Valor FIPE Atual
R$ 8.493,00
↓ 0,2% vs mês anterior
FIPE: 040002-5
Ano: 2006-1
MêsPreço
Mar/26R$ 8.493,00
Fev/26R$ 8.513,00
Jan/26R$ 8.533,00
Dez/25R$ 8.550,00
Nov/25R$ 8.563,00
Out/25R$ 8.585,00
Set/25R$ 8.614,00
Ago/25R$ 8.633,00
Jul/25R$ 8.647,00
Jun/25R$ 8.657,00
Mai/25R$ 8.676,00
Abr/25R$ 8.685,00

Análise detalhada da Tabela FIPE para o veículo Baby Buggy 1.6/ TST/ RS 1.6 4-Lug. 2006 e suas implicações para seguros

A Tabela FIPE é um referencial amplamente utilizado no Brasil para estimar o valor de mercado de veículos usados. Ela funciona como um índice que recebe, mensalmente, várias informações de negociação de automóveis entre concessionárias, fueling o cálculo de indenizações, depreciação e, consequentemente, de prêmios de seguro. Quando falamos de um modelo específico como o Baby Buggy 1.6/ TST/ RS 1.6 4-Lug. 2006, entender como a FIPE classifica o veículo, em que faixa de ano ele está enquadrado e quais variáveis a tabela considera é essencial para quem busca uma proteção adequada e econômica. Este artigo aborda esse tema com foco educativo, explorando o que a Tabela FIPE representa para o modelo citado, além de discutir a ficha técnica, o papel da marca e as implicações para a contratação de seguro pela GT Seguros.

Antes de qualquer decisão, vale compreender que a FIPE não é uma cotação de preço no sentido estrito. Ela compõe uma referência de valor de mercado que serve como base para cálculos de seguro, financiamento e avaliação de danos em diferentes cenários. O valor indicado pela tabela pode variar conforme o estado de conservação, quilometragem, histórico de manutenção, itens de conforto e segurança instalados, além de fatores regionais. Em termos simples: o valor FIPE é um ponto de partida, não uma etiqueta fixa para negociação. No caso do Baby Buggy 1.6/ TST/ RS 1.6 4-Lug. 2006, a posição na tabela é determinada pela combinação entre ano, versão e configuração específica do veículo, que, por sua vez, influencia diretamente na avaliação de sinistros, na indenização por perda total e no cálculo de prêmios de seguro.

Tabela FIPE Baby Buggy 1.6/ TST/ RS 1.6 4-Lug. 2006

Ficha Técnica do Baby Buggy 1.6/ TST/ RS 1.6 4-Lug. 2006

A ficha técnica reúne informações técnicas essenciais para entender o comportamento do veículo, seus custos de operação, desempenho e requisitos de manutenção. Abaixo, apresentamos uma estrutura típica para a versão citada, com itens que costumam constar na base de dados da FIPE e de seguradoras. Lembre-se de que o conjunto exato de especificações pode variar conforme a configuração original, país de venda e histórico de modificações ao longo dos anos. Os itens aqui descritos ajudam na compreensão geral e na comparação entre veículos semelhantes.

  • Motor: 1.6 litros, quatro cilindros, com alimentação a gasolina. A faixa de potência para esse tipo de motor costuma ficar na casa de 100 a 120 cavalos-vapor conforme a adaptação da versão RS, e com regulagens que podem influenciar o torque disponível em rotações mais baixas.
  • Transmissão: manual de 5 velocidades, com embreagem de curso relativamente firme e respostas diretas, características importantes para quem dirige com foco em performance leve ou em condução mais econômica.
  • Tipo de carroceria: hatch compacto, com distribuição de peso voltada ao uso urbano e manutenção simples. A configuração de portas e o espaço interno costumam priorizar versatilidade para uso familiar, transporte diário e pequenas viagens.
  • Peso, dimensões e capacidade: os parâmetros variam conforme o lote de fabricação e a versão RS, mas, em termos gerais, o veículo se enquadra em faixa de peso compatível com compactos de mesma geração, com capacidade de bagagem adequada para uso familiar. O tanque de combustível facilita viagens curtas sem necessidade de abastecimentos frequentes.

Essa ficha técnica oferece uma visão consolidada para leitura rápida, o que facilita a avaliação de custos, manutenção preventiva e, claro, a compreensão de como o veículo é tratado pela FIPE para fins de seguro. Vale destacar que pequenos ajustes, acessórios e condições excepcionais podem impactar o desempenho e o consumo, o que, por sua vez, influencia a forma como a seguradora avalia o risco associado ao veículo. Por isso, ao comparar modelos, vale observar se a versão RS 1.6 possui itens de segurança adicionais (como controle de estabilidade, airbags, assistentes de frenagem e sistemas de redução de consumo) que possam trazer benefícios na apólice.

A marca por trás do Baby Buggy

Quando analisamos o papel da marca no universo automotivo, especialmente para modelos mais antigos, é relevante entender que a reputação da fabricante influencia não apenas o desempenho e a confiabilidade do veículo, mas também a disponibilidade de peças, a abrangência da rede de assistência técnica e, por consequência, o custo de seguros. Em linhas gerais, marcas que historicamente investem em plataformas de manutenção simples, com peças de reposição acessíveis e um amplo rede de fornecedores, tendem a oferecer seguros com prêmios mais estáveis ao longo do tempo, mesmo em modelos mais antigos.

Para o Baby Buggy 1.6/ TST/ RS 1.6 4-Lug. 2006, o fator marca pode se refletir em três aspectos principais. Primeiro, a disponibilidade de peças de reposição: quanto mais comum for a peça, menor é o custo de reposição e a chance de atrasos em consertos, o que se traduz em apólices com condições mais claras e, muitas vezes, valores de indenização mais previsíveis. Segundo, o histórico de confiabilidade: plataformas que demonstraram boa durabilidade e facilidade de manutenção costumam inspirar maior confiança das seguradoras, o que pode influenciar positivamente o custo do seguro. Terceiro, a rede de atendimento: marcas com ampla cobertura de assistência técnica e orientação de serviço tendem a reduzir o tempo de reparo, contribuindo para uma avaliação de risco mais favorável pela seguradora.

É importante notar que o mercado de seguros não depende apenas da marca em si, mas da combinação entre histórico da marca, condição atual do veículo, quilometragem, tipo de uso (urbano, viagens, uso comercial leve), além de itens adicionais de segurança instalados. Em termos práticos, se o Baby Buggy mantém um histórico de manutenção regular, com registros de revisões e atualização de componentes-chave, a cotação tende a refletir menor risco para a seguradora, o que pode se traduzir em prêmios mais competitivos ao longo do tempo.

Como a FIPE incide sobre o seguro do Baby Buggy

O vínculo entre a Tabela FIPE e o seguro é direto e contínuo. A FIPE oferece um valor reference que serve de base para indenização em caso de perda total, reposição de peças e cálculo de prêmios. Em termos práticos, as seguradoras utilizam o valor FIPE como referência para estimar o custo de reposição do veículo ou o montante de indenização que será pago em diferentes cenários de sinistro. Isso significa que, quanto maior for o valor FIPE atribuído ao Baby Buggy 1.6/ TST/ RS 1.6 4-Lug. 2006, potencialmente maior pode ser o prêmio, pois o veículo representa maior exposição financeira em caso de sinistro grave. Por outro lado, veículos com menores valores FIPE costumam apresentar prêmios mais baixos, desde que o histórico de sinistros e as condições de uso não indiquem riscos elevados.

Além do valor de reposição, a FIPE também influencia diretrizes de depreciação. Em muitos contratos, a indenização pode seguir percentuais de depreciação com base na idade do veículo, no seu valor no momento do sinistro e nas condições de uso. Assim, a relação entre idade, estado de conservação e o valor FIPE é crucial para entender o que acontece em um cenário de indenização. Em termos simples, um carro de 2006 com boa manutenção pode ainda ter valor FIPE suficiente para manter um patamar de indenização estável, especialmente se estiver bem cuidado e com documentação de revisões em dia.

Outro aspecto relevante é a cobertura de peças e serviços. Seguradoras costumam oferecer opções de assistência 24 horas, carro reserva, e planos de proteção que incluem itens de segurança, como rastreadores, alarmes e dispositivos de imobilização. A presença de acessórios e upgrades pode influenciar positivamente o prêmio, desde que devidamente declarados na apólice. Em contrapartida, alterações não declaradas podem acarretar negativas de cobertura ou necessidade de revisão de valor segurado, o que impacta a relação custo-benefício de manter o veículo segurado pela FIPE como referência de valor.

Como interpretar a Tabela FIPE na prática para o Baby Buggy

Para os clientes que estão buscando entender como o FIPE se reflete em seguro, é útil acompanhar alguns pontos práticos. Primeiro, observe que o valor FIPE varia com o estado do veículo e a distância percorrida ao longo do tempo. Em veículos com baixa quilometragem e manutenção impecável, o valor de mercado estimado pela FIPE tende a ser mais estável e, por consequência, os prêmios podem acompanhar essa estabilidade. Em segundo lugar, se o veículo passou por alterações significativas que acrescentam valor funcional — como sistemas de freios mais modernos, melhorias de suspensão ou dispositivos de segurança — é essencial informar a seguradora. Tais itens podem influenciar tanto o valor de reposição quanto o custo do seguro, pois afetam o risco e a experiência de uso.

É comum também que, ao acompanhar a evolução da FIPE, o proprietário perceba oscilações no prêmio ao longo dos anos. Em alguns períodos, a depreciação de certos modelos pode desacelerar e, em outros, acelerar, especialmente quando a oferta do modelo fica mais restrita no mercado de usados. Por isso, revisitar a apólice com a GT Seguros periodicamente pode trazer ajustes legítimos e econômicos sem perder a proteção necessária. A periodicidade de atualização de dados com a seguradora é um ponto crítico: manter as informações atualizadas sobre uso, garagem, localização, entre outros fatores, ajuda a manter o prêmio alinhado com o real risco assumido pela seguradora.

Para quem está no processo de aquisição ou avaliação de seguro, é válido considerar cenários de valor de reposição. Em situações de perda total, algumas apólices utilizam o valor de reposição com base no FIPE atualizado, enquanto outras podem aplicar regras específicas de indenização que consideram idade do veículo, desgaste natural e depreciação. Entender qual regime é adotado pela sua seguradora evita surpresas na hora de acionar o benefício e garante que você tenha cobertura compatível com o que investiu no carro, incluindo a possível necessidade de substituição por um veículo similar em termos de especificações e de capacidade de uso.

Custos operacionais e decisões de seguro: o que observar

Além do valor FIPE, vale observar outros custos operacionais que influenciam na decisão de seguro. Itens como consumo de combustível estimado, custo de manutenção, disponibilidade de peças de reposição, frequência de revisões e histórico de custos com reparos ajudam a complementar a avaliação de risco para a seguradora. Carros com motor 1.6, embora com bom equilíbrio entre desempenho e economia, podem ter custos de reparo relativamente acessíveis caso a rede de assistência técnica seja ampla e as peças estejam facilmente disponíveis. Em contrapartida, em áreas onde a disponibilidade de peças é mais restrita, os prêmios podem subir para compensar o maior custo logístico de reparo.

Outro ponto importante é a adoção de dispositivos de segurança e tecnologia. Sistemas de alarme, rastreadores, imobilizadores e ainda controles de tração podem impactar positivamente tanto o valor de indenização quanto o prêmio. Mesmo em modelos mais antigos, a presença de tais dispositivos pode facilitar a comprovação de controle do veículo em situações de sinistro, reduzindo o risco para a seguradora e, consequentemente, convidando a condições mais favoráveis na apólice. Por fim, o perfil do usuário — frequência de utilização, quem dirige o veículo normalmente, e a necessidade de uso profissional ou particular — também influencia o cálculo de seguro, refletindo na análise de risco e no custo total da proteção.

Estratégias para uma cotação eficiente com a GT Seguros

Ao buscar uma cotação que seja compatível com o perfil do Baby Buggy 1.6/ TST/ RS 1.6 4-Lug. 2006, alguns passos simples costumam fazer a diferença. Em primeiro lugar, reúna toda a documentação que comprove o histórico de manutenção e as condições atuais do veículo, bem como informações sobre a garagem, uso diário, quilometragem atual e eventuais acessórios instalados. Em segundo lugar, descreva claramente a versão RS 1.6 e o conjunto de itens de segurança presentes no veículo. A clareza nas informações evita ajustes de última hora que possam gerar variações no prêmio de seguro. Em terceiro lugar, pense em cenários de cobertura que atendam às suas prioridades: responsabilidade civil obrigatória, colisão, incêndio, roubo, dano elétrico, assistência 24 horas, carro reserva e cobertura para acessórios. Configurar pacotes com equilíbrio entre custo e proteção pode resultar em uma apólice mais estável ao longo do tempo.

Por fim, a escolha de uma seguradora com suporte especializado é fundamental. A GT Seguros oferece consultoria para entender as particularidades do veículo, comparar opções de proteção e ajustar a cobertura de acordo com o real uso do carro, ajudando você a obter uma cobertura adequada sem pagar mais do que o necessário. A experiência de atendimento, a clareza das condições e a agilidade na adaptations de sinistros são atributos valiosos que podem fazer diferença quando mais tarde você precisar recorrer à seguradora.

A compreensão da Tabela FIPE, combinada com uma ficha técnica