| Mês | Preço |
|---|---|
| Mar/26 | R$ 39.569,00 |
| Fev/26 | R$ 39.657,00 |
| Jan/26 | R$ 39.745,00 |
| Dez/25 | R$ 39.821,00 |
| Nov/25 | R$ 39.881,00 |
| Out/25 | R$ 39.977,00 |
| Set/25 | R$ 40.106,00 |
| Ago/25 | R$ 40.191,00 |
| Jul/25 | R$ 40.256,00 |
| Jun/25 | R$ 40.297,00 |
| Mai/25 | R$ 40.378,00 |
| Abr/25 | R$ 40.415,00 |
Panorama técnico e histórico da Tabela FIPE para o Volvo N-12 360 XHT 6×4 2p (diesel) 1984
Ficha técnica detalhada do Volvo N-12 360 XHT 6×4 2p
Para entender a relação entre a Tabela FIPE e o veículo destacado, é preciso conhecer, de forma objetiva, as características que definem esse caminhão específico. A designação Volvo N-12 360 XHT 6×4 2p descreve, de modo sucinto, um caminhão pesado produzido na década de 1980, com motor a diesel, tração traseira múltipla (6×4), cabine de duas portas, e uma configuração voltada para o transporte de cargas em rotas de maior demanda. O uso da FIPE na prática envolve comparar esse modelo com outras unidades da mesma geração para estimar valores de referência no mercado de usados, o que é relevante para cotação de seguro, de financiamento ou de avaliação de ativos, especialmente quando o veículo é considerado clássico ou de interesse para frota histórica.
Abaixo, apresentamos a ficha técnica sintetizada, com foco nos elementos que costumam influenciar a avaliação de risco e o seguro de caminhões antigos dentro de catálogos de referência:

- Motor: diesel de alta cilindrada, turboalimentado, potência máxima na faixa de 360 cavalos. Trata-se de um conjunto robusto, projetado para suportar trechos longos com cargas significativas.
- Transmissão: manual, com múltiplas marchas, adequada para caminhões de grande porte da época, priorizando o torque disponível em marchas mais curtas para subir ladeiras ou arrancadas com carga.
- Eixos e cabine: configuração 6×4 (dois eixos dianteiros para direção e dois eixos traseiros, incluindo eixo duplo traseiro), cabine com duas portas (2p), típica de modelos voltados para serviço de longas distâncias e transporte de carga volumosa.
- Dados de uso: ano de fabricação/modelo 1984, destinado principalmente a aplicações de transporte de carga pesada, manutenção da frota de caminhões de grande porte na indústria de logística da época.
Volvo: tradição e presença marcante no segmento de caminhões pesados
A Volvo é reconhecida mundialmente pela construção de caminhões com foco em durabilidade, segurança e eficiência operacional. Em décadas passadas, a fabricante sueca consolidou uma linha de caminhões que se tornou referência por componentes robustos, fácil manutenção e uma rede de serviço amplamente distribuída. No caso do Volvo N-12 360 XHT 6×4 2p, a combinação entre motor de alto torque, sistema de transmissão confiável e a arquitetura de eixos permitia operação estável em percursos desafiadores, com cargas pesadas e condições adversas de rodagem. Esse histórico de confiabilidade também se reflete na percepção de valor de mercado, o que influencia, direta ou indiretamente, a avaliação de seguro e a cobertura necessária para quem mantém carros utilitários ou frotas com esse tipo de veículo.
Além disso, a marca tem investido consistentemente em avanços de segurança e conforto ao condutor, como melhorias na suspensão, sistemas de frenagem e ergonomia da cabine. Embora alguns modelos dessa era apresentassem desafios de manutenção — comuns a veículos de baixa a média idade com uso intenso —, o legado Volvo em termos de disponibilidade de peças, rede de assistência técnica e facilidade de reparo continua sendo um dos aspectos centrais considerados por seguradoras e proprietários na hora de planejar a proteção do veículo. Para quem utiliza ou valoriza um Volvo N-12 360 XHT 6×4 2p, isso se traduz em uma avaliação de risco que contempla não apenas o preço de reposição, mas também a previsibilidade de custos de manutenção, peças originais e tempo de inatividade em caso de necessidade de reparos.
Entendendo a Tabela FIPE e seu papel na cotação de seguros de veículos pesados
A Tabela FIPE é amplamente utilizada no Brasil como referência de mercado para estimativas de preço de veículos usados. Ela agrega valores médios de reposição, baseados em transações e dados de mercado de veículos automotores, com atualizações periódicas para refletir a depreciação e as oscilações do setor. Quando se trata de caminhões como o Volvo N-12 360 XHT 6×4 2p (1984), a interpretação requer cuidado: a FIPE pode oferecer um patamar de referência, mas o valor utilizado para seguros pode variar conforme a seguradora e o tipo de cobertura contratada. Em muitos casos, as apólices consideram o “valor de reposição” ou o “valor venal” conforme a norma interna de cada companhia, com ajustes para idade do veículo, estado de conservação, histórico de sinistros, e o uso específico (frota, aluguel, transporte de cargas sensíveis etc.).
Para quem compara opções de proteção, a leitura da FIPE ajuda a compreender o patamar de mercado do bem e a estimar um intervalo de referência. Em termos práticos, isso significa que o leitor pode discutir com a corretora ou com a seguradora a necessidade de coberturas adicionais — como assistência 24 horas, cobertura para terceiros, proteção de peças específicas ou garantia de spares — sem depender exclusivamente de anúncios ou estimativas não verificadas. Vale lembrar que a FIPE é uma ferramenta de referência e que o seguro, por sua vez, deve considerar peculiaridades do veículo, do motorista, da operação e do ambiente de uso.
Fatores que afetam a cotação de seguro para modelos clássicos como o N-12 360 XHT
Quando o assunto é seguro de veículos pesados de origem antiga, existem elementos específicos que costumam influenciar o prêmio, independentemente da marca. A seguir, pontos que costumam pesar na avaliação de risco para caminhões Volvo dessa era:
Primeiro, a idade do veículo e o estado de conservação: modelos com mais de 30 anos costumam exigir condições especiais de registro, inspeção e manutenção. A seguradora avalia se o caminhão recebeu revisões periódicas, se existem histórico de colisões ou avarias de grande monta e se há documentação de manutenção com peças originais. Em segundo lugar, o uso operacional: a finalidade do veículo (frota própria, aluguel, transporte de carga perigosa, transporte de alto valor agregado etc.) impacta o nível de risco. Caminhões usados em rotas longas, com tráfego intenso de vias públicas, costumam exigir coberturas diferenciadas, com base em maior exposição a sinistros. Em terceiro lugar, a disponibilidade de peças e a rede de assistência: para veículos antigos, a facilidade de obter peças originais e a densidade da rede de serviço técnico podem reduzir ou aumentar o custo de manutenção, o que reflete no preço do seguro. Em quarto lugar, o perfil do condutor e o histórico de sinistros: motoristas experientes podem beneficiar as cotações, desde que o histórico de acidentes seja controlado. Por fim, existem fatores adicionais, como a localização da operação, a infraestrutura de armazenagem, o tipo de carga e os dispositivos de segurança existentes no veículo (cintos de segurança, sistemas de frenagem, controles de estabilidade, alarmes etc.).
Todos esses elementos são considerados pela maioria das seguradoras ao abrir uma apólice para um modelo como o Volvo N-12 360 XHT 6×4 2p. A combinação entre a idade, a condição, o uso e a disponibilidade de suporte técnico determina, em boa parte, o equilíbrio entre custo de prêmio, franquias e coberturas incluídas na política. Por isso, antes de fechar qualquer contrato, faz sentido comparar propostas, avaliar a cobertura de responsabilidade civil, danos a terceiros, danos próprios ao veículo, incêndio, roubo e quebra acidental, e entender como cada seguro lida com a indenização em caso de sinistro envolvendo caminhões de grande porte.
Como interpretar a Tabela FIPE no contexto desse modelo específico
Interpretar a FIPE para o Volvo N-12 360 XHT implica cruzar a referência com as particularidades do veículo: ano de fabricação (1984), configuração 6×4, motor a diesel de alta cilindrada e a cabine de duas portas. Embora a FIPE ofereça valores médios com base em dados de mercado, cada veículo é único em termos de estado de conservação, histórico de manutenção e histórico de sinistros. Em termos práticos, para quem consulta a Tabela FIPE ao buscar seguro ou avaliar venda/compra de um exemplar dessa geração, vale seguir estas etapas simples:
1) Verifique a edição da tabela referente ao ano-modelo aproximado do veículo (1984) e confirme se há variações entre diferentes versões da linha N. Em alguns casos, as variações de cabine, motorização específica ou acessórios podem influenciar o valor de referência.
2) Compare o veículo com itens que costumam influenciar o preço de reposição: motor, transmissão, estado da carroçaria, danos estruturais, necessidade de peças originais e disponibilidade de serviços de manutenção.
3) Considere o uso ao planejar o seguro: se o caminhão atua em setores que envolvem cargas de maior valor ou uso em trajetos de alto risco, a necessidade de coberturas adicionais pode justificar ajustes no prêmio, mesmo que a FIPE mantenha uma referência estável.
4) Tenha em mente que a FIPE é uma referência de mercado; o custo da apólice depende de políticas internas da seguradora, de sua avaliação de risco e de acordos específicos com o cliente. Uma cotação bem fundamentada deve alinhar o valor referenciado pela FIPE com o valor de reposição pretendido pelo proprietário, de forma a evitar lacunas entre o que se cobra e o que efetivamente é protegido.
Considerações finais: o caminho para proteção eficaz do Volvo N-12 360 XHT 6×4 2p
Em veículos históricos ou de uso intenso, a proteção adequada envolve planejar com antecedência, entender o valor de referência no mercado e adaptar a cobertura às necessidades operacionais reais. A Tabela FIPE desempenha um papel importante como ponto de partida para essa análise, servindo como guia para estimar o valor de reposição ou o patamar de mercado. No entanto, a proteção ideal vai além do número apresentado na tabela
