| Mês | Preço |
|---|---|
| Mar/26 | R$ 217.918,00 |
| Fev/26 | R$ 218.399,00 |
| Jan/26 | R$ 218.881,00 |
| Dez/25 | R$ 219.298,00 |
| Nov/25 | R$ 219.628,00 |
| Out/25 | R$ 220.157,00 |
| Set/25 | R$ 220.864,00 |
| Ago/25 | R$ 221.329,00 |
| Jul/25 | R$ 221.684,00 |
| Jun/25 | R$ 221.906,00 |
| Mai/25 | R$ 222.351,00 |
| Abr/25 | R$ 222.552,00 |
Guia completo sobre a Tabela FIPE para o Volvo FMX 420 6×4 2p (E5) 2013
O universo dos seguros para caminhões envolve diferentes referências de valor, entre elas a Tabela FIPE, que é amplamente utilizada no Brasil para embasar a avaliação de veículos usados e, por consequência, orientar cenários de cobertura e indenização. Quando falamos de um Volvo FMX 420 6×4 2p, ano modelado em 2013 e configuração diesel Euro 5, a Tabela FIPE atua como referência de base para entender a variação de valor ao longo do tempo, a depender do estado de conservação, da quilometragem e das particularidades de operação. Este artigo aborda a Tabela FIPE nesse recorte específico, traz uma ficha técnica resumida do modelo, destaca o porquê da Volvo conquistar credibilidade no segmento de caminhões e explora fatores relevantes para a cotação de seguros, com dicas práticas para reduzir prêmios sem abrir mão da proteção necessária.
O que é a Tabela FIPE e como ela impacta o seguro de caminhões
A Tabela FIPE (Fundação Instituto de Pesquisas Econômicas) consolida valores médios de veículos usados para referência de mercado no Brasil. Ela é amplamente utilizada por seguradoras, concessionárias e consumidores para estimar o valor de reparo, reposição ou indenização em caso de sinistro. No caso de caminhões pesados, como o Volvo FMX 420 6×4 2p, a FIPE oferece uma linha de referência que facilita o ajuste de valor segurado, a definição de franquias e a precificação de coberturas adicionais. Vale ressaltar que o valor FIPE não é uma cotação de venda atual; ele serve como referência estatística, sujeita a variações conforme condições de veículo, uso, manutenção e histórico de sinistros.

Para a área de seguros, compreender a FIPE é fundamental porque o valor segurado precisa refletir o custo de reposição ou a reparação de danos. Um caminhão de 2013 com configuração 6×4, diesel Euro 5, e com uso típico em transporte de cargas pesadas pode apresentar diferenças consideráveis entre a condição de conservação da frota e o valor de referência da FIPE. Por isso, corretores e seguradoras costumam cruzar o valor FIPE com a avaliação particular do veículo, levando em conta itens como alterações na configuração do motor, atualizações de cabine, estado de pneus e sistema de freios, além de eventuais melhorias de proteção veicular e de carga.
Neste contexto, a Tabela FIPE não substitui a necessidade de uma vistoria técnica ou de uma estimativa de valor customizada, especialmente para caminhões de maior valor agregado. Ela, porém, funciona como âncora de referência para orientar a tomada de decisão sobre coberturas, limites de indenização e condições de contrato. Entender esse ponto ajuda o segurado a alinhar expectativas com a corretora e com a empresa de seguros, evitando tanto a subavaliação quanto o superdimensionamento do valor segurado.
Ficha técnica do Volvo FMX 420 6×4 2p (E5) 2013
- Motor diesel Euro 5, com bloco de alta durabilidade, comum em aplicações pesadas; cilindrada típica em torno de 12,8 litros, com potência máxima de aproximadamente 420 cv; torque próximo de 2.100 Nm, favorecendo o arranque em carregamento pesado.
- Transmissão automática Volvo I-Shift, com 12 marchas (variações com 16 marchas também existem em outras configurações, mas a versão 420/6×4 costuma trabalhar com transmissão automatizada de 12 marchas); tração 6×4, proporcionando boa capacidade de tração em vias de difícil aderência e em terrenos de construção.
- Cabine com 2 portas (2p), espaço adequado para a operação de caminhão de alta tonelagem, com configuração voltada a conforto do motorista em turnos longos; configuração de chassis robusto para suportar carga elevada e uso em obras, mineração ou transporte de carga pesada.
- PBT (Peso Bruto Total) aproximado de 32.000 kg, com capacidade de tanque de combustível em torno de 600 litros, dependendo da configuração de fábrica e opções de equipamento; suspensão dianteira de tipo rígido com configuração de eixo traseiro pneumático, oferecendo melhor conforto e estabilidade em terreno irregular.
Observação: os números acima representam referência típica para o Volvo FMX 420 6×4 2p (E5) de 2013, já que variações de equipamento, cabine, rodas e opções de fábrica podem modificar alguns parâmetros. Em uma análise de FIPE para este modelo, a comparação entre o estado de conservação e o histórico de manutenção com a linha de referência ajuda a chegar a uma estimativa de valor mais fiel ao cenário real.
Por que a marca Volvo é referência no segmento de caminhões
A Volvo é reconhecida globalmente pela combinação de engenharia robusta, foco na segurança e na confiabilidade, que se traduz em baixa taxa de falhas e alto tempo de operação sem interrupções. No segmento de caminhões pesados, a marca investe em tecnologias de proteção de carga, sistemas de freios avançados, motores eficientes com controle de emissões Euro 5, bem como soluções de telemetria e gerenciamento de frotas que auxiliam empresas a monitorar consumo, manutenção e desempenho de cada veículo.
Entre os pilares da Volvo, destaca-se a engenharia de cabines voltada ao conforto do motorista em jornadas longas. Este aspecto impacta diretamente na produtividade, reduzindo pausas não programadas, fadiga e, por consequência, o risco de acidentes. Além disso, a rede de assistência técnica da Volvo em diferentes regiões facilita manutenções programadas, peças originais e suporte rápido, o que é especialmente relevante para frotas que dependem de disponibilidade de veículo para manter operações contínuas.
Outra dimensão importante é a confiabilidade no reuso de chassis e componentes, permitindo que caminhões como o FMX 420 suportem cargas pesadas com níveis estáveis de desempenho ao longo dos anos. Esse histórico de robustez contribui para a valorização no mercado de usados e, por consequência, para a percepção de risco por parte das seguradoras, que avaliam não apenas o valor de reposição, mas também a durabilidade da configuração de 6×4 e a resistência a danos de uso intenso.
Como a FIPE classifica e atualiza veículos pesados
A FIPE utiliza uma metodologia que envolve a coleta de preços de mercado para modelos de veículos usados, com peso, motor e configuração especificados. A atualização mensal reflete as variações de preço decorrentes de fatores como demanda, disponibilidade de peças, custos de reparo e alterações no mix de opções. No caso de caminhões pesados, a tonicidade do mercado de frota, a depreciação por idade e as mudanças na tecnologia de segurança influenciam bastante os valores de referência da FIPE.
Para o setor de seguros, a FIPE serve como uma base de massa para calibrar o valor segurado, que pode ser complementado por uma avaliação específica da oficina, do estado de conservação e do histórico de manutenção. Em termos práticos, a FIPE ajuda a dimensionar o prêmio em função do risco, mas as seguradoras costumam validar esse valor com vistoria técnica, histórico de sinistros, uso operacional e dados do veículo. Em suma, a FIPE é uma referência útil, mas o sinistro real e o custo de reposição podem divergir de acordo com as particularidades de cada frota.
Por isso, gestores de frotas e corretores costumam alinhar o uso da FIPE com a avaliação interna e com as diretrizes da seguradora para evitar distorções no valor segurado. O resultado é uma cobertura mais alinhada com a realidade de uso, o que favorece uma proteção eficaz sem exigir prêmios des
