Valor FIPE Atual
R$ 181.552,00
↓ 0,5% vs mês anterior
FIPE: 506105-9
Ano: 2013-3
MêsPreço
Mar/26R$ 181.552,00
Fev/26R$ 182.465,00
Jan/26R$ 182.865,00
Dez/25R$ 186.537,00
Nov/25R$ 186.818,00
Out/25R$ 187.268,00
Set/25R$ 187.870,00
Ago/25R$ 188.266,00
Jul/25R$ 185.302,00
Jun/25R$ 185.488,00
Mai/25R$ 185.860,00
Abr/25R$ 186.794,00

Guia técnico e conceitual da Tabela FIPE para o Iveco Stralis 600-S40T TA 6×2 2p (diesel) E5 – ano 2013

A Tabela FIPE funciona como referência de valor de mercado para veículos usados no Brasil e, no caso de caminhões pesados como o Iveco Stralis 600-S40T TA 6×2 2p, esse referencial ganha relevância adicional no âmbito de seguros, manutenção de frota e planejamento de operações. Desempenha um papel prático para seguradoras ao calibrar o valor segurável, para compradores na definição de margens de negociação e para empresas que precisam estimar a depreciação de ativos ao longo do tempo. Este artigo aborda a Tabela FIPE no contexto específico do Stralis 600-S40T TA 6×2 2p, destaca a ficha técnica do veículo, oferece uma visão sobre a marca Iveco e orientações de leitura da FIPE para caminhões pesados, tudo com foco educativo e informativo, sem entrar no aspecto de preços atuais.

Ficha Técnica do Iveco Stralis 600-S40T TA 6×2 2p

  • Potência máxima: 600 cv (aprox. 441 kW); torque máximo: aproximadamente 2.800–3.000 Nm
  • Motor: Iveco Cursor 13, 13,0 litros, turbo com intercooler; alimentação diesel Euro 5 (E5) com tratamento SCR/AdBlue
  • Transmissão: 16 velocidades automatizadas (Hi-Tronix/EuroTronic), com mudanças de marcha otimizadas para cargas pesadas
  • Tração e chassis: configuração 6×2 com dois eixos traseiros (tandem/duas rodas motrizes), peso bruto total (GVW) em torno de 40 t, suspensão pneumática e cabina de alto padrão para longas distâncias

Sobre a marca Iveco

A Iveco é uma fabricante italiana com presença global no segmento de veículos comerciais pesados, médios e leves. Fundada em 1975, a marca consolidou-se como referência em caminhões, ônibus e veículos especiais para operações logísticas, construção e mineração. A filosofia da Iveco envolve robustez, eficiência e tecnologia voltada para reduzir o custo total de propriedade do veículo, incluindo consumo de combustível, confiabilidade e disponibilidade de serviço. O Stralis, linha de caminhões pesados da Iveco, tornou-se símbolo de versatilidade para aplicações de transporte de cargas pesadas de longa distância, com características que privilegiam conforto do motorista, qualidade de construção e integração de sistemas de gestão de motor e transmissão. Ao longo dos anos, a Iveco tem investido em soluções para reduzir emissões, incluindo tecnologias de pós-tratamento de gases de exaustão, alternativa de combustível em linhas específicas e conectividade para monitoramento de frotas. Esse mix de atributos faz da marca uma opção relevante para transportadores que operam em regimes de tempo de serviço, peso de carga e exigências de disponibilidade.

Tabela FIPE IVECO STRALIS 600-S40T TA 6×2 2p (diesel)(E5) 2013

Por que a Tabela FIPE importa para caminhões pesados como o Stralis 600-S40T TA 6×2 2p

A Tabela FIPE reúne valores médios de mercado com base em transações de veículos usados semelhantes ao modelo pesquisado. Embora o Stralis 600-S40T TA 6×2 2p tenha especificidades de motor, transmissão, configuração de eixo e ano de fabricação, a FIPE oferece um referencial que auxilia seguradoras, compradores e administradores de frotas a padronizar a avaliação de bem. No contexto de seguros, esse referencial impacta o valor segurável, a definição de coberturas e a estimativa de depreciação em sinistros. Em operações de frota, a FIPE pode orientar decisões de aquisição, venda ou troca, ajudando a calibrar estratégias de renovação de ativos. Vale lembrar que a FIPE não é um orçamento de custo; é, acima de tudo, uma referência de mercado que pode variar conforme estado de conservação, kilometragem, histórico de manutenções, configuração exata do veículo e condições de uso.

Neste modelo específico – Iveco Stralis 600-S40T TA 6×2 2p, ano de 2013, diesel E5 – a configuração de 6×2 indica dois eixos traseiros motrizes, com um eixo dianteiro direcionável, com suspensão adaptada a aplicações de transporte de cargas contínuas. A adequação dessa configuração a regimes de alta tonelagem, rotas de longo curso e exigências de freação de cargas faz com que a proteção veicular, a cobertura de carga e as cláusulas de responsabilidade civil se tornem componentes estratégicos da gestão de seguros, não apenas um custo fixo. A FIPE, nesse contexto, funciona como um norte para avaliação do valor de referência, ajudando a calibrar prêmios, franquias e adicionais de cobertura, conforme o cenário de operação do veículo.

Como interpretar o valor FIPE para este modelo específico

Interpretar o valor FIPE de um Iveco Stralis 600-S40T TA 6×2 2p envolve considerar diversos fatores que podem modificar o referencial apresentado pela tabela. Embora o foco permaneça em 2013, alguns itens de leitura ajudam a alinhar expectativas no uso prático, seja para seguro, compra, venda ou avaliação de frota:

1) Configuração e equipamento: o Stralis 6×2 pode ter variações de cabine, assentos, sistemas de climatização, entretenimento e elementos de conforto. Além disso, diferenças no conjunto motor-transmissão (Cursor 13 com transmissão automatizada Hi-Tronix/EuroTronic) podem influenciar a percepção de valor quando comparadas a outras versões com especificações distintas. A FIPE considera o conjunto como uma unidade, mas a avaliação de seguro pode se deparar com ajustes se houver alterações aftermarket relevantes.

2) Estado de conservação: a FIPE não é apenas o ano de fabricação, mas também o estado do veículo na operação real. Caminhões que passaram por manutenções periódicas, com histórico de serviço documentado, com pneus em bom estado, sem danos estruturais ou avarias significativas, tendem a convergir para uma faixa de valor mais estável, facilitando a comunicação com a seguradora. Carros de frota com museamento regular costumam ter colheitas mais previsíveis em termos de valor de mercado do que unidades com histórico de uso irregular.

3) Quilometragem e uso: ainda que o Stralis seja um caminhão de longo curso, a quilometragem acumulada e o tipo de serviço (carga seca, cargas reversas, entrega de last mile) pesam na percepção de valor. Veículos com baixa quilometragem para a idade, especialmente com histórico de manutenção adequado, podem aproximar o valor FIPE de faixas mais altas dentro do modelo 2013, enquanto unidades com alta quilometragem poderão figurar em faixas mais conservadoras.

4) Região e estado de depreciação: a variação regional de demanda e oferta de caminhões usados pode impactar o valor de referência. O FIPE incorpora a taxa de depreciação por região e, em caminhões pesados, fatores como disponibilidade de peças, rede de serviços autorizados e custo de manutenção local podem, em última análise, influenciar o valor que uma seguradora considera para instruir prêmios e coberturas.

5) Configuração de equipamento específico: alguns Stralis 600-S40T TA 6×2 2p podem ter opções de cabine (diaina, com cama) ou pacotes tecnológicos diferentes. A FIPE pode refletir, de modo agregado, uma média para o conjunto, mas a seguradora tende a olhar com mais cuidado para configurações ativas que impactem o custo de reposição e as peças de reposição, o que pode refinar o prêmio e as franquias na apólice.

Com essas perspectivas, é possível usar a Tabela FIPE como ponto de partida para estimar o valor de referência do Iveco Stralis 600-S40T TA 6×2 2p, ano 2013, no contexto de seguros ou de transação comercial. A sugestão é considerar o FIPE como base, complementando com informações de manutenção, histórico de sinistros e documentação de segurança para chegar a uma avaliação mais fiel ao cenário real de operação.

Impacto da FIPE no seguro e coberturas recomendadas

O valor de referência da FIPE influencia diretamente o desenho da apólice de seguro para caminhões pesados como o Stralis. Algumas implicações práticas incluem:

– Valor segurável: a FIPE serve como referência para o valor de substituição ou indenização em caso de sinistro. Seguradoras costumam basear a indenização no valor de mercado (FIPE ou similar) ou no custo de reposição, conforme a cláusula contratada. Quanto mais próximo do valor justo de mercado, menor a probabilidade de divergência entre o valor segurado e o custo de reposição no momento de um sinistro.

– Coberturas: para caminhões de grande porte, as opções costumam incluir casco total, casco contra roubo/furto, incêndio, colisão, danos elétricos, responsabilidade civil (RCTR-C ou RCAT, conforme regulamentação local), bem como proteção de cargas, guincho e assistência 24h. A escolha de coberturas deve refletir o uso operacional (eixos, rota, tempo de serviço) e o valor segurável calculado com base na FIPE, para manter cobertura compatível com o risco.

– Franquia e prêmio: quanto maior o valor segurável, maior a prudência ao definir franquias proporcionais ao risco. A FIPE ajuda a calibrar a relação prêmio/franquia de forma mais alinhada à realidade do veículo. Além disso, veículos com histórico de sinistros ou com modificações não usuais podem exigir ajustes nas franquias ou taxas adicionais de prêmio.

– Depreciação e renovação: para frotas, a FIPE facilita o planejamento de renovação. Ao comparar a evolução do valor de reposição ao longo do tempo, gestores conseguem planejar a troca de caminhões com maior previsibilidade, otimizando custos de seguro, manutenção e operação.

Para caminhões de configuração Stralis 600-S40T TA 6×2 2p, a combinação de motor Cursor 13 Euro 5, transmissão automatizada e a capacidade de carga pesada sugere um perfil de risco que favorece coberturas abrangentes, especialmente para roubo de carga, incêndio e danos a terceiros, bem como para situações envolvendo guincho e recuperação de veículo em locais remotos. A FIPE, nesse cenário, funciona como referência estável para o dimensionamento inicial da apólice, servindo de base para a personalização das coberturas, das deduções de franquia e da vigência de proteção conforme o uso efetivo da operação.

Conselhos práticos para operadores e tomadores de seguro

– Conservação e documentação: manter registros de manutenção, fichas técnicas atualizadas e histórico de intervenções facilita a avaliação de risco pela seguradora e pode colaborar para condições mais competitivas de prêmio.

– Detalhes da operação: informar corretamente o tipo de carga, rotas, tempo de serviço e condições de condução ajuda a calibrar coberturas de proteção de carga e assistência em área geográfica de