| Mês | Preço |
|---|---|
| Mar/26 | R$ 9.024,00 |
| Fev/26 | R$ 9.044,00 |
| Jan/26 | R$ 9.064,00 |
| Dez/25 | R$ 9.082,00 |
| Nov/25 | R$ 9.096,00 |
| Out/25 | R$ 9.118,00 |
| Set/25 | R$ 9.148,00 |
| Ago/25 | R$ 9.168,00 |
| Jul/25 | R$ 9.183,00 |
| Jun/25 | R$ 9.193,00 |
| Mai/25 | R$ 9.212,00 |
| Abr/25 | R$ 9.221,00 |
Como a Tabela FIPE influencia a avaliação do Peugeot 406 ST/SVA 2.0 16V Aut 1997 para seguros e negociações
Para quem trabalha com seguro de veículos, a Tabela FIPE funciona como uma referência central para estabelecer o valor de mercado utilizado em coberturas, indenizações e cotações. Em linhas gerais, a FIPE (Fundação Instituto de Pesquisas Econômicas) consolida dados de transações de compra e venda de automóveis usados no Brasil, extraídos de anúncios e negócios reais, para gerar um valor médio de mercado mensal. Quando o tema é o Peugeot 406 ST/SVA 2.0 16V Aut 1997, essa referência ajuda a decidir quanto uma seguradora deverá indenizar em caso de sinistro e qual pode ser o custo de uma cobertura correspondente ao risco associado a esse modelo e a esse estado de uso. O objetivo do artigo é explicar como essa tabela é aplicada na prática, quais elementos do veículo refinam a leitura da FIPE e quais impactos isso tem na hora de contratar ou renovar o seguro.
O Peugeot 406 ganhou popularidade no Brasil no final da década de 1990, apresentando uma proposta de sedã confortável com linhas que evocavam a tradição europeia da marca francesa. A Ferrari de elegância, digamos assim, foi acompanhada por várias versões que buscavam atender a diferentes necessidades do público: desde versões de entrada até opções mais equipadas com câmbio automático. Embora a circulação de cada exemplar dependa do estado de conservação, da quilometragem e do histórico de manutenções, a FIPE busca capturar uma média de mercado que ajude as seguradoras a trabalhar com parâmetros consistentes de indenização. Nesse cenário, entender como a FIPE classifica o Peugeot 406 ST/SVA 2.0 16V Aut 1997 é fundamental para entender como ocorre a precificação de seguro e quais aspectos do veículo podem impactar esse valor ao longo do tempo.

Peugeot como marca: tradição, inovação e presença no mercado brasileiro
A Peugeot é uma marca francesa que carrega uma herança que remonta a mais de 200 anos, evoluindo de manufatura de bicicletas para uma linha global de automóveis que combina tecnologia, conforto e design. No Brasil, a presença da marca desde os anos 1960 abriu espaço para diferentes gerações de modelos que tentaram equilibrar desempenho, custo de manutenção e atratividade estética. O veículo Peugeot 406 tornou-se, para muitos consumidores, uma ponte entre o conforto europeu e a robustez necessária para a condução diária em áreas urbanas e rodoviárias. Em termos de segurabilidade, a reputação de uma marca pode influenciar percepções de confiabilidade, disponibilidade de peças de reposição e facilidade de assistência técnica, fatores que, por sua vez, pesam na avaliação de risco da seguradora. Além disso, a história de cada geração ajuda a entender como as condições de uso, desgaste natural e sucessivas atualizações de componentes afetam o valor praticado pela FIPE ao longo dos anos.
Ao observar o Peugeot 406 ST/SVA 2.0 16V Aut 1997, é útil considerar como a engenharia da época buscava equilibrar desempenho com ergonomia. O motor 2.0 16V era uma opção que priorizava equilíbrio entre potência, resposta de condução suave e consumo compatível com a época. O conjunto de suspensão, transmissão automática e interior bem-ajustado contribuía para uma experiência de condução mais apaziguada, especialmente em deslocamentos diários. Esses traços, aliados a uma carroceria que jacenta o estilo clássico da marca, ajudam a entender por que determinados veículos dessa linha permanecem em circulação, mantendo sua atratividade para proprietários e para seguradoras que avaliam o histórico de uso com base na FIPE.
Ficha Técnica resumida
- Motor: 2.0 16V, potência aproximada de 136 cv, torque próximo de 18 kgf·m
- Transmissão: Automática de 4 velocidades, tração dianteira
- Dimensões e peso: comprimento ≈ 4,70 m; largura ≈ 1,75 m; altura ≈ 1,40 m; peso em ordem de 1.250–1.350 kg; tanque ≈ 60 L
- Segurança e conforto: itens de segurança e conveniência variavam conforme o pacote; ABS e airbags podiam ser opcionais, com climatização, vidros elétricos e travas elétricas entre os itens comuns em versões mais equipadas
Versões ST e SVA: o que observar na prática de FIPE
As variações de versão do Peugeot 406 podem influenciar diretamente a leitura da FIPE, já que a tabela leva em conta não apenas a marca e o modelo, mas também a configuração de motor, câmbio e o tipo de carroceria. A designação ST costuma remeter a uma versão com carroceria station wagon, mais voltada para espaço de mala e utilidade familiar, enquanto SVA pode se referir a uma configuração com câmbio automático voltada a conforto de uso diário. Em termos de seguro, diferentes pacotes de opcionais, sistemas de segurança, estado de conservação e histórico de manutenção também podem impactar a avaliação de mercado. Em suma, cada detalhe que afeta o valor de revenda estimado pela FIPE, no conjunto, é relevante para a seguradora na hora de calibrar o valor de indenização e o prêmio correspondente.
Para quem utiliza a FIPE como referência de valor ao contratar o seguro, é comum que a seguradora peça a verificação de dados como ano, versão (ST/SVA), condição de conservação, quilometragem e histórico de atendimentos mecânicos. Esses elementos ajudam a ilustrar se o veículo está próximo de uma faixa de valor mais elevada ou de uma faixa mais depreciada dentro da amostra da FIPE para aquele mês. Em veículos com histórico de uso intensivo, danos não reparados ou alterações não originais, a leitura da FIPE pode sofrer impactos que se refletem no valor segurado. Por isso, manter a documentação em dia, realizar manutenções com peças originais e conservar o estado da carroceria e do interior é um caminho inteligente para manter o valor de referência estável e, por consequência, impactos mais favoráveis no prêmio de seguro.
Como a FIPE influencia o prêmio de seguro
A relação entre a Tabela FIPE e o prêmio de seguro está ancorada no conceito de valor segurável. O valor segurável é o montante pelo qual o veículo seria reparado ou substituído, conforme o contrato, caso haja um sinistro total. Esse valor, por sua vez, costuma referenciar o valor FIPE para o mês de nascimento da apólice, ajustado pela condição e pelo estado do carro. Assim, quando a FIPE aponta um valor de referência mais alto para o Peugeot 406 ST/SVA 2.0 16V Aut 1997, o custo da cobertura tende a refletir esse patamar de mercado. Do contrário, um valor FIPE menor tende a deixar o prêmio mais acessível, desde que o estado do veículo, a indústria de sinistros e demais fatores de risco não pesem de forma contrária.
Além do valor de indenização, a FIPE também influencia aspectos secundários do seguro, como a necessidade de franquias, a cobertura de acessórios originais, o nível de assistência 24 horas e as limitações associadas a sinistros parciais versus totais. No entanto, é importante lembrar que cada seguradora aplica seus próprios critérios de classificação de risco. O histórico de sinistros, a idade do motorista, o perfil de uso (urbano, rodoviário, rodovias com pedágio) e o local de residência também são elementos que modulam o preço final da apólice, independentemente do valor FIPE. Em resumo, compreender a leitura da FIPE ajuda o consumidor a entender o cenário de prêmio, mas a apuração final depende de uma avaliação integrada da seguradora com base em dados completos do veículo e do proprietário.
Para quem busca equilíbrio entre proteção e custo, algumas estratégias ajudam a manter o valor segurável estável ao longo do tempo: manter o veículo com a manutenção em dia, preservar a originalidade de peças, evitar alterações que desvalorizem o conjunto automotivo e manter documentação atualizada, com histórico de revisões. Além disso, considerar a contratação de coberturas que protejam itens específicos de valoração, como acessórios originais ou equipamentos de conveniência úteis, pode influenciar a percepção de risco e, consequentemente, o valor da apólice sem aumentar indevidamente o custo total.
Entretanto, em termos práticos, a chave para alinhar o custo do seguro ao seu orçamento é entender como a FIPE é usada pela seguradora, e qual é o valor de referência atribuída ao seu Peugeot 406 ST/SVA 2.0 16V Aut 1997 no mês de emissão da apólice. A partir daí, é viável comparar ofertas, observar quais itens de cobertura são mais relevantes para o seu uso cotidiano e, principalmente, escolher uma seguradora que ofereça uma combinação de proteção adequada ao perfil do veículo e ao seu bolsillo.
Se você está buscando clareza sobre como esses dados podem impactar o valor da sua apólice, vale a pena solicitar uma simulação com a GT Seguros. Essa cotação pode trazer uma visão integrada de coberturas, franquias e condições de atendimento, ajudando você a tomar a melhor decisão para o seguro do seu Peugeot 406.
Para conhecer as opções de seguro disponíveis e entender melhor o impacto da Tabela FIPE no seu caso específico, faça uma cotação com a GT Seguros.
