| Mês | Preço |
|---|---|
| Mar/26 | R$ 98.101,00 |
| Fev/26 | R$ 98.158,00 |
| Jan/26 | R$ 101.246,00 |
| Dez/25 | R$ 98.706,00 |
| Nov/25 | R$ 99.136,00 |
| Out/25 | R$ 97.809,00 |
| Set/25 | R$ 95.679,00 |
| Ago/25 | R$ 96.133,00 |
| Jul/25 | R$ 96.073,00 |
| Jun/25 | R$ 94.294,00 |
| Mai/25 | R$ 94.699,00 |
| Abr/25 | R$ 95.005,00 |
Guia prático para interpretar a Tabela FIPE do Toyota Hilux CD SR 4×2 2.7 16V/2.7 Flex Aut. 2012
Por que a marca e o modelo importam ao usar a Tabela FIPE
A Toyota é referência mundial em durabilidade, confiabilidade e valor de revenda. No Brasil, a Hilux conquistou espaço não apenas entre quem busca um veículo para uso profissional, mas também entre pessoas que apreciam robustez e utilidade sem abrir mão de conforto. Quando pensamos em uma tabela de referência como a FIPE, o objetivo é compreender como o valor de um carro usado é calculado para fins de venda, compra, seguro e avaliação de perdas. O modelo específico Toyota Hilux CD SR 4×2 2.7 16V/2.7 Flex Aut. 2012 representa uma configuração de cabine dupla, com motor 2.7 flex e câmbio automático, voltada a quem precisa de espaço interno aliado à capacidade de enfrentar diferentes tipos de terreno com confiabilidade. Ao tratar desse conjunto, vale entender não apenas o motor e a transmissão, mas o conjunto completo de itens que compõem a ficha técnica e que são levados em conta pela FIPE ao atribuir um valor de referência.
Ficha técnica em foco: dados-chave do Toyota Hilux CD SR 4×2 2.7 16V/2.7 Flex Aut. 2012
A ficha técnica de um veículo reúne informações técnicas que ajudam a entender o comportamento do carro na estrada, o custo de manutenção e o desempenho esperado em diferentes cenários. Abaixo, apresenta-se um resumo objetivo e técnico sobre o modelo citado, com foco no que é relevante para o cálculo da Tabela FIPE e para o seguro de automóveis. Observação: as informações refletem a configuração de cabine dupla, motor 2.7 (gasolina/etanol) com câmbio automático, típico dessa geração.

- Motor: 2.7 L, 4 cilindros, 16V, flex (gasolina/etanol) com tecnologia DOHC e, geralmente, VVT-i, projetado para oferecer bom torque em rotações moderadas e resposta ágil na faixa de condução diária.
- Transmissão: automática de 4 velocidades, com seleção suave entre marcha e atuação adequada para uso urbano e em trechos com maior demanda de torque, como estradas com aclives e carga de gavetas.
- Tração e chassis: 4×2 (tração nas rodas traseiras), com estrutura de picape robusta, suspensão dianteira independente (geralmente tipo MacPherson) e traseira com eixo de par boa para a tração de cabine dupla. O conjunto prioriza conforto de condução e capacidade de carga na caçamba adaptada para uso misto.
- Carroceria e cabine: cabine dupla (CD – dupla), acabamento SR que se posiciona entre opções de entrada e topo de linha, com espaço interno para passageiros dianteiros e traseiros, bancos em tecido ou couro sintético em variações conforme o ano/linha, e com recursos básicos de conforto como ar-condicionado, vidros dianteiros elétricos, entre outros itens característicos.
Além desses itens básicos, a ficha técnica também costuma abranger elementos como sistema de direção assistida, sistema de freios (componentes ABS em versões atualizadas da linha), dimensões gerais (comprimento, largura, altura e entre-eixos) e capacidade de carga útil (que pode variar conforme a configuração de cada unidade e o estado de conservação). Em se tratando de FIPE, o conjunto de dados considera a configuração específica (cabine dupla, 2.7 flex, câmbio automático) para atribuir um ponto de referência de valor de mercado, que será comparável entre veículos de características semelhantes. É importante notar que o valor FIPE não é o preço de venda, mas sim uma referência consolidada para base de seguro, financiamento e avaliação de perdas.
Como a Tabela FIPE utiliza esse conjunto de dados para o modelo 2012
A Tabela FIPE funciona como um índice nacional com base em transações de compra e venda de veículos usados. Ao lidar com o Toyota Hilux CD SR 4×2 2.7 16V/2.7 Flex Aut. 2012, o levantamento leva em conta as características técnicas, o estado geral do veículo, a quilometragem, a procedência (ex.: importado ou nacional) e a disponibilidade de peças de reposição. Em termos práticos, isso significa que duas Hilux 2012 do mesmo ano podem ter valores FIPE diferentes se apresentarem disparidades relevantes de uso, conservação ou histórico de manutenção. No entanto, pela padronização interna da FIPE, a versão CD SR 4×2 com motor 2.7 flex e câmbio automático tende a receber um valor de referência próximo para veículos com quilometragem semelhante e sem sinais de dano estrutural ou de colisão.
Para o corretor de seguros, entender essa dinâmica é essencial. O valor FIPE serve como base para determinar o valor segurável (limite de indenização em caso de perda total, por exemplo) e influencia a escolha de coberturas, franquias e opções de proteção adicionais. Além disso, saber que o modelo é 4×2, cabine dupla e câmbio automático ajuda a comparar com versões 4×4, cabines simples ou com câmbio manual, que costumam ter variações de valor, custo de manutenção e perfis de risco distintos.
Conforto, consumo e manutenção: aspectos práticos para quem usa a Hilux 2012 no dia a dia
O Toyota Hilux, especialmente na configuração cabine dupla, é conhecido por oferecer um equilíbrio entre utilidade e conforto. O espaço interno costuma ser adequado para quatro ocupantes com boa ergonomia, vagas para bagagem em deslocamentos curtos e, quando necessário, facilidade de adaptação para uso misto de trabalho e lazer. Em termos de desempenho, o motor 2.7 flex entrega potência suficiente para a cidade, estradas com ascensão e pequenas cargas na caçamba. O câmbio automático facilita a condução em cenários de trânsito intenso, reduzindo o desgaste do motorista em trechos com paradas frequentes.
Quando pensamos em consumo, duas considerações costumam aparecer: a eficiência com gasolina versus etanol e o peso da carga útil. Em uso diário, o consumo tende a variar conforme o tipo de combustível escolhido. Com gasolina, a Hilux tende a apresentar números que podem ser mais estáveis, enquanto o etanol oferece desempenho aceitável com o benefício de maior autonomia de combustível antes de recarregar. Em termos de manutenção, a rede de assistência da Toyota costuma apresentar boa disponibilidade de peças e mão de obra qualificada, o que facilita a resolução de itens comuns de uma pickup de cabine dupla daquela geração. Pequenos cuidados com a suspensão dianteira e com o conjunto de freios podem evitar gastos mais expressivos ao longo da vida útil do veículo.
Entre os aspectos de conforto, vale destacar: o ar-condicionado, a acústica do habitáculo e a posição de condução que, apesar de robusta, costuma favorecer controles acessíveis ao motorista; o espaço para passageiros traseiros, com boa distância entre a linha de teto e o encosto; e a capacidade de acomodar bagagem ou equipamentos necessários para atividades profissionais. A Hilux, nesse patamar de configuração, é uma escolha comum para quem precisa de versatilidade sem abrir mão de um nível de acabamento que não atenda apenas ao uso utilitário.
Outra dimensão relevante para o dia a dia é a durabilidade de componentes mecânicos. O motor 2.7 flex, quando bem mantido, tende a apresentar boa confiabilidade. Itens como velas, filtros, correias, e a qualidade da lubrificação interferem diretamente no custo de manutenção programada. A manutenção preventiva, seguindo o manual do fabricante e o cronograma recomendado pela concessionária, ajuda a manter a performance da Hilux estável ao longo dos anos, o que, por consequência, também impacta no valor FIPE de forma mais suave com o passar do tempo.
Avaliação de segurança e tecnologia presentes na linha 2012
Mesmo sendo uma versão antiga, o conjunto de itens de segurança costuma incluir sistemas básicos de freios com assistência, airbags frontais em boa parte das unidades, e controles que, embora simples em comparação com os carros de gerações mais recentes, ainda proporcionam uma condução segura para a categoria. Em termos de tecnologia, a Hilux 2012 pode apresentar controles manuais de conforto, rádio com conectividade básica e, em alguns exemplares, recursos adicionais de conveniência. A análise da FIPE, nesse ponto, não mede só o valor, mas também o estado técnico de componentes, o que influencia a percepção de custo de reposição em caso de danos ou de atualização de seguro.
Seguros: como a ficha técnica e a Tabela FIPE orientam as coberturas
Ao negociar um seguro para uma Toyota Hilux CD SR 4×2 2.7 16V/2.7 Flex Aut. 2012, a seguradora utiliza o valor de referência da FIPE como base para calcular a indenização em caso de sinistro e para definir o prêmio com base no risco esperado. Além do valor FIPE, a seguradora considera a ficha técnica, que descreve o conjunto de características, o plano de uso (profissional, lazer, transporte de cargas leves) e o perfil do condutor. A cabine dupla, por exemplo, é um fator que costuma influenciar o valor de seguro devido à maior possibilidade de uso com passageiros e carga, bem como o grau de exposição a situações de risco distintas de uma cabine simples. A motorização flex amplifica as possibilidades de consumo e manutenção, o que pode impactar o custo total de propriedade e,, consequentemente, a composição de coberturas como proteção veicular, responsabilidade civil, colisão, roubo e incêndio.
Para quem busca opções de proteção, vale considerar coberturas adicionais que costumam caber bem para esse tipo de veículo. Enquanto a base costuma incluir danos a terceiros, proteção contra colisão e roubo, é comum avaliar extras como a substituição de vidros, assistência 24h, cobertura de acessórios originais, e a possibilidade de assistência em viagem com a rede autorizada da marca. A depender do uso, da região de circulação e do histórico de sinistros, a personalização do seguro com a GT Seguros pode oferecer planos que equilibrem proteção, custo e tranquilidade.
A tratativa da FIPE com a Hilux 2012 também envolve o cuidado com a documentação, a conferência do estado de conservação do veículo, a verificação de itens de segurança (como freios, suspensão e pneus) e a confirmação de dados da linha de montagem. Todos esses elementos ajudam a assegurar que o valor apresentado pela FIPE, bem como o prêmio de seguro, reflitam com maior fidelidade a realidade do veículo, favorecendo decisões mais estáveis e previsíveis ao longo do tempo.
Conselhos práticos para quem está comprando, vendendo ou segurando uma Hilux 2012
Se você está avaliando uma Toyota Hilux CD SR 4×2 2.7 16V/2.7 Flex Aut. 2012, considere os seguintes pontos para tirar o máximo proveito da Tabela FIPE e da proteção contratual:
- Conserve a documentação de manutenção e o histórico de revisões para demonstrar o estado de conservação da motorização e do conjunto mecânico. Uma boa documentação ajuda a sustentar um valor de referência na FIPE e facilita o processo de seguro.
- Analise a diferença entre as variantes 4×2 e 4×4, e entre cabine dupla e cabine simples, pois esses elementos costumam impactar o valor de mercado, a disponibilidade de peças e o custo de seguro.
- Antes de fechar negócio, compare a tabela FIPE com avaliações de mercado em outras fontes e verifique a reputação do vendedor, a quilometragem real e as condições de conservação da caçamba e do interior.
- Ao contratar o seguro, utilize a ficha técnica como referência para especificar o modelo exato (CD SR 4×2, 2.7 flex, câmbio automático) e ajuste as coberturas com base no uso pretendido, no ambiente de condução e no histórico do veículo.
Essa abordagem integrada — considerações da FIPE, ficha técnica e necessidades de proteção — ajuda a evitar surpresas quando o assunto é seguro, transferência de propriedade ou avaliação em caso de sinistro. O objetivo é garantir que o veículo seja protegido de forma adequada, sem sub ou superestimar o valor de referência e sem abrir espaço para lacunas de cobertura que poderiam gerar custos adicionais no futuro.
Por fim, manter o foco na fala educativa sobre o tema facilita a decisão de compra, venda e proteção, promovendo tranquilidade para quem utiliza uma Hilux de cabine dupla com motor 2.7 flex na vida prática, seja para deslocamentos diários, serviço ou atividades de lazer. A Tabela FIPE, aliada à ficha técnica detalhada, oferece um mapa claro para entender onde esse veículo se posiciona no mercado de usados e como estruturar uma estratégia de seguro alinhada ao seu perfil de uso.
Para proteger seu veículo com tranquilidade, faça uma cotação com a GT Seguros.
