| Mês | Preço |
|---|---|
| Mar/26 | R$ 59.459,00 |
| Fev/26 | R$ 59.591,00 |
| Jan/26 | R$ 59.723,00 |
| Dez/25 | R$ 59.837,00 |
| Nov/25 | R$ 59.927,00 |
| Out/25 | R$ 60.072,00 |
| Set/25 | R$ 60.265,00 |
| Ago/25 | R$ 60.392,00 |
| Jul/25 | R$ 60.489,00 |
| Jun/25 | R$ 60.550,00 |
| Mai/25 | R$ 60.672,00 |
| Abr/25 | R$ 60.727,00 |
Panorama da Tabela FIPE para o Ford Cargo 2425 com três eixos (diesel) — ano 1996
A Tabela FIPE é uma referência amplamente utilizada no Brasil para indicar os valores médios de reposição de veículos usados, incluindo caminhões. Quando falamos de caminhões pesados como o Ford Cargo 2425, especialmente na configuração de três eixos e porta de duas portas em diesel, a leitura da FIPE ganha contornos específicos: ela funciona como base de referência para seguradoras, locadoras e compradores na hora de estimar indenizações, de planejar sinistros ou de partir para uma cotação de seguro com conteúdo adequado à realidade de uso. Este conteúdo não aborda preços, apenas o arcabouço técnico, histórico da marca e a forma como a FIPE se relaciona com a proteção veicular desse tipo de veículo. A seguir, exploramos a ficha técnica do modelo, o peso da marca Ford no setor de caminhões, e como essas informações influenciam a avaliação de seguros.
O que a Tabela FIPE representa para veículos pesados como o Cargo 2425
Para quem atua no mercado de seguros, a FIPE funciona como uma régua de referência que ajuda a mensurar o valor de reposição aproximado quando o veículo entra em uma apólice ou quando ocorre um sinistro. Em caminhões de grande porte, como o Cargo 2425, a leitura não se resume a um único número: envolve compreender o espírito do valor, levando em conta fatores como idade do veículo, condição de conservação, histórico de manutenção, configuração de eixo e cabine, além da severidade da depreciação com o passar dos anos. Diferentemente de automóveis de passeio, caminhões desse porte costumam sofrer impactos diferentes na hora de calcular o seguro: o desgaste de componentes da transmissão, o estado de elementos da direção, a integridade estrutural e o custo de peças de reposição pesadas influenciam, de modo direto, na definição de coberturas e de índices de prêmio. Assim, entender a aplicação da FIPE para o Cargo 2425 envolve reconhecer que a tabela não determina apenas o preço de um veículo, mas também serve como referência metodológica para cenários de indenização, reposição e avaliação de risco no seguro.

Ficha técnica do Ford Cargo 2425 3-Eixos 2p (diesel) 1996
A seguir apresentamos uma síntese estruturada da ficha técnica, organizada para facilitar a leitura e a comparação com outros veículos da mesma categoria. Por se tratar de um modelo histórico, os dados podem variar conforme a versão e a configuração específica de fábrica. Use as informações como guia de referência ao avaliar seguros e cotações, sempre conferindo com a documentação do veículo em mãos.
- Marca e modelo: Ford Cargo 2425
- Ano de fabricação/modelo: 1996
- Eixos: 3 (configuração de eixo típico de caminhões pesados com tração adequada para carga grande)
- Portas/cabine: cabine com duas portas
- Tipo de motor: diesel, com configuração de alta torque típica de caminhões pesados
- Disposição do motor: em linha, design voltado para robustez e durabilidade em operações de longo curso
- Transmissão: manual, com várias marchas para atendimento de trechos urbanos e rodoviários
- Combustível: diesel
Observação importante: a ficha técnica acima apresenta itens centrais para avaliação de seguro e planejamento de uso. Detalhes como a potência nominal, o torque específico, o alcance de marchas e a configuração exata de tração podem variar conforme a versão (cargo seco, frigorífico, basculante, entre outros) e a fábrica do veículo. Sempre que possível, confirme com o documento técnico oficial do veículo para evitar variações entre anos-modelo e de séries de produção.
A marca Ford e sua trajetória no segmento de caminhões no Brasil
A Ford é uma das marcas com história destacada no segmento de caminhões no Brasil, consolidando-se ao longo de décadas como sinônimo de robustez, serviço de rede de assistência e disponibilidade de peças. No passado, a linha de caminhões Ford, incluindo o Cargo, ocupava posição central no transporte de carga em estradas e rodovias do país. A proposta de valor associava câmbio simples e durável a motores diesel de torque confiável, o que se traduz em menor demanda de manutenção em operações de médio e longo curso quando comparado a soluções mais complexas. As frotas, especialmente aquelas que dependem de entregas, distribuição de mercadorias ou atividades de construção, encontravam no Cargo uma solução com capacidade de transporte elevada, capaz de suportar jornadas contínuas sem interrupções frequentes.
Com o passar dos anos, o mercado de caminhões pesados passou por reorganizações de portfólio e, em alguns casos, por mudanças estratégicas de fabricantes. Mesmo diante dessas mudanças, a lembrança de marcas históricas como a Ford permanece como referência de confiabilidade percebida por muitos frotistas. A lição para quem consulta a tabela FIPE e pensa em seguro é reconhecer que o histórico da marca pode influenciar a percepção de risco pelos seguradores: a reputação de disponibilidade de peças, a rede de assistência técnica e a facilidade de reposição de componentes influenciam a avaliação do custo total de propriedade, que compõe o prêmio de seguro ao longo do tempo. Em geral, caminhões com histórico consistente de manutenção e com rede de suporte adequada tendem a apresentar parâmetros de sinistralidade mais estáveis, o que pode impactar positivamente as melhores condições de cobertura e de custo ao longo da vigência do contrato.
Como a FIPE é usada no seguro de caminhões pesados como o Cargo 2425
Para seguradoras, a FIPE oferece uma base de referência que facilita a comparação entre diferentes veículos, independentemente de marcas ou configurações. Em caminhões de grande porte, o uso da FIPE costuma seguir algumas práticas comuns:
- Definição de valor de indenização: a FIPE serve como referência para o valor a ser ressarcido em caso de perda total ou de dano irreparável, ajustando-se pela idade do veículo e pela depreciação média observada no universo semelhante.
- Determinação do prêmio: a faixa de valor do veículo, segundo a FIPE, é um dos componentes que alimentam o cálculo do prêmio, ao lado de dados como uso (frota, rota, tipo de atividade), histórico de sinistros e perfil do motorista.
- Avaliação de cobertura: modelos de seguro podem exigir coberturas complementares para veículos pesados, como proteção contra danos causados por terceiros, incêndio, roubo, colisão e responsabilidade civil. A FIPE facilita a calibragem de limites de cobertura com base no valor de reposição estimado.
- Atualização de parâmetros: a FIPE é revisada periodicamente, o que ajuda seguradoras e clientes a manterem as apólices alinhadas com as condições de mercado e com a depreciação observada em frota nacional.
É comum que, ao cotar, o corretor utilize a FIPE como uma referência primária, complementando com dados específicos da viabilidade de reconstrução do veículo, disponibilidade de peças, custos de mão de obra e particularidades da operação do cliente. O objetivo é chegar a uma cobertura que proteja de forma eficaz o ativo de maior peso de uma frota, sem ônus excessivos para o proprietário.
Cuidados práticos ao trabalhar com a Tabela FIPE na prática de seguros
Ao lidar com uma apólice para o Ford Cargo 2425, vale prestar atenção a alguns aspectos que costumam influenciar diretamente o custo, o nível de proteção e a tranquilidade operacional da frota:
- Compatibilidade entre o valor referenciado pela FIPE e o estado real do veículo: quanto mais próximo o estado de conservação da frota estiver da média da FIPE, mais previsível tende a ser o custo do seguro.
- Registros de manutenção e histórico de sinistros: uma trajetória de manutenção regular e a ausência de sinistros relevantes costumam favorecer condições de prêmio mais estáveis, refletindo menor risco para a seguradora.
- Configurações específicas da cabine e do chassi: alterações como módulos de cabine, implementos adicionais, capacidades de carga e rastreadores veiculares influenciam a avaliação de risco e o custo de seguro.
- Vigência de instrumentos de proteção: sistemas de rastreamento, telemetria, alarmes, proteções adicionais para carga e dispositivos de freios de emergência podem reduzir o prêmio ao atenuar o risco de furto ou dano.
Considerações para uma cotação de seguro do Ford Cargo 2425 3-Eixos 2p (diesel) 1996
Ao solicitar uma cotação para esse tipo de veículo, leve em conta pontos-chave que ajudam o corretor a apresentar opções mais bem ajustadas ao seu uso:
- Plano de uso: rota regular, frequência de viagem, tipos de carga e distâncias médias contribuem para a escolha de coberturas como Carga, Colisão e Roubo, entre outras.
- Perfil do condutor: histórico de direção, tempo de experiência e tempo de atuação podem influenciar índices de prêmio.
- Status da frota: manter dados atualizados sobre cada veículo da frota facilita cotações mais precisas e evita sub ou super cobertura.
- Necessidades específicas de proteção: se a operação envolve transporte de cargas sensíveis ou de alto valor agregado, considerar coberturas adicionais de equipamentos e proteção de eixos.
Essa orientação ajuda a garantir que a cobertura cubra o valor de reposição estimado pela FIPE, reforçando a proteção do ativo sem sacrificar a competitividade do custo da apólice. Além disso, a leitura da tabela deve acontecer em conjunto com a avaliação de peças de reposição, disponibilidade de assistência técnica para o veículo, e as condições de uso da frota no dia a dia da operação.
Para empresas que buscam alinhar custo e proteção, vale acompanhar eventos de mercado, mudanças na metodologia FIPE e ajustes de normas de seguro. O mercado de caminhões pesados é sensível a oscilações de preço de peças, mão de obra especializada e disponibilidade de serviços de suporte, fatores que, ao serem considerados na hora da cotação, ajudam a construir uma apólice mais estável ao longo do tempo.
Em resumo, a Tabela FIPE para o Ford Cargo 2425 de 3 eixos, com porta de duas portas e movido a diesel, funciona como referencial essencial para seguros, guias de reposição e avaliação de risco. Embora a FIPE não fixe o preço final da indenização e não substitua a avaliação de estado real do veículo, ela oferece uma base sólida para negociações entre proprietários, corretores e seguradoras. O conhecimento sobre a marca Ford, sua presença no Brasil e a forma como esse valor de referência é empregado pela indústria de seguros ajuda a tomar decisões mais informadas, com foco na proteção adequada do ativo, na gestão de riscos e na continuidade das operações da frota.
Se você está avaliando opções de proteção para esse veículo específico, vale considerar uma cotação com a GT Seguros. Uma avaliação personalizada pode alinhar cobertura a um uso real, com desembolso de prêmio compatível ao valor de reposição estimado pela FIPE, ajudando a manter a frota segura sem comprometer a margem operacional.
