| Mês | Preço |
|---|---|
| Mar/26 | R$ 148.957,00 |
| Fev/26 | R$ 149.286,00 |
| Jan/26 | R$ 149.617,00 |
| Dez/25 | R$ 147.215,00 |
| Nov/25 | R$ 145.015,00 |
| Out/25 | R$ 145.364,00 |
| Set/25 | R$ 146.622,00 |
| Ago/25 | R$ 146.931,00 |
| Jul/25 | R$ 147.167,00 |
| Jun/25 | R$ 147.315,00 |
| Mai/25 | R$ 144.957,00 |
| Abr/25 | R$ 144.167,00 |
Guia de referência FIPE para o IVECO Daily Truck 70C17 CD 4p Diesel E5 (2015)
Entendendo a Tabela FIPE e o seu papel na avaliação de veículos pesados
A Tabela FIPE é um instrumento amplamente utilizado no Brasil para estabelecer valores de referência de mercado de veículos usados. Quando pensamos em seguros, financiamentos ou reposição de um bem em caso de perdas, a FIPE atua como base para definir o valor de indenização ou de reposição do veículo. Mesmo para caminhões leves e médios, como o Iveco Daily em sua configuração 70C17 CD 4p, o dado de referência da FIPE é essencial para calcular o risco assumido pela seguradora e, consequentemente, o prêmio vinculado à apólice. O valor de referência não substitui a avaliação física feita pela seguradora em situações específicas, mas serve como referência inicial para o ajuste de coberturas, franquias e opcionais. Entender como a FIPE funciona ajuda o empresário ou o profissional de frotas a alinhar expectativas com a corretora, priorizando proteção, custo-benefício e tranquilidade operacional a longo prazo.
Ficha técnica – Parte 1
- Motor: Diesel 3.0 L turbo, alimentação por injeção eletrônica, quatro cilindros.
- Potência: Aproximadamente 170 cv (125 kW), com faixa de torque adequada para trabalho pesado.
- Torque: Em torno de 400 Nm, distribuído para manter desempenho estável em rodagens urbanas e em subidas com carga.
- Câmbio/Transmissão: Manual de 6 marchas, com relação de marchas pensada para manter a rota de veículo pesado com boa resposta em serviço de frota.
Ficha técnica – Parte 2
- Tração: 4×2 (traseira), configuração comum para Daily caminhonete de uso comercial leve a moderado, com boa manobrabilidade em vias urbanas e perímetros logísticos.
- Emissões: Euro 5 (E5), atendendo aos padrões de emissão vigentes na época de fabricação, com melhoria de consumos e menor emissão de poluentes.
- Capacidade de carga útil: até aproximadamente 2,0 a 2,5 toneladas, dependendo da configuração específica da carroceria e do conjunto de equipamentos instalados no chassi.
- Peso bruto total (GVWR): em torno de 7,0 toneladas, refletindo a proposta do modelo 70C17 como veículo de circulação urbana com aptidão para transportes de médio porte.
Ficha técnica – Parte 3
- Tanque de combustível: capacidade compatível com operações de média distância/volume de trabalho diário, em faixa de 70–100 litros, para equilíbrio entre autonomia e peso total.
- Tipo de carroceria: chassi com cabine dupla (CD) e 4 portas, com configuração que facilita o transporte de equipe ou de ferramentas, sem comprometer a manobrabilidade.
- Dimensões e espaço: o conjunto varia conforme a carroceria instalada; a referência típica é voltada a veículos com boa flexibilidade para adaptações de baú, pick-up de caçamba ou carroceria modular, mantendo dimensões compatíveis com vias urbanas e com acesso a galpões.
- Distância entre eixos: ajustável conforme a versão de chassi e entre-eixos escolhidos para atender às exigências de carga e ao raio de giro necessário para as operações de frota.
Sobre a marca IVECO
A Iveco é uma fabricante global de veículos comerciais com raízes italianas, parte do grupo CNH Industrial. Desde a criação, a marca consolidou uma reputação marcante por oferecer soluções robustas para transporte e logística, com foco em durabilidade, eficiência e redes de assistência amplas. O Daily, em suas diversas configurações, tornou-se um pilar para pequenas e médias frotas que dependem de versatilidade — seja em distribuição urbana, entregas de última milha ou operações regionais. Em termos de engenharia, a Iveco investe em motores turbodiesel de boa resposta de torque em faixa de rodagens, sistemas de gerenciamento de emissões que ajudam a cumprir padrões legais sem comprometer o desempenho, além de peças e serviços com foco na manutenção preventiva. Essa combinação tende a influenciar positivamente a percepção de risco pelas seguradoras, que observam a confiabilidade de componentes críticos como motor, transmissão e sistema de freios ao estabelecer cenários de sinistralidade e custo de reparo.

Como a FIPE impacta o seguro de veículos pesados como o IVECO Daily 70C17 CD 4p
Ao firmar uma apólice de seguro para um veículo na faixa de 7 toneladas de PBT, o processo de precificação envolve diversos componentes, e a FIPE é um deles. A seguir, pontos relevantes sobre como a Tabela FIPE influencia esse cenário:
- Base de indenização: a FIPE funciona como referência para o valor de reposição ou indenização integral em casos de sinistro total, servindo para calibrar as cláusulas de cobertura de danos e roubo.
- Definição de prêmio: alterações na curva FIPE ao longo do tempo podem impactar o custo do seguro, pois a seguradora pode utilizar o valor de referência para o cálculo de parte do prêmio, especialmente em veículos com idade avançada ou com configurações específicas de carroceria.
- Perfil de risco: modelos de caminhões que mantêm uma curva de depreciação estável tendem a ter prêmios mais previsíveis. A configuração 70C17 CD 4p, por sua natureza, pode receber ponderações diferentes conforme uso, quilometragem e turnover da frota.
- Valor residual e cobertura de danos: a FIPE também orienta o entendimento sobre valor residual da frota, o que pode influenciar cláusulas de cobertura de terceiros, colisão, incêndio e roubo, bem como condições de franquia.
Como maximizar o benefício da FIPE na gestão de seguros da frota
Para quem administra frotas com unidades como o IVECO Daily 70C17 CD 4p, certas práticas ajudam a tirar o melhor proveito da TIPE e, por consequência, a manter o seguro mais competitivo e alinhado com a realidade operacional:
- Manter o cadastro da frota atualizado: quilometragem, serviços de manutenção, histórico de sinistros e dados de uso ajudam a seguradora a ajustar o risco com maior precisão.
- Avaliar a composição da frota com frequência: entender a idade média, a depreciação de cada unidade e o histórico de manutenção permite renegociar termos e coberturas com base na FIPE atualizada.
- Consolidar medidas de proteção: sensores, rastreamento, alarmes e políticas de uso (quem dirige, em quais horários, etc.) costumam reduzir o índice de sinistralidade, o que tende a manter o prêmio sob controle.
- Revisar coberturas periodicamente: permitir a atualização de coberturas de danos a terceiros, roubo e colisão conforme o nível de exposição do veículo dentro da FIPE ajuda a evitar cobranças desnecessárias ou lacunas de proteção.
Dicas para manter o seguro com bom custo-benefício
Além das implicações diretas da FIPE, a gestão de seguro para veículos de frota é uma combinação de fatores operacionais e contratuais. Abaixo estão sugestões práticas, que podem variar de acordo com a empresa seguradora e o perfil da frota:
- Escolha de franquias proporcionais: optar por franquias que o negócio pode arcar sem comprometer a operação ajuda a equilibrar o custo do seguro com o nível de proteção desejado.
- Programa de manutenção preventiva: manter o Daily em dia com revisões pode reduzir o risco de falhas críticas em serviço, diminuindo a probabilidade de sinistros.
- Treinamento de motoristas: motoristas bem treinados reduzem acidentes e desgastes, o que, por consequência, tende a baixar o prêmio ao longo do tempo.
- Customização de coberturas: para operações específicas (carga, raio de atuação, localização geográfica), personalizar coberturas pode evitar pagamentos por coberturas desnecessárias.
Cuidados com a conservação e o uso do veículo para seguros eficientes
A vida útil de uma frota depende de condições de uso que respeitam o veículo, o que tem
