava uma frota de motocicletas de baixa cilindrada que atendia a necessidades de deslocamento diário, especialmente em cidades com infraestrutura de vias não ideais e com restrições orçamentárias. O nicho de 125 cm³ era comum para quem buscava motor suficiente para trajetos curtos, manuseio ágil no trânsito e, ainda, uma compra com menor impacto financeiro inicial. O peso reduzido dessas soluções favorece também menor consumo de combustível, o que, por consequência, influência na percepção de seguros voltada a custos de proteção de veículo leve e de baixa quilometragem anual. Além disso, o fato de a Agrale ter uma origem ligada a soluções práticas para atividades rurais reforça a percepção de robustez necessária para enfrentar diferentes condições de operação, mesmo quando o veículo é empregado principalmente no uso urbano.
Ao falar de seguros, é comum que modelos antigos exijam um olhar cuidadoso sobre o conjunto de coberturas. A FIPE, como referência, ajuda a estimar o valor de reposição ou de indenização para casos de perda total, mas a avaliação de risco, a disponibilidade de peças originais e a probabilidade de eventual depreciação rápida em determinadas peças são fatores que pesam na contratação de apólices de casco, roubo ou danos a terceiros. Por isso, entender a ficha técnica, o histórico da marca e o funcionamento básico do veículo contribui para uma cobertura mais alinhada com o uso real, mesmo quando o objetivo é apenas manter o veículo como peça de coleção ou de uso ocasional.
Considerações sobre seguro para modelos antigos
Para veículos da linha Agrale Elefantre e outros modelos de baixa cilindrada produzidos há décadas, a aquisição de uma apólice de seguro costuma envolver alguns aspectos específicos. Primeiro, é comum que seguradoras peçam documentação que comprove a idade do veículo, o histórico de titularidade, bem como a confirmação de não alterações estruturais que comprometam a segurança. Em segundo lugar, o grau de proteção pode ser ajustado para refletir o uso real — por exemplo, seguro para uso recreativo, como coleção ou passeio ocasional, em vez de uso diário. Terceiro, a disponibilidade de peças de reposição e a rede de assistência técnica influenciam o custo de manutenção e, consequentemente, o valor de cobertura. Quarto, para modelos de 1991, é frequente que o segurado encontre modalidades com franquias mais altas ou com limitações de coberturas adicionais, justamente pela maior probabilidade de desgaste e de custo de reparo em itens críticos com o passar do tempo. Em qualquer cenário, é essencial que a avaliação de risco seja alinhada ao uso real do veículo, à condição de conservação e ao histórico de manutenções, para que a proteção oferecida pela seguradora seja adequada sem gerar custos desnecessários.
Nesse contexto, a Tabela FIPE funciona como uma referência de mercado que ajuda a dimensionar a cobertura. Mesmo sem apresentar valores neste artigo, a ideia é que seguidos passos de avaliação sejam considerados: identificar o valor atual estimado da frota antiga pela FIPE, checar o estado de conservação, verificar a disponibilidade de peças originais e analisar a necessidade de coberturas específicas (roubo, incêndio, colisão, danos a terceiros). A psicologia do seguro para veículos clássicos também envolve a compreensão de que a depreciação pode ter um comportamento diferente do observado em veículos modernos, o que impacta a escolha de limites de indenização e de franquias. A ideia central é equilibrar proteção com custo, preservando a funcionalidade do veículo e seu valor histórico, sem abrir mão da tranquilidade do proprietário.
Para quem busca uma proteção prática hoje, entender as particularidades do modelo ajuda a preparar a documentação necessária e a dialogar com a GT Seguros, que costuma oferecer opções de coberturas ajustáveis a perfis de uso mais simples ou mais específicos. Uma visão educada do universo de seguros para veículos antigos evita surpresas no momento do sinistro e facilita a continuidade do uso do veículo de forma responsável e sustentável.
Se você está avaliando a proteção da sua Agrale Elefantre 16.5 ES e quer entender melhor as opções de atendimento, cobertura e valores envolvidos, pense na possibilidade de realizar uma cotação com a GT Seguros. Uma cotação bem estruturada pode esclarecer dúvidas sobre franquia, limites de indenização e coberturas adicionais, ajudando a manter o veículo protegido com equilíbrio entre custo e benefício.
