| Mês | Preço |
|---|---|
| Mar/26 | R$ 28.484,00 |
| Fev/26 | R$ 28.203,00 |
| Jan/26 | R$ 27.924,00 |
| Dez/25 | R$ 27.815,00 |
| Nov/25 | R$ 27.540,00 |
| Out/25 | R$ 27.269,00 |
| Set/25 | R$ 27.046,00 |
| Ago/25 | R$ 26.780,00 |
| Jul/25 | R$ 26.671,00 |
| Jun/25 | R$ 26.408,00 |
| Mai/25 | R$ 26.148,00 |
| Abr/25 | R$ 25.636,00 |
Como a Tabela FIPE se aplica ao Daihatsu Feroza SX 1.6i 16V 1994 e o que a ficha técnica revela sobre esse modelo
A Tabela FIPE é uma referência amplamente utilizada no Brasil para estimar o valor médio de veículos usados, o que influencia seguros, financiamentos e até avaliações rápidas de custo de reposição. No entanto, para quem está buscando compreender o que está por trás dessa referência, é essencial entender como interpretar o índice para um modelo específico, como o Daihatsu Feroza SX 1.6i 16V, ano 1994. Este texto apresenta a ficha técnica do veículo, contexto da marca e explicações educativas sobre a relação entre o FIPE e a administração de seguros, sempre com foco na análise de risco e na proteção do bem. Vale lembrar que os dados de preço não vêm explicitados neste conteúdo, pois o valor de referência é inserido automaticamente no topo do post.
Ficha técnica: Daihatsu Feroza SX 1.6i 16V (1994) — pontos-chave para entender o veículo
- Motor: 1.6 litros, quatro cilindros, sistema de alimentação de gasolina, configuração 16 válvulas (SOHC/DOHC conforme a linha e o mercado).
- Potência e torque: aproximadamente 105 cv (DIN) a 6.000 rpm; torque próximo de 14,8 kgf.m a ~3.600 rpm. Valores variam conforme o mercado e a calibração específica do conjunto de motor.
- Transmissão e tração: câmbio manual de 5 velocidades; tração 4×4 com reduzida para uso em terrenos mais desafiadores.
- Dimensões e peso: comprimento em torno de 3.8 a 3.9 metros; largura na faixa de 1,6 a 1,7 metros; altura cerca de 1,7 metros; entre-eixos em torno de 2,2 a 2,3 metros; peso de alguns poucos centenas de quilos acima de 1.200 kg, dependendo da versão e do mercado.
Observação: as especificações acima acompanham a prática comum de plantas de produção da época para modelos Feroza SX 1.6i 16V no Brasil e em mercados onde o veículo circulou. Pequenas variações existem entre versões e anos de fabricação, mas, de modo geral, o conjunto motor-transmissão e o sistema 4×4 mantém a identidade do modelo 1994. Ao consultar a Tabela FIPE para seguro ou avaliação, utilize as faixas de ano-modelo mais próximas e considere a presença de itens como o sistema 4×4 e o estado de conservação, que podem influenciar o custo de reposição.

Sobre a marca: Daihatsu e a sua identidade no segmento de utilitários compactos
A Daihatsu é uma fabricante japonesa com foco histórico em veículos compactos, econômicos e funcionais. Fundada no final do século XX, a marca ganhou reconhecimento pela eficiência de motores pequenos, pela simplicidade mecânica e pela capacidade de oferecer soluções rodoviárias viáveis para cidades e áreas de difícil acesso. A produção de SUVs leves, como o Feroza, parte de uma estratégia de ampliar o portfólio com veículos versáteis que combinam capacidade off-road básica com economia de combustível.
O Feroza surge como uma resposta às necessidades de quem buscava utilitários compactos com aptidão para trilhas leves e uso diário urbano. Em muitos mercados, o modelo ficou conhecido por sua robustez mecânica, simplicidade na manutenção e disponibilidade de peças, características valorizadas por proprietários de veículos usados ou com baixa disponibilidade de serviços especializados à época. O histórico da Daihatsu no Brasil e em outros países evidencia a importância de entender o contexto de cada geração, já que fatores como rede de assistência, disponibilidade de peças originais e variações regionais podem impactar diretamente o custo de seguro, a depreciação e a confiabilidade do veículo ao longo do tempo.
O papel da Tabela FIPE na avaliação de seguros e no planejamento de manutenção
A Tabela FIPE funciona como referência de mercado publicada mensalmente pela Fundação Instituto de Pesquisas Econômicas. Ela consolida valores médios de veículos usados com base em pesquisas em concessionárias, lojas e tabelas de revenda. Para seguros, esses valores ajudam a calcular prêmios com uma base estimada de reposição: quanto maior o valor médio de referência, maior tende a ser o custo do seguro. Para modelos como o Feroza, que são mais antigos e menos comuns hoje, o FIPE pode sofrer oscilações entre mercados regionais e faixas de ano-modelo, refletindo a disponibilidade de peças, o interesse de colecionadores ou de usuários que mantêm o carro ativo.
Alguns aspectos práticos ao lidar com a Tabela FIPE no contexto do Daihatsu Feroza SX 1.6i 16V 1994:
- Considere a idade do veículo: veículos com mais de 20 anos tendem a ter avaliações FIPE mais sensíveis à condição de conservação, histórico de proprietários e integridade de itens como suspensão, freios e rodas.
- Observe a versão e os itens de série: a presença de tração 4×4, itens de proteção, câmbio manual de 5 marchas e o estado de funcionamento desses sistemas podem influenciar a avaliação de reposição.
- Avalie a coexistência de peças de reposição: modelos mais antigos podem exigir peças fora de estoque, o que impacta a reposição em seguradoras; peça de reposição disponível pode reduzir o custo de sinistro.
- Considere o histórico de sinistros e de manutenção: seguro tende a reconhecer melhor o risco com um carro que tem revisões em dia, documentação regular e histórico de poucos sinistros.
Por fim, ao planejar a proteção do Feroza, pense na combinação entre valor de referência da FIPE, custo de reposição de peças, disponibilidade de assistência técnica e o perfil de uso do veículo (urbano, rodoviário, trilhas leves). Tudo isso influencia não apenas o prêmio, mas também a cobertura adequada para este tipo de utilitário antigo, que pode ser mais vulnerável a riscos como ferrugem, desgaste de componentes de suspensão e desgaste de componentes de tração. Seu corretor de seguros pode orientá-lo sobre as melhores coberturas para carros clássicos ou de idade semelhante ao Feroza, sempre levando em conta a realidade do mercado e as particularidades do modelo.
Cuidados com a ficha técnica na hora de segurar o veículo
Quando você vai contratar ou renovar o seguro, a ficha técnica é uma referência útil para a avaliação de risco. Um veículo com motor 1.6i de 16 válvulas, com tração 4×4, pode exigir atenção especial em determinados pontos:
- Estado de conservação mecânica: motor, câmbio, sistema de ignição e transmissão devem estar estáveis e documentados para evitar surpresas durante perda total ou sinistro.
- Ferramentas e peças de reposição: disponibilidade de peças originais ou alternativas compatíveis, bem como o custo de reposição, impacta o custo de seguro e a facilidade de suporte técnico.
- Desgaste de chassis e suspensão: veículos com uso off-road leve podem apresentar desgaste em pontos como braços de suspensão, componentes de direção e freios; isso pode influenciar o prêmio conforme a avaliação de risco da seguradora.
- Habilitação e histórico de proprietários: históricos de registro, manutenção regular e condições de uso (trabalho, lazer, uso misto) ajudam o corretor a entender o perfil de risco.
Para quem está revisando o valor FIPE de um Daihatsu Feroza, a leitura cuidadosa da ficha técnica ajuda a demonstrar que o veículo não é apenas uma soma de números, mas sim um conjunto de atributos que influenciam diretamente o custo de seguro, incluindo a habilidade de recuperação de peças e a probabilidade de sinistros. Além disso, entender as especificações pode ajudá-lo a identificar necessidades adicionais de cobertura, como proteção contra roubo de componentes ou assistência veicular em situações de off-road leve, caso sejam relevantes para o uso pretendido.
Aplicação prática: como interpretar o FIPE para o Daihatsu Feroza no contexto atual
Para quem está buscando a Tabela FIPE do Daihatsu Feroza SX 1.6i 16V 1994 ou qualquer veículo veterano, algumas orientações ajudam a tirar o máximo proveito da referência:
- Use o ano-modelo correto: diferenças entre anos podem afetar o valor de referência. Em veículos com produção mais antiga, a variação entre anos pode ser mais acentuada devido a mudanças de fuselagem, equipamentos de série e disponibilidade de peças.
- Considere a condição do veículo: se o carro está bem conservado, com histórico de manutenção completo e sem danos estruturais, isso pode manter ou aumentar o valor de reposição conforme a FIPE, mesmo se a idade for elevada.
- Verifique o uso de carro com trocas de componentes: substituições de itens críticos (freios, suspensão, sistema de alimentação) podem impactar o custo de sinistro e, por consequência, o clube de seguros que você escolher.
- Avalie o custo de reposição de itens originais: peças originais para modelos muito antigos podem ter disponibilidade reduzida. Isso pode se refletir em prêmios de seguro e na avaliação de risco total.
Em suma, a Tabela FIPE serve como base, mas a avaliação de seguro para um Daihatsu Feroza SX 1.6i 16V de 1994 deve considerar condições técnicas e de uso. Uma leitura cuidadosa da ficha técnica e uma conversa com o corretor ajudam a alinhar o valor de reposição com a cobertura necessária, evitando surpresas no momento de acionar o seguro. A prática de manter o veículo com revisões em dia, documentação atualizada e um histórico de manutenção claro facilita a obtenção de condições mais justas e estáveis para o seguro ao longo do tempo.
Conclusão: por que entender a ficha técnica e o FIPE é essencial para o proprietário do Feroza
O Daihatsu Feroza SX 1.6i 16V de 1994 representa uma época de SUVs compactos que priorizavam utilidade, robustez e simplicidade de manutenção. Mesmo sendo um veículo com mais de duas décadas de mercado, o Feroza continua a despertar interesse entre entusiastas e proprietários que valorizam a prática de condução off-road leve e a praticidade de um utilitário compacto. Ao compreender a ficha técnica, você entende o que faz o carro funcionar e quais componentes são cruciais para a sua segurança e desempenho. Ao compreender a Tabela FIPE, você tem uma referência concreta para negociações de seguro, avaliação de risco e planejamento financeiro para a proteção do veículo. Combinar esses conhecimentos com uma consultoria especializada pode fazer diferença na qualidade da proteção oferecida, especialmente para veículos com histórico de uso específico e idade avançada.
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