| Mês | Preço |
|---|---|
| Mar/26 | R$ 9.924,00 |
| Fev/26 | R$ 10.173,00 |
| Jan/26 | R$ 10.181,00 |
| Dez/25 | R$ 10.061,00 |
| Nov/25 | R$ 10.101,00 |
| Out/25 | R$ 10.468,00 |
| Set/25 | R$ 10.432,00 |
| Ago/25 | R$ 10.536,00 |
| Jul/25 | R$ 10.919,00 |
| Jun/25 | R$ 10.670,00 |
| Mai/25 | R$ 11.058,00 |
| Abr/25 | R$ 11.460,00 |
Guia técnico da Tabela FIPE para o AME-250 C1 2009 no Amazonas
A Tabela FIPE é uma referência amplamente utilizada por corretores de seguros para estimar o valor de veículos usados, servindo como base para cálculos de coberturas, indenizações e depreciações. Quando estamos tratando de modelos menos comuns, como o AME-250 C1 de 2009 inserido na regionalidade do Amazonas, entender como a tabela funciona e quais fatores influenciam a leitura de seus dados se torna ainda mais relevante para orientar o cliente de forma transparente. Este artigo tem o objetivo de explicar, de maneira educativa e prática, como a Tabela FIPE se aplica ao AME-250 C1 2009 e quais aspectos considerar na avaliação para seguros.
Ficha técnica do AME-250 C1 (2009)
- Fabricante
- AME (marca nacional — foco em soluções de mobilidade compacta)
- Modelo
- AME-250 C1
- Ano/modelo
- 2009
- Categoria
- Quadriciclo leve com motor de 250 cm³
- Tipo de combustível
- Gasolina
- Motor
- 1 cilindro, 4 tempos, arrefecimento moderado, alimentação por carburador ou injeção conforme a versão
- Cilindrada
- 250 cm³
- Potência
- aproximadamente 15–20 cavalos de potência (hp)
- Torque
- aproximadamente 18–22 Nm
- Transmissão
- CVT (transmissão continuamente variável) ou automática em algumas configurações
- Tipo de chassi
- Quadriciclo leve com configuração para uso urbano e serviços de utilidade
- Peso (em ordem de marcha)
- varia entre 140 e 170 kg
- Dimensões (comprimento x largura x altura)
- aprox. 2.25 m x 1.45 m x 1.20 m
- Tanque de combustível
- capacidade típica entre 6 e 10 litros
- Capacidade de carga
- até cerca de 200 kg (incluindo ocupantes)
Essa ficha técnica oferece um retrato genérico do AME-250 C1 para o ano de 2009. Em carros de menor escala ou em veículos utilitários compactos, as especificações variam um pouco conforme a linha de produção, o regime de uso e as configurações escolhidas pelo fabricante durante aquele período. Para corretores de seguros, a compreensão dessas características é essencial para avaliar riscos, custos de manutenção, perfil de sinistralidade e, principalmente, o impacto na base de cálculo de cobertura quando se utiliza a Tabela FIPE como referência de valor de reposição ou de indenização.

Como a FIPE informa o valor de referência para o AME-250 C1
A Tabela FIPE consolida dados de venda de veículos usados no Brasil com base em pesquisas de mercado feitas periodicamente. O que interessa ao corretor de seguros não é apenas o número cru de uma tabela, mas sim o significado desse número para o contrato de seguro. A FIPE funciona como um parâmetro padronizado que facilita a comparação entre propostas, o entendimento do cliente sobre o que está sendo segurado e a computação de depreciação ao longo do tempo. Em termos práticos, quando a seguradora utiliza a FIPE para o AME-250 C1 2009, está adotando uma referência de valor que representa o preço de mercado de um exemplar de 2009 com determinadas condições médias de uso e conservação para aquele modelo.
Para entender o papel da FIPE nesse contexto, vale considerar que o valor de referência serve de base para a indenização em caso de colisão total ou roubo, bem como para a definição de coberturas adicionais, como a de danos a terceiros, guinagem de veículo e assistência 24 horas. A ideia é evitar que o cliente tenha surpresas ao acionar o seguro, assegurando que o montante coberto esteja alinhado com o valor de reposição ou com uma estimativa de depreciação adequada às características do AME-250 C1 naquele período.
É comum que corretores utilizem a FIPE como primeira referência. Em seguida, a avaliação pode levar em conta aspectos específicos do veículo, como a quilometragem, o estado de conservação, o histórico de manutenções, sinistros anteriores, alterações de uso (urbano, rural, entregas, etc.) e a disponibilidade de peças de reposição. Todos esses fatores ajudam a ajustar o valor de referência da FIPE para refletir mais fielmente a realidade do veículo segurado no momento da contratação.
Fatores que influenciam o valor estimado na Tabela FIPE
Para o AME-250 C1, assim como para modelos similares do segmento de veículos compactos com motor de 250 cm³, há uma série de fatores que podem fazer o valor de referência da FIPE subir ou descer. A seguir, organizei quatro elementos-chave que costumam impactar o valor apresentado pela tabela, especialmente quando se trata do contexto regional do Amazonas:
- Condição física e mecânica: o estado geral do veículo, incluindo pintura, estanqueidade de componentes, desgaste de componentes mecânicos e funcionamento de sistemas elétricos, influencia a percepção de valor. Veículos bem conservados tendem a manter um valor mais próximo do registrado pela FIPE, enquanto unidades com sinais de desgaste podem receber ajustes para baixo.
- Quilometragem e histórico de uso: carros, motos ou quadriciclos de uso intenso costumam apresentar depreciação maior. A FIPE não reflete apenas a idade, mas também o uso no dia a dia, que impacta a vida útil de itens como suspensão, freios, motor e componentes relacionados.
- Manutenções e registro de sinistros: um histórico de manutenções regulares com nota fiscal e serviços de assistência técnica credenciados tende a reter valor, pois transmite confiabilidade. Por outro lado, sinistros relevantes ou falta de manutenção podem reduzir o valor de referência ao ser avaliado pela seguradora.
- Rede de assistência e disponibilidade de peças: a facilitação de consertos e a disponibilidade de peças originais ou equivalentes influenciam a atratividade do veículo para o seguro. Em regiões como o Amazonas, onde a logística de peças pode ter particularidades, a rede de suporte local pode impactar o custo de manutenção e, consequentemente, o valor avaliado.
Além desses fatores, aspectos como a configuração específica do AME-250 C1 (versão de CVT vs. manual, presença de acessórios, estado de ruídos, etc.) podem influenciar a leitura da FIPE. É preciso, portanto, que o corretor avalie o conjunto de informações do veículo antes de confirmar a utilização da referência FIPE como base única para a cotação.
Aplicação prática para corretores de seguros no Amazonas
O Amazonas é um estado com particularidades próprias de clima, circulação, vias urbanas e logística. Essas características, por sua vez, repercutem na avaliação de riscos e na interpretação da Tabela FIPE para o AME-250 C1 de 2009. A seguir, apresento uma leitura prática para corretores que atuam na região:
1) Contextualize o uso do veículo: é essencial entender se o AME-250 C1 é utilizado como veículo de passeio, serviço de entrega leve, apoio em atividades rurais ou uso misto. O tipo de uso impacta a taxa de sinistros e a necessidade de coberturas adicionais (como assistência 24h, carro reserva ou cobertura para danos a acessórios).
2) Considere a fidelidade à FIPE como referência regional: embora a tabela FIPE seja nacional, a região pode apresentar particularidades em termos de disponibilidade de peças, custos de mão de obra e padrões de manutenção. Esses fatores podem justificar ajustes na leitura do valor de referência para que o seguro reflita a realidade local.
3) Verifique o estado de conservação em detalhes: fotos, laudos de inspeção veicular, histórico de manutenção e documentação de reposição de peças são úteis para embasar uma avaliação mais precisa. Em especial para modelos de uso urbano intenso, itens como freios, pneus, iluminação e componentes elétricos merecem atenção especial.
4) Use a FIPE como base, mas complemente com dados do veículo: é recomendável que o corretor utilize o valor da FIPE como referência inicial e, em seguida, ajuste com informações específicas do AME-250 C1 (2009), como o estado de conservação, a quilometragem e o histórico de revisões. Esse approach ajuda a oferecer soluções de seguro que realmente correspondam ao risco do cliente, sem subestimar ou superestimar o valor segurado.
Como a FIPE orienta a escolha de coberturas e limites de indenização
O valor de referência da FIPE impacta diretamente a decisão sobre qual cobertura selecionar. Em seguros de veículos usados, as opções costumam incluir: seguro compreensivo, que cobre danos a terceiros, colisão e dano próprio; seguro contra roubo/furto; cobertura para acessórios que agregam valor ao AME-250 C1 (como caixas de som, equipamentos de iluminação ou dispositivos de segurança); e proteção contra desvalorização ou depreciação em casos de indenização. Quando o valor de referência está próximo do real custo de reposição, a apólice tende a oferecer uma proteção mais alinhada com a necessidade do cliente, reduzindo o risco de “underinsurance” ou sobrecoberturas desnecessárias.
É comum que corretores apresentem ao cliente opções de franquia, limites de indenização
