Valor FIPE Atual
R$ 83.840,00
↓ 0,8% vs mês anterior
FIPE: 002090-7
Ano: 2006-3
MêsPreço
Mar/26R$ 83.840,00
Fev/26R$ 84.491,00
Jan/26R$ 80.468,00
Dez/25R$ 81.597,00
Nov/25R$ 80.331,00
Out/25R$ 83.245,00
Set/25R$ 86.265,00
Ago/25R$ 83.348,00
Jul/25R$ 83.021,00
Jun/25R$ 80.214,00
Mai/25R$ 83.124,00
Abr/25R$ 84.794,00

Entenda como a Tabela FIPE orienta o seguro para a Hilux 2006 com motor 3.0 D-4D 4×4

Ficha Técnica do Toyota Hilux CD SR D4-D 4×4 3.0 D-4D (2006)

A Toyota Hilux, na configuração CD SR D4-D 4×4 de 2006, representa uma das opções mais tradicionais de uso misto – trabalho duro em áreas de serviço e desempenho confiável para lazer em vias não pavimentadas. Ao avaliar o seguro, o mercado costuma recorrer à Tabela FIPE como referência de valor de mercado, o que envolve entender a função da ficha técnica para que o corretor tenha embasamento técnico e financeiro na hora de calcular coberturas, franquias e indenizações. A seguir, apresentamos uma síntese da ficha técnica deste modelo específico, destacando aspectos relevantes para seguradoras e para o consumidor que busca proteção adequada, sem se prender a valores monetários que serão inseridos no topo do post conforme o funcionamento do sistema de cotação.

  • Motor e desempenho: motor 3.0 litros turbo diesel D-4D (codinome 1KD-FTV), com configuração de quatro cilindros em linha, turbocompressor e intercooler. Este conjunto é conhecido pela entrega de torque útil para trabalho pesado e tração reforçada em terrenos acidentados.
  • Potência e torque: potência aproximada de 163 cv (120 kW) a rotações próximas de 3.400 rpm, com torque de cerca de 343 Nm entre aproximadamente 2.000 e 2.600 rpm. Esses valores, combinados com a tração 4×4, tornam a Hilux apta a enfrentar subidas íngremes e trechos de lama ou areia com maior estabilidade.
  • Transmissão e tração: câmbio manual de 5 velocidades aliado a um sistema de tração integral com reduzida, o que amplia a capacidade de operação fora de estrada. O conjunto transmissor é tradicional em versões CD SR, priorizando durabilidade e facilidade de reparo em oficina de rotina.
  • Dimensões e capacidade de uso: o conjunto da Hilux 2006 CD SR D4-D 4×4 apresenta comprimento próximo a 5,33 metros, largura em torno de 1,78 a 1,80 metros e altura variando conforme versão e rodas, com entre-eixos na casa de ~3,08 metros. A caçamba oferece capacidade para carga útil compatível com utilitários médios, sendo fundamental considerar o uso diário, o tipo de carga e as exigências de frete no momento de definir o seguro. Esses parâmetros influenciam o cálculo de risco de sinistro e, por consequência, a definição de coberturas e valores segurados.

A marca Toyota e o valor agregado ao longo do tempo

A Toyota, fabricante japonesa reconhecida globalmente, consolidou-se como referência em confiabilidade, durabilidade e rede de assistência técnica. Em mercados onde a Hilux é um veículo utilitário robusto, a marca transmite uma percepção de custo de propriedade mais estável e previsível, o que influencia positivamente a avaliação de risco pela seguradora. Entre os pilares que sustentam essa percepção, destacam-se a qualidade de construção, a disponibilidade de peças originais e a facilidade de manutenção em redes autorizadas, elementos que contribuem para menor probabilidade de falhas graves e, consequentemente, para cenários de prêmio mais estáveis ao longo do tempo. Além disso, a Hilux tem aceitação consolidada no mercado de fleet (frotas) e de uso continental, o que reforça a percepção de valor de revenda, um componente considerado pela FIPE como referência para a definição de coberturas e limites de indenização no seguro.

Tabela FIPE Toyota Hilux CD SR D4-D 4×4 3.0  TDI Dies. 2006
  • Histórico de confiabilidade: a linha Hilux é conhecida por robustez e baixo custo de propriedade quando a manutenção preventiva é realizada dentro das recomendações do fabricante.
  • Rede de serviço: ampla presença de concessionárias e oficinas especializadas, o que facilita agendamentos e reparos com peças originais.
  • Confiabilidade em trilhas urbanas e rurais: a tração 4×4, aliada ao motor D-4D, favorece desempenho constante em terrenos desafiadores, reduzindo o tempo de indisponibilidade por necessidade de reparos preventivos.
  • Mercado de usados: boa aceitação de revenda, o que pode influenciar a avaliação de risco ao se considerar o seguro com cláusulas de indemnização proporcional ao valor de mercado.

Como a Tabela FIPE funciona para calcular o valor segurável

A Tabela FIPE funciona como referência de preço de mercado para veículos usados no Brasil, alimentando o cálculo de cobertura de prêmio e indenização em caso de sinistro. O objetivo é oferecer uma base padronizada para que seguradoras possam estimar o valor de reposição ou indenizar de forma justa, considerando a condição do veículo, a idade e o histórico de uso. No caso da Toyota Hilux CD SR D4-D 4×4 3.0 D-4D de 2006, a versão 4×4 tende a compor um conjunto de maior valor de mercado quando comparada às variantes 4×2 ou com motor menos potente, dada a combinação de torque, capacidade de tração e utilidade fora de estrada. No entanto, é essencial compreender que a FIPE é uma referência e não um preço fixo; ajustes podem ocorrer com base na quilometragem, conservação, histórico de sinistros, região e políticas da seguradora.

Para o consumidor, compreender esse mecanismo é útil para negociar a proteção adequada. Seguradoras costumam considerar o valor FIPE como o piso de referência para a indenização por perda total ou pelo custo de reposição do veículo. Em cenários de sinistro, o valor calculado pela FIPE serve de base, não sendo necessariamente o montante exato pago pela seguradora, que pode incorporar parcelas proporcionais, depreciação por uso, ou franquias conforme o contrato contratado. Por isso, entender a evolução mensal da FIPE e a particularidade da versão D4-D 4×4 ajuda o segurado a alinhar expectativas com a apólice e com o corretor de seguros.

  • Atualização mensal: a FIPE passa por revisões periódicas com base em dados de transações reais de compra e venda de veículos usados, refletindo as mudanças do mercado automotivo.
  • Ajustes por região e condição: o valor pode sofrer variações por estado, cidade e estado de conservação do veículo, o que reforça a importância de informar ao corretor dados fidedignos sobre a condição atual.
  • Impacto do uso 4×4: modelos com tração integral têm, em geral, maior valor de referência na FIPE, dada a versatilidade e o potencial de uso em vias não pavimentadas, o que também pode influenciar na opção de coberturas adicionais, como danos por pontos fora da estrada e guincho de longa distância.

Boas práticas para proteção e escolha de coberturas ideais

Definir a cobertura certa envolve considerar o uso diário do veículo, o perfil do motorista, a região de circulação e o histórico de sinistros. A Hilux CD SR D4-D 4×4 de 2006, por ser uma pickup robusta, costuma exigir atenção especial em coberturas que contemplam danos a terceiros, colisões, roubo/furto e danos parciais. Abaixo, listamos práticas que ajudam a alinhar a proteção com o valor de mercado indicado pela FIPE e com as necessidades reais do proprietário:

  • Avalie a necessidade de cobertura de danos a terceiros e de danos ao veículo (colisão, incêndio, roubo e furto). Em modelos com maior valor de mercado, a cobertura compreensiva pode justificar o custo adicional, especialmente para motor 3.0 D-4D 4×4, cuja manutenção pode exigir peças originais e reparos especializados.
  • Utilize rastreamento veicular e sistemas de segurança: dispositivos de telemetria ou rastreamento podem reduzir o prêmio, além de aumentar as chances de recuperação em casos de roubo.
  • Verifique limites de indenização compatíveis com o valor FIPE: procure coberturas que ofereçam indenização proporcional ao valor de reposição com reajustes por idade do veículo e pela área de uso, além de considerar cláusulas de franquia que se ajustem ao seu orçamento.
  • Documente a manutenção: mantenha guias de serviço e notas fiscais organizadas, pois uma boa história de manutenção pode justificar uma avaliação mais favorável pela seguradora e ajudar na hora de negociar condições de pagamento ou bônus de renovação.

Para quem utiliza a Hilux como veículo de trabalho intenso, entender essas práticas facilita a escolha de coberturas que protegem o patrimônio e reduzem riscos financeiros decorrentes de sinistros. Além disso, a relação entre FIPE e seguro fica mais clara quando se determina o custo de reposição versus de reparo, o que muitas vezes influencia decisões estratégicas de proteção a longo prazo.

Se você está buscando uma gestão de seguros de automóveis alinhada ao seu perfil de uso e ao valor estimado pela FIPE, a decisão de cotar com uma consultoria especializada pode simplificar o processo. Considere realizar uma cotação com a GT Seguros para avaliar opções de proteção que se ajustem à sua Hilux CD SR D4-D 4×4 3.0 D-4D 2006 e às suas necessidades específicas de uso, quilometragem e orçamento.